Blog dedicado a Theo Van Gogh, cidadão e cineasta holandês, bisneto do famoso pintor, assassinado numa rua de Amsterdam por um fascista islâmico. O avanço do islamo-fascismo na Europa e no Mundo é uma ameaça aos direitos fundamentais dos cidadãos. De todos, seja qual fôr a sua filosofia, religião ou crença. ɉ uma realidade, não uma fobia, como alguns afirmam na esperança de que esqueçamos qual a sua verdadeira essência e os seus objectivos.

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O Islamismo na Europa - Eurabia

O avanço do islamismo na Europa e no Mundo é uma ameaça aos direitos fundamentais dos cidadãos. De todos, seja qual fôr a sua filosofia, religião ou crença. Não se trata de qualquer preocupação islamófoba. O único "medo" que temos (medo-pânico, talvez), é que a decadência dos povos árabes se mantenha e perpetue. E há sempre quem tire o maior proveito do obscurantismo...O deles (árabes) e o nosso...

Domingo, Janeiro 07, 2007

Acertar contas com o Islão fascista



Isto não se vence com tanques e porta-aviões!



E isto muito menos!


Num recente artigo publicado no "New York Sun" (edição de 26/12/07), e oportunamente referido pelo Observatório da Jihad, Daniel Pipes questiona e questiona-se "Depois de vencer os fascistas e os comunistas, o Ocidente pode vencer os islamistas?".
E ao longo do seu artigo, Daniel Pipes vai comparando as capacidades político-militares daquilo a que chama "islamismo" (e nós preferimos chamar de islamofascismo, o que é algo bem diferente como todos sabemos), às capacidades político-militares daquilo a que todos chamamos, por defeito de qualquer coisa, "civilização ocidental". Neste quadro comparativo elaborado por Daniel Pipes, notável anti-jihadista, há porém um grave equívoco a assinalar: o autor parece recusar-se (por ora, claro), a integrar o islamismo dito radical ou fundamentalista na tipologia dos fascismos, ao lado do fascismo estalinista, do fascismo nazi, do fascismo salazarista, do fascismo das ditaduras militares apoiadas pelo seu país, os EUA, do fascismo falangista, etc. Daniel Pipes, como outros brilhantes analistas, esquece porém um elemento fundamental do fascismo: a sua componente totalitária, ditatorial. Não se trata do islamismo mas sim do fascismo islâmico, ou seja, do fascismo que emerge entre os islâmicos que acreditam não apenas na Jihad (que quer dizer guerra santa, entenda-se), mas fundamentalmente num poder mundial islâmico, dominado pela Sharia, a lei islâmica. Isto é algo de diferente do islamismo. O islamismo esteve séculos sem criar o mínimo problema de fundo ao Ocidente. Islamistas há em toda a parte, alguns poetas exceltnes, alguns músicos também excelentes, pessoas de excelência, povos islâmicos (como na Guiné, a antiga colónia portuguesa), que nunca ergueram o nome da Jihad contra o Ocidente. Não se trata pois de derrotar o islamismo porque esse é, tal como os ideiais ou as ideologias, indestrutível. Jerónimo de Sousa à frente de um Partido Comunista diferente do que era com Carlos Carvalhas, mostra claramente que o comunismo enquanto tal é indestrutível. Dizendo melhor e para que fique claro o que pensamos: não basta dizer que uma dada ideologia ou uma qualquer escatologia terminou ou está ultrapassada para que ela acaba de facto. Desde que haja um único ser no planeta (ou fora dele), que acredite nela é porque não terminou. Do que se trata não é de derrotar os ideiais ou mesmo as ideologias ou religiões mas sim o seu conteúdo totalitário ou ditatorial. Também o catolicismo já teve o seu período totalitário (a que hoje chamaríamos também de fascista), e então não se tratava de derrotar o catolicismo mas sim os fascistas que estavam na Inquisição e se serviam do mesmo para atacar os cidadãos mais livres. Não faz pois qualquer sentido falar em "derrotar o islamismo" mas sim em derrotar o islamismo fascista, o islamismo totalitário.

Daniel Pipes fala ainda nas várias possibildiades do "islamismo" sair vencedor desse confronto. E nós pensamos também que sim mas não pelas mesmas razões. Dando por adquirido que o Ocidente é mais forte militarmente, o fascismo islâmico não combate o Ocidente através de um potencial militar (ou mesmo nuclear, embora este vá servir numa fase posterior), mas sim através do número, e principalmente do "milagre" da multiplicação dos seres (islâmicos mas preferentemente fascistas, neste caso). É na regra da multiplicação que o islamismo fascista joga, ao contrário do que sucedeu com o fascismo germânico, o nazismo. Foi um político árabe do século XX que afirmou, "os árabes conquistarão o Ocidente através do ventre". E disse-o visionária e acertadamente. E basta ver o que sucede pela Europa, nos EUA, na Austrália, etc. para confirmar que isso é verdade. Aliás é a própria Al Qaeda que aconselha a emigração para os países europeus e de língua inglesa. Todos os anos os emigrantes árabes e islâmicos são na ordem dos milhões. Nenhuma ideologia totalitária anterior havia feito o mesmo. A conquista fazia-se através do Estado, em primeiro lugar pela propaganda junto das "massas populares" e depois pela ofensiva militar. Com o fascismo islâmico (que tem pouco a ver com a Jihad que é usada apenas como elemento mobilizador), passa-se o contrário: primeiro invade-se o Mundo através da emigração e da "inserção" (religiosa, política e social) e depois conquista-se o dito, se possível também militarmente mas no fundamental através da "integração" nas sociedades ocidentais adoptadas como espaço de dominação. O campo militar do islamismo fascista continuará a ser a utilização dos homens-bomba (1) e a ameaça nuclear sobre as grandes capitais europeias e sobre Israel. O fascismo islâmico não precisará de combater exteriormente a estrutura militar ocidental porque o fará por dentro, conquistando progressivamente os lugares de comando, os lugares no Senado e no congresso norte-americanos, as câmaras municipais, os parlamentos e as presidências dos diversos estados europeus.
O islamismo fascista não precisa de tanques nem de porta-aviões, do que precisa é de conquistar para o Islão as chefias da armada, do exército e da força área ocidentais, após ter conquistado pela religião e pela propaganda, a opinião pública e publicada ocidentais (que aliás em grande parte já conquistou, basta ver a censura imposta a quem tem a coragem de dizer o que pensa sobre essa vertente do Islão fascista e tentacular).

Tudo isto parece uma irrealidade, tal como a conquista da Europa por Hitler parecia sê-lo já que o seu poder militar era largamente inferior à França e Inglaterra. Mas seria bom que não se acreditasse muito nessa ficção sob pena de se virem a sacrificar muito mais vidas do que aquelas que pereceram na II Guerra Mundial. Muito mais.
Aqueles que dirigem a luta contra o islamismo e não contra a sua vertente totalitária e fascista, aqueles que acham que o Ocidente apenas enfrenta a Jihad e não um fascismo de grandes proporções, uma espécie de tsunami social e político, talvez o mais terrível e devatador que a história poderá vir a registar, não contribuem senão para aumentar a confusão e os mal entendidos generalizados sobre o inimigo com que deparamos e sobre a metodologia e forma de o combater.(2)

O fascismo islâmico tem de ser travado e liquidado(3), impedindo-o de circular e de concretizar os seus objectivos principais - a multiplicação dos seus membros no Ocidente através da emigração e da conquista dos media e de outras estruturas do poder político e económico democrático (nomeadamente também pela conquista de empresas que são estruturais). Bastaria que isso fosse feito e que as grandes corporações fossem proibidas (como sucede com Cuba, de uma forma discutível entenda-se), de negociar com os países que albergam e fomentam o islamismo fascista, para que se partissem so dentes deste gigante de barro. Não é pelo combate ao islamismo, o combate necessário é o que deve unir os povos contra o fascismo islâmico é o combate pela dignidade do homem e pela sua liberdade, independentemente da religião ou ideologia que confessem.
Esse combate sairá vencedor na medida em que não permitirmos que sejam os estados, mesmo os ocidentais e democráticos (incluindo o Vaticano), a assumir o papel principal nesse combate, deixando o movimento e a luta dos povos para segundo plano.
A capacidade organizativa do fascismo islâmico (não porque seja inteligente mas porque nós temos de facto alguns "tabus" como os que assinalou e bem Daniel Pipes), baseia-se sobretudo na ignorância e não no conhecimento, na estupidez (mesmo no campo ocidental) e na complacência dos governos e dos políticos ocidentais. Se formos estúpidos e idiotas como os dirigentes fascistas islâmicos pretendem que sejamos, certamente que nos derrotará com a maior das facilidades. Basta que cresça e se multiplique entre nós.


Notas:
(1) Não será preciso relembrar a multidão de suicidas que se oferecem aos milhares diáriamente e que serão sempre transformados em mísseis telecomandados contra o aparelho militar do Ocidente (mal preparado para enfrentar uma tal "estrutura" de combate, até pelas razões que Daniel Pipes refere como sendo as fraquezas ou na sua definição informática, os "bugs" do Ocidente: o pacifismo, o ódio de si mesmo e a presunção).
(2) Não vemos por exemplo (ao contrário do que sucedeu com o fascvismo germânico), como é que sonseguiremos unir as várias frentes da luta conta o fascismo islâmico se não o conseguimos identificar ou se incluímos o "islamismo" como o inimigo a combater. Seria o mesmo que para combatermos a Inquisição atacássemos os monges franciscanos ou mesmo alguns católicos confessos pelo simples facto de pertencerem à Igreja Católica. Também não vemos como é que se poderá liquidar a tal dita Jihad sem o concurso de milhões de islamitas e de muitos mais milhões de outras religiões ou ideologias, incluindo os comunistas, os socialistas, os centristas e os partidos ou movimentos da direita democrática.
(3) Não se pense que estejamos em desacordo com a presente ofensiva militar contra o fascismo islâmico no Afeganistão e no Iraque (apesar da nossa discordância com o julgamento farsa de Sadham e de outros erros cometidos pelas forças de coligação que combatem no Iraque e que, em nosso entender, favorecem o islamismo fascista), ou contra o combate anti-jihadista levado a cabo pelos israelitas, sionitas ou não sionitas. Vamos até mais longe: consideramos que essa ofensiva militar deve ser alargada ao Irão e a outros países. No entanto consideramos que essa ofensiva deve fazer-se com o apoio (nunca sob a dependência das Nações Unidas), dos povos dos diversos países, isto é, de todos aqueles que nos seus próprios países (em maioria ou minoria) combatem os regimes ditatoriais islâmicos ou os grupos fascistas islâmicos (como na Somália) que ameaçam tomar o poder.


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Azazel, Trinca-Fortes - Domingo, Janeiro 07, 2007 | link | 5 comments |