Blog dedicado a Theo Van Gogh, cidadão e cineasta holandês, bisneto do famoso pintor, assassinado numa rua de Amsterdam por um fascista islâmico. O avanço do islamo-fascismo na Europa e no Mundo é uma ameaça aos direitos fundamentais dos cidadãos. De todos, seja qual fôr a sua filosofia, religião ou crença. ɉ uma realidade, não uma fobia, como alguns afirmam na esperança de que esqueçamos qual a sua verdadeira essência e os seus objectivos.

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O Islamismo na Europa - Eurabia

O avanço do islamismo na Europa e no Mundo é uma ameaça aos direitos fundamentais dos cidadãos. De todos, seja qual fôr a sua filosofia, religião ou crença. Não se trata de qualquer preocupação islamófoba. O único "medo" que temos (medo-pânico, talvez), é que a decadência dos povos árabes se mantenha e perpetue. E há sempre quem tire o maior proveito do obscurantismo...O deles (árabes) e o nosso...

Sábado, Dezembro 30, 2006

A execução de Sadham serve os interesses dos fascistas islâmicos!



Os fanáticos maniqueístas (de todos os matizes), acham sempre que há só duas faces do mesmo problema ou questão. Para uns e outros, a execução de Sadham vai servir de pretexto para justificarem as suas políticas estratégicas em relação ao conflito que opôe o mundo ocidental e uma parte substancial do mundo árabe e islâmico ao fascismo islâmico centralizado e conduzido pela Al Qaeda, em ligação com os vários grupos "fundamentalistas" espalhados pelos cinco continentes.

De um lado os que argumentam que se tratava de um ditador e um canalha e como tal merecia esta execução. Esqueciam pelo meio Pinochet, Videla, Franco, Salazar, Gualtieri, os ditadores birmaneses. Do outro os que sendo contra a intervenção militar contra Sadham tentam tirar o máximo partido dos erros cometidos pelas forças da coligação no Iraque para favorecerem uma política de negociação e apaziguamento com o terrorismo e fascismo islamita.
Para estas duas visões não há lugar para outras: ou se matava e rapidamente, sem que o julgamento prosseguisse até se apurarem as responsabilidades pelos tão falados massacres de curdos, shiitas, etc. (erro, em nosso entender, agora cometido), ou sequer haveria lugar a qualquer julgamento porque se trataria sempre de um julgamento feito após uma ocupação militar considerada por eles como ilegal. Entre estas duas posições nem sequer há lugar para a única que não pondo em causa a intervenção militar pretende que o julgamento de um regime não pode ser reduzido ao julgamento do seu responsável e ditador principal e que havendo esse julgamento, o mesmo deveria ser levado até às últimas consequências, isto é, dentro do quadro de um sistema de direito democrático e não como "vendetta" de um grupo (os shiitas) contra outro (os sunitas). Um julgamento que permitisse aos defensores de Sadham que apresentassem as suas razões e fundamentos(1), seria um julgamento verdadeiramente democrático, próprio de um estado de direito (ou este serve apenas para os seus funcionários e declarantes?). Poderá argumentar-se que o tribunal tinha legitimidade para julgar Sadham porque o Governo que lhe outorgara esses poderes era um governo legítimo saído de um processo eleitoral. No entanto a circunstância de serem assassinados alguns dos principais advogados de defesa de Sadham deveria merecer uma resposta democrática e firme do tribunal, rejeitando julgar Sadham enquanto as condições de igualdade entre defensores e acusadores não fosse absolutamente assegurada, como sucede nos países democráticos ocidentais. No caso português imagine-se que seria constituído um tribunal para julgar os crimes cometidos pelo fascismo e particularmente por Marcelo Caetano e que esse tribunal permitisse que os advogados deste último fossem assassinados um por um sem que fosse tomada qualquer medida no sentido de evitar o prosseguimento de um julgamento que seria sempre uma farsa. Imagine-se por exemplo que os EUA invadissem Cuba e um tribunal fosse cosntituído para julgar Fidel Castro. Alguém pensa que seria possível condenar à morte Fidel Castro sem uma grande parte dos países europeus pusesse em causa as suas realçãos com os EUA? E a Rússia, o que faria a Rússia? E contudo Fidel é acusado pela oposição de ter morto milhares de cidadãos cubanos!.

Foi pois um excelente serviço prestado aos inimigos da liberdade e da democracia (e uma boa ajuda aos movimentos ditos pacifistas e humanitários na sua cruzada anti-americana), e um entrave sério ao combate contra o fascismo islâsmico por parte dos cidadãos livres. Os estados e os políticos-marionetas das grandes corporações (democratas ou republicanos, esquerdistas ou neo-conservadores), podem sorrir de satisfação mas as consequências maiores deste e doutros erros serão a breve prazo pagos pelos próprios cidadãos, não por eles.


Nota:
(1) E foi precisamente isto que os antigos apoiantes de Sadham (a administração americana nomeadamente na época dos democratas no Poder e os vários estados europeus, socialistas ou democratas-cristãos), não quiseram que acontecesse pois o prosseguimento do julgamento iria revelar (tal como viria a suceder caso Milosevic não fosse assassinado na prisão), a cumplicidade dos serviços secretos norte-americanos e dos serviços secretos dos países europeus, com a política de Sadham já que este reprimia e continha a ofensiva dos grupos islamitas mais radicais (os waabithas, a jihad islâmica, etc.).
O prosseguimento do julgamento iria colocar muitos dos governos e políticos europeus nas primeiras páginas dos jornais quando os defensores de Sadham revelassem provas do apoio destes à sua política de contenção do islamismo mais radical.
Não foi por isso um julgamento para apurar as responsabilidades de Sadham e dos seus capatazes sanguinários nem tão pouco um julgamento para apurar a sua cumplicidade com os grupos terroristas que operavam no Médio Oriente e de cujo financimaneto tanto se falava.
Numa recente entrevista telefónica à AP, o advogado de Tarek Aziz (antigo ministro dos neg´cios estrangeiros de Sadham) afirmou que a execução de Sadham estaria a ser apressada apara evitar o tstemunho do próprio Aziz, no qual este iria revelar (e citamos), "dados importantes sobre o envolvimento de muitas personalidades locais e estrangeiras" em relação a acontecimentos relacionados com a morte de milhares de pessoas durante o conflito Iraque-Irão". (ver artigo completo no "International Herald Tribune").



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Azazel, Trinca-Fortes - Sábado, Dezembro 30, 2006 | link | 0 comments |

Quinta-feira, Dezembro 21, 2006

Eles sabiam como e o que fazer...






Também após a invasão da Alemanha Nazi, os cidadãos americanos votavam pela não intervenção. Tal como naquele período em que seria necessário uma intervenção rápida cortando a jugular do III Reich, quer a América do Norte, quer a Europa, mostravam a maior relutância em intervir em defesa dos povos atacados (checos, eslovacos, os próprios dissidentes alemães). Tal como naquela época, hoje a maioria é contra a intervenção no Iraque e, para sermos ainda mais frontais e realistas, a maioria é contra o facto da actual administração americana atacar frontalmente o terrorismo internacional, e em particular o fascismo islâmico.

Após o ataque a Pearl Harbour e com Churchill e De Gaule no comando da frente aliada, foi finalmente possível que os EUA interviessem para acabar com o pesadelo fascista imposto pelo bando de Hitler e Goebbels. Entretanto e pelo caminho já haviam ficado dezenas, centenas de milhar de cidadãos judeus, alemães, comunistas, homossexuais e até os incapacitados e doentes.

Para cortar a jugular do fascismo islâmico não é senão necessário enfrentar o inimigo tal como se fez com Hitler, derrotando-o pelas armas, exactamente na única linguagem que o fascismo islâmico conhece e respeita. Será necessário recordar o que disse Nassarah após a derrota frente a Israel na recente ofensiva israelita contra o Hesbolah: "Reconheço que foi um erro raptar alguns soldados israelitas, desconhecia que Israel reagisse da forma violenta como o fez". Ao contrário do que pensam alguns analistas ocidentais, muitos deles notáveis apaziguadores, os chamados "dhimmis", a derrota do islamismo fascista e terrorista não virá pelo facto de se conseguir separar moderados e radicais, por se respeitar a fé islâmica ou por se perceber melhor as motivações sociais e políticas dos grupos radicais islâmicos. Bullshit! como dizem os americanos. Isso são tretas: na sua maioria esmagadora os cidadãos ocidentais reconhecem o direito de expressão religiosa não apenas aos islâmicos como a outras confissões. O problema dos islamistas reaccionários não é esse pois eles sabem que no Ocidente respeita-se mais o Islão do que nos países e estados islâmicos se reconhece o direito a outras confissões religiosas que não o islamismo. A questão é outra: os fascistas islâmicos querem tomar a Europa e fazer dobrar a cervical aos europeus e depois aos americanos, estejam no poder os republicanos e neo-conversvadores ou os democratas, tal como Hitler o pretendia.

Saber como e o que fazer, eis pois o dilema dos apaziguadores às voltas com o problema de enfrentar o terrorismo fascista, seja ele islâmico ou outro. A linguagem do terrorismo é a linguagem usada por todos os fascismos, sejam eles negros ou vermelhos, católicos ou islâmicos. E contra esse terrorismo só há uma resposta possível - a guerra!(ver nota 1).

Aos moderados caberá, (tal como refere Daniel Pipes num artigo recente intitulado "Como acabar com o terrorismo") "...numa segunda fase, a formulação e a difusão de um Islão moderno, moderado, democrático, liberal, tolerante, amistoso, humano e respeitador das mulheres". O importante para o Ocidente é combater os seus inimigos e não esperar que sejam os islâsmicos moderados a resolver o problema, tanto mais que pela sua natureza e conduta religiosa são incapazes de reagir pela força contra um inimigo bem armado quer ideolíogica quer militarmente (veja-se no caso libanês como o Hesbolah não só esmaga os dirigentes moderados islâmicos como pretende esmagar o próprio governo libanês onde tinha até há pouco uma representação minoritária).

Nota 1:
Mas, dirão alguns, como combater com os meios convencionais um exército inexistente? E é verdade. Não é possível combater grupos terroristas com meios convencionais. Mas é possível combatê-los com meios não convencionais, os quais não é necessário falar deles aqui. O argumento de que não é possível fazer nada (um argumento muito usado por apaziguadores e dhimmis), serve apenas para dar tempo aos fascistas islâmicos e justificar mesmo a sua existência. "Temos de viver com o terrorismo" é a falácia que usam para nos convencer de que é possível compatibilizar fascistas com anti-fascistas, os predadores com as suas presas, na sequência do que afirmava Darwin. E o direito dos mais fracos à liberdade?
O Hesbolah não é possível derrotar? O Hamas não é possível derrotar? A Jihad Islâmica não é possível derrotar? A seu tempo, veremos.



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Azazel, Trinca-Fortes - Quinta-feira, Dezembro 21, 2006 | link | 1 comments |

Sexta-feira, Dezembro 08, 2006

Intervenção de Brigitte Gabriel na Univ. de Michigan



Brigitte Gabriel acaba de nos escrever dando conta de que a sua conferência na Universidade de Michigan (EUA), realizada no passado dia 4 de Dezembro, decorreu sem incidentes. Contudo, acrescenta a autora, foi necessário prevenir-se assegurando nomeadamente a sua segurança pessoal, após terem sido publicadas ameaças de grupos fascistas islâmicos de "dar as boas vindas à Sra. Brigitte Gabirel de forma conveniente", ou seja, eliminá-la ou demonstrar-lhe a força da "razão islâmica", violentando-a ou de alguma forma magoando-a físicamente.
Felizmente que tal não ocorreu mas não porque a razão e o sentido de jsutiça tivessem imperado nas mentes dos reaccionários islâmicos presentes mas, segundo a autora, devido ao facto de se encontrarem na sala vários elementos de segurança bem como a Fox News e outras televisões. A não ser assim...

E no fim da misiva, Brigitte Gabriel interroga-se quanto ao facto de ter de se recorrer a tais meios de segurança para que alguém não "políticamente correcto" possa dizer o que pensa sobre a ofensiva dos fascistas islâmicos na sua "guerra santa" contra o Ocidente democrático.



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Azazel, Trinca-Fortes - Sexta-feira, Dezembro 08, 2006 | link | 0 comments |

Quinta-feira, Novembro 16, 2006

A amálgama está na cabeça de Stefan Durand




Num artigo do "Le Monde Diplomatique" Stefan Durand tece uma construção meramente retórica para pôr em causa o neologismo (a que chamaríamos apenas de termo), de "islamo-fascismo", o qual, segundo ele, teria sido adoptado por George Bush(1) e outros neo-conservadores. para implicar um vasto leque de organizações como sucessoras do Nazismo e do Comunismo(2).
Segundo o mesmo autor, esta associação do fascismo com o islamismo não só é desajustada como tenta deliberadamente promover a ideia das "guerras preventivas" (3).

Diz o autor a certo passo do seu artigo:
A substituição da guerra contra o terrorismo pela guerra contra o fascismo islâmico e a tipificação dos movimentos fundamentalistas muçulmanos na linha do que se chamou no século XX, sem qualquer distinção, os totalitarismos, não é inocente. Ela visa legitimar as políticas belicistas, fundamenta-se em amálgamas e liga-se aos os cordelinhos da política do medo.

O sr. Stefan Durand não lê certamente blogs e muito menos os que não provém da sua lavra, se é que os tem. O termo "islamo-fascista" (ou islamofascista), não foi inventado pelo Sr. Bush, nem pelo Sr. Stephen Schwartz(4), nem pelo historiador Malise Ruthven. Isso são invencionices provenientes do cérebro amalgamado do Sr. Stefan, já que o termo é frequentemente utilizado pelos web sites e blogs anti-islamofascistas, nalguns casos muito antes dos atentados terroristas de 11 de Setembro de 2001, a partir dos primeiros textos conhecidos da Al Qaeda e de outras organizações congéneres. O Sr. Durand é um pensador desatento e como é típico no "Le Monde Diplomatique", habitualmente de produção terra a terra, a que vê as superficialidades e não consegue vislumbrar as verdadeiras causas dos fenómenos, nem as primeiras nem as últimas. É um pouco como aqueles simplórios que não concebem que haja um islamismo de natureza e intenções fascistas porque não existe um fundador de uma teoria fascista no Islão, como se o dirigente máximo da Al Qaeda e outros dirigentes islamistas reaccionários não tivessem já produzido material, quer por transmissão oral, quer bibliográfico, mais do que suficiente para se avaliar do seu pan-islamismo e dos interesses belicistas e totalitários que os movem. Quanto às teses racistas típicas do nazi-fascismo (o "apuramento" de uma raça superior, a raça ariana, cujo modelo principal era o próprio Furher), os islamistas fascistas também não perdem a oportunidade para "aperfeiçoar" a sua raça (com o Corão a servir de suporte ideológico, tal como o Mein Kampf o era para os fascistas alemães), ao matarem os seus próprios adversários árabes e islâmicos e ameaçando destruir os infiéis que somos todos nós, por termos nascido mais a ocidente.
Não serve de nada falar na dispersão das organizações islâmicas de natureza fascista e pan-islamista, como se se ignorasse que também o fascismo italiano ou o militarismo e nacionalismo japonês tivessem algo a ver directamente com o nazismo de Hitler e Goebbels inspirado em Karl Haushofer e outros. O que nos interessa aqui não é saber se existe um centro fascista islamista universal (que aliás o há embora viva em grutas e caves e se disfarce por entre pacíficos aldeões paquistaneses ou afegãos), mas sim se o projecto islamista ultra-reaccionário tem uma natureza e propósitos de implantação de um poder totalitário sobre todos os seus inimigos e adversários, os tais infiéis.

Stefan Durand sabe bem que os fascismos poupavam os "apaziguadores", isto é, deixavam-nos para a segunda fila no pelotão de fuzilamento. Tal como no passado com os nazis, aos islamofascistas não interessa atacar por ora os apaziguadores, os que fazem o seu jogo de invasão progressiva da Europa e dos vários continentes (facilitando nas leis de emigração, etc.). Pelo contrário consideram-nos como os "fracos", servindo-se dos mesmos, tal como Hitler se serviu dos apaziguadores franceses e ingleses (Daladier, Chamberlain, etc.), antes de decidir invadir a Europa.
O facto dos islamofascistas se escudarem atrás do elemento religioso não significa que o seu projecto de implantação da lei islâmica em todos os continentes não seja um projecto ideológico de expansão do islamismo totalitário. Stefan Durand afirma que
"unindo-os sob a bandeira de fascistas islâmicos, dezenas de movimentos dispersos, muitas vezes em conflito uns com os outros e com objectivos muito diversos, permite a implantação de uma mítica conspiração islamista a nível mundial.

Ao dizer isto, Stefan Durand parece desconhecer ou finge ignorar que também os movimentos fascistas mundiais no tempo do III Reich eram movimentos dispersos e por vezes contraditórios entre si (o fascismo de Salazar tinha uma inspiração diferente e com raízes nacionais e os seus objectivos não coincidiam na totalidade com os objectivos dos nazis alemães, tal como sucedia com os militaristas e nacionalistas japoneses ou os movimentos fascistas italianos seduzidos pelas teses de alguns dos seus mentores principais e sem qualquer ligação com o que se passasva na Alemanha nazi. Não consta que a raça ariana procurada por Hitler tivesse qualquer correspondência com o que se passava na Itália, em Portugal ou na Espanha. Esses movimentos não podem ser confundidos com movimentos de inspiração nazi-fascita directamente ligados ao partido nazi ou inspirados por ele, como aliás sucedia com os grupos e partidos estalinistas e comunistas, nuns casos conflituando entre si, por vezes até de uma forma violenta. Como é do conhecimento geral os movimentos islamistas (tal como os partidos e organizações estalinistas), não têm o mesmo padrão de comportamento político e nem sempre os mesmos objectivos. O Partido Comunista Espanhol de Santiago Carrillo ou o PCI de Enrico Berlinguer nada têm (ou, mais exactamente, nada tinham) a ver com os partidos estalinistas da URSS, com o Partido Comunista Cubano ou com os partidos comunistas do leste europeu controlados pelo partido-pai da URSS.

Cai pois pela base o argumento de que para justificar o neologismo de islamo-fascismo (ou islamofascimo), seja necessário que haja movimentos unificados e exactamente com os memos métodos e propósitos. O que importa sim são os objectivos finais e o objectivo final dos islamofascistas é exactamente o mesmo, a conquista da Europa e de outros coninentes e a destruição dos EUA e a implantação da Sharia(5) em todos esses países e lugares.

O texto de Stefan Durand é pois uma caricatura de crítica, não uma crítica fundamentada e objectiva, servindo-se por vezes de elementos de grande ligeireza de reflexão (como aquele que pretende associar o termo de islamofascista com Bush para o desvalorizar e retirar-lhe consistência), para justificar aquilo que de facto caracteriza muitos dos pensadores e analistas do género - o seu anti-americanismo primário e o propósito de retirar crédito a um crescente movimento de combate ideológico e político contra as correntes fascistas do islamismo.




Notas:
1 - O "diabo texano" (ao contrário do pequeno ditador fascista iraniano Ahmadinejad, a quem nunca vimos sorrir), é apesar de todos os seus defeitos um homem de coragem e um dos raros governantes que tem tido a coragem de ironizar consigo próprio, qualidade que falta a todos ou quase todos os governantes europeus, já para nao falar nos dirigentes muçulmanos cujo reconhecimento do papel da auto-crítica é algo que não existe.
2 - Porque é que o Sr. Durand associa o Nazismo com o Comunismo? Serão os dois a mesma coisa ou é o articulista do "Le Monde" a delirar? Após as experiências falhadas de implantação do comunismo na Rússia, sabíamos que o Comunismo só é possível a partir de uma sociedade económicamente desenvolvida, pós-socialista. E foi isso que falhou. O que não sabíamos é que para analistas reaccionários e burgueses como Stefan Durand, o que existia na Rússia de Brejnev era comunismo e não estalinismo, isto é, o tal the totalitarism red. Tem saudades dele Monsieur Durand?
3 - Ver parte do seu artigo aqui. Quanto ao conceito de guerras "preventivas" o que parece extraordinário para Stefan Durand, é absolutamente "normal" para quem, como nós, é forçado a residir num bairro paredes-meias com criminosos e marginais de toda a espécie, isto é, se tens um vizinho que te ameaça diáriamente de morte, a melhor solução é comprares uma arma e aniquilá-lo logo que um tal acto se venha a justificar, isto é, antes que ele te mate ou mate a tua esposa e filhos. Se deixas que isso fique ao cuidado do 112, o mais certo é estares tramado e um juiz local, quase sempre incompetente ou "distraído", secundado pelo SOS Racismo, ainda te venha encerrar numa prisão qualquer, deixando os verdadeiros criminosos cá fora, dançando na boite com a pulseirinha colocada no pulso.
4 - Jornalista do "The Weekly Standard" inglês.
5- A "Sharia" é a lei islâmica, uma espécie de "constituição" islâmica que não respeita os direitos e liberdades fundamentais dos cidadãos. Em linguagem mais "expresssiva" é uma Merda, um verdadeiro Inferno, como retrata o nosso companheiro brasileiro da Dystopia. Seria o mesmo que a nossa constituição republicana e laica, aprovada por partidos que, mal ou bem, foram eleitos democráticamente e não impostos por uma qualquer seita ou religião, católica, protestante, islâmica ou judaica, deixasse de existir para dar lugar a uma coisa absurda que deteminasse que as nossas esposas e filhas pudessem ser partilhadas por um filho da puta qualquer armado em mullah ou califa.



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Azazel, Trinca-Fortes - Quinta-feira, Novembro 16, 2006 | link | 0 comments |

Segunda-feira, Novembro 13, 2006

O medo e a mentira são a principal arma dos islamofascistas (fear and lies are the main weapons of islamic fascists)





O fascismo domina essencialmente pela mentira, pelo medo e o terror. Já abordámos esta questão várias vezes aqui neste blog e insistimos sempre neste ponto, o qual consideramos crucial para se compreender não apenas como foi possível a ascenção do partido nazi e a implantação do III Reich (de quem eram então aliados os fascistas islâmicos), como também como é possível hoje, perante todos nós, a ascenção em todos os continentes, do movimento islamista reaccionário e terrorista.

Também como já o dissemos respeitamos aqueles que preferem reflectir sobre a História e a Sociologia das Religiões, apontando aqui e além as falhas do Islão ou do Catolicismo, desta ou daquela seita ou credo. É um ponto de vista que não partilhamos pois o que urge mais no presente é o combate frontal contra o "políticamente correcto" de algumas direitas muito apaziguadoras e principalmente das "esquerdas" (comunistas, estalinistas, social democrtas, etc), que geralmente também atiram para a questão religiosa o "fenómeno" da ascenção do fascismo islâmico.
Quem tem de analisar se o Islão já contém em si o sémen de violência contra os seus opostos não somos nós, pois isso desviar-nos-ia do fundamental situando-nos práticamente no acessório. Para nós, e já o referimos várias vezes aqui, todas as religiões são más, são manipuladoras e opressoras e fazem com que os seus fiéis se tornem sectários, como se possuissem a verdade absoluta. Mas também todas contêm elementos positivos, elementos de paz e concórdia, não negamos, Francisco de Assis nada tem a ver com o bispado milionário que vive sempre junto ao Poder, assim como D. Januário nada tem a ver com o Padre Marcelino (era ssim que se chamava aquele que fugiu da Madeira apra o Brasil?). Nem todos são fanáticos. E fora da religião, no ateísmo por exemplo, também se dá o mesmo - há ateístas fanáticos e "fundamentalistas". Os anarquistas do início eram fundamentalistas e de certa forma terroristas. Alguns vieram a passar-se para o lado do sistema que antes condenavam.

O que nos interessa pois é o elemento político do fenómeno da ascenção do islamismo de natureza e inspiração fascistas. Achamos interessante que se fale e estude o Islão para se compreender melhor os fundamentos desta religião mas não é tema que nos interesse ou sequer venha à colação quando se trata de combater o fascismo islâmico que é tão religioso como era o Hitler, o Djerzinsky ou o Beria em relação ao catolicismo. Quanto ao mundo árabe (de que ninguém práticamente quer falar), importaria falar nos prejuízos provávelmente irreparáveis que esta gente da Al Qaeda e similares, lhes está a causar. O capitalismo e alguma arrogância "imperial" norte-americana, francesa e inglesa (para só citar estes três casos, mas há mais), fizeram e fazem alguns estragos mas os piores e mais irreparáveis são os estragos causados pelas organizações fascistas islâmicas, tal como Hitler e o partido nazi causaram ao próprio povo alemão. Sobre isso não restam dúvidas. Tal como sucedeu com o Hesbolah que foi obrigado a considerar que tinha cometido um enorme erro ao raptar os soldados israelitas do lado de lá da fronteira do Líbano com Israel, também as outras organizações fascistas islâmicas (as quais actuam no Afeganistão, no Iraque, no Irão, nas Filipinas, na região do Sael africano, etc), deviam ter a coragem de assumir os erros que estão a todo o momento a causar ao próprio mundo árabe e aos povos islâmicos. Não tenhamos sobre esta questão a mais pequena dúvida: no dia em que os povos árabes perceberem que são os seus interesses enquanto povo e cultura que estão a ser prejudicados pelo "aventureirismo" das acções islamofascistas, serão os fascistas islâmicos os primeiros a cair.

O capitalismo sempre existiu enquanto economia de mercado, liberdade de circulação de capitais, etc. Nalguns casos houve e há arrogância norte-americana, como há arrogância francesa, portuguesa, etc. Mas tal sempre existiu enquanto o comércio livre e o turismo traziam aos vários países árabes milhares de norte-americanos, ingleses, franceses, portugueses e por aí adiante. Quem não se lembra de "Casablanca", o filme de Michael Curtis, com Humphrey Bogart e Ingrid Bergman? Então quem eram aqueles senhores de fez que se davam extraordináriamente bem com os americanos ali "refugiados" ou "em passagem"? Eram ocidentais? Então não eram árabes como os que agora são manipulados pelos islamistas reaccionários e incendeiam igrejas católicas, matam turistas ocidentais e até compatriotas seus?

A questão da "opressão" capitalista e imperialista norte-americana, tal como antes com o colonialismo (os países que hoje se tornaram "independentes" são governados por corruptos africanos, trocando-se assim os tais colonialistas por gente que rouba descaradamente o seu próprio povo e mete as suas fortunas em bancos suíços), é uma falsa questão pois no tempo do "Casablanca" já havia capitalismo e era possível uma convivência pacífica e em muitos casos cooperação económica, cultural, etc. Resumindo: não se ia a um mercado de Tânger para se sair sem cabeça ou com as pernas e braços amputados por explosões. Não foi portanto o capitalismo nem os americanos que geraram o fascismo islâmico, ele já existia há muitas décadas, é a documentação bibliográfica existente que o comprova e sobra em quantidade.
O que os islamistas fascistas fazem com o povo árabe é o mesmo que certas oposições nos países democráticos fazem com o Estado e na maioria dos casos com o Governo - a culpa de todos os males é do Estado e do Governo, os sindicatos e as organizações políticas da oposição nunca têm culpa de nada. Estamos à vontade para o dizer porquanto quase sempre estivemos em desacordo com os governos que se foram sucedendo em Portugal. Mas há uma coisa que não podemos esquecer - são as pessoas que votam para esse Estado e para esses governos, não são impostos por qualquer forma de totalitarismo político. São os cidadãos que metem lá as repartições que não os atendem bem, metem os serviços de saúde que os mandam para casa para morrer por negligência médica, são os cidadãos que metem lá os políticos nas autarquias para depois eles não lhes resolverem problema algum, etc. etc. Mas para os cidadãos a culpa não é deles nem das oposições, é sempre do Estado ou do Governo, ou dos dois.
O mesmo faz a Al Qaeda e as outras organizações fascistas similares - tudo o que de mal acontece mo mundo árabe e islâmico é da responsabilidade dos "imperialistas" norte-americanos. O bode expiatório para a fraca gestão dos dirigentes árabes (tal como os africanos), em relação aos problemas das suas sociedades são sempre os americanos. Antes eram os colonialistas franceses, portugueses, belgas, etc. Agora que já tomaram de assalto esses países, enriquecendo com os seus próprios recursos, viram-se para os EUA, culpando-os e acusando-os de tudo.
É verdade que há a CIA, que existe o Pentágono, que há falcões e fascistas americanos desejosos de controlar o mundo, isso é uma realidade. Mas isso sucede com outros estados e outras sociedades e ninguém fala neles. Sempre houve organizações secretas, pides e cias, com gente interessada em projectar os seus tentáculos por toda a parte. Mas isso não é a América. Não é a América dos cowboys, não é América do Ohio, nem a América dos nova-iorquinos. É uma América que também gera os seus próprios contrários. Tal como sucede na França, na Sérvia, no Kosovo, em Portugal, etc.




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Azazel, Trinca-Fortes - Segunda-feira, Novembro 13, 2006 | link | 1 comments |