Blog dedicado a Theo Van Gogh, cidadão e cineasta holandês, bisneto do famoso pintor, assassinado numa rua de Amsterdam por um fascista islâmico. O avanço do islamo-fascismo na Europa e no Mundo é uma ameaça aos direitos fundamentais dos cidadãos. De todos, seja qual fôr a sua filosofia, religião ou crença. ɉ uma realidade, não uma fobia, como alguns afirmam na esperança de que esqueçamos qual a sua verdadeira essência e os seus objectivos.

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O Islamismo na Europa - Eurabia

O avanço do islamismo na Europa e no Mundo é uma ameaça aos direitos fundamentais dos cidadãos. De todos, seja qual fôr a sua filosofia, religião ou crença. Não se trata de qualquer preocupação islamófoba. O único "medo" que temos (medo-pânico, talvez), é que a decadência dos povos árabes se mantenha e perpetue. E há sempre quem tire o maior proveito do obscurantismo...O deles (árabes) e o nosso...

Terça-feira, Janeiro 15, 2008

Resposta a alguns comentários

Para o Alexandre do blog A verdade sobre o Islam: Embora tardiamente (pois estivemos ausentes durante quase um ano), o seu blog já está incluído (e muito apropriadamente pois é de excelente qualidade), na nossa lista de blogs recomendados. Obrigado por nos ter avisado.

Para o João Moutinho que comparou o que se passou nos balcãs com a actual e bem presente ofensiva islamo-fascista: De facto tanto num caso como noutro são situações de lamentar. Não somos daqueles que justificam uns crimes por serem de menor expressão (como sucede com os media< e em especial com os generalistas, em que assunto a desenvolver é mesmo um forte sismo ou uma "invasão" americana. Consideramos que o que se passou nos Balcãs, de um lado e do outro, isto é, causado pela ofensiva dos islamistas fanáticos (que agora controlam praticamente o Kosovo através das suas máfias), mas também causado pelos sérvios fascistas e totalitários, é obrigatoriamente de denunciar e lamentar. Mas a comparação peca por pretender, em nosso entender, reduzir a questão a uma mera comparação com outros factos. Porque todos nos devem merecer atenção e uma tomada de posição firme. Para aqueles que um dia assistiram a um concerto de um conhecido jazista norte-americano nos "Concertos de Verão" da Gulbenkian, certamente se recordarão de uma voz que gritou por entre os espectadores em geral apáticos: "Viva Sarajevo". Até os músicos ficaram silenciosos, eles que tinham a obrigação ética de não silenciar o que se passava. Certamente que poriam os punhos no ar se se gritasse "Morra Bush ou "Abaixo Israel". Mas ninguém respondeu "Viva". Apenas o silêncio de quem cala perante as injustiças. Nesse ano Sarajevo estava cercada pelos fascistas sérvios. Apenas alguns intelectuais (e em Portugal ainda menos), tiveram a coragem de gritar em defesa das populações muçulmanas que ali viviam e eram sistemáticamente bombardeadas pelos fascistas do Radovan Karadžić. Nós fizemo-lo na altura própria, gritando o nosso protesto onde era políticamente incorrecto fazê-lo - um concerto de jazz em que a própria música geralmente tocada parece convidar à indiferença e ao egocentrismo. Como agora também nos achamos com alguma autoridade moral para o fazer, perante a ameaça islamo-fascista que vai estendendo os seus tentáculos por todos os continentes (agora e segundo o A verdade sobre o Islam, também sobre a América Latina, através do promissor "esquerdista" Hugo Chavez.

Ao fotógrafo brasileiro C.L., as nossas sinceras desculpas. Com efeito a foto tinha copyright e lamentávelmente não reparámos no facto. Tratando-se de uma foto do Carnaval brasileiro convencemo-nos (erradamente), de que se tratava de uma foto pública. Já a retirámos e uma vez mais as nossas desculpas.


Para o ombl do blog Osama Bin Laden - À descoberta da Verdade: Perdoe-nos não ter seguido a sua "recomendação" ou pedido para fazermos comentários no seu blog. Não se trata de qualquer processo "conspirativo" mas a verdade é que não o fazemos com nenhum blog. Não podemos referir aqui expressamente as razões mas creio que perceberá as mesmas sobretudo se ler o comantário de um membro da comunidade islâmica num conhecido blog português, no qual dizia saber quem era o autor do blog, etc. etc. Para bom entendedor.
Contudo iremos aqui comentar mais regularmente os seus "postings", bem como alguns dos comentários aos mesmos.

Para todos os que comentaram (ainda que nalguns casos não nos fosse possível publicar devido ao seu conteúdo ofensivo ou de carácter publicitário), o nosso profundo obrigado.

Quanto às críticas negativas (que também as tivemos e serão sempre benvindas se vierem para melhorar o conhecimento sobre os temas), também agradecemos e compreendemos. Falar do fascismo islâmico (e é disso que falamos e não do Islão), não é fácil resistir ao seu avanço e muito menos opôr-nos ao seu projecto totalitário, nos dias de hoje em que quase todos temos a cabeça a prémio, pois é cortando-a que alguns fanáticos do islamismo tentam impedir-nos de falar. Alguns apressadamente (de um lado e do outro, opondo-se ou "compreendendo" as razões da luta ensanguentada de incoentes por aprte dos islamitas reaccionários, têm por vezes a tendência para falar de religião ou das religiões, quando a questão é ideológica e política, a religião não está em causa. Se há coisas em que tanto o Islão como o Cristianismo e o Judaísmo têm comum é o facto de todas servirem apra alienar o homem, tendo embora todas aspectos positivos mas também e muitos negativos. A questão que nos opôe ou deve opôr ao islamismo totalitário e fascista, não é de ordem religiosa. Tal como se,lutou no passado contra a Inquisição (e não por ser religiosa porque muitos que a combateram até eram cristãos e católicos), e como se lutou contra o nazismo (que nos seus fundamentos também se inspoirou na religião e até no esoterismo), deve lutar-se hoje contra essa nova Inquisição chamada islamo-fascismo pois é disso que se trata e não de combater o Islão, no qual milhões de cidadãos com os mesmos direitos que nós acreditam e é nosso dever tentar compreender e respeitar.





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Azazel, Trinca-Fortes - Terça-feira, Janeiro 15, 2008 | link | 0 comments |

Quinta-feira, Novembro 16, 2006

A amálgama está na cabeça de Stefan Durand




Num artigo do "Le Monde Diplomatique" Stefan Durand tece uma construção meramente retórica para pôr em causa o neologismo (a que chamaríamos apenas de termo), de "islamo-fascismo", o qual, segundo ele, teria sido adoptado por George Bush(1) e outros neo-conservadores. para implicar um vasto leque de organizações como sucessoras do Nazismo e do Comunismo(2).
Segundo o mesmo autor, esta associação do fascismo com o islamismo não só é desajustada como tenta deliberadamente promover a ideia das "guerras preventivas" (3).

Diz o autor a certo passo do seu artigo:
A substituição da guerra contra o terrorismo pela guerra contra o fascismo islâmico e a tipificação dos movimentos fundamentalistas muçulmanos na linha do que se chamou no século XX, sem qualquer distinção, os totalitarismos, não é inocente. Ela visa legitimar as políticas belicistas, fundamenta-se em amálgamas e liga-se aos os cordelinhos da política do medo.

O sr. Stefan Durand não lê certamente blogs e muito menos os que não provém da sua lavra, se é que os tem. O termo "islamo-fascista" (ou islamofascista), não foi inventado pelo Sr. Bush, nem pelo Sr. Stephen Schwartz(4), nem pelo historiador Malise Ruthven. Isso são invencionices provenientes do cérebro amalgamado do Sr. Stefan, já que o termo é frequentemente utilizado pelos web sites e blogs anti-islamofascistas, nalguns casos muito antes dos atentados terroristas de 11 de Setembro de 2001, a partir dos primeiros textos conhecidos da Al Qaeda e de outras organizações congéneres. O Sr. Durand é um pensador desatento e como é típico no "Le Monde Diplomatique", habitualmente de produção terra a terra, a que vê as superficialidades e não consegue vislumbrar as verdadeiras causas dos fenómenos, nem as primeiras nem as últimas. É um pouco como aqueles simplórios que não concebem que haja um islamismo de natureza e intenções fascistas porque não existe um fundador de uma teoria fascista no Islão, como se o dirigente máximo da Al Qaeda e outros dirigentes islamistas reaccionários não tivessem já produzido material, quer por transmissão oral, quer bibliográfico, mais do que suficiente para se avaliar do seu pan-islamismo e dos interesses belicistas e totalitários que os movem. Quanto às teses racistas típicas do nazi-fascismo (o "apuramento" de uma raça superior, a raça ariana, cujo modelo principal era o próprio Furher), os islamistas fascistas também não perdem a oportunidade para "aperfeiçoar" a sua raça (com o Corão a servir de suporte ideológico, tal como o Mein Kampf o era para os fascistas alemães), ao matarem os seus próprios adversários árabes e islâmicos e ameaçando destruir os infiéis que somos todos nós, por termos nascido mais a ocidente.
Não serve de nada falar na dispersão das organizações islâmicas de natureza fascista e pan-islamista, como se se ignorasse que também o fascismo italiano ou o militarismo e nacionalismo japonês tivessem algo a ver directamente com o nazismo de Hitler e Goebbels inspirado em Karl Haushofer e outros. O que nos interessa aqui não é saber se existe um centro fascista islamista universal (que aliás o há embora viva em grutas e caves e se disfarce por entre pacíficos aldeões paquistaneses ou afegãos), mas sim se o projecto islamista ultra-reaccionário tem uma natureza e propósitos de implantação de um poder totalitário sobre todos os seus inimigos e adversários, os tais infiéis.

Stefan Durand sabe bem que os fascismos poupavam os "apaziguadores", isto é, deixavam-nos para a segunda fila no pelotão de fuzilamento. Tal como no passado com os nazis, aos islamofascistas não interessa atacar por ora os apaziguadores, os que fazem o seu jogo de invasão progressiva da Europa e dos vários continentes (facilitando nas leis de emigração, etc.). Pelo contrário consideram-nos como os "fracos", servindo-se dos mesmos, tal como Hitler se serviu dos apaziguadores franceses e ingleses (Daladier, Chamberlain, etc.), antes de decidir invadir a Europa.
O facto dos islamofascistas se escudarem atrás do elemento religioso não significa que o seu projecto de implantação da lei islâmica em todos os continentes não seja um projecto ideológico de expansão do islamismo totalitário. Stefan Durand afirma que
"unindo-os sob a bandeira de fascistas islâmicos, dezenas de movimentos dispersos, muitas vezes em conflito uns com os outros e com objectivos muito diversos, permite a implantação de uma mítica conspiração islamista a nível mundial.

Ao dizer isto, Stefan Durand parece desconhecer ou finge ignorar que também os movimentos fascistas mundiais no tempo do III Reich eram movimentos dispersos e por vezes contraditórios entre si (o fascismo de Salazar tinha uma inspiração diferente e com raízes nacionais e os seus objectivos não coincidiam na totalidade com os objectivos dos nazis alemães, tal como sucedia com os militaristas e nacionalistas japoneses ou os movimentos fascistas italianos seduzidos pelas teses de alguns dos seus mentores principais e sem qualquer ligação com o que se passasva na Alemanha nazi. Não consta que a raça ariana procurada por Hitler tivesse qualquer correspondência com o que se passava na Itália, em Portugal ou na Espanha. Esses movimentos não podem ser confundidos com movimentos de inspiração nazi-fascita directamente ligados ao partido nazi ou inspirados por ele, como aliás sucedia com os grupos e partidos estalinistas e comunistas, nuns casos conflituando entre si, por vezes até de uma forma violenta. Como é do conhecimento geral os movimentos islamistas (tal como os partidos e organizações estalinistas), não têm o mesmo padrão de comportamento político e nem sempre os mesmos objectivos. O Partido Comunista Espanhol de Santiago Carrillo ou o PCI de Enrico Berlinguer nada têm (ou, mais exactamente, nada tinham) a ver com os partidos estalinistas da URSS, com o Partido Comunista Cubano ou com os partidos comunistas do leste europeu controlados pelo partido-pai da URSS.

Cai pois pela base o argumento de que para justificar o neologismo de islamo-fascismo (ou islamofascimo), seja necessário que haja movimentos unificados e exactamente com os memos métodos e propósitos. O que importa sim são os objectivos finais e o objectivo final dos islamofascistas é exactamente o mesmo, a conquista da Europa e de outros coninentes e a destruição dos EUA e a implantação da Sharia(5) em todos esses países e lugares.

O texto de Stefan Durand é pois uma caricatura de crítica, não uma crítica fundamentada e objectiva, servindo-se por vezes de elementos de grande ligeireza de reflexão (como aquele que pretende associar o termo de islamofascista com Bush para o desvalorizar e retirar-lhe consistência), para justificar aquilo que de facto caracteriza muitos dos pensadores e analistas do género - o seu anti-americanismo primário e o propósito de retirar crédito a um crescente movimento de combate ideológico e político contra as correntes fascistas do islamismo.




Notas:
1 - O "diabo texano" (ao contrário do pequeno ditador fascista iraniano Ahmadinejad, a quem nunca vimos sorrir), é apesar de todos os seus defeitos um homem de coragem e um dos raros governantes que tem tido a coragem de ironizar consigo próprio, qualidade que falta a todos ou quase todos os governantes europeus, já para nao falar nos dirigentes muçulmanos cujo reconhecimento do papel da auto-crítica é algo que não existe.
2 - Porque é que o Sr. Durand associa o Nazismo com o Comunismo? Serão os dois a mesma coisa ou é o articulista do "Le Monde" a delirar? Após as experiências falhadas de implantação do comunismo na Rússia, sabíamos que o Comunismo só é possível a partir de uma sociedade económicamente desenvolvida, pós-socialista. E foi isso que falhou. O que não sabíamos é que para analistas reaccionários e burgueses como Stefan Durand, o que existia na Rússia de Brejnev era comunismo e não estalinismo, isto é, o tal the totalitarism red. Tem saudades dele Monsieur Durand?
3 - Ver parte do seu artigo aqui. Quanto ao conceito de guerras "preventivas" o que parece extraordinário para Stefan Durand, é absolutamente "normal" para quem, como nós, é forçado a residir num bairro paredes-meias com criminosos e marginais de toda a espécie, isto é, se tens um vizinho que te ameaça diáriamente de morte, a melhor solução é comprares uma arma e aniquilá-lo logo que um tal acto se venha a justificar, isto é, antes que ele te mate ou mate a tua esposa e filhos. Se deixas que isso fique ao cuidado do 112, o mais certo é estares tramado e um juiz local, quase sempre incompetente ou "distraído", secundado pelo SOS Racismo, ainda te venha encerrar numa prisão qualquer, deixando os verdadeiros criminosos cá fora, dançando na boite com a pulseirinha colocada no pulso.
4 - Jornalista do "The Weekly Standard" inglês.
5- A "Sharia" é a lei islâmica, uma espécie de "constituição" islâmica que não respeita os direitos e liberdades fundamentais dos cidadãos. Em linguagem mais "expresssiva" é uma Merda, um verdadeiro Inferno, como retrata o nosso companheiro brasileiro da Dystopia. Seria o mesmo que a nossa constituição republicana e laica, aprovada por partidos que, mal ou bem, foram eleitos democráticamente e não impostos por uma qualquer seita ou religião, católica, protestante, islâmica ou judaica, deixasse de existir para dar lugar a uma coisa absurda que deteminasse que as nossas esposas e filhas pudessem ser partilhadas por um filho da puta qualquer armado em mullah ou califa.



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