Blog dedicado a Theo Van Gogh, cidadão e cineasta holandês, bisneto do famoso pintor, assassinado numa rua de Amsterdam por um fascista islâmico. O avanço do islamo-fascismo na Europa e no Mundo é uma ameaça aos direitos fundamentais dos cidadãos. De todos, seja qual fôr a sua filosofia, religião ou crença. ɉ uma realidade, não uma fobia, como alguns afirmam na esperança de que esqueçamos qual a sua verdadeira essência e os seus objectivos.

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O Islamismo na Europa - Eurabia

O avanço do islamismo na Europa e no Mundo é uma ameaça aos direitos fundamentais dos cidadãos. De todos, seja qual fôr a sua filosofia, religião ou crença. Não se trata de qualquer preocupação islamófoba. O único "medo" que temos (medo-pânico, talvez), é que a decadência dos povos árabes se mantenha e perpetue. E há sempre quem tire o maior proveito do obscurantismo...O deles (árabes) e o nosso...

Segunda-feira, Novembro 13, 2006

O medo e a mentira são a principal arma dos islamofascistas (fear and lies are the main weapons of islamic fascists)





O fascismo domina essencialmente pela mentira, pelo medo e o terror. Já abordámos esta questão várias vezes aqui neste blog e insistimos sempre neste ponto, o qual consideramos crucial para se compreender não apenas como foi possível a ascenção do partido nazi e a implantação do III Reich (de quem eram então aliados os fascistas islâmicos), como também como é possível hoje, perante todos nós, a ascenção em todos os continentes, do movimento islamista reaccionário e terrorista.

Também como já o dissemos respeitamos aqueles que preferem reflectir sobre a História e a Sociologia das Religiões, apontando aqui e além as falhas do Islão ou do Catolicismo, desta ou daquela seita ou credo. É um ponto de vista que não partilhamos pois o que urge mais no presente é o combate frontal contra o "políticamente correcto" de algumas direitas muito apaziguadoras e principalmente das "esquerdas" (comunistas, estalinistas, social democrtas, etc), que geralmente também atiram para a questão religiosa o "fenómeno" da ascenção do fascismo islâmico.
Quem tem de analisar se o Islão já contém em si o sémen de violência contra os seus opostos não somos nós, pois isso desviar-nos-ia do fundamental situando-nos práticamente no acessório. Para nós, e já o referimos várias vezes aqui, todas as religiões são más, são manipuladoras e opressoras e fazem com que os seus fiéis se tornem sectários, como se possuissem a verdade absoluta. Mas também todas contêm elementos positivos, elementos de paz e concórdia, não negamos, Francisco de Assis nada tem a ver com o bispado milionário que vive sempre junto ao Poder, assim como D. Januário nada tem a ver com o Padre Marcelino (era ssim que se chamava aquele que fugiu da Madeira apra o Brasil?). Nem todos são fanáticos. E fora da religião, no ateísmo por exemplo, também se dá o mesmo - há ateístas fanáticos e "fundamentalistas". Os anarquistas do início eram fundamentalistas e de certa forma terroristas. Alguns vieram a passar-se para o lado do sistema que antes condenavam.

O que nos interessa pois é o elemento político do fenómeno da ascenção do islamismo de natureza e inspiração fascistas. Achamos interessante que se fale e estude o Islão para se compreender melhor os fundamentos desta religião mas não é tema que nos interesse ou sequer venha à colação quando se trata de combater o fascismo islâmico que é tão religioso como era o Hitler, o Djerzinsky ou o Beria em relação ao catolicismo. Quanto ao mundo árabe (de que ninguém práticamente quer falar), importaria falar nos prejuízos provávelmente irreparáveis que esta gente da Al Qaeda e similares, lhes está a causar. O capitalismo e alguma arrogância "imperial" norte-americana, francesa e inglesa (para só citar estes três casos, mas há mais), fizeram e fazem alguns estragos mas os piores e mais irreparáveis são os estragos causados pelas organizações fascistas islâmicas, tal como Hitler e o partido nazi causaram ao próprio povo alemão. Sobre isso não restam dúvidas. Tal como sucedeu com o Hesbolah que foi obrigado a considerar que tinha cometido um enorme erro ao raptar os soldados israelitas do lado de lá da fronteira do Líbano com Israel, também as outras organizações fascistas islâmicas (as quais actuam no Afeganistão, no Iraque, no Irão, nas Filipinas, na região do Sael africano, etc), deviam ter a coragem de assumir os erros que estão a todo o momento a causar ao próprio mundo árabe e aos povos islâmicos. Não tenhamos sobre esta questão a mais pequena dúvida: no dia em que os povos árabes perceberem que são os seus interesses enquanto povo e cultura que estão a ser prejudicados pelo "aventureirismo" das acções islamofascistas, serão os fascistas islâmicos os primeiros a cair.

O capitalismo sempre existiu enquanto economia de mercado, liberdade de circulação de capitais, etc. Nalguns casos houve e há arrogância norte-americana, como há arrogância francesa, portuguesa, etc. Mas tal sempre existiu enquanto o comércio livre e o turismo traziam aos vários países árabes milhares de norte-americanos, ingleses, franceses, portugueses e por aí adiante. Quem não se lembra de "Casablanca", o filme de Michael Curtis, com Humphrey Bogart e Ingrid Bergman? Então quem eram aqueles senhores de fez que se davam extraordináriamente bem com os americanos ali "refugiados" ou "em passagem"? Eram ocidentais? Então não eram árabes como os que agora são manipulados pelos islamistas reaccionários e incendeiam igrejas católicas, matam turistas ocidentais e até compatriotas seus?

A questão da "opressão" capitalista e imperialista norte-americana, tal como antes com o colonialismo (os países que hoje se tornaram "independentes" são governados por corruptos africanos, trocando-se assim os tais colonialistas por gente que rouba descaradamente o seu próprio povo e mete as suas fortunas em bancos suíços), é uma falsa questão pois no tempo do "Casablanca" já havia capitalismo e era possível uma convivência pacífica e em muitos casos cooperação económica, cultural, etc. Resumindo: não se ia a um mercado de Tânger para se sair sem cabeça ou com as pernas e braços amputados por explosões. Não foi portanto o capitalismo nem os americanos que geraram o fascismo islâmico, ele já existia há muitas décadas, é a documentação bibliográfica existente que o comprova e sobra em quantidade.
O que os islamistas fascistas fazem com o povo árabe é o mesmo que certas oposições nos países democráticos fazem com o Estado e na maioria dos casos com o Governo - a culpa de todos os males é do Estado e do Governo, os sindicatos e as organizações políticas da oposição nunca têm culpa de nada. Estamos à vontade para o dizer porquanto quase sempre estivemos em desacordo com os governos que se foram sucedendo em Portugal. Mas há uma coisa que não podemos esquecer - são as pessoas que votam para esse Estado e para esses governos, não são impostos por qualquer forma de totalitarismo político. São os cidadãos que metem lá as repartições que não os atendem bem, metem os serviços de saúde que os mandam para casa para morrer por negligência médica, são os cidadãos que metem lá os políticos nas autarquias para depois eles não lhes resolverem problema algum, etc. etc. Mas para os cidadãos a culpa não é deles nem das oposições, é sempre do Estado ou do Governo, ou dos dois.
O mesmo faz a Al Qaeda e as outras organizações fascistas similares - tudo o que de mal acontece mo mundo árabe e islâmico é da responsabilidade dos "imperialistas" norte-americanos. O bode expiatório para a fraca gestão dos dirigentes árabes (tal como os africanos), em relação aos problemas das suas sociedades são sempre os americanos. Antes eram os colonialistas franceses, portugueses, belgas, etc. Agora que já tomaram de assalto esses países, enriquecendo com os seus próprios recursos, viram-se para os EUA, culpando-os e acusando-os de tudo.
É verdade que há a CIA, que existe o Pentágono, que há falcões e fascistas americanos desejosos de controlar o mundo, isso é uma realidade. Mas isso sucede com outros estados e outras sociedades e ninguém fala neles. Sempre houve organizações secretas, pides e cias, com gente interessada em projectar os seus tentáculos por toda a parte. Mas isso não é a América. Não é a América dos cowboys, não é América do Ohio, nem a América dos nova-iorquinos. É uma América que também gera os seus próprios contrários. Tal como sucede na França, na Sérvia, no Kosovo, em Portugal, etc.




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Azazel, Trinca-Fortes - Segunda-feira, Novembro 13, 2006 | link | 1 comments |