O Islamismo na Europa - Eurabia
Domingo, Janeiro 07, 2007
Acertar contas com o Islão fascista

Isto não se vence com tanques e porta-aviões!

E isto muito menos!
Num recente artigo publicado no "New York Sun" (edição de 26/12/07), e oportunamente referido pelo Observatório da Jihad, Daniel Pipes questiona e questiona-se "Depois de vencer os fascistas e os comunistas, o Ocidente pode vencer os islamistas?".
E ao longo do seu artigo, Daniel Pipes vai comparando as capacidades político-militares daquilo a que chama "islamismo" (e nós preferimos chamar de islamofascismo, o que é algo bem diferente como todos sabemos), às capacidades político-militares daquilo a que todos chamamos, por defeito de qualquer coisa, "civilização ocidental". Neste quadro comparativo elaborado por Daniel Pipes, notável anti-jihadista, há porém um grave equívoco a assinalar: o autor parece recusar-se (por ora, claro), a integrar o islamismo dito radical ou fundamentalista na tipologia dos fascismos, ao lado do fascismo estalinista, do fascismo nazi, do fascismo salazarista, do fascismo das ditaduras militares apoiadas pelo seu país, os EUA, do fascismo falangista, etc. Daniel Pipes, como outros brilhantes analistas, esquece porém um elemento fundamental do fascismo: a sua componente totalitária, ditatorial. Não se trata do islamismo mas sim do fascismo islâmico, ou seja, do fascismo que emerge entre os islâmicos que acreditam não apenas na Jihad (que quer dizer guerra santa, entenda-se), mas fundamentalmente num poder mundial islâmico, dominado pela Sharia, a lei islâmica. Isto é algo de diferente do islamismo. O islamismo esteve séculos sem criar o mínimo problema de fundo ao Ocidente. Islamistas há em toda a parte, alguns poetas exceltnes, alguns músicos também excelentes, pessoas de excelência, povos islâmicos (como na Guiné, a antiga colónia portuguesa), que nunca ergueram o nome da Jihad contra o Ocidente. Não se trata pois de derrotar o islamismo porque esse é, tal como os ideiais ou as ideologias, indestrutível. Jerónimo de Sousa à frente de um Partido Comunista diferente do que era com Carlos Carvalhas, mostra claramente que o comunismo enquanto tal é indestrutível. Dizendo melhor e para que fique claro o que pensamos: não basta dizer que uma dada ideologia ou uma qualquer escatologia terminou ou está ultrapassada para que ela acaba de facto. Desde que haja um único ser no planeta (ou fora dele), que acredite nela é porque não terminou. Do que se trata não é de derrotar os ideiais ou mesmo as ideologias ou religiões mas sim o seu conteúdo totalitário ou ditatorial. Também o catolicismo já teve o seu período totalitário (a que hoje chamaríamos também de fascista), e então não se tratava de derrotar o catolicismo mas sim os fascistas que estavam na Inquisição e se serviam do mesmo para atacar os cidadãos mais livres. Não faz pois qualquer sentido falar em "derrotar o islamismo" mas sim em derrotar o islamismo fascista, o islamismo totalitário.
Daniel Pipes fala ainda nas várias possibildiades do "islamismo" sair vencedor desse confronto. E nós pensamos também que sim mas não pelas mesmas razões. Dando por adquirido que o Ocidente é mais forte militarmente, o fascismo islâmico não combate o Ocidente através de um potencial militar (ou mesmo nuclear, embora este vá servir numa fase posterior), mas sim através do número, e principalmente do "milagre" da multiplicação dos seres (islâmicos mas preferentemente fascistas, neste caso). É na regra da multiplicação que o islamismo fascista joga, ao contrário do que sucedeu com o fascismo germânico, o nazismo. Foi um político árabe do século XX que afirmou, "os árabes conquistarão o Ocidente através do ventre". E disse-o visionária e acertadamente. E basta ver o que sucede pela Europa, nos EUA, na Austrália, etc. para confirmar que isso é verdade. Aliás é a própria Al Qaeda que aconselha a emigração para os países europeus e de língua inglesa. Todos os anos os emigrantes árabes e islâmicos são na ordem dos milhões. Nenhuma ideologia totalitária anterior havia feito o mesmo. A conquista fazia-se através do Estado, em primeiro lugar pela propaganda junto das "massas populares" e depois pela ofensiva militar. Com o fascismo islâmico (que tem pouco a ver com a Jihad que é usada apenas como elemento mobilizador), passa-se o contrário: primeiro invade-se o Mundo através da emigração e da "inserção" (religiosa, política e social) e depois conquista-se o dito, se possível também militarmente mas no fundamental através da "integração" nas sociedades ocidentais adoptadas como espaço de dominação. O campo militar do islamismo fascista continuará a ser a utilização dos homens-bomba (1) e a ameaça nuclear sobre as grandes capitais europeias e sobre Israel. O fascismo islâmico não precisará de combater exteriormente a estrutura militar ocidental porque o fará por dentro, conquistando progressivamente os lugares de comando, os lugares no Senado e no congresso norte-americanos, as câmaras municipais, os parlamentos e as presidências dos diversos estados europeus.
O islamismo fascista não precisa de tanques nem de porta-aviões, do que precisa é de conquistar para o Islão as chefias da armada, do exército e da força área ocidentais, após ter conquistado pela religião e pela propaganda, a opinião pública e publicada ocidentais (que aliás em grande parte já conquistou, basta ver a censura imposta a quem tem a coragem de dizer o que pensa sobre essa vertente do Islão fascista e tentacular).
Tudo isto parece uma irrealidade, tal como a conquista da Europa por Hitler parecia sê-lo já que o seu poder militar era largamente inferior à França e Inglaterra. Mas seria bom que não se acreditasse muito nessa ficção sob pena de se virem a sacrificar muito mais vidas do que aquelas que pereceram na II Guerra Mundial. Muito mais.
Aqueles que dirigem a luta contra o islamismo e não contra a sua vertente totalitária e fascista, aqueles que acham que o Ocidente apenas enfrenta a Jihad e não um fascismo de grandes proporções, uma espécie de tsunami social e político, talvez o mais terrível e devatador que a história poderá vir a registar, não contribuem senão para aumentar a confusão e os mal entendidos generalizados sobre o inimigo com que deparamos e sobre a metodologia e forma de o combater.(2)
O fascismo islâmico tem de ser travado e liquidado(3), impedindo-o de circular e de concretizar os seus objectivos principais - a multiplicação dos seus membros no Ocidente através da emigração e da conquista dos media e de outras estruturas do poder político e económico democrático (nomeadamente também pela conquista de empresas que são estruturais). Bastaria que isso fosse feito e que as grandes corporações fossem proibidas (como sucede com Cuba, de uma forma discutível entenda-se), de negociar com os países que albergam e fomentam o islamismo fascista, para que se partissem so dentes deste gigante de barro. Não é pelo combate ao islamismo, o combate necessário é o que deve unir os povos contra o fascismo islâmico é o combate pela dignidade do homem e pela sua liberdade, independentemente da religião ou ideologia que confessem.
Esse combate sairá vencedor na medida em que não permitirmos que sejam os estados, mesmo os ocidentais e democráticos (incluindo o Vaticano), a assumir o papel principal nesse combate, deixando o movimento e a luta dos povos para segundo plano.
A capacidade organizativa do fascismo islâmico (não porque seja inteligente mas porque nós temos de facto alguns "tabus" como os que assinalou e bem Daniel Pipes), baseia-se sobretudo na ignorância e não no conhecimento, na estupidez (mesmo no campo ocidental) e na complacência dos governos e dos políticos ocidentais. Se formos estúpidos e idiotas como os dirigentes fascistas islâmicos pretendem que sejamos, certamente que nos derrotará com a maior das facilidades. Basta que cresça e se multiplique entre nós.
Notas:
(1) Não será preciso relembrar a multidão de suicidas que se oferecem aos milhares diáriamente e que serão sempre transformados em mísseis telecomandados contra o aparelho militar do Ocidente (mal preparado para enfrentar uma tal "estrutura" de combate, até pelas razões que Daniel Pipes refere como sendo as fraquezas ou na sua definição informática, os "bugs" do Ocidente: o pacifismo, o ódio de si mesmo e a presunção).
(2) Não vemos por exemplo (ao contrário do que sucedeu com o fascvismo germânico), como é que sonseguiremos unir as várias frentes da luta conta o fascismo islâmico se não o conseguimos identificar ou se incluímos o "islamismo" como o inimigo a combater. Seria o mesmo que para combatermos a Inquisição atacássemos os monges franciscanos ou mesmo alguns católicos confessos pelo simples facto de pertencerem à Igreja Católica. Também não vemos como é que se poderá liquidar a tal dita Jihad sem o concurso de milhões de islamitas e de muitos mais milhões de outras religiões ou ideologias, incluindo os comunistas, os socialistas, os centristas e os partidos ou movimentos da direita democrática.
(3) Não se pense que estejamos em desacordo com a presente ofensiva militar contra o fascismo islâmico no Afeganistão e no Iraque (apesar da nossa discordância com o julgamento farsa de Sadham e de outros erros cometidos pelas forças de coligação que combatem no Iraque e que, em nosso entender, favorecem o islamismo fascista), ou contra o combate anti-jihadista levado a cabo pelos israelitas, sionitas ou não sionitas. Vamos até mais longe: consideramos que essa ofensiva militar deve ser alargada ao Irão e a outros países. No entanto consideramos que essa ofensiva deve fazer-se com o apoio (nunca sob a dependência das Nações Unidas), dos povos dos diversos países, isto é, de todos aqueles que nos seus próprios países (em maioria ou minoria) combatem os regimes ditatoriais islâmicos ou os grupos fascistas islâmicos (como na Somália) que ameaçam tomar o poder.
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Quinta-feira, Novembro 16, 2006
A amálgama está na cabeça de Stefan Durand


Num artigo do "Le Monde Diplomatique" Stefan Durand tece uma construção meramente retórica para pôr em causa o neologismo (a que chamaríamos apenas de termo), de "islamo-fascismo", o qual, segundo ele, teria sido adoptado por George Bush(1) e outros neo-conservadores. para implicar um vasto leque de organizações como sucessoras do Nazismo e do Comunismo(2).
Segundo o mesmo autor, esta associação do fascismo com o islamismo não só é desajustada como tenta deliberadamente promover a ideia das "guerras preventivas" (3).
Diz o autor a certo passo do seu artigo:
A substituição da guerra contra o terrorismo pela guerra contra o fascismo islâmico e a tipificação dos movimentos fundamentalistas muçulmanos na linha do que se chamou no século XX, sem qualquer distinção, os totalitarismos, não é inocente. Ela visa legitimar as políticas belicistas, fundamenta-se em amálgamas e liga-se aos os cordelinhos da política do medo.
O sr. Stefan Durand não lê certamente blogs e muito menos os que não provém da sua lavra, se é que os tem. O termo "islamo-fascista" (ou islamofascista), não foi inventado pelo Sr. Bush, nem pelo Sr. Stephen Schwartz(4), nem pelo historiador Malise Ruthven. Isso são invencionices provenientes do cérebro amalgamado do Sr. Stefan, já que o termo é frequentemente utilizado pelos web sites e blogs anti-islamofascistas, nalguns casos muito antes dos atentados terroristas de 11 de Setembro de 2001, a partir dos primeiros textos conhecidos da Al Qaeda e de outras organizações congéneres. O Sr. Durand é um pensador desatento e como é típico no "Le Monde Diplomatique", habitualmente de produção terra a terra, a que vê as superficialidades e não consegue vislumbrar as verdadeiras causas dos fenómenos, nem as primeiras nem as últimas. É um pouco como aqueles simplórios que não concebem que haja um islamismo de natureza e intenções fascistas porque não existe um fundador de uma teoria fascista no Islão, como se o dirigente máximo da Al Qaeda e outros dirigentes islamistas reaccionários não tivessem já produzido material, quer por transmissão oral, quer bibliográfico, mais do que suficiente para se avaliar do seu pan-islamismo e dos interesses belicistas e totalitários que os movem. Quanto às teses racistas típicas do nazi-fascismo (o "apuramento" de uma raça superior, a raça ariana, cujo modelo principal era o próprio Furher), os islamistas fascistas também não perdem a oportunidade para "aperfeiçoar" a sua raça (com o Corão a servir de suporte ideológico, tal como o Mein Kampf o era para os fascistas alemães), ao matarem os seus próprios adversários árabes e islâmicos e ameaçando destruir os infiéis que somos todos nós, por termos nascido mais a ocidente.
Não serve de nada falar na dispersão das organizações islâmicas de natureza fascista e pan-islamista, como se se ignorasse que também o fascismo italiano ou o militarismo e nacionalismo japonês tivessem algo a ver directamente com o nazismo de Hitler e Goebbels inspirado em Karl Haushofer e outros. O que nos interessa aqui não é saber se existe um centro fascista islamista universal (que aliás o há embora viva em grutas e caves e se disfarce por entre pacíficos aldeões paquistaneses ou afegãos), mas sim se o projecto islamista ultra-reaccionário tem uma natureza e propósitos de implantação de um poder totalitário sobre todos os seus inimigos e adversários, os tais infiéis.
Stefan Durand sabe bem que os fascismos poupavam os "apaziguadores", isto é, deixavam-nos para a segunda fila no pelotão de fuzilamento. Tal como no passado com os nazis, aos islamofascistas não interessa atacar por ora os apaziguadores, os que fazem o seu jogo de invasão progressiva da Europa e dos vários continentes (facilitando nas leis de emigração, etc.). Pelo contrário consideram-nos como os "fracos", servindo-se dos mesmos, tal como Hitler se serviu dos apaziguadores franceses e ingleses (Daladier, Chamberlain, etc.), antes de decidir invadir a Europa.
O facto dos islamofascistas se escudarem atrás do elemento religioso não significa que o seu projecto de implantação da lei islâmica em todos os continentes não seja um projecto ideológico de expansão do islamismo totalitário. Stefan Durand afirma que
"unindo-os sob a bandeira de fascistas islâmicos, dezenas de movimentos dispersos, muitas vezes em conflito uns com os outros e com objectivos muito diversos, permite a implantação de uma mítica conspiração islamista a nível mundial.
Ao dizer isto, Stefan Durand parece desconhecer ou finge ignorar que também os movimentos fascistas mundiais no tempo do III Reich eram movimentos dispersos e por vezes contraditórios entre si (o fascismo de Salazar tinha uma inspiração diferente e com raízes nacionais e os seus objectivos não coincidiam na totalidade com os objectivos dos nazis alemães, tal como sucedia com os militaristas e nacionalistas japoneses ou os movimentos fascistas italianos seduzidos pelas teses de alguns dos seus mentores principais e sem qualquer ligação com o que se passasva na Alemanha nazi. Não consta que a raça ariana procurada por Hitler tivesse qualquer correspondência com o que se passava na Itália, em Portugal ou na Espanha. Esses movimentos não podem ser confundidos com movimentos de inspiração nazi-fascita directamente ligados ao partido nazi ou inspirados por ele, como aliás sucedia com os grupos e partidos estalinistas e comunistas, nuns casos conflituando entre si, por vezes até de uma forma violenta. Como é do conhecimento geral os movimentos islamistas (tal como os partidos e organizações estalinistas), não têm o mesmo padrão de comportamento político e nem sempre os mesmos objectivos. O Partido Comunista Espanhol de Santiago Carrillo ou o PCI de Enrico Berlinguer nada têm (ou, mais exactamente, nada tinham) a ver com os partidos estalinistas da URSS, com o Partido Comunista Cubano ou com os partidos comunistas do leste europeu controlados pelo partido-pai da URSS.
Cai pois pela base o argumento de que para justificar o neologismo de islamo-fascismo (ou islamofascimo), seja necessário que haja movimentos unificados e exactamente com os memos métodos e propósitos. O que importa sim são os objectivos finais e o objectivo final dos islamofascistas é exactamente o mesmo, a conquista da Europa e de outros coninentes e a destruição dos EUA e a implantação da Sharia(5) em todos esses países e lugares.
O texto de Stefan Durand é pois uma caricatura de crítica, não uma crítica fundamentada e objectiva, servindo-se por vezes de elementos de grande ligeireza de reflexão (como aquele que pretende associar o termo de islamofascista com Bush para o desvalorizar e retirar-lhe consistência), para justificar aquilo que de facto caracteriza muitos dos pensadores e analistas do género - o seu anti-americanismo primário e o propósito de retirar crédito a um crescente movimento de combate ideológico e político contra as correntes fascistas do islamismo.
Notas:
1 - O "diabo texano" (ao contrário do pequeno ditador fascista iraniano Ahmadinejad, a quem nunca vimos sorrir), é apesar de todos os seus defeitos um homem de coragem e um dos raros governantes que tem tido a coragem de ironizar consigo próprio, qualidade que falta a todos ou quase todos os governantes europeus, já para nao falar nos dirigentes muçulmanos cujo reconhecimento do papel da auto-crítica é algo que não existe.
2 - Porque é que o Sr. Durand associa o Nazismo com o Comunismo? Serão os dois a mesma coisa ou é o articulista do "Le Monde" a delirar? Após as experiências falhadas de implantação do comunismo na Rússia, sabíamos que o Comunismo só é possível a partir de uma sociedade económicamente desenvolvida, pós-socialista. E foi isso que falhou. O que não sabíamos é que para analistas reaccionários e burgueses como Stefan Durand, o que existia na Rússia de Brejnev era comunismo e não estalinismo, isto é, o tal the totalitarism red. Tem saudades dele Monsieur Durand?
3 - Ver parte do seu artigo aqui. Quanto ao conceito de guerras "preventivas" o que parece extraordinário para Stefan Durand, é absolutamente "normal" para quem, como nós, é forçado a residir num bairro paredes-meias com criminosos e marginais de toda a espécie, isto é, se tens um vizinho que te ameaça diáriamente de morte, a melhor solução é comprares uma arma e aniquilá-lo logo que um tal acto se venha a justificar, isto é, antes que ele te mate ou mate a tua esposa e filhos. Se deixas que isso fique ao cuidado do 112, o mais certo é estares tramado e um juiz local, quase sempre incompetente ou "distraído", secundado pelo SOS Racismo, ainda te venha encerrar numa prisão qualquer, deixando os verdadeiros criminosos cá fora, dançando na boite com a pulseirinha colocada no pulso.
4 - Jornalista do "The Weekly Standard" inglês.
5- A "Sharia" é a lei islâmica, uma espécie de "constituição" islâmica que não respeita os direitos e liberdades fundamentais dos cidadãos. Em linguagem mais "expresssiva" é uma Merda, um verdadeiro Inferno, como retrata o nosso companheiro brasileiro da Dystopia. Seria o mesmo que a nossa constituição republicana e laica, aprovada por partidos que, mal ou bem, foram eleitos democráticamente e não impostos por uma qualquer seita ou religião, católica, protestante, islâmica ou judaica, deixasse de existir para dar lugar a uma coisa absurda que deteminasse que as nossas esposas e filhas pudessem ser partilhadas por um filho da puta qualquer armado em mullah ou califa.
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