O Islamismo na Europa - Eurabia
O avanço do islamismo na Europa e no Mundo é uma ameaça aos direitos fundamentais dos cidadãos.
De todos, seja qual fôr a sua filosofia, religião ou crença. Não se trata de qualquer preocupação islamófoba. O único "medo" que temos (medo-pânico, talvez), é que a decadência dos povos árabes se mantenha e perpetue.
E há sempre quem tire o maior proveito do obscurantismo...O deles (árabes) e o nosso...
Terça-feira, Janeiro 15, 2008
Resposta a alguns comentários
Para o Alexandre do blog A verdade sobre o Islam: Embora tardiamente (pois estivemos ausentes durante quase um ano), o seu blog já está incluído (e muito apropriadamente pois é de excelente qualidade), na nossa lista de blogs recomendados. Obrigado por nos ter avisado.
Para o João Moutinho que comparou o que se passou nos balcãs com a actual e bem presente ofensiva islamo-fascista: De facto tanto num caso como noutro são situações de lamentar. Não somos daqueles que justificam uns crimes por serem de menor expressão (como sucede com os media< e em especial com os generalistas, em que assunto a desenvolver é mesmo um forte sismo ou uma "invasão" americana. Consideramos que o que se passou nos Balcãs, de um lado e do outro, isto é, causado pela ofensiva dos islamistas fanáticos (que agora controlam praticamente o Kosovo através das suas máfias), mas também causado pelos sérvios fascistas e totalitários, é obrigatoriamente de denunciar e lamentar. Mas a comparação peca por pretender, em nosso entender, reduzir a questão a uma mera comparação com outros factos. Porque todos nos devem merecer atenção e uma tomada de posição firme. Para aqueles que um dia assistiram a um concerto de um conhecido jazista norte-americano nos "Concertos de Verão" da Gulbenkian, certamente se recordarão de uma voz que gritou por entre os espectadores em geral apáticos: "Viva Sarajevo". Até os músicos ficaram silenciosos, eles que tinham a obrigação ética de não silenciar o que se passava. Certamente que poriam os punhos no ar se se gritasse "Morra Bush ou "Abaixo Israel". Mas ninguém respondeu "Viva". Apenas o silêncio de quem cala perante as injustiças. Nesse ano Sarajevo estava cercada pelos fascistas sérvios. Apenas alguns intelectuais (e em Portugal ainda menos), tiveram a coragem de gritar em defesa das populações muçulmanas que ali viviam e eram sistemáticamente bombardeadas pelos fascistas do Radovan Karadžić. Nós fizemo-lo na altura própria, gritando o nosso protesto onde era políticamente incorrecto fazê-lo - um concerto de jazz em que a própria música geralmente tocada parece convidar à indiferença e ao egocentrismo. Como agora também nos achamos com alguma autoridade moral para o fazer, perante a ameaça islamo-fascista que vai estendendo os seus tentáculos por todos os continentes (agora e segundo o A verdade sobre o Islam, também sobre a América Latina, através do promissor "esquerdista" Hugo Chavez.
Ao fotógrafo brasileiro C.L., as nossas sinceras desculpas. Com efeito a foto tinha copyright e lamentávelmente não reparámos no facto. Tratando-se de uma foto do Carnaval brasileiro convencemo-nos (erradamente), de que se tratava de uma foto pública. Já a retirámos e uma vez mais as nossas desculpas.
Para o ombl do blog Osama Bin Laden - À descoberta da Verdade: Perdoe-nos não ter seguido a sua "recomendação" ou pedido para fazermos comentários no seu blog. Não se trata de qualquer processo "conspirativo" mas a verdade é que não o fazemos com nenhum blog. Não podemos referir aqui expressamente as razões mas creio que perceberá as mesmas sobretudo se ler o comantário de um membro da comunidade islâmica num conhecido blog português, no qual dizia saber quem era o autor do blog, etc. etc. Para bom entendedor.
Contudo iremos aqui comentar mais regularmente os seus "postings", bem como alguns dos comentários aos mesmos.
Para todos os que comentaram (ainda que nalguns casos não nos fosse possível publicar devido ao seu conteúdo ofensivo ou de carácter publicitário), o nosso profundo obrigado.
Quanto às críticas negativas (que também as tivemos e serão sempre benvindas se vierem para melhorar o conhecimento sobre os temas), também agradecemos e compreendemos. Falar do fascismo islâmico (e é disso que falamos e não do Islão), não é fácil resistir ao seu avanço e muito menos opôr-nos ao seu projecto totalitário, nos dias de hoje em que quase todos temos a cabeça a prémio, pois é cortando-a que alguns fanáticos do islamismo tentam impedir-nos de falar. Alguns apressadamente (de um lado e do outro, opondo-se ou "compreendendo" as razões da luta ensanguentada de incoentes por aprte dos islamitas reaccionários, têm por vezes a tendência para falar de religião ou das religiões, quando a questão é ideológica e política, a religião não está em causa. Se há coisas em que tanto o Islão como o Cristianismo e o Judaísmo têm comum é o facto de todas servirem apra alienar o homem, tendo embora todas aspectos positivos mas também e muitos negativos. A questão que nos opôe ou deve opôr ao islamismo totalitário e fascista, não é de ordem religiosa. Tal como se,lutou no passado contra a Inquisição (e não por ser religiosa porque muitos que a combateram até eram cristãos e católicos), e como se lutou contra o nazismo (que nos seus fundamentos também se inspoirou na religião e até no esoterismo), deve lutar-se hoje contra essa nova Inquisição chamada islamo-fascismo pois é disso que se trata e não de combater o Islão, no qual milhões de cidadãos com os mesmos direitos que nós acreditam e é nosso dever tentar compreender e respeitar.
Para o João Moutinho que comparou o que se passou nos balcãs com a actual e bem presente ofensiva islamo-fascista: De facto tanto num caso como noutro são situações de lamentar. Não somos daqueles que justificam uns crimes por serem de menor expressão (como sucede com os media< e em especial com os generalistas, em que assunto a desenvolver é mesmo um forte sismo ou uma "invasão" americana. Consideramos que o que se passou nos Balcãs, de um lado e do outro, isto é, causado pela ofensiva dos islamistas fanáticos (que agora controlam praticamente o Kosovo através das suas máfias), mas também causado pelos sérvios fascistas e totalitários, é obrigatoriamente de denunciar e lamentar. Mas a comparação peca por pretender, em nosso entender, reduzir a questão a uma mera comparação com outros factos. Porque todos nos devem merecer atenção e uma tomada de posição firme. Para aqueles que um dia assistiram a um concerto de um conhecido jazista norte-americano nos "Concertos de Verão" da Gulbenkian, certamente se recordarão de uma voz que gritou por entre os espectadores em geral apáticos: "Viva Sarajevo". Até os músicos ficaram silenciosos, eles que tinham a obrigação ética de não silenciar o que se passava. Certamente que poriam os punhos no ar se se gritasse "Morra Bush ou "Abaixo Israel". Mas ninguém respondeu "Viva". Apenas o silêncio de quem cala perante as injustiças. Nesse ano Sarajevo estava cercada pelos fascistas sérvios. Apenas alguns intelectuais (e em Portugal ainda menos), tiveram a coragem de gritar em defesa das populações muçulmanas que ali viviam e eram sistemáticamente bombardeadas pelos fascistas do Radovan Karadžić. Nós fizemo-lo na altura própria, gritando o nosso protesto onde era políticamente incorrecto fazê-lo - um concerto de jazz em que a própria música geralmente tocada parece convidar à indiferença e ao egocentrismo. Como agora também nos achamos com alguma autoridade moral para o fazer, perante a ameaça islamo-fascista que vai estendendo os seus tentáculos por todos os continentes (agora e segundo o A verdade sobre o Islam, também sobre a América Latina, através do promissor "esquerdista" Hugo Chavez.
Ao fotógrafo brasileiro C.L., as nossas sinceras desculpas. Com efeito a foto tinha copyright e lamentávelmente não reparámos no facto. Tratando-se de uma foto do Carnaval brasileiro convencemo-nos (erradamente), de que se tratava de uma foto pública. Já a retirámos e uma vez mais as nossas desculpas.
Para o ombl do blog Osama Bin Laden - À descoberta da Verdade: Perdoe-nos não ter seguido a sua "recomendação" ou pedido para fazermos comentários no seu blog. Não se trata de qualquer processo "conspirativo" mas a verdade é que não o fazemos com nenhum blog. Não podemos referir aqui expressamente as razões mas creio que perceberá as mesmas sobretudo se ler o comantário de um membro da comunidade islâmica num conhecido blog português, no qual dizia saber quem era o autor do blog, etc. etc. Para bom entendedor.
Contudo iremos aqui comentar mais regularmente os seus "postings", bem como alguns dos comentários aos mesmos.
Para todos os que comentaram (ainda que nalguns casos não nos fosse possível publicar devido ao seu conteúdo ofensivo ou de carácter publicitário), o nosso profundo obrigado.
Quanto às críticas negativas (que também as tivemos e serão sempre benvindas se vierem para melhorar o conhecimento sobre os temas), também agradecemos e compreendemos. Falar do fascismo islâmico (e é disso que falamos e não do Islão), não é fácil resistir ao seu avanço e muito menos opôr-nos ao seu projecto totalitário, nos dias de hoje em que quase todos temos a cabeça a prémio, pois é cortando-a que alguns fanáticos do islamismo tentam impedir-nos de falar. Alguns apressadamente (de um lado e do outro, opondo-se ou "compreendendo" as razões da luta ensanguentada de incoentes por aprte dos islamitas reaccionários, têm por vezes a tendência para falar de religião ou das religiões, quando a questão é ideológica e política, a religião não está em causa. Se há coisas em que tanto o Islão como o Cristianismo e o Judaísmo têm comum é o facto de todas servirem apra alienar o homem, tendo embora todas aspectos positivos mas também e muitos negativos. A questão que nos opôe ou deve opôr ao islamismo totalitário e fascista, não é de ordem religiosa. Tal como se,lutou no passado contra a Inquisição (e não por ser religiosa porque muitos que a combateram até eram cristãos e católicos), e como se lutou contra o nazismo (que nos seus fundamentos também se inspoirou na religião e até no esoterismo), deve lutar-se hoje contra essa nova Inquisição chamada islamo-fascismo pois é disso que se trata e não de combater o Islão, no qual milhões de cidadãos com os mesmos direitos que nós acreditam e é nosso dever tentar compreender e respeitar.
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