Blog dedicado a Theo Van Gogh, cidadão e cineasta holandês, bisneto do famoso pintor, assassinado numa rua de Amsterdam por um fascista islâmico. O avanço do islamo-fascismo na Europa e no Mundo é uma ameaça aos direitos fundamentais dos cidadãos. De todos, seja qual fôr a sua filosofia, religião ou crença. ɉ uma realidade, não uma fobia, como alguns afirmam na esperança de que esqueçamos qual a sua verdadeira essência e os seus objectivos.

O Islamismo na Europa - Eurabia hoteis, piscinas, turismo, portugal, comunidade europeia, uniao europeia, conspirações, teoria da conspiracao, portugal, islamismo, revolucao, burgueses, corporacoes, capitalismo, socialismo, reaccionarismo, nacionalismo, totalitarismo, homossexualidade, direitos dos cidadãos, cidadania, movimentos civicos, movimento cí­vico, UE, politicos portugueses, politica portuguesa, deputados portugueses, parlamento europeu, parlamento portugues, construção civil, empreiteiros, indústrias, hotelaria, empresas, hoteleiros, praias portuguesas, fogos, incendios, trabalhadores portugueses, sindicais, sindicatos, islamizacao, eurabia, al qaeda, al qaida, dapartidos poiliticos, partidarismo, assembleia da republica, tribunal constitucional, primeiro ministro, ministros, incompetencia, desleixo, ineficácia, lusitanidade, lusitanos, viriato, montes herminios, saque, roubo, sangue, democracia amputada, estado portugues, politicos arrogantes, corrupcao.

O Islamismo na Europa - Eurabia

O avanço do islamismo na Europa e no Mundo é uma ameaça aos direitos fundamentais dos cidadãos. De todos, seja qual fôr a sua filosofia, religião ou crença. Não se trata de qualquer preocupação islamófoba. O único "medo" que temos (medo-pânico, talvez), é que a decadência dos povos árabes se mantenha e perpetue. E há sempre quem tire o maior proveito do obscurantismo...O deles (árabes) e o nosso...

Sexta-feira, Janeiro 05, 2007

A farsa do julgamento de Sadham


(Um acto de barbárie e humilhação que devia envergonhar todos os democratas.)

Depois de escutarmos as análises e alguns comentários dos mais notórios da nossa medíocre comunicação social, concluímos que são raríssimos os casos em que se tenta ao menos ir ao fundo da questão sobre o acto bárbaro e humilhante que constituiu a execução de Sadham.
Na maior parte dos casos condena-se a execução mas não por razões políticas ou mesmo por razões jurídicas. Invoca-se a inoportunidade devido ao feriado religioso dos sunitas, invocam-se as condições em que decorreu a execução (a pressa em matar o ditador, as gravações feitas, a humilhação de Sadham no próprio local da execução), mas não se refere o mais importante - tudo isso ocorreu porque o chamado mundo ocidental e dito mais civilizado fez como Pilatos fez com Jesus, isto é, lavou dali as mãos, permitindo que a "justiça" iraquiana fizesse o que lhe apetecesse. Da direita à esquerda, poucos foram os que tiveram a coragem de denunciar este acto de barbárie feito apenas para agradar ao fascista islâmico Moktada Al Sadr. Todos ficámos agora a saber (embora já o suspeitássemos), que quer o tribunal que julgou Sadham, quero o próprio governo, são apenas marionetas daquele fascista que domina uma cidade inteira no Iraque, ele e as suas 7.000 milícias armadas (onde, segundo declarações dos próprios habitantes "nenhum americano que entre em Sadr City saira de lá com vida". Interessante, não?

E são estes fascistas que dominam afinal o governo iraquiano e que mandam matar apressadamente Sadham por razões de vendetta, não por razões políticas ou porque Moktada Al Sadr seja menos fascista do que era Sadham e o seu bando de facínoras.

Satisfeitos com a ligeireza das suas análises os comentadores ocidentais preferem silenciar o que está à vista de qualquer observador mais atento - chegado o julgamento a uma fase em que ficariam evidenciados os apoios ocidentais a Sadham, havia que permitir a sua execução, fechando os olhos às circunstâncias da mesma e ao facto de ser um inimigo dos americanos e da democracia ocidental, a conduzir os cordelinhos (Al Sadr).

Nós que aqui sempre manifestámos o nosso apoio a uma intervenção militar contra o Iraque (tal como a defendemos em relação ao Irão e a outros países que ameaçam a paz regional ou mundial), somos também os primeiros a reconhecer que este acto bárbaro representa um profundo revés na política ocidental e em particular americana em relação ao Iraque. O combate contra o fascismo ilsâmico, temo-lo dito várias vezes, não é em primeiro lugar dos estados (do americano ou doutro qualquer), mas sim dos cidadãos e em primeiro lugar dos cidadãos de cada país. Os estados devem acompanhar os movimentos dos povos e não o contrário como tem vindo a suceder.

A denúncia desse acto bárbaro e humilhante para os povos sunitas que foi a execução de Sadham sem que o seu julgamento decorresse até ao final de todas as acusações contra ele dirigidas, nada tem a ver com compaixão ou branqueamento do que foram os seus crimes. Esse argumetno é falacioso. Sadham podia vir a ser condenado à morte ou a prisão perpétua, isso não está em causa. O que está em causa é que andamos a defender o direito dos povos oprimidos à liberdade e à democracia e depois permitimos que tais actos bárbaros aconteçam (como aliás o que sucedeu na prisão de Abu Graib e que aqui também denunciámos).

É curioso que os mesmos analistas sempre tão prontos a justificar esta complacência ocidental perante a barbárie dos fascistas shiitas, não o façam com outros tiranos que escaraparam à justiça, nomeadamente os de direita. Ainda há pouco faleceu de "morte natural" um ditador sanguinário, o chileno Augusto Pinochet e bem se viu o esforço feito por alguns analistas ilustres da nossa praça, para não tocar nesta questão fundamental - os ditadores da direita fascista não são condenados à morte. Ora nestas questões e noutras, não se pode ter dois pesos e duas medidas. Ou a democracia é mesmo só para alguns e o que importa é disfarçar que esta existe para todos?



Technorati Tags: , , , , , , , , , , , , , , ,

Etiquetas: , , , ,

Azazel, Trinca-Fortes - Sexta-feira, Janeiro 05, 2007

0 Comments:

Add a comment