Blog dedicado a Theo Van Gogh, cidadão e cineasta holandês, bisneto do famoso pintor, assassinado numa rua de Amsterdam por um fascista islâmico. O avanço do islamo-fascismo na Europa e no Mundo é uma ameaça aos direitos fundamentais dos cidadãos. De todos, seja qual fôr a sua filosofia, religião ou crença. ɉ uma realidade, não uma fobia, como alguns afirmam na esperança de que esqueçamos qual a sua verdadeira essência e os seus objectivos.

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O Islamismo na Europa - Eurabia

O avanço do islamismo na Europa e no Mundo é uma ameaça aos direitos fundamentais dos cidadãos. De todos, seja qual fôr a sua filosofia, religião ou crença. Não se trata de qualquer preocupação islamófoba. O único "medo" que temos (medo-pânico, talvez), é que a decadência dos povos árabes se mantenha e perpetue. E há sempre quem tire o maior proveito do obscurantismo...O deles (árabes) e o nosso...

Sábado, Dezembro 30, 2006

A execução de Sadham serve os interesses dos fascistas islâmicos!



Os fanáticos maniqueístas (de todos os matizes), acham sempre que há só duas faces do mesmo problema ou questão. Para uns e outros, a execução de Sadham vai servir de pretexto para justificarem as suas políticas estratégicas em relação ao conflito que opôe o mundo ocidental e uma parte substancial do mundo árabe e islâmico ao fascismo islâmico centralizado e conduzido pela Al Qaeda, em ligação com os vários grupos "fundamentalistas" espalhados pelos cinco continentes.

De um lado os que argumentam que se tratava de um ditador e um canalha e como tal merecia esta execução. Esqueciam pelo meio Pinochet, Videla, Franco, Salazar, Gualtieri, os ditadores birmaneses. Do outro os que sendo contra a intervenção militar contra Sadham tentam tirar o máximo partido dos erros cometidos pelas forças da coligação no Iraque para favorecerem uma política de negociação e apaziguamento com o terrorismo e fascismo islamita.
Para estas duas visões não há lugar para outras: ou se matava e rapidamente, sem que o julgamento prosseguisse até se apurarem as responsabilidades pelos tão falados massacres de curdos, shiitas, etc. (erro, em nosso entender, agora cometido), ou sequer haveria lugar a qualquer julgamento porque se trataria sempre de um julgamento feito após uma ocupação militar considerada por eles como ilegal. Entre estas duas posições nem sequer há lugar para a única que não pondo em causa a intervenção militar pretende que o julgamento de um regime não pode ser reduzido ao julgamento do seu responsável e ditador principal e que havendo esse julgamento, o mesmo deveria ser levado até às últimas consequências, isto é, dentro do quadro de um sistema de direito democrático e não como "vendetta" de um grupo (os shiitas) contra outro (os sunitas). Um julgamento que permitisse aos defensores de Sadham que apresentassem as suas razões e fundamentos(1), seria um julgamento verdadeiramente democrático, próprio de um estado de direito (ou este serve apenas para os seus funcionários e declarantes?). Poderá argumentar-se que o tribunal tinha legitimidade para julgar Sadham porque o Governo que lhe outorgara esses poderes era um governo legítimo saído de um processo eleitoral. No entanto a circunstância de serem assassinados alguns dos principais advogados de defesa de Sadham deveria merecer uma resposta democrática e firme do tribunal, rejeitando julgar Sadham enquanto as condições de igualdade entre defensores e acusadores não fosse absolutamente assegurada, como sucede nos países democráticos ocidentais. No caso português imagine-se que seria constituído um tribunal para julgar os crimes cometidos pelo fascismo e particularmente por Marcelo Caetano e que esse tribunal permitisse que os advogados deste último fossem assassinados um por um sem que fosse tomada qualquer medida no sentido de evitar o prosseguimento de um julgamento que seria sempre uma farsa. Imagine-se por exemplo que os EUA invadissem Cuba e um tribunal fosse cosntituído para julgar Fidel Castro. Alguém pensa que seria possível condenar à morte Fidel Castro sem uma grande parte dos países europeus pusesse em causa as suas realçãos com os EUA? E a Rússia, o que faria a Rússia? E contudo Fidel é acusado pela oposição de ter morto milhares de cidadãos cubanos!.

Foi pois um excelente serviço prestado aos inimigos da liberdade e da democracia (e uma boa ajuda aos movimentos ditos pacifistas e humanitários na sua cruzada anti-americana), e um entrave sério ao combate contra o fascismo islâsmico por parte dos cidadãos livres. Os estados e os políticos-marionetas das grandes corporações (democratas ou republicanos, esquerdistas ou neo-conservadores), podem sorrir de satisfação mas as consequências maiores deste e doutros erros serão a breve prazo pagos pelos próprios cidadãos, não por eles.


Nota:
(1) E foi precisamente isto que os antigos apoiantes de Sadham (a administração americana nomeadamente na época dos democratas no Poder e os vários estados europeus, socialistas ou democratas-cristãos), não quiseram que acontecesse pois o prosseguimento do julgamento iria revelar (tal como viria a suceder caso Milosevic não fosse assassinado na prisão), a cumplicidade dos serviços secretos norte-americanos e dos serviços secretos dos países europeus, com a política de Sadham já que este reprimia e continha a ofensiva dos grupos islamitas mais radicais (os waabithas, a jihad islâmica, etc.).
O prosseguimento do julgamento iria colocar muitos dos governos e políticos europeus nas primeiras páginas dos jornais quando os defensores de Sadham revelassem provas do apoio destes à sua política de contenção do islamismo mais radical.
Não foi por isso um julgamento para apurar as responsabilidades de Sadham e dos seus capatazes sanguinários nem tão pouco um julgamento para apurar a sua cumplicidade com os grupos terroristas que operavam no Médio Oriente e de cujo financimaneto tanto se falava.
Numa recente entrevista telefónica à AP, o advogado de Tarek Aziz (antigo ministro dos neg´cios estrangeiros de Sadham) afirmou que a execução de Sadham estaria a ser apressada apara evitar o tstemunho do próprio Aziz, no qual este iria revelar (e citamos), "dados importantes sobre o envolvimento de muitas personalidades locais e estrangeiras" em relação a acontecimentos relacionados com a morte de milhares de pessoas durante o conflito Iraque-Irão". (ver artigo completo no "International Herald Tribune").



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Azazel, Trinca-Fortes - Sábado, Dezembro 30, 2006 | link | 0 comments |

Estratégias na luta contra o fascismo islâmico

O combate contra o fascismo islâmico deve desenvolver-se em várias frentes - na frente política, ideológica, militar mas também social e cultural.

No plano político a luta deve incorporar também elementos de crítica e autocrítica, em particular daqueles que defendem um processo de intervenção militar nos países que apoiam claramente o terrorismo (Irão, Síria e outros) mas que não se conformam com os erros e atitudes dos dirigentes políticos e dos Estados responsáveis por essas intervenções.
O caso de Abu Graib é um exemplo, bem como muitas das técticas usadas na guerra contra os grupos extremistas que actuam no Iraque. E mais recentemente a execução de Sadham. Combater e denunciar estas atitudes deve fazer parte do combate contra o fascismo islâmico na medida em que favorecem o mesmo e em vez de separarem os movimentos moderados dos movimentos radicais, contribuem para a sua união ou pelo menos para uma certa cumplicidade entre ambos.
Além do mais o combate contra o fascismo islâmico deve ser igualmente um combate contra as corporações que dominam os aparelhos partidários dos diversos países ocidentais (e também árabes), pois são elas, em grande parte que determinam as estratégias a seguir (nomeadamente a partir dos meios de comunicação que dominam). Quando porém as corporações e os partidos que apoiam falham nas estratégias há sempre um bode expiatório (Rumsfeld, John Bolton, etc.), mas a responsabilidade dos seus erros deve ser imputada em primeiro lugar àqueles que determinam fundamentalmente essas políticas.

Por outro lado a luta contra o fascismo islâmico não é nem deve ser um exclusivo deste ou daquele país ou estado (no caso dos EUA, por exemplo), mas sim alargar-se a toda a sociedade cívica, tal como sucedeu no passado com a luta contra os diversos fascismos europeus. Quando se fala na Resistência anti-fascista não se fala em primeiro lugar na intervenção dos estados mas sim na intervenção directa dos cidadãos pois são eles em primeiro lugar que sofrem as consequências de viver sob o jugo de um qualquer reegime fascista. Conceder que sejam os EUA e a Inglaterra e os seus aparelhos político-militares a desenvolver exclusivamente esse combate e quase exlusivamente no plano militar, é um erro grave que se virará contra os próprios cidadãos do mundo ocidental e também dos países árabes e islâmicos.

Referimos pois: o combate contra o fascismo e o terrorismo islâmico deve ser principalmente dos cidadãos e das suas organizações. Aos estados cabe garantir a segurança dos seus cidadãos, quer no plano militar, quer policial, não lhes cabe substituir a luta dos cidadãos por uma socieade melhor e também mais segura. Neste quadro uma intervenção militar pode ser positiva dado que pode fazer integrante de um conjunto de acções a desencadear contra o fascismo islâmico num determinado país. Mas deixar que sejam os políticos e os estados a encabeçar esse combate é um erro grave e as consequências disso estão à vista de todos. Não é pelo facto da Casa Branca ser presidida por Bush, um republicano, que esse combate tem falhado em vários aspectos enquanto o movimento fascista islâmico tem vindo a crescer em toda a Europa e no Mundo (ainda recentemente foi tomada a Somália). Se estivesse um democrata na Casa Branca os resultados seriam sensivelmente os mesmos ou pior ainda. O principal erro reside no facto de serem os estados (e dominantemente o estado americano), a conduzir essa luta, arrastando inevitavelmente com o ónus dos erros cometidos e contribuindo para o isolamento do seu próprio país, nomeadamente em relação à Europa e também para o enfraquecimento da luta contra o fascismo islâmico.



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Azazel, Trinca-Fortes - Sábado, Dezembro 30, 2006 | link | 0 comments |

Sexta-feira, Dezembro 29, 2006

The Coffin of Western Countries



Já aqui o temos dito mas voltamos a repeti-lo - a civilização ocidental é uma merda mas é nossa, foi aqui que nascemos e é nela que vivemos.
Esse direito, o de preservar a nossa identidade, é nosso, tal como cada povo tem o direito de preservar a sua identidade. Cada família, cada individuo, seja português, iraniano ou das Ilhas Faraoe, não é um número, não é uma estatistica, não é uma percentagem. Não há nada de nacionalista ou reaccionário nisto - uma casa é uma casa, só lá entra quem nós entendemos. Porque razão um país não há-de ser uma casa, com uma porta e uma campaínha onde tocamos se queremos ser atendidos.
Admiram-se os SOS-Racismos? Admiram-se os eco-fascistas que querem que partilhemos tudo até a cerveja que bebemos descansados numa esplanada, amigos do ambiente porquê se o ambiente pode ser péssimo?
E pior que tudo isso não é um guichet? A repartição tem uma porta mas também tem um guichet e nesse nós além de esperarmos e muitas horas, não podemos sequer ambicionar ser recebidos porque há uma sujeita de óculos esquisitos que nos faz assinar imensa papelada.
Mas quanto aos países, aqui a exigência é nenhuma, é tudo à fartazana, entra-se, fabricam-se bombas, preparam-se assassinatos de indívíduos inconveneientes(1), quer em nome do crime organizado das mafias ocidentais (fala-se nas russas para desviar a atenção das que temos por cá, entre fronteiras), quer em nome do Islão e da sua Guerra Santa, a Jihad.

Kofi Annan é o representante do políticamente correcto instalado na ONU, paga com os dinheiros dos contribuintes norte-americanos. Kofi Annan, o coffin dos países ocidentais vai despedir-se e já se prepara provávelmente outro idêntico para lhe suceder.
Kofi é a máxima expressão desse mito made in West, do "bom selvagem", o "bom indio", e que coloca à frente da ONU um sujeito que nada diz ou faz de fundamental (mesmo o alto comissário para as NU anda práticamente de calções por entre acampamentos e sem qualquer protecção policial ou militar, o dinheiro deve ir todo para a família dos funcionários superiores da ONU dos pobrezinhos).

A ONU, no nosso modesto entender, não serve para nada. Se a Etiópia fosse a América, o que não correria hoje pelos media ocidentais sobre uma invasão americana na Somália. E contudo os EUA também lá estiveram. Com os etíopes e ainda bem. Sábiamente.

Notas:
(1) Como sucedeu com o cineasta holandês, bisneto do famoso pintor, Theo Van Gogh assassinado em plena rua de Amsterdam apenas por ter cometido o "pecado" mortal de... revelar num filme documental que as mulheres islâmicas são mal tratadas nos seus países.
E nós repetimos aqui insistentemente - as mulheres islâmicas são REALMENTE MAL TRATADAS! E de que forma! Já assistiram por acaso a um processo de divórcio num tribunal iraniano? FODA-SE! Nem os escorpiões e as baratas merecem pior tratamento! Só a Angelina os come por gosto. Os "eleitos" que ganham fortunas com o futebol (Figos, Zidanes & Ca.), e as vedetas do musical e do cinema "mainstream" decidiram agora que a melhor forma de expiarem as suas culpas é adoptarem pretinhos ou irem jogar para os clubes árabes! Os petro-dólares chegam para isso tudo. Até pode ser que uma das cabeças cortadas em plena praça pública vá parar aos pés do Figo. E então? Será que ele vai mesmo marcar golo na baliza da equipa da Sky News ou da CNN?
A África contudo coninua e continuará pobre. Com o Coffin, os U2, o Geldoff, o Kabila e o Eduardo dos Santos, a África permanecerá pobre para sempre.

(2) Kofi será o Prémio Nobel da Paz 2007 (ou já foi anos antes? realmente não recordamos se sim ou não. Mas se não recebeu antes vai receber decerto depois.



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Azazel, Trinca-Fortes - Sexta-feira, Dezembro 29, 2006 | link | 0 comments |

Somos contra todos os fanatismos

Somos contra todos os fanatismos. Não apenas o que em nome do Islão mete bombas à cintura de crianças para matar civis inocentes como aquele que em nome da democracia e da liberdade faz um julgamento-farsa e condena à morte um ditador em vez de julgar um regime e uma sociedade (como sucedeu com Mandela na África do Sul, com o processo r reconciliação) e meter na prisão por alguns anos aqueles que, juntamente com Sadham foram culpados (e provávelmente mais do que o dito), pelo genocídio de que é acusado.
Sempre fomos contra Sadham e o seu regime totalitário mas somos também contra o regime islâmico que vigora na Arábia Saudita, no Sudão, na Somália antes da ocupação etíope, no Egipto e na Palestina. Somos também contra o regime ditatorial de Pinochet, o regime dos Videla, o regime totalitário dos militares brasileiros. Isto é, não sustentamos a visão maniqueísta de que sendo regimes a favor da Casa Branca e de quem lá está, são ditaduras boas e que até convocam eleições, etc. e os regimes maus, os que são contra a Casa Branca e quem lá mora. Somos contra todos os regimes autoritários incluindo aqueles que na Europa fingem ser muito democratas mas continuam a defender o poder autocrático das grandes empresas, dos grandes interesses corporativos, dos endinheirados cujos proventos não provêm directamente do seu trabalho mas têm muitas vezes uma origem criminosa.

A matar-se Sadham ter-se-ia que fazer o mesmo com centenas senão mesmo milhares de políticos que o sustentavam e partilhavam com ele o poder. É muito fácil julgar um regime através de um homem (é o mesmo erro que apreciar o governo dos EUA ou a própria América, através do seu presidente, por exemplo), e liquidar um governante sem lhe dar a mínima possibilidade de um julgamento justo e equilibrado (relembre-se que durante o julgamento forma assassinados vários defensores de Sadham, sem que o tribunal tivesse suspenso o dito julgamento até ao apuramento das causas do seu assassinato). Julgar-se um regime através de um conjunto de várias personalidades, isso é mais complicado e teme-se hipocritamente que a sociedade civil venha a reagir violentamente.
Tal como aqui sempre exortámos a sociedade civil ocidental a reagir contra o fanatismo dos fascistas islâmicos, também não deixaremos passar em claro este erro clamoroso e este atropêlo às mais elementares regras de um verdadeiro estado de direito democrático. A socieade civil iraquiana, sunitas, curdos ou shiitas (mesmo tendo em conta as acusações contra o antigo regime totalitário iraquiano), deve fazer ouvir a sua voz contra este acto bárbaro que visa condenar à morte um dirigente político que antes se cobria de elogios e com quem se negociava e se era aliado (aquando da guerra com o Irão por exemplo). Ou nessa altura ainda não era um ditador?

Julgue-se Sadham e outros dirigentes políticos iraquianos mas não se dê ouvidos à barbárie que está na rua e que se acoberta atrás da maioria shiita. Não se pense por um segundo que uma tal execução práticamente sumária ajudará a pacificar a sociedade iraquiana. Ao contrário e tal como o que sucedeu na prisão de Abu Graib, um tal acto tão bárbaro quanto os cometidos em nome do Islão, trata-se de um erro lamentável e que fará adiar uma solução pacífica e democrática para o problema iraquiano.
Um dia que a maioria shiita detenha sózinha o poder (tal como já o faz em Sadr City com as 7.000 milícias poderosamente armadas pelo Irão), todos iremos lamentar os erros cometidos contra os sunitas e em particular o assassinato do seu líder máximo Sadham, anteriormenter acolhido pela comunidade internacional como um elemento indispensável de contenção do "fundamentalismo" islâmico.(1)

Nota 1:
Não é uma sentença judicial. É uma sentença de um tribunal arranjado à pressa (onde estavam esses magistrados aquando do regime de Sadham, quem os lá colocou?), e que não deu garantias de igualdade de tratamento aos defensores e acusadores. Pode não se concordar com a defesa de Sadham, pode não se concordar com a defesa de alguém que é supostamente autor de vários crimes (como Pinochet, Videla, Fidel Castro e outros), mas o estado de direito é isso mesmo - a lei não serve apenas para os acusadores, sejam eles quais fôrem.








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Azazel, Trinca-Fortes - Sexta-feira, Dezembro 29, 2006 | link | 0 comments |

Domingo, Dezembro 24, 2006

Hoje falaremos de biquinis




Embora aparentemente a despropósito em relação ao período em que vivemos, parece-nos contudo pertinente falar de biquinis. Porque não somos católicos, budistas, muçulmanos ou judeus, interessa-nos pouco falar do Natal de um ponto de vista religioso, o que não significa que as suas tradições nos sejam completamente indiferentes, nada disso.
Mas é precisamente por defendermos a liberdade religiosa que pensamos que a melhor forma de abordar o dia de hoje é falar de biquinis. Porque o biquini, tal como a mini-saia, a calça, o computador, o transistor, o leitor de mp3, são conquistas da "horrível" civilização ocidental. Pode não concordar-se com muitas das invenções
do Ocidente e nomeadamente na sua fase capitalista e global mas é um facto que milhões de pessoas têm sido largamente beneficiadas pelas mesmas, incluindo aqueles que são contra o sistema que as motivou e deu provimento, com saber, talento e muito trabalho, sobretudo muito trabalho. Não foi certamente sentado as portas e a ver passar os camelos que essas coisas se ergueram das maõs dos seus criadores. Cultivar o ócio é uma coisa extraordinária (como faziam os socialistas utópicos com os quais em muitos aspectos condordamos), mas é preciso que o mesmo não seja feito à custa do trabalho de outros. E o inverso idem.

A maioria esmagadora dos muçulmanos não goza de tais conquistas civilizacionais porque nos seus países é segregada pelos ayatolahs que estão no poder e que lhes negam as mesmas, cínicamente manipulando as massas de famintos e desesperados através da religião e particularmente da Jihad. Muitos desses países têm recursos próprios (o petróleo, por exemplo), e no entanto a maioria da população vive pobre e sem acesso aos bens de consumo fundamentais. No mundo católico (em particular na América Latina dominada quer pela Igreja Católica, quer por estados na maioria autoritários), a situação também se verifica (Brasil, Peru, Bolívia, Colômbia, são exemplos disso).
A diferença está porém neste facto tão simples: onde há democracia (mesmo na América Latina, entenda-se), as pessoas podem escolher livremente e até escolher mal, têm o direito disso. Tal não acontece na maioria dos países dominados pelo Islão onde quem manda nem sequer são os eleitos mas sim os seus chefes religiosos, a Sharia é a lei fundamental do país e passa por cima dos eleitores e dos eleitos, é ela que manda nos políticos e nas populações. É ela, por exemplo, que determina quem vai vergastar os estudantes quando estes se manifestam contra o presidente iraniano acusando-o de fascista.

Ora é neste quadro que o biquini surge como algo a defender. Não só porque estéticamente torna a mulher mais atraente e sedutora (e perdoem-me as feministas mas a sedução é uma coisa tão natural nas fêmeas), expondo-a sem a humilhar (no Ocidente há até uma frase popular muito comum que diz "o que é bonito é para ser mostrado"), mas também porque é emblemático, isto é, faz parte de uma civilização que eleva a mulher a um plano superior, na rua mas também nos negócios, na política, na vida social em geral. Não a esconde dos olhares naturalmente lúbricos dos homens e de outras mulheres. Não esconde a beleza dos cabelos da mulher atrás de burkas.
O vestuário no ocidente caminha a par com o seu desenvolvimento cultural e social. Da repressão (as roupas que escondiam a mulher), até à liberdade (o biquini, o topless ou mesmo a nudez), trata-se de uma conquista, em primeiro lugar das próprias mulheres mas também da humanidade em geral.
Quando os imans e mullahs vêm declarar (como na Austrália recentemente), que a mulher sem um véu a cobri-la, é só carne,(1) defendendo entretanto que a violação de uma mulher que se expôe de biquini pode ser justificada, não só manifestam sobre a questão o mais abjecto dos reaccionarismos, como atentam contra a liberdade e a dignidade da própria mulher. Esses chefes religiosos são sobretudo homens acometidos de uma esquizofrenia perigosa (género serial killer), e deviam ser, no mínimo, encerrados num hospício. Sair à rua? Nem com bracelete!.

Era o que nos faltava agora virem estes endiabrados mullahs e imans emigrar para o Ocidente para nos dizerem como devem as nossas mulheres vestir.

Viva o biquini!(2) Abaixo o fascismo islâmico!

Notas:
1-E que mais poderia ser senão também carne. Carne como corpo e espírito e porque muitas são verdadeiramente sedutoras, sabem partilhar os dois com igual sentido de partilha. Estes imans realmente...
2-E para os ateus e outros que, como nós, se norteiam por outros sóis que não o religioso, uma consoada sem biquini...



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Azazel, Trinca-Fortes - Domingo, Dezembro 24, 2006 | link | 0 comments |

Quinta-feira, Dezembro 21, 2006

Eles sabiam como e o que fazer...






Também após a invasão da Alemanha Nazi, os cidadãos americanos votavam pela não intervenção. Tal como naquele período em que seria necessário uma intervenção rápida cortando a jugular do III Reich, quer a América do Norte, quer a Europa, mostravam a maior relutância em intervir em defesa dos povos atacados (checos, eslovacos, os próprios dissidentes alemães). Tal como naquela época, hoje a maioria é contra a intervenção no Iraque e, para sermos ainda mais frontais e realistas, a maioria é contra o facto da actual administração americana atacar frontalmente o terrorismo internacional, e em particular o fascismo islâmico.

Após o ataque a Pearl Harbour e com Churchill e De Gaule no comando da frente aliada, foi finalmente possível que os EUA interviessem para acabar com o pesadelo fascista imposto pelo bando de Hitler e Goebbels. Entretanto e pelo caminho já haviam ficado dezenas, centenas de milhar de cidadãos judeus, alemães, comunistas, homossexuais e até os incapacitados e doentes.

Para cortar a jugular do fascismo islâmico não é senão necessário enfrentar o inimigo tal como se fez com Hitler, derrotando-o pelas armas, exactamente na única linguagem que o fascismo islâmico conhece e respeita. Será necessário recordar o que disse Nassarah após a derrota frente a Israel na recente ofensiva israelita contra o Hesbolah: "Reconheço que foi um erro raptar alguns soldados israelitas, desconhecia que Israel reagisse da forma violenta como o fez". Ao contrário do que pensam alguns analistas ocidentais, muitos deles notáveis apaziguadores, os chamados "dhimmis", a derrota do islamismo fascista e terrorista não virá pelo facto de se conseguir separar moderados e radicais, por se respeitar a fé islâmica ou por se perceber melhor as motivações sociais e políticas dos grupos radicais islâmicos. Bullshit! como dizem os americanos. Isso são tretas: na sua maioria esmagadora os cidadãos ocidentais reconhecem o direito de expressão religiosa não apenas aos islâmicos como a outras confissões. O problema dos islamistas reaccionários não é esse pois eles sabem que no Ocidente respeita-se mais o Islão do que nos países e estados islâmicos se reconhece o direito a outras confissões religiosas que não o islamismo. A questão é outra: os fascistas islâmicos querem tomar a Europa e fazer dobrar a cervical aos europeus e depois aos americanos, estejam no poder os republicanos e neo-conversvadores ou os democratas, tal como Hitler o pretendia.

Saber como e o que fazer, eis pois o dilema dos apaziguadores às voltas com o problema de enfrentar o terrorismo fascista, seja ele islâmico ou outro. A linguagem do terrorismo é a linguagem usada por todos os fascismos, sejam eles negros ou vermelhos, católicos ou islâmicos. E contra esse terrorismo só há uma resposta possível - a guerra!(ver nota 1).

Aos moderados caberá, (tal como refere Daniel Pipes num artigo recente intitulado "Como acabar com o terrorismo") "...numa segunda fase, a formulação e a difusão de um Islão moderno, moderado, democrático, liberal, tolerante, amistoso, humano e respeitador das mulheres". O importante para o Ocidente é combater os seus inimigos e não esperar que sejam os islâsmicos moderados a resolver o problema, tanto mais que pela sua natureza e conduta religiosa são incapazes de reagir pela força contra um inimigo bem armado quer ideolíogica quer militarmente (veja-se no caso libanês como o Hesbolah não só esmaga os dirigentes moderados islâmicos como pretende esmagar o próprio governo libanês onde tinha até há pouco uma representação minoritária).

Nota 1:
Mas, dirão alguns, como combater com os meios convencionais um exército inexistente? E é verdade. Não é possível combater grupos terroristas com meios convencionais. Mas é possível combatê-los com meios não convencionais, os quais não é necessário falar deles aqui. O argumento de que não é possível fazer nada (um argumento muito usado por apaziguadores e dhimmis), serve apenas para dar tempo aos fascistas islâmicos e justificar mesmo a sua existência. "Temos de viver com o terrorismo" é a falácia que usam para nos convencer de que é possível compatibilizar fascistas com anti-fascistas, os predadores com as suas presas, na sequência do que afirmava Darwin. E o direito dos mais fracos à liberdade?
O Hesbolah não é possível derrotar? O Hamas não é possível derrotar? A Jihad Islâmica não é possível derrotar? A seu tempo, veremos.



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Azazel, Trinca-Fortes - Quinta-feira, Dezembro 21, 2006 | link | 1 comments |

Quarta-feira, Dezembro 20, 2006

A verdadeira paz do Islão



De tanto ouvirmos falar de paz e do concerto de vozes que no mundo ocidental, em particular de políticos apaziguadores e intelectuais de esquerda, se ergue a favor dessa tão celebrada pax islâmica, fotos como a que mostramos acima (e que é reproduzida também no Observatório da Jihad), já nos parecem coisas tão inofensivas, retratos de meninos com brinquedos bélicos comprados no Toys "r" Us. A mamã também deu?



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Azazel, Trinca-Fortes - Quarta-feira, Dezembro 20, 2006 | link | 0 comments |

Visita regular

Pela firmeza e argúcia no ataque a certas teses da esquerda e da direita caceteira e fascista (hoje coligadas no apoio aos islamistas mais retrógados e fanáticos), recomendamos a visita regular ao blogue Trinfo dos Porcos.

Quanto às pérolas dá-nos a nós leitores. Não as lança aos ditos.



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Azazel, Trinca-Fortes - Quarta-feira, Dezembro 20, 2006 | link | 0 comments |

Segunda-feira, Dezembro 18, 2006

Hamas e Al Fatah lutam nas ruas...


(Crianças palestinianas "extremamente revolucionárias e anti-sionistas" cercam o edificio do presidente da Autoridade Palestiniana)


(Feridos palestinianos nos confrontos entre o Hamas e a Al Fatah)

O Hamas e a Al Fatah lutam nas ruas a favor do povo palestiniano. Depois das acrobacias mediáticas em que era hábito acusar Isreal de todos os males que sucediam aos palestinianos, eis que agora já é possível assassinar crianças que iam para a escola, só porque os assassinos são...os próprios palestinianos. Quanto aos media nem uma única condenação, nem uma única palavra de denúncia. Porque razão é que o "Independent" (tão independente e de esquerda), o "Guardian" (o guardião dos direitos dos povos oprimidos de todo o Mundo), a Sky News (as notícias a céu aberto), a CNN (a da Christian Amanpour que pôe ali e acolá, desde que seja a favor das corporações da esquerda "democrata"), o "Le Monde" e por vezes o próprio "Libération", os quais colocam em título de caixa alta as crianças mortas pelos raides americanos ou ingleses e não mostram os meninos mortos às mãos das várias facções palestinianas?

A presente luta entre as várias facções ditas palestinianas (são tão palestinianas quanto Mc Carthy era um patriota norte-americano), e que a imprensa ocidental não tem dado a mínima relevância (o assunto é tratado como se fosse uma mera escaramuça entre vizinhos), é apenas o reflexo do que realmente se passa na região e tem constituído a grande dificuldade para se chegar a qualquer entendimento - a paz só poderá ser alcançada se se combater firmemente o anti-semitismo do Hamas e da Jihad Islâmica (e do Hesbolah no Líbano, diga-se). Não é possível haver paz, nem com Israel, nem agora com a Al Fatah se o Hamas persistir em não reconehcer o estado de Israel e o direito do povo judeu à sua autodeterminação. Aqueles que tanto apregoam a autodeterminação para os seus povos deveriam ser os primeiros a dar o exemplo. E não é isso que se passa do lado do Hamas e da Jihad Islâmica, ao contrário da evolução que se tem verificado na Al Fatah sob a presidência de Mahmud Abbas.



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Terça-feira, Dezembro 12, 2006

O Monstro cresce assustadoramente


O presidente iraniano assume de dia para dia um protagonismo cada vez maior. Pela negativa obviamente. Desta vez acaba de convocar uma conferência internacional sobre o Holocausto Nazi, o qual segundo ele (e outros fascistas de quadrantes diferentes, à esquerda e à direita), não teria sequer existido, sendo apenas, segundo ele, apenas uma "fabricação" judaica.

O Holocausto pode ser negado pelo presidente iraniano e nenhuma conferência internacional (para mais ainda tendo como convidado americano, o ex-presidente da Ku Klux Klan), calará os factos e as marcas deixadas nos braços e na memória de milhares de judeus, comunistas, homossexuais, ciganos, incapacitados.

Mas esta conferência e as posições que o presidente iraniano possam defender sobre o Holocausto ajudam contudo a explicar a perigosidade do regime iraniano e dos propósitos dos fascistas islâmicos onde quer que se encontrem.

Curiosamente poucos foram os políticos do ocidente, burgueses, tecnocratas e liberais, que se pronunciaram firme e corajosamente sobre a Conferência (o Conselho Europeu ficou até mudo), e mais grave ainda sem uma palavra contra o revisionismo dos islamitas fascistas sob a batuta do seu dono, o Sr. Ahmadinejad, no sentido de reverem a História em relação ao que se passou nos campos de concentração nazis e na tentativa de extermínio de todo o povo judeu (como aliás agora deseja o dito fascista)(ver nota em baixo).


Nota:
Aqueles que no Ocidente consideram o termo fascista abusivo, em relação ao islamismo mais reaccionário até hoje conhecido pela História, deveriam ler atentamente o que dizem os estudantes iranianos que nas ruas e noutros lugares se têm manifestado contra o "seu" presidente, acusando-o precisamente e tal como nós, de fascista. E é o menos que se pode dizer sobre este cavalheiro que dentro de algums meses poderá vir a possuir a bomba nuclear. Esperemos que a tão falada "comunidade internacional" possa agir sem tibiezas e rápidamente por forma a que tal não se venha a verificar. E mais uma vez lá terão que ser os tais "sionistas" a resolver o problema. Que também é nosso, diga-se.


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Azazel, Trinca-Fortes - Terça-feira, Dezembro 12, 2006 | link | 0 comments |

Sexta-feira, Dezembro 08, 2006

Intervenção de Brigitte Gabriel na Univ. de Michigan



Brigitte Gabriel acaba de nos escrever dando conta de que a sua conferência na Universidade de Michigan (EUA), realizada no passado dia 4 de Dezembro, decorreu sem incidentes. Contudo, acrescenta a autora, foi necessário prevenir-se assegurando nomeadamente a sua segurança pessoal, após terem sido publicadas ameaças de grupos fascistas islâmicos de "dar as boas vindas à Sra. Brigitte Gabirel de forma conveniente", ou seja, eliminá-la ou demonstrar-lhe a força da "razão islâmica", violentando-a ou de alguma forma magoando-a físicamente.
Felizmente que tal não ocorreu mas não porque a razão e o sentido de jsutiça tivessem imperado nas mentes dos reaccionários islâmicos presentes mas, segundo a autora, devido ao facto de se encontrarem na sala vários elementos de segurança bem como a Fox News e outras televisões. A não ser assim...

E no fim da misiva, Brigitte Gabriel interroga-se quanto ao facto de ter de se recorrer a tais meios de segurança para que alguém não "políticamente correcto" possa dizer o que pensa sobre a ofensiva dos fascistas islâmicos na sua "guerra santa" contra o Ocidente democrático.



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Azazel, Trinca-Fortes - Sexta-feira, Dezembro 08, 2006 | link | 0 comments |

Segunda-feira, Dezembro 04, 2006

O Hesbolah quer o poder no Líbano

Os fascistas islâmicos andam eufóricos com a possibilidade de alcançarem o poder no Líbano. Dificultada que está a ascenção no Afeganistão e no Iraque, onde o máximo que podem ascender é a uma matança entre os próprios, shiitas e sunitas, os reaccionários islamitas voltam-se para o Líbano onde aparentemente contam com a cumplicidade de alguns grupos anti-governamentais mas não islâmicos. O PM libanês Siniora, que há meses se encontrava a braços com o ataque israelita após a ofensiva do Hesbolah contra soldados israelitas e dentro das fronteiras de Israel, acha-se agora cercado e acossado pelos fascistas islâmicos que querem tomar o poder pela força. O Líbano é fundamental para as aspirações da Síria e do Irão quanto ao domínio da região e o cerco a Israel e aos EUA (objectivo, diga-se, essencial para as aspirações da Al Qaeda e dos grupos jihadistas em todo o mundo).
Nenhum processo eleitoral é favorável a estes grupos fascistas (ditos por alguns no ocidente, como de guerrilha ou de libertação). Tal como no caso da Argélia há alguns anos atrás, também os grupos islâmicos fascistas não podem esperar tomar o poder pelas eleições pois sabem que os opositores, temendo que os ditos usem o dito para eliminar a Constituição e impôr a Sharia, jamais o aceitariam. As eleições democráticas para os partidos e grupos fascistas islâmicos são apenas um mecanismo para, alcançado o poder (como aliás pretende o populista de esquerda Chavez na Venezuela, ele próprio grande amigo dos reaccionários islâmicos), rasgarem a Constituião laica e republicana existente e impôrem a lei islâmica, a Sharia. Foi isso o que fez também Hitler impondo a lei do III Reich, após a conquista "democrática" do poder na Alemanha.





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Azazel, Trinca-Fortes - Segunda-feira, Dezembro 04, 2006 | link | 0 comments |