O Islamismo na Europa - Eurabia
Sexta-feira, Outubro 27, 2006
Moral e políticamente incorrecto

(Pintura de Clovis Trouille)
Para aqueles e aquelas que possam considerar "imoral" o nosso texto anterior, devemos sempre lembrar que o nosso blog não é também moralmente correcto. Isto é, nada temos contra religião ou moral alguma a não ser o facto de que, ao exercê-la, os seus mentores e adeptos preferem sacrificar todos aqueles que, como nós, não aderem à "comunidade" nem mesmo sob ameaça física (experimentem-nos). Aconteceu-nos com a católica mas agora o perigo não vem daí...
Somos libertários, entenda-se. Política mas também moralmente incorrectos. E os libertários são pessoas que se consideram livrs e pensam pela sua própria cabeça. Não têm partidos nem clubes, ao contrário dos falsos libertários que se enfileiram afinal ao lado de uma esquerda em muitos casos, totalitária e opressora. Em relação à obscenidade, ao erótico de cordel, entendemo-lo dentro do contexto, não fora dele.
Usámos a cona e o caralho porque não tememos dizer as palavras que são certas em determinado momento. Sabemos que existem outras formas de dizer, mais "correctas" mas não teriam o mesmo significado. Seria o mesmo que um homossexual islâmico vir dizer a um católico gay "agarra-me aqui e converte-te, este é o teu guia espiritual" referindo-se ao seu pau entre as pernas. Obviamente isso não seria a linguagem mais apropriada nesse caso, mas sim algo como isto "agarra-me no caralho filho e assim nos covnertemos mútuamente".
Neste e noutros pontos Larry Flynt tinha razão. Há coisas muito mais obscenas. Quando um publicitário se serve do rabinho de um bébé para fazer publicidade às dodots, estamos perante o quê? De publicidade apenas?
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Quarta-feira, Outubro 25, 2006
A minha mulher passou a usar o niqab (my wife is wearing the niqab)

Foi por alturas do Ramadan. De súbito, estava de meias pretas, cinto de li(ngu)as, cuequinhas entre o escarlate e o negro de corvo e de repente, diz-me "Sabes amor, vou converter-me.". Pensei em tudo, ela que não tinha qualquer religião porque queria agora converter-se? Pensei na seita do "Heavens Gate", no grupo do "Waco" e noutros grupúsculos "religiosos". Teria aderido a algum parecido com esses?
De cuequinhas na mão, vai ao armário tira de lá um nikab (véu que cobre todo o rosto da mulher islâmica excepto os olhinhos), e resoluta afiança-me "sou uma islamista convicta, o Islão é agora a minha fé!. Pôs o dito mas continuou nua e com o cinto de li(ngu)as. Eu estava fervendo de tesão, como diriam os brasileiros, o meu pau subia quase ao tecto do quarto e como uma liana enroscava-se nas janelas, saía para fora delas assomando à vizinhança. Chegou até à casa da minha vizinha que se agarrou a ele assustada, pensando tratar-se do corrimão da escada principal. De tão grossa quase que daria para o Tarzan fazer um "encore" e gritar "Jane, aí vou!" antes de cair para cima dela.
- "Filha, está bem que tenhas o direito de te converter, mas agora, mesmo quando eu já estava no zenite?". E ela respondeu:
- Conquistaremos o Mundo. Sim, e o Brasiu também. Toda a América Latina, os polos, o negativo e o positivo e até o cordão umbilical que liga Deus a todo o Universo!
Eu estava ainda com o caralho empinado quando de repente ela me olha com aqueles olhinhos de estremecer de pânico (como aquelas tipas que assaltaram o teatro em Moscovo e depois foram devoradas pelas forças especiais russas, recordam-se?), e diz-me:
- Sou simplesmente uma serva de Alá. Já não te pertenço. Faço parte de um grupo numeroso de mulheres que constitue o harém de um tipo que veio para cá e que tem ligações ao Yusuf Islam(1).
- Está bem mas podias mesmo assim abrir as perninhas e conduzir-me ao Paraíso. Pelo menos o vosso parece ser de extraordinária eleição, tal o sorriso que levam para o túmulo os bombistas suicidas. Deve ser coisa para fazer feliz até um subnutrido africano!
- Estás a brincar com coisas demasiado sérias. Desde que aderi ao Islão não tenho mesmo vontade nenhuma de fornicar. Nós preferimos procriar, gerar mais adeptos, aumentar a prole. Só assim conquistaremos o Mundo!
- Não me digas que abraçaste esses caminhos. Foda-se meu, eu é que vou sofrer com o jejum. Estava habituado a ver esse cuzinho virado para mim e os cabelos caídos sobre os ombros. Estava habituado a partilhar-te com os anjos mas não com os demónios. Íamos quase sempre para um Céu qualquer, nunca para baixo, sempre para Cima! Foda-se meu!
- Pois é, mas eu já não sou essa mulher que conheceste. Fui à Mesquita, vi-me no espelho sentada no WC deles, li algumas partes do Corão e decidi-me! O Ocidente está condenado à degradação!
- Oh filha mas tudo o que fazíamos era degradante mas era bom, atingíamos num instante o Nirvana os dois, além disso tivemos três filhos, o que já não é mau mesmo do ponto de vista islâmico, ou não achas? Porra, nós contribuimos, pá!
- Não chega, isso era degradante. Uma mulher segundo o Islão deve entregar-se ao marido com devoção, esconder a cara, partilhar a cama do nosso amo com outras mulheres.
- Já nem pareces a mesma, antes parecias uma puta, fodias com gana e se assim posso dizer como só uma intelectual leviana sabe foder, parecias a Gardiner, a Yourcenar, a Duras, punhas os lábios vermelhos da cona para fora e eu fodia-te até de madrugada. Lembras-te até daquela vez em que convidámos um afro-americano (um tipo de esquerda até), para te foder desalmadamente? E tu parecias ter gostado ou então fingias muito bem. Mas aí sim havia multiculturalismo! Oh filha, onde é que escondeste essas memórias? Que te fizeram ao espírito meu amor?
E após estas palavras pegou num sabre e por pouco não me retirou a cabeça de cima dos ombros. Fui a correr para a zona da Mouraria, e aos gritos foi a custo que me puseram entre ferros, a malta do Yusuf Islam a protestar cá fora "decapitem-no, decapitem-no". E o Louçã e o Rosas, já com o turbante metido na cabeça, eufóricos e fora de si, vociferando "É necessário uma plataforma que una a esquerda, todos os anti-imperialistas, os islâmicos e nós!". Depois disso contudo nunca ninguém mais os viu. Segundo se crê e pela fala, confundiram-nos com repórteres da AP e levaram-nos para uma das caves da Mesquita de Almoçageme.
Notas:
1 - O Yusuf Islam é o antigo cantor Cat Stevens, hoje um fanático islamista que achava óptimo que se assassinasse Salman Rushdie apenas por este ter escrito os "Versículos Satânicos". O Saramago que é todo amigo dos palestinianos fanáticos nunca se pronunciou a favor de Rushdie ou de Theo Van Gogh e pelo contrário acha bem que se ataque os judeus em Israel.
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Terça-feira, Outubro 24, 2006
Ainda os cartoonistas dinamarqueses... (Danish cartoonists one more time...)

Legenda:
"Talvez agora aprendas a ser tolerante e a respeitar as opiniões dos outros".
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Segunda-feira, Outubro 23, 2006
O Islão em Copacabana (Islam in Copacabana)

Em Copacabana é ainda hoje assim. Mas no futuro será assim:

ou assim:

E não esqueçam quem cantava (e canta ainda), o "Peace Train". O nosso antigo amado companheiro Cat Stevens, ou o Gato Stevens como lhe chamamos nós, converteu-se à religião mais reaccionária que o Planeta alguma vez conheceu. Todas são más, obviamente, mas esta... E o "Peace Train", ou seja, o "comboio da paz" conduzido agora por Yusuf Islam (nem mesmo no nome conseguiu manter a imaginação original que tinha), anda por aí carregado de explosivos. A tal ponto que um dia...
NOTA FINAL:
Os brasileiros podem sorrir e pensar "cá está um tipo com a mania das conspirações. O Islão conquistar o Brasil? Mas que bobagem! Meninas de Copacabana ou de Ipanema jamais usarão o véu islâmico!", mas a verdade não se compadece com a ilusão e muito menos com um certo infantilismo com que alguns abordam as questões de ordem política e social. Os chamados "fundamentalistas" islâmicos só precisam de conquistar a Europa e montar em seu lugar a Eurabia, depois disso tratarão do Brasil e de outros países da América Latina. Também eles se converterão pelo medo e pelo terror. Só a América, a Austrália e alguns poucos mais não só resistirão como vencerão os islamistas.
Custa a aceitar mas a seu tempo se verá...
Se fôr brasileiro e tiver alguma dúvida sobre as pretensões da Al Qaeda e das suas organizações pan-islamistas espalhadas por toda a parte do Mundo incluindo Brasil (sim, essa mesma imensa terra que deu à luz espíritos como Clarice Lispector, António Carlos Jobim, Vinicius de Moraes, Dinah Silveira de Queroz, João Cabral de Melo Neto, Jorge Amado, Glauber Rocha e tantos outros), leia este posting do Dystopia, um blog brasileiro anti-islamofascismo.
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A juventude e o lôgro


(militantes do Hamas fazem a saudação nazi)
Quando somos mais jovens recebemos muito bem a propaganda e custa-nos muitas vezes discernir entre a sinceridade e o logro. Ainda há pouco tempo Gunther Grass, escritor alemão famosíssimo, um notável anti-fascista e também ele um fanático anti-americano, veio dizer-nos que quando tinha 17 anos havia aderido ao Partido Nazi.
Não estranhamos. Gunther Grass, tal como muitos jovens de então, receberam a propaganda nazi-fascista como se recebe em geral e bem a propaganda a favor de uma socieade mais igualitária, uma socieade socialista. Do lado russo esse socialismo deu lugar a uma ditadura das mais terríveis (com milhões de mortos nos Gulags). Do lado alemão, o socialismo de Hitler deu lugar à guerra mais terrível que a humanidade sofreu até hoje. Os jovens são egoístas e ao contrário do que se afirma são muito pouco generosos. Talvez seja a natureza a encarregar-se disso mas a verdade é que são por vezes irritantemente egoístas, nomeadamente nos afectos e no respeito pelos mais velhos.
Se os jovens tivessem ouvido as vozes mais experientes (como Stefan Zweig, para dar um exemplo, Hannah Arendt e outros), teriam recuado e provávelmente o nazi-fascismo não resistiria à rebeldia dos jovens. Mas a maioria dos jovens preferiram aderir às juventudes hitlerianas, estavam na moda, faziam arruaças, podiam bater nas pessoas na rua à vontade, a "Laranja Mecânica" já estava em marcha nessa altura.
Por outro lado quem quer conquistar o coração dos jovens dá-lhes benesses, dá-lhes o que eles querem em cada época. Se querem mais co-gastão das universidades, porque não dar-lhes? Se querem pagar menos nas propinas e ir mais vezes às boites porque não dar-lhes o que pedem? Se querem computadores, porque não dar-lhes e por um preço muito mais baixo do que qualquer cidadão tem de pagar? A mamã dá, como dizia um cartaz publicitário há alguns anos atrás. De facto a propaganda da "mãe dá" tem dado resultados esp+antosos. É possível hoje colocar centenas de milhares de jovens a consumir coca-cola, cerveja e outras bebidas "espiritualistas" (todas provenientes de corporações e algumas até americanas), e ao mesmo tempo que as consomem vão protestando contra Bush, contra a guerra no Iraque, contra Israel, contra o Capitalismo, etc.
Os jovens consomem coca-cola e cerveja como consomem a propaganda do islamofascismo e de outros movimentos reaccionários e totalitários promovidos pela "esquerda" local, a esquerda do sistema, a que vive e é subisidada por ele.
Pedir a um jovem que ame o seu pai é um verdadeiro pesadelo. O contrário é possível e dá-lhe gozo, sobretudo quando este lhe pode dar benesses, não apenas guloseimas (como quando éramos meninos) mas popós de último modelo, dinehrio apra comprar a casa, tão novos e já tão gordos, carro, casinha com jardim, internet, tasse!
Pedir a um jovem que use o discernimento, a consciência políticia para perceber que entre tanta informação corrente a maioria é propaganda e sobretudo propaganda para lhe queimar os neurónios, para lhe conquistar a alma, a troco de algumas cervejas, coca-colas, t-shirts do Che, concertos dos U2 e demais cavalaria rusticana ao serviço dos ditadores africanos, pedir a um jovem para usar o discernimento, dizíamos, é pedir que lhe roubemos o tempo que prefere gastar inútilmente com merdices e outras inocuidades. Nos estádios é ver quem enche os ditos. Mas não é o futebol que vão ver, não é sequer isso - vão ver porque lhes dizem para ir ver, porque as televisões lhes enchem os neurónios com o desafio de lá estarem também, de poderem participar nessa enorme festa de bárbaros que por vezes é. Quando chegam cá fora e depois de uma derrota é vê-los pontapear as montras, por vezes tacando-se mutuamente, os cordelinhos agarrados ao pescoço e na mão dos seus mestres bonecreiros, políticos e comentadores sem escrúpulos e que apenas servem donos ainda mais altos.
Bush e Rumsfeld vão mudar de táctica no Iraque e já ouvimos a alguns políticos e "analistas", o regozijo desbragado (Marcelo Rebelo de Sousa, por exemplo), como se tal mudança fosse uma cedência aos ditos, como se Bush e Rumsfeld obedecessem à lógica dos "negociadores". E no entanto nos centros de decisão, ninguém os ouve porque são pequenotes, não têm voz na matéria, como se dizia há alguns anos atrás.
Não tardará muito tempo em que veremos de novo centenas de milhar de jovens abraçados e em manifestação de protesto contra a política americana no Iraque, agora que Bush e Rumsfeld decidiram mudar de táctica(1). E de novo veremos milhares de jovens nascidos e beneficiários do ocidente capitalista(2), ao lado de outras dezenas de milhar de jovens activistas do movimento islamofascista, os primeiros com a t-shirt do Che e outros com t-shirts de Maomé e do Hesbolah e a gritar "Estejam preparados para o novo holocausto!". Se os primeiros se apercebessem de que holocausto estão os segundos a tratar, nem sequer estariam assim tão à vontade ao lado desses potenciais bombistas suicidas. Quando a ordem partir de uma cave algures entre a fronteira do Paquistão com o Afeganistão, dificilmente poderão reflectir no lôgro em que caíram e estão a cair, porque deixarão de ter a cabeça sobre os ombros e nem sequer poderão continuar a gritar contra Bush, Rumsfeld e outros enquanto gozam de todos os privilégios de viverem no Capitalismo que tanto dizem odiar.
P´ra frente, marchar, marchar!
Notas:
1 - Todos os ministros na Europa mudam de táctica frequentemente. Mas quando a Administração Americana muda de téctica é porque está a confirmar como certas as acusações que lhe faziam do lado europeu e "esquerdista". Alguns políticos mais vaidosos chegam ao ponto de insinuar "tal como eu defendia...", isto é, dando a entender que Bush os teria ouvido algures. A realidade é que se muda de táctica frequentemente em conflitos desta natureza, para mais ainda quando estão em causa não só os interesses norte-americanos e ocidentais em geral, como os interesses dos próprios iraquianos que são afinal quem tem mais sofrido com as lutas de facções e principalmetne entre facção da mesma religião - o islamismo. Para sermos francos nunca concordámos com a táctica desenvolvida pela administração norte-americana mas não pelas mesmas razões que os vários grupos sectários defendem, isto é, entendemos desde o início que não se devia justificar a intervenção no Iraque com o propósito de procurar armas mas sim com o propósito de lutar contra o terrorismo apoiado pelo regime de Sadham. Com uma tal táctica era sabido que bastava não encontrar nenhuma arma, (pois as ditas já teriam sido retiradas para a Síria ou para o Irão) para que toda a gente passasse a não acreditar nos propósitos de Bush.
2 - Temos alguma autoridade para falar pois desde os cinco anos que o adminsitrador deste blog foi conviver de perto com a pobreza mais extrema num conhecido asilo da capital portuguesa onde passou cerca de 10 anos, ou seja, a maior aprte da sua infância e juventude. E está tudo dito, ou não?
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A irmandade do Mal (The Brotherwood of Evil)

A foto é de Al Husseini de revista às tropas nazis islâmicas, a Divisão Hanzar, em 1943. Ele que foi mais tarde (1961), Presidente do Congresso Mundial Islâmico. E recorde-se era o herói favorito de Arafat, o tal amigo dos "negociadores" ocidentais (Villepin, Chirac, Mário Soares, Shroeder, apenas para citar alguns já que a lista daria para cobrir a Rua Augusta em Lisboa ou toda a marginal em Copacabana).
Notas:
1- O movimento é dito radical porque alguns políticos não lhe querem chamar por aquilo que de facto é - um movimento com características fascistas e imperialistas, porque temem vir a confrontar-se com ele num futuro próximo. Tal como os "negociadores" Daladier e Chamberlain, que ante a eminência de uma invasão da Europa, preferiam tratar os nazis com a maior complacência, pois precisavam a todo o custo de enganar os respectivos povos em vez de os preparar para aquilo que afinal se seguiu. O grito de "Aux armes citoyens" ficou assim silenciado e quando os franceses se aperceberam já era tarde. Os seus políticos haviam-nos traído.
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Sábado, Outubro 21, 2006
Celebridades de Hollywood contra o fascismo islâmico

Não gostamos absolutamente nada do termo "celebridades". Há de facto actores, actrizes e realizadores míticos, aqueles que não esquecemos nem mesmo à hora de fechar os olhos para sempre. Recordemos entre milhares de outros, Marilyn Monroe, Ava Gardner, Rita Wayworth, Orson Wells, Kirk Douglas, Joseph Cotten, Robert Michium, Burt Lancaster, Jean Gabin, Simone Signoret, Alain Delon, Jacques Tati, Janet Leigh, Greta Garbo, Nikolai Tcherkassov, Tony Curtis, Jack Lemmon, Marlene Dietrich, Steve Mc Queen, Paul Newman, Walter Matthau, James Dean, James Stewart, Hitchcock, John Ford, Manckiewicks, Billy Wilder, Rory Calhoun, Shirley MacLaine, Stella Stevens, Catherine Deneuve, Bunuel, Dziga Vertov, Robert Redford, Jennifer Jason Leigh, Meryl Streep, Laura Linney, Tim Burton, Vincent Price, Bela Lugosi, Peter Cushing, Christopher Lee.
Entre estes será possível notar aqueles que nunca estiveram com o sistema, sempre foram contra o "sistema". Orson Wells foi um deles e foi até largamente prejudicado por esse facto. Nós guardamo-lo na nossa memória por esse facto. Não recordaremos António Pedro de Vasconcelos nem muito menos os seus comentários "futebolísticos" nas rubricas a que é convidado na tv. A ele preferimos sempre recordar os esquecidos realizadores portugueses antes do Prec. Não porque sejamos nostaligstas mas porque se trata de um melhor cinema. Vasco Santana ou António Silva não são propriamente os jovens gatos (?) "fedorentos", cujo fedor é até bastante suportável pelos vários sistemas, vejam-se as empresas de publicidade que neles investem.
Mas o que nos traz aqui a falar de "celebridades" é outra questão. É que há celebridades do mundo do cinema que não estão contra o terrorismo. Nós vêmo-las quase diáriamente nos filmes a interpretarem personagens que lutam contra o sistema, personagens que denunciam situações de injustiça, de desigualdade, de falta de liberdade. Depois concluímos com alguma trizteza de que estavam simplesmente a representar. E representar dá para tudo. Dá para os anúncios do dodot e para mar e mar há ir e voltar. E quando conduzem carros a alta velocidade é vê-los a representar. É como o Bono, nota-se-lhe nele mais confiança no futuro, já deixou de ser o garoto desconfiado com a sua própria voz e virou um magnata que oferece ajuda às Nações Unidas, imagione-se, para combater a fome em África. E não faz por menos! A África cuja fome vem dos ditadores que alberga (só o Eduardinho dos Santos tem uma fortuna avaliada em milhões de dólares!), espera as ajudas do Bono & Ca. (o Clinton também lá esteve) para ver se recupera.
Dizíamos pois que o representar é só a fingir par alguns. A um tipo como o Joaquim de Almeida não é de esperar que se ponha a aprofundar um pouco o que se passa no mundo e o que significa a ameaça do fascismo islâmico. Mas com Tim robbins, Sean Penn, Susan Sarandon e outros (ocidentalíssimos até na côr da pele), esperar-se-oa que fossem mais ao fundo das questões e que vissem para lá das aparências, como por vezes encarnam nos personagens que lhes dão para "representar". E se vissem para lá das mesmas, nãso se punham com tretas a ouvir a meia conversa dos "conspiradores" primários que vêem interesses petrolíferos na carteira do Rumsfeld ou do Cheney mas não vêem interesses editoriais na carteira do Bono & Ca., só porque estes parecem estar do lado dos "pretinhos". E se vissem apra lá das aparências, veriam uma coisa muito simples: quando se foge de um tirano é para os EUa que se vai. Quando se fugiu ao III Reich não se fugiu para o Japão ou para Itália, fugiu-se para os EUa. Quando intelecvtuais e artistas como Hannah Arendt, Max Ernst, André Breton e outros tiveram de fugir à fúria nazi-fascista não foram para Portugal onde dominva outra ditadura, foram para os EUA! Só os fascistas rumaram ao Brasil, ao Paraguai, à ARgentina.
Porque motivo então Tim robbins, San Penn, Susan Sarandon e outros se viram contra o seu próprio governo e país em vez de os apoiarem? A resposta é muito simples: com as verbas colossais que auferem por cada filme (e quanto mais "conspoirativo" fôr mais rende, hoje é assim!), sentem um despropositado complexo de culpa e desatam a mandar dinheiro para os militares e outros corruptos sudaneses ou ruandeses que governem os seus países a ferro e fogo (sempre claro, através das organizações humanitárias", para ver se ficam na história como mecenas! Ninguém se preocupa com o dinheiro que um mecenas ganha desalmadamente, desde que ele faça como a mãe - dê! E tal como a mãe dá, ele também faz um esforço e dá. Assim dão todos, uns à Unicef, outros à Cruz Vermelha, outras à Caritas, e quando há um conflito que pôe o Mundo à beira de um ataque de nervos (e com a Coreia do Norte vai ser assim também), desatam a dar dinheiro! E assim com tanta beneficiência esperam que o seu "esquerdismo" passe incólume e não colida com nenhum crítico mais atento. Esquerda e dinheiro ganho à fatazana, por vezes com filmes de caca, ficam assim conciliáveis, como se, e parafraseando Proudhon "toda a propriedade não fosse um roubo"!.
Mas há contudo celebridades que, mesmo sabendo que esse acto de coragem não lhes faz aumentar as cotações e pelo contrário os diminue perante a comunidade kharmística (os tais como Richard Gere e Shirley MacLaine) e perante os da Black Powqer Generation como Danny glover ou Harry Belafonte (se fosse a White Power, o que é que lhes chamavam?), ousam enfrentar o pensamento e a atitude politicamente correctas que entendem que ser democrata ou ser de esquerda é estar ao lado do fascistas islâmicos, é ser concliador com os prpósitos destes, é aprar a guerra para fazer a paz com o inimigo, coisa nunca vista a não ser nos filmes quando uns erminam aos traques para o outro lado da fronteira e toda a gente fica a saber que a guerra afinal acabou.
O manifesto que vemos abaixo, assinado por gente de coragem (entre os quais Nicole Kidman, Bruce Wills, Dennis Hopper e muitos outros), e que não trai os fundamentos do país que lhes deu a ganhar o estatuto social, cultural e económico que possuem, foi censurado pela maior parte dos media de "inspiração democrática" (CNN, Washington Post e outros), controlados pela "esquerda" e pelos apaziguadores americanos.
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Sexta-feira, Outubro 20, 2006
Comentário no Brussels Journal (A comment on the Brussels Journal)

(Sim, já estamos a preparar-nos!)(1)
Há cerca de 20 minutos escrevemos no Brussels Journal o seguinte comentário intitulado "A emigração islâmica é apenas um buraco no nosso bolso". Dado que o mesmo se encontra em inglês, decidimos traduzi-lo para português e publicá-lo aqui no blog. Ei-lo pois:
"Mais problemático do que a emigração islâmica per se é o facto das organizações islamistas e dos seus líderes estarem básicamente a promover a emigração de activistas islâmicos e não de simples emigrantes, pessoas que sendo islâmicas ou não, têm apenas por objectivo o de viverem num país democrático e com melhores condições de vida. Não estará longe de nós o tempo em que os tais líderes farão "emigrar" também bombistas suicidas aos milhares e é provávelmente o que já estão a fazer agora.
Diferente e até contráriamente aos fascistas germânicos, os islamofascistas são tácticamente mais eficientes - primeiramente colocam centenas senão mesmo milhares de activistas na Europa e por todas as partes do Mundo; segundo, procurarão provocar múltiplas e massivas demonstrações de desordem e caos tal como já o fizeram nos arredores de Paris; por último, e quando os chefes islâmicos decidirem abrir uma larga frente de guerra contra os países europeus (possívelmente sob a chantagem de um ataque nuclear por parte do Irão), os seus activistas (então mais bem colocados que os invasores nazis na II Guerra Mundial), ajudarão a tomar os centros nevrálgicos do poder, através da força. Simples como isto.
A islamofobia (ou seja o receio real que de facto alguns já começam a ter pela invasão islamofascista), não é o melhor sinal para o perigo que de facto enfrentamos - precisamos sobretudo de resistência e coragem para lutar firmemente contra a invasão desses novos bárbaros onde quer que eles ameacem as nossas vidas.
Tal como os russos e os americanos fizeram contra os nazis."
Nota:
1- A senhora da foto no topo deste "posting" diz-nos o que devemos nós ocidentais fazer (e isto porque nascemos aqui, teria sido certamente por infelicidade nossa), perante a fúria dela e dos outros que a acompanham nas ruas sem que nenhuma autoridade democrática a detenha por incitamento ao ódio racista e xenófobo e ameaça à própria segurança dos cidadãos europeus. Diz-nos ela para estarmos preparados para o Holocausto, o autêntico. E quem nos avisa nosso amigo é, ao contrário do que sucede com alguns políticos "negociadores" do lado ocidental que teimam em recomendar-nos a "negociação" e a "paz" com estes criminosos. É verdade, já o sabemos há vários anos, que esta gente prepara um holocausto ainda mais mortal do que o outro, o dos seus aliados nazis (a extrema-direita fascista anda eufórica porque afinal o primeiro não houve, segundo o presidente iraniano e um mais autêntico irá finalmente ser feito). Mas também é verdade que nós já estamos preparados há muito tempo. Não foi esta senhora que nos avisou, foram os políticos burgueses, os tecnocratas pequeno-burgueses e novos-ricos que começaram a trazer essas hordas de terroristas e bombistas, com o argumento do multiculturalismo e do respeito pelas minorias étnicas, as suas tradições, etc. São esses políticos que nos preparam para um novo holocausto, não os islamistas pois esses serão derrotados em toda a linha, tal como sucedeu no Líbano com o Hesbolah. O nosso holocausto futuro, se não o conseguirmos evitar, dever-se-a pois às hesitações e zig-zagues desses políticos que não conseguem vislumbrar o inimigo onde ele já está vai para décadas.
Ler também aqui o comentário no Brussels Journal.
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Quinta-feira, Outubro 19, 2006
Recomenda-se
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Quarta-feira, Outubro 18, 2006
Sarandon foi viver para a Somália

Susan Sarandon, conhecida actriz americana e uma adversária das políticas seguidas pela actual administração americana, foi viver para a Somália, um país onde os islamistas tomaram recentemente o poder. Sarandon cujo poder mediático lhe veio do facto de ser uma actriz americana e não por ter crescido num qualquer país africano e muito menos na Somália (as nossas desculpas para os somalis), tomou assim o caminho seguido já por outras celebridades igualmente descontentes com a política de Bush, Rumsfeld e outros. Tim Robbins, o seu marido e também um activista contra a actual política americana resolveu ficar para realizar novos filmes, sempre com produções norte-americanas, isto é, patrocinadas por norte-americanos e não por somalis ou sudaneses.
Norman Mailer, cuja obra foi reconhecida principalmente no Ocidente e cujos ganhos financeiros foram alcançados nos EUA e não em qualquer país africano ou em qualquer país inimigo dos norte-americanos, conhecido também pelas suas posições esquerdistas e anti-conservadoras, foi viver para a região do Sael (perto da Mauritânia), onde o movimento radical islamista tem vindo a aumentar a sua influência e recentemente aderiu ao grupo de Bin Laden.
Enquanto isso, Shirley MacLaine, Richard Gere e Courtney Love foram viver para uma pequena quinta no Paquistão onde tentam influenciar os rebeldes da Al Qaeda, próximo da fronteira com o Afeganistão, a usar um karma novo e muito mais favorável à paz. Não se crê porém que alcancem os seus objectivos tal a determinação dos habituais fiéis da Al Qaeda em usar a violência contra os infiéis, inclusive contra os próprios actores se estes persistirem em ficar muito tempo naquela região. Segundo os últimos relatos e apesar da especulação dos media em torno desta súbita decisão dos citados artistas, vivem apenas dos recursos financeiros ganhos com os filmes que fizeram e produziram nos EUA, não em qualquer paós africano ou islâmico. O que, diga-se, não é viver segundo o modelo islamista, despojando-se de todos os bens e entregando-se à bondade igualitária de Alá...
Alá é realmente grande e nele parece caber tudo. Até uma certa "esquerda" americana cujos fundos todos reunidos dariam para subsidiar os movimentos africanos que lutam para derrubar os ditadores dos seus países. O que já seria um enorme passo para combater a fome nos ditos...
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Segunda-feira, Outubro 16, 2006
Esta rapariga é racista? Porquê?

Codie Stott, uma jovem estudante inglesa de Harrop Fold High School, Salford (Inglaterra) foi detida e interrogada com a acusação de racismo por ter reclamado contra um grupo de emigrantes pelo facto de estes estarem a falar na sala de aula, em urdu e não em inglês.
Segundo o "Daily Mail" na sua edição de 13 October 2006, a família de Codie teria referido que a jovem estudante inglesa fora forçada a passar três horas e meia numa cela da polícia depois de ter sido denunciada pelos seus próprios professores.
Enquanto isto se passa com uma jovem inglesa de 14 anos que é presa apenas pelo facto de ter solicitado a mudança para outro grupo escolar por não entender a lingua utilizada por alguns estudantes, a Polícia Metropolitana de Londres não tomou qualquer atitutde contra o islamista Anjem Choudary, que alegadamente teria dito numa entrevista televisiva a propósito da imagem do Papa com uma corda pendente sobre a cabeça, que qualquer pessoa que insultasse a fé islâmica ficaria sujeita à pena capital.
Há já situações em plena Europa e na "democracia" inglesa em particular onde se acaba preso por se reclamar contra o facto dos emigrantes não falarem a lingua local (o que é elementar se se pretende de facto obter os benefícios de se estar num país com direitos e garantias diferentes do nosso, ou não é verdade?), mas se se disser que todo aquele que insulta o Islamismo (e referindo-se nomeadamente ao Papa Bento XVI), deve ser assassinado, tudo bem, é compreensível e nada de mal lhe acontece, prender um islamista notório, nem pensar!
Ver informação integral no Brussels Journal.
Podemos tomar como injustos os comentários contra um grupo de jovens que não fala a nossa língua e contudo ocupa a mesma sala de aula que nós. Mas acusar a jovem de racismo e detê-la? Então a nossa liberdade de expressão termina quando as pessoas que criticamos são islâmicas, hindus, judias ou católicas? Quando nos pronunciamos críticamente sobre alguém que não tem a nossa côr de pele ou não fala a nossa lingua, isso justifica que sejamos acusados de racismo?
Imagine o leitor se um dos seus filhos se queixar que um negro o anda sempre a esmurrar e a insultar e que teria reclamado ao professor não se sentir bem na mesma sala que ele, o que sucederia se visse o seu filho ser preso e acusado de racismo por ter feito algum comentário contra o estudante negro? Quando alguém de raça branca nos bate ou ofende, que fazemos nós, acusamo-lo de racista? Porque razão somos racistas se a queixa é contra um negro ou um islâmico mas temos que ser tolerantes se fôr o negro ou o islâmico a ameaçar-nos de morte ou a ofender-nos em relação às nossas convicções?
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A canção do "barco das bananas" (Banana boat song)

Admiramos muito Harry Belafonte e se pudéssemos comparar as referidas personalidades diríamos que Bush e Harry Belafonte andam em naves e estrelas diferentes, são um total antagonismo celeste. A cauda de um queima a face do outro e vice-versa.
Mas porque é que sendo tão apreciadores de Belafonte não somos assim contra Bush?
Em primeiro lugar porque, tal como Belafonte não somos racistas, isto é, não discriminamos as pessoas por serem ciganas, texanas ou naturais de Xabregas ou da Pontinha. Mas enquanto Belafonte nos canta canções que fazem calar o coração, a sua melodia "ideológica" e política ofusca os problemas reais que se passam actualmente no Mundo. E porquê, sendo a sua música tão perfeita?
Belafone foi sempre um notável resistente contra a apropriação pelo Estado e as instituições americanas dos direitos que pertencem a cada cidadão e às minorias étnicas em geral. Belafonte é um enorme artista. Bush ou Rumsfeld são pigmeus perante a sua grandeza estelar.
Mas o que se passa actualmente nada tem a ver com a arte ou com a cultura. Não é preciso ter qualquer genialidade para se perceber que são horizontes diferentes os que orientam Belafonte e George Bush. Um tem a responsabilidade, cinismos à parte, de dar ao leme no "barco das bananas" e cantar belas canções e o outro tem a particular e muito difícil responsabilidade de guiar um país, mesmo que uma extensíssima corrente de opinião esteja inteiramente contra as suas políticas (como acontece aliás com Sócrates em Portugal e muitos outros primeiro-ministros de países europeus que contudo estão contra Bush e preferiam vê-lo substituído por alguém políticamente mais "correcto", de preferência um político mais mole, alguém que não fosse texano). São responsabilidades e empenhamentos completamente diferentes. Quem está mais ligado às artes ou à filosofia tende a ver o mundo como uma espécie de laboratório ou atelier, o cientista ou o artista (como nos expôe Polanski no filme "Fearless vampire killers"), têm a habitual inclinação (por vezes caindo na vertical), para a desatenção e a indiferença (para não dizer algo mais ofensivo) e por vezes estas fazem o Mundo recuar décadas ou mesmo séculos. Bush e Rumsfeld, mesmo errando, não têm sob o seu comando o "barco das bananas"(1), por muito que este nos comova mais do que os bombardeiros e os porta-aviões que Bush e Rumsfeld têm de usar para nos salvar a pele.
Se o "barco das bananas" chegasse a entrar na Casa Branca (levando com ele o fantasma de Malcom X e muitos outros do Black Power), certamente que teríamos as cidades americanas inundadas de emigrantes ilegais (na sua maioria activistas-emigrantes(2) e indivíduos sem escrúpulos que fariam da barbárie a sua marca de água, o seu carimbo. E o mais grave é que não deixariam de o utilizar em nós, por também termos uma côr diferente, a branca, caucasiana. Seria curioso ter de passar em certas cidades, com os postos fronteiriços dominados (como em "Mad Max" e curiosamente também aqui é Mel Gibson a encorpar o protagonista), por criminosos e "marginais" de cortar à faca. Usando a deles em nós.
Harry Belafonte canta melhor no barco das bananas mas com ele ou Danny Glover, Samuel Jackson, Hilary Clinton, Al Gore e outros, o mundo ficaria à mercê desses patifórios que fariam da nossa vida quotidiana um inferno bem pior do que aquele que os nazis pretendiam edificar.
O "pacifismo" de certas "celebridades" das artes cinematográficas conduzir-nos-ia à pior das guerras, porque a seu mando o Mundo ficaria exposto à desfiguração total.
Notas:
1-Muitos tenderão a ver nesta expressão uma alusão rácica ou racista. É algo que qualquer políticamente correcto que se prezem não deixaria passar em claro. Mas nós dizemo-lo sem tibiezas: por exemplo quando um negro (ou afro-americano se se preferir), cria movimentos, grupos, associações ou clubes de negros ("The Black Power" e outros), ninguém se espanta, toda a gente está de acordo. Mas se um branco cria um clube só para brancos, os "ursos brancos" por exemplo, todo o mundo lhe cae em cima acusando-o de imediato de racista. Curiosamente até um certo cinema feito por brancos (policiais) se chamou de "cinema negro", o que nunca veio a suceder com qualquer género de filmes feitos por negros (Spike Lee) onde em muitos casos poucos actores brancos eram convidados a participar.
2 - O problema, toda a gente sabe isso perfeitamente, não são os emigrantes. Quem teme os emigrantes são os nacionalistas ortodoxos, os xenófobos e outros reaccionários. O problema da emigração em massa, na Europa ou nos EUA é que a maioria esmagadora dos que actualmente emigram são mandados pelos seus chefes islâmicos ou por gente ligada ao crime organizado ou ainda por organizações de extrema-"esquerda" (os tais que usam muito ao peito a iconografia de Che agora também muito em voga nos EUA sobretudo porque está morto e pode ser farta e abusivamente utilizado pelo comércio de merchandizing).
E é esta emigração de activistas políticos que deve preocupar, não apenas os responsáveis políticos americanos e europeus mas toda a sociedade. Os EUA são um país natural de emigração, tal como a França, a Alemanha e muitos outros. O fenómeno actual de invasão em massa em especial de emigrantes islâmicos, através da Espanha e mais tarde através da Turquia (logo que esta seja parte da UE), não é um fenómeno pacífico e tão pouco tem a ver com a pobreza e a fome que se vivem em muitos dos países de onde vêm, pois estes flagelos já existem há décadas, muito antes de ter nascido o Bono e toda a companhia "humanitarista" que tem visto subir as suas finanças à custa da propaganda em torno dos "problemas" em África, grande parte deles causado pela corrupção e despotismo dos regimes que vigoram nesses países.
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Esquerda! Direita,! Volver! Marche!

(Faouzia Hariche, a nova presidente de câmara de Bruxelas)(ver nota 1)

(a Festa do Sacrifício, Eid-al-Adha, Bruxelas, 10/1/2006)
O combate a este novo formato de fascismo que se chama islamofascismo ou fascismo islâmico, os conceitos de direita e esquerda de nada valem se aplicados como uma espécie de "filosofia" política maniqueísta que separa de um lado os de direita (e apenas os que são contra este perigo real), e os da esquerda (que aparentemente são a favor porque "há países islâmicos pobres e oprimidos, porque a Administração Bush não merece qualquer crédito", etc. etc.).
Porém esta separação, este pretenso antagonismo de blocos, nada ajuda a resolver o sério problema do terrorismo islamista, o qual afectará toda a humanidade em geral e os próprios árabes, islâmicos ou não, em particular.
À esquerda e à direita (e nas linhas médias e no centro, diga-se, para usar uma linguagem futebolística), existem cidadãos preocupados com o "fenómeno" do islamismo radical (pelo menos é assim que alguns o denominam ainda), e outros que até o justificam ou mesmo defendem (casos de Mário Soares, Freitas do Amaral, Michael Moore e outros). Nos extremos estão os que defendem o terrorismo como arma (seja ele de Estado, seja ele de grupos pretensamente iluminados e que resolvem os problemas à força de explosivos, manipulando crianças e jovens, matando civis, inocentes ou não). Mas este tipo de terrorismo já é praticado pela ETA e por outros grupos "iluminados" do lado ocidental, se assim lhe quisermos chamar. Não é surpresa nenhuma e os grupos islâmicos só tiveram de lhes perguntar onde estavam os velhos manuais que esses grupos utilizaram em tempos. E tal como o poder central espanhol (Madrid e toda a Espanha castelhana), não conseguiu derrotar a ETA (porque os grupos que têm apoio popular e gozam de alguma protecção por parte da população, como sucede também com o Hesbolah, são muito difíceis de eliminar na sua totalidade - o Monstro reproduz-se pelo ódio e o terror que inspira e por isso é mais fácil de alastrar), também o terrorismo islamista, o islamofascismo não será derrotado fácilmente e muito menos quando goza já de um sólido suporte do lado ocidental, senão em apoio logístico (e ainda assim talvez não lhe falte algum!) mas sobretudo em apoio mediático (claramente), social e até popular diríamos mesmo (ver nota 2).
O fascismo islâmico por outro lado é tentacular, não é um grupo isolado (como a ETa, o IRA, as Brigadas Vermelhas, etc). Pelo contrário é um polvo (com ofensa para o dito entenda-se, já que este último se trata de um animal inteligente, segundo dizem os que o observam de perto e com algum desvelo), com milhares de ramificações, milhares de túneis alguns dos quais humanos. Mesmo que se lhe corte um tentáculo, outro o substitue. Porque, tal como nas histórias de Lovecraft, este monstro actua na subterraneidade do Mundo. Não é visível, como os monstros mais fáceis de abater (por exemplo na literatura de cordel, os monstros morrem com simples disparos de pistola, o sangue, geralmente verde, esguicha e chega a salpicar a roupa dos principais protagonistas, uma nojeira total!). Este monstro é diferente e muito mais perigoso.
Se tomarmos o fascismo nesse sentido, o de algo que vai consumindo as pessoas, retirando-lhes discernimento, quebrando-lhes as resistências, dominando-lhes a vontade, acobardando-as, certamente que será mais fácil liquidá-lo. Porque o fascismo, e qualquer que ele seja, precisa "como pão para a boca" do obscurantismo, precisa da ignorância e da distracção e sobretudo de uma grande dose de ingenuidade, daquela por exemplo que orienta muitos "pacifistas" de hoje (como orientava os "pacifistas" de ontem, quando defendiam que os mísseis da Nato deviam ficar fora da Europa mas não falavam dos mísseis da URSS apontados à mesma Europa!). Ainda não há muito tempo Richard Gere, Shirley Mc Laine e outros actores (que até apreciamos muito, diga-se), defendiam que a questão do Iraque se podia resolver com amor e compaixão, com um karma diferente, por uma atitude nova face aos inimigos. Richard Gere ia mais longe defendendo a ideia de que podíamos mesmo tratar os terroristas como membros da nossa família que tivessem um sério problema de saúde, devendo pois ser tratados com o tal amor e compaixão. Richard Gere, naturalmente "a leste" do que realmente significa esta nova forma de totalitarismo (e com alguma razão pois não é nada fácil entender tudo o que se passa no Mundo actual), confunde de uma maneira simplista, familiares nossos com graves problemas de saúde e que precisam obviamente da nossa ajuda, com indivíduos que metem bombas agarradas à cintura de crianças e mandam-nas explodir em cafés onde estão outras crianças como elas, por vezes árabes e até islâmicas também. Richard Gere devia passar algum tempo em Haifa ou numa outra cidade ou vila perto da fronteira com os territórios ocupados pela Autoridade Palestiniana e aí sim poderia fácilmente colocar em prática a sua visão piedosa e karmística sobre os terroristas. Se fosse viver para a Arábia Saudita ou para o Qatar, o mais certo seria ser raptado por um grupo islâmico que lhe retiraria com a maior das piedades corânicas a cabeça de cima dos ombros, deixando-nos a nós que gostamos dele como actor, completamente desamparados e em estado de choque. Mesmo que ele não goste da intervenção americana no Iraque (e aliada, entenda-se ou então a ONU é só fachada!), os fascistas islâmicos não lhe perdoariam o facto de ser ocidental ou até mesmo branco. Estão-se nas tintas para o karma do Gere, o que lhes importa é matar aquilo que consideram ser "infiéis". E tipos como o Gere, seja como fôr, não são deles!
Voltando ao tema de abertura deste artigo, os conceitos de esquerda e direita não servem para explicar absolutamente nada do que se está a passar. Todos sabemos (aqueles que querem saber obviamente), que o "fenómeno" do islamofascismo não é de ordem religosa (e daí o receio dos chamados moderados intervirem criticando-o), mas sim de ordem ideológica e sobretudo política. O fascismo islâmico quer conquistar o Ocidente servindo-se naturalmente da religião (como os reaccionários e tiranos ocidentais se serviram do Catolicismo para impôr a Inquisição e outras formas de perseguição política), mas os seus objectivos são políticos. Os tiranos da Al Qaeda e os seus sequazes espalhados pelos cinco continentes (e de que forma tão súbita, assinale-se), pouco se importam com a religião islâmica ou com o Corão. O que pretendem está a anos-luz dos princípios islâmicos (ainda que o Corao, tal como a Bíblia esteja inundado por referências belicistas), e significa apenas a emergência da tomada do poder político nos vários países ocidentais, numa primeira fase para obrigarem a algumas restrições ao nosso próprio modelo de vida, forma de estar, etc. e numa sgunda fase para impôrem a Charia, a lei islâmica como instrumento de domínio sobre as pessoas. A lei islâmica serve assim às "mil maravilhas" para impôr o estado totalitário, tal como o Mein Kampft serviu para implantar o estado nazi e procurar estendê-lo a todo o Mundo. O pan-islamismo tem neste e noutros pontos um enorme paralelismo com o pan-germanismo. Mas aquilo que Hitler não conseguiu (mas esteve por pouco graças aos tais "negociadores"), os islamofascistas poderão consegui-lo e de uma forma mais hábil, ainda que mais monstruosa - ocupando as cidades, as vilas e as aldeias do Ocidente, atravessando o Norte de África e mais tarde atravessando a Turquia, reproduzindo-se aí (sim, queremos dizer fornicando e dando "à luz"), a uma escala sem precedentes, elegendo-se como autarcas e mais tarde como presidentes de câmara, os islamo-fascistas hoje em minoria, vão tornando-se maioria e alcançando assim as cadeiras do poder burguês e capitalista. As constituições são alteráveis por maioria de dois terços, quase sempre é assim na Europa. O que significa uma coisa muito simples: dentro de alguns anos (e essa ascenção já começou, vejam-se as fotos acima) ou mesmo décadas, o poder islâmico em quase toda a Europa, será uma terrível realidade. Não tenhamos sobre isso a mais pequena dúvida.
Países como Portugal poderão ainda "resistir" durante algum tempo a essa islamização mas sobretudo porque estão mais longe e interessam pouco. É como na metereologia da Sky News, parecemos sempre uma província espanhola! Mas com o poder islamista instalado então em Marrocos, será também uma questão de tempo.
Neste quadro (só a muito custo considerado futurista), o que nos interessa a nós que a esquerda ou a direita tenham tido razão neste ou naquele ponto se estamos todos sob o poder da Charia? O que nos interessa a nós saber que os "pacifistas" e os "negociadores" não tinham razão e o que importava afinal era ter lutado de armas na mão, se ao fim e ao cabo todos nós e eles também vamos viver sob a pior das ditaduras alguma vez vista?
Notas:
1- O sorriso simpatíquissimo de Faouzia Hariche não nos deve levar a equivocar-nos sobre o processo de islamização que está em marcha em Bruxelas, com a própria cumplicidade e apoio claro e objectivo do Partido Socialista local. A imagem mais abaixo mostra-nos uma demonstração do que é já a aplicação ao "vivo" da tradição islâmica. A Festa do Sacrifício, (Eid-al-Adha), impõe a morte sem qualquer anestesia, de cerca de 20.000 carneiros. Esta "festa" tradicional islâmica não foi realizada no Iraque ou no Irão, foi realizada em pleno coração da Europa, mais concretamente em Bruxelas, onde Faouzia reina como o apoio dos socialistas belgas, como se estivesse já na capital de um califado da Eurabia.
2 - Mas este apoio popular também não faltou a Hitler, a Estaline, a Franco, a Salazar e também não falta a Chavez e a outros populistas, da esquerda ou da direita.
Mesmo nos EUA a perseguição fascista de McCarthy a tudo quanto lhe parecia ser comunista só foi possível graças a algum suporte popular. Houve mesmo cineastas que denunciaram alguns companheiros como sendo membros do PCA. Lá apoio popular nunca falta aos ditadores, o problema é saber como derrotar os tiranos mesmo quando estes gozam de um vasto apoio popular (nem sempre muito sólido é verdade mas ainda assim é onde os regimes totalitários se apoiam). Alguns golpes de estado (ou de estalo?) conseguiram resolver o problema e contudo não conduziram a ditaduras. Veja-se o que sucedeu a 25 de Abril de 1974. Ainda meses atrás os tiranos (então mais pequenos do que antes de 69), conseguiam encher o Terreiro de Paço com centenas de milhares de pessoas!
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Quarta-feira, Outubro 11, 2006
O fascismo islâmico e o medo


(É de Ricardos assim que precisamos, preferencialmente mais do que dois!)
O fascismo, qualquer que seja a sua proveniência e teorética religiosa ou ideológica, actua pelo medo (já falámos disso num "posting" anterior). O fascismo combate-se pois agindo contra o medo. No regime anterior (de Salazar sobretudo), nós portugueses combatíamos em primeiro lugar vencendo os medos que tínhamos - nalguns casos cedíamos perante o medo. O que era o medo durante o fascismo de Salazar? Era o medo de sermos apanhados na rua quando acorríamos às manifestações do 5 de Outubro no Alto de S. João (quem se recorda dos anos de carga policial enquanto outros em Paris e em Argel andavam por lá exilados, o exílio é bastante mau mas não é o mesmo que levar pancada nas ruas em Lisboa!), era o medo de sermos apanhados quando ouvíamos a Rádio Moscovo ou a Rádio Voz da Liberdade de Argel (apesar de tudo ajudaram pouco estas duas já que a libertação ocorreu depois a partir de um grupo bravíssimo de capitães e soldados), era o medo de reunirmos nos cafés e vir um filho da puta de cinzento interromper-nos a "liturgia" conspirativa, era o medo até de fazermos uma exposição de qualquer coisinha e esta ser proibida. O medo é pois um dos instrumentos da propaganda dos fascismos.
O fascismo islâmico segue exactamente a mesma cartilha, o mesmo manual. Corta-se a cabeça de um refém e a Aljazeera encarrega-se de passar as imagens. Depois fornece o material à Sky News e à CNN que retiram de cena o momento do golpe fatal mas não deixam de passar e a mensagem segue assim o destino desejado pela Al Qaeda e os seus bandidos disfarçados de guerrileros, direitinha aos nossos espíritos já apavorados com as explosões de Nova York, do Quénia, de Madrid e de Londres. E o medo corre de país em país, de cidade em cidade, de casa em casa. É como nos filmes de terror, os melhores. O director mantêm-nos nesse clima (como Kubrick em "Shining"), e vai jogando conosco, com as nossas dúvidas e incertezas, com os nossos fantasmas. Mas nos filmes sabemos que o medo é ficção. Mas o Mal sentimo-lo e vai penetrando nas nossas veias. De repente damo-nos conta de que somos impotentes, pomo-nos então a justificar o medo, a falar em negociar com os que nos metem medo, os que nos perseguem. E em vez de os abatermos como a um cão raivoso (como fez o menino que tinha o tal brilho, ainda no "Shining", onde haveria de ser?), damos conosco a querer pactuar, a querer negociar com os que nos ameaçam. Nem sequer estamos com o sabre ainda a ameaçar-nos o pescoço, não temos nenhum fanático a ameaçar atirar sobre nós (seria legítimo negociar com o patifório nessas condições mas apenas para o abater de seguida, entenda-se!), e contudo já corremos a querer negociar. E o que queremos negociar sob o medo? O que nos espera numa negociação como essa? A Al Qaeda não é propriamente a Mafia siciliana. Os mafiosos adoram a mamma. Matam se lhes tocam na família. Os fascistas islâmicos nem sequer têm qualquer semelhança com os seus homólogos nazis ou com os falangistas espanhóis, matam por prazer, matam porque a seguir vão para o Paraíso! Se perguntassem a um oficial da Gestapo para onde é que iria se atirássemos sobre ele, não responderia certamente que o Paraíso o esperava, que a partida para Valhalla seria rodeada de jovens virgens e anjos wagnerianos de estandartes em punho. Procuraria e legítimamente adiar a dita se lhe perdoássemos o dolo de disparar sobre os judeus enquanto trincava um salsichão bavariano. Os fanáticos muçulmanos (que estariam hospiciados não fosse a tendência de uma certa psicologia aplicadíssima de libertar os loucos e mandá-los para a rua), procedem diferentemente. A morte para eles é uma passagem libertadora, uma espécie de túnel para alcançarem o seu Nirvana (que não sendo o nosso passa também a ser quando explodem conosco. É como se a Morte lhes dissesse "vem comigo mas traz um amigo também". Quando explodem é por prazer, numa espécie de orgasmo espiritual que os psicopatas também vivem quando matam uma criança, apertando-a entre as mãos. Se o tipo da Gestapo não nos perdoa se tirarmos o dedo do gatilho, o fascista islâmico pouco se importa que tenhamos o dedo no gatilho ou não, explode-se e mata-nos enquanto o diabo esfrega um olho. E se não é ele é o filho dele com 8 anos apenas!. O fascista islâmico (que já o era nos tempos de Hitler mas a coisa ficou suspensa até há alguns anos!), é pois um tipo de fascista diferente, nunca visto até hoje. Não se imagina sequer o que ainda teremos de ver.
As mentalidades dominantes mas também as nossas mal conhecem como eliminar esta besta. Os hospícios têm regras muito mais liberais, nós é que aturamos os doidos quando estes vêm cá para fora abrir a braguilha quando os nossos filhos passam na rua. Os hospícios já não servem pois e hospedá-los lá daria o mesmo, rebentariam com as enfermarias todas, os médicos e enfermeiras ia tudo pelos ares! As prisões também não servem. A maioria da população, a tal opinião pública que um Orson Wells desafiou a perceber o que era o medo, não quer ver os fascistas islâmicos de correntes nos pés. Não se importa que o negro inocente as tenha em St. Quentin apenas por fazer jogging numa noite em que uma patrulha policial resolveu parar para o chatear e depois prender quando o mesmo reagiu violentamente. Mas importa-se e muito que os islamo-fascistas tenham correntes nos pés. É terrível ver isso na televisão. Os outros não se vêem, estão em St. Quentin e têm correntes nos pés mas não se vêem na televisão.
Os fascistas islâmicos são bombas ambulantes, ao contrário de outros fascistas no passado. Pinochet não mandava os seus soldados explodirem quando passava um grupo de supostos comunistas, prendia-os, assassinava-os nas prisões mas não mandava pôr bombas em escolas, em infantários! O fascismo islâmico é o pior dos fascismos porque o mais brutal e o mais inhumano. Não se consegue negociar com monstros, talvez estes fascistas tivessem sido crianças em tempos, talvez mesmo em jovens ainda fossem humanos, mas hoje tornaram-se monstros, uma espécie de tumores malignos que erradiam por todo o nosso corpo e que nos ameaçam a existência, não é propriamente a vidinha mas a existência, a nossa liberdade, a nossa visão das coisas, a nossa forma de estar ou mesmo de olhar os astros. Não é porque sejam emigrantes, não é sequer porque sejam rebeldes que lutam ou pensam que lutam contra invasores (e aqueles que o fazem estão no seu direito), estes são seres quase indizíveis que se entranham nas nossas vidas, nos obrigam a parar de espanto para chorar um ente que mal conhecíamos (Theo Van Gogh, por exemplo, o cineasta holandês assassinado em plena rua de Amsterdam e cujo único crime anti-islâmico foi mostrar como as mulheres eram discriminadas em nome do Islão), que nos obrigam a parar para vermos na televisão o vandalismo e a destruição sem qualquer sentido, destruindo tudo à sua passagem mesmo aquilo que lhes podia servir caso a sua rebeldia fosse avante. O gosto mórbido pela morte não nos pertence e é deles. Mas teimam em que a apreciemos como quem bebe uma taça de Moet et Chandon.
O combate contra o fascismo islâmico começa pois pelo combate contra o medo, o medo que nos causam esses seres estranhos que estão entre nós e nos invadem. Vêm por vezes com mansas palavras, com as suas mesquitas, os seus emires pacíficos na sua inquietante bonomia, com os seus cursos sobre o islamismo e depois acabamos todos decapitados ou convertidos à força de sabre, isto é, sob a ameaça da bomba iraniana já que os tempos mudaram muito.
Só derrotaremos este fascismo se o compreendermos, se formos ao fundo da questão e deixarmos a lamúria da vitimização deles, a vitimização dos "coitadinhos dos emigrantes islâmicos". É deixar entrar senhorias, a ver o que cá se lavra. "Terroristas? Nada disso. Apenas uma minoria de fanáticos!". Em suma, se deixarmos essa lamúria, essa pieguice que nos vem dos tempos em que servíamos todos numa qualquer sacristia, essa nossa ideia de culpabilidade pseudo-progressista e de esquerda (enquanto os árabes, os africanos, os asiáticos podem ser corruptos, ladrões, traficantes, culpam-se apenas os nossos políticos, culpa-se o Bush, o Rumsfeld, a Rice!), então é que podemos evitar perder a cabeça e além dela tudo o que a civilização ocidental nos trouxe. E trouxe a eles!
A nossa civilização é uma merda em muitos aspectos mas é a nossa. A deles também tem virtudes (mas onde estão os sábios e alquimistas árabes, que fizeram deles, porque nunca mais invocaram eles os nomes de Al Khwarizmi, o gênio matemático, Ibn Sina (mais conhecido como Avicena), Al-Bitruji, Al-Biruni ou Omar Kayan, o grande poeta persa?), mas francamente não nos apetece mesmo nada ser convertidos à religião islâmica ou a qualquer, não nos apetece entrar nesse suposto reino de espiritualidade corânica que nos oferecem, não nos apetece ajoelhar na direcção de Meca ou de Las Vegas (creio que para todos e indevidos efeitos, é o mesmo), e pensar num Deus que nos vai libertar de todos os padecimentos e dolos mesmo quando andamos a explodir com os filhos dos outros e até os nossos, não nos apetece mesmo nada passar a ser como eles.
Não querem os frigorífcos ocidentais, não querem as nossas máquinas, os nossos computadores? Atirem-nos fora, cozam a vossa refeição ao fogo da lenha como fazem alguns campistas selvagens e os escuteiros, esfriem os vossos alimentos aproveitando as noites mais gélidas. Não gostam de ver as nossas mulheres a cornear os maridos quando estes preferem estar a ver as pernas dos grandes craques do futebol, tapem os olhos, fechem os vossos ouvidos, encerrem-se nas mesquitas e orem, sobretudo orem. E orando manterão assim as mãos ocupadas. O que será certamente motivo de alguma quietação para nós. Pelo menos no instante em que o fazem.
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Terça-feira, Outubro 10, 2006
Esclarecimento


O nosso blog não é um magazine ou jornal dedicado ao Islamismo mas sobretudo um blog de opinião contra o islamismo fascizante ou fascista. Do ponto de vista informativo baseamo-nos noutros blogs amigos e nos órgãos de comunicação os mais diversos. Citamos outras fontes, reproduzimos notícias e informações aí colhidas mas não somos um blog informativo.
Melhor no capítulo da informação e do noticiário mais actual é o Observatório da Jihad, onde podem ser apreciadas algumas "pérolas" sobre as intenções do "pacífico" islamismo, aquele que orienta pela propaganda e o terror, a maioria dos actuais mulahs e sheiks espalhados pela Europa e o Mundo fora.
O nosso blog é pois sobretudo opinativo e é assim que deve entender-se. Não temos, desde há anos (ainda os senhores Freitas do Amaral e Mário Soares sequer falavam em islamismo, muito menos do que nos preocupa aqui), a mínima dúvida de que esse Islão erradamente dito fundamentalista (porque infelizmente os chamados moderados estão no mesmo ponto em que estão os apaziguadores ocidentais, isto é, esperam para ver de que lado está a força), irá conquistar a Europa e muitas partes do Mundo, com excepção dos Estados Unidos, da Austrália e de alguns poucos mais cuja orientação avisada não permitará que tal projecto imperialista consiga vingar. Não se trata de profetismo, trata-se de estar atento e sobretudo estar atento àqueles que ameaçam, não àqueles que nos dizem que tudo não passa de um pequeno grupo de fanáticos que disvirtuam o verdadeiro Islão. É claro que sabemos (não é preciso que nenhum islâmico nos diga isso) que há islâmicos que não são fanáticos, há islâmicos que não são sequer politizados (como não são muitos cidadãos no Ocidente), e há islâmicos que esperam um milagre qualquer que faça desaparecer essa gente que usa o Islão para fazer a guerra contra o capitalismo e as democracias ocidentais. Mas a verdade é que esses islâmicos não contam senão para eles próprios - toda a gente sabe como a Al Qaeda, os fascistas islâmicos, tratam essas pessoas, no Iraque por exemplo pôem-lhes bombas e matam-nos como se fossem soldados americanos ou ingleses! Já não se trata de combater a "invasão" americana, trata-se de matar crianças e civis inocentes iraquianas. O mesmo sucederá se a guerra civil na Palestina vier a rebentar (e tudo indica que sim pois o Hamas sabe matar, sabe pôr bombas, mas não sabe governar a não ser contra os próprios palestianianos). A Palestina acabará com as duas facções guerreando-se entre si, islâmicos matando islâmicos e fingindo que tudo afinal se deve a Israel e à sua política expansionista.
Quando opinamos aqui não é ódio contra os islâmicos ou contra quem quer que seja. Não é o ódio mas a consciência política e a percepção das realidades que nos guia. Também temos pouco a ver com a procura das fontes historiográficas que permitem perceber no Corão a intenção expansionista, a vontade de dividir o Mundo em fiéis e infiéis, até porque houve quem lesse a Bíblia do mesmo modo, sobretudo no período inquisitorial. Estamos contra o terrorismo como forma de luta política como sempre estivemos aquando da ditadura fascista em Portugal. Entendemos que a via armada pode ser uma solução se o regime político que estiver no Poder ou um dado país seja invadido por outro (isso é absolutamente legítimo e faz hoje parte do direito internacional), mas a via armada é revolucionária, ao contrário do terrorismo que é sempre fascista tenha ele a coloração política ou ideológica que tiver, de esquerda ou de direita. O terrorismo é sempre fascista. Só os fascistas vão para as esplanadas, as estações, os cafés, para matar civis inocentes. Os anti-fascistas, sejam de centro, de esquerda ou de direita (porque o anti-fascismo não é um exclusivo da esquerda, como se pensava antes), não usam o terrorismo como arma política, usam todos os meios políticos, usam a via armada, mas não usam o terrorismo! Pinochet é um fascista porque além de golpista virou as armas contra o seu próprio povo, matou pessoas inocentes, prendeu os seus adversários políticos e mandou matá-los, por vezes em estádios, não é um fascista porque a esquerda assim o entenda. Os estalinistas húngaros e checos eram fascistas porque permitiram que o exército soviético viesse com os tanques atirar sobre as pessoas, não se tratava de gente armada, mas sim pessoas que brandiam os punhos e desafiavam os soldados russos a desertar. O capitalismo ocidental também tem forjado alguns fascistas (quer na Europa, quer nos EUA, Austrália, e outros). McCarthy era um deles e durante algum tempo conseguiu amendrontar os americanos. Na CIA, no FBI, e noutras secretas de países com estados democráticos também há fascistas que esperam o seu momento. Nestes países há polícias com formação humana e democrática mas também há fascistas. Tal como na sociedade civil. O fascismo é algo de interior, algo que está associado à intenção de magoar o próximo, de aniquilá-lo se possível, muitas vezes apenas porque se discorda dele. O nosso próprio vizinho, o tipo mal humorado que vive paredes meias conosco pode ser um deles. E se a situação se proporcionasse?
Não temos, como dizíamos (e disse-o também o escritor francês Guillaume Dasquié), a mais pequena dúvida que o Islão contaminará e dominará a Europa e algumas partes do Mundo, dentro de algumas décadas. Não porque o Islão seja "autorizado" a entrar para dentro das nossas casas, mas porque nos conquistará pela propaganda, e sobretudo pelo medo e pelo terror. E o medo instalou-se já nos próprios responsáveis políticos europeus que o deixaram entrar para o colocar nas obras a erguer estádios e festivais de música, europálias de divertissement burguês e novo rico. Acharam bem que os explorassem e os explorados acharam bem que sim para formarem mais tarde os seus grupos e células e mais tarde avançarem sobre as cidades. E sobretudo porque temos milhões de apaziguadores, não temos um Chamberlain ou um Daladier, temos milhões. Os nossos governantes europeus são apenas mais responsáveis mas na sociedade civil os apaziguadores são aos milhões!
O nosso testemunho não é negativista ou pessimista, é realista. Quando ouvimos um Alberto Pimenta tecer tantos elogios aos árabes já sabemos o que ele quer dizer - a intelectualidade tem um ódio profundo ao capitalismo burguês mas é nele que vive e se alimenta (quase sempre com fartura e os herdeiros do Nobel sabem disso perfeitamente). É nele capitalismo burguês, que encontra o salário e as promoções, os livros que publica e os prémios que ostenta. Ao dizer árabes ele quis dizer islâmicos radicais, os que como ele fazem um discurso filho da puta confundindo o capitalismo com o pior dos islamismos, o fascista. E logo a seguir temos o Saramago, que comparou Israel ao III Reich, esquecendo-se que foram os judeus que foram perseguidos pelos nazis, não foram os palestinianos que até colaboraram com eles! E é no que diz esta amálgama de intelectuais burgueses que vivem do capitalismo e do dinheiro que este lhes permite, que vamos encontrar o sémen do que será a sociedade perfeita para eles - uma sociedade onde os califas governam a corte de sabre e onde essa gente passará a escrever em árabe, as mesmas coisas que antes escreviam em português, com a tal técnica que até dá proventos, mas não encerra a mínima imaginação. E o califado saberá sempre recompensá-los. Bush e Rumsfeld passarão à história e não se lhes reconhecerá o mínimo mérito, mas os intelectuais premiados pelo capitalismo selvagem continuarão vivos e a escrevinhar sobre as virtudes do Islão contemporâneo, as mulheres escondendo a face dos olhares furtivos e de Deus, finalmente apagadas e castradas e remetidas ao seu lugar - a casa e os filhos às dezenas, como no milagre da multiplicação dos pães. Será certamente como no Paraíso.
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Quarta-feira, Outubro 04, 2006
Combater o islamo-fascismo não é ser islamófobo
Seria o mesmo que dizer que uma pessoa que não gosta de entrar no metro quando se apercebe que há marginais por perto, é um claustrófobo ou mesmo um latrófobo. Diz o senso comum que se trata apenas de evitar ser roubado, nada mais do que isso. O homem prevenido não entra no metro quando vê ou sente um criminoso por perto, em primeiro lugar porque sabe que será sempre ele a vítima (ou do próprio criminoso ou do polícia de serviço que vai achar que ele só está a incomodar os passageiros levantando problemas "onde eles não existem"). O homem prevenido arma-se, no espírito e se possível com armas reais quando a lei o protege nesse capítulo (e não apenas às "instalações do estado" como se legisla ainda em muitos países considerados democráticos).
A islamofobia não existe como aliás também não existe nenhum medo dos islâmicos em relação aos católicos. Pelo contrário. Por exemplo os católicos franceses e o seu estado soberano e até republicano e laico é o maior defensor das comunidades islâmicas e sobretudo destas e nem por isso é poupado pelos islamo-fascistas (até o Charlie Hebbdo francês irá ser julgado brevemente por "ofender" o profeta Maomé). O que existe é nalguns casos uma preocupação real (até porque ninguém gosta de perder a cabeça e muito menos se decepada por uma espada pretensamente punitiva), não se trata de uma fobia. Uma fobia é algo que alguns "médicos" consideram doença. Para muitos deles uma fobia é uma "aversão e um medo mórbido irracional, desproporcional persistente e repugnante". Ora uma fobia é um medo que pode ser perfeitamente justificado. Não se trata de uma irracionalidade. Por exemplo há um blog que se chama precisamente Islamophobic e não se lê nele qualquer sinal de medo do islamismo reaccionário e fascista, pelo contrário o que se lê nele é uma firme determinação de combater esse novo tipo de fascismo.
Chamar pois de islamófobos a cidadãos que desejam combatê-lo com a mesma firmeza que combateram outros totalitarismos é certamente uma forma de desviarem a atenção das pessoas para a questão fulcral que nos separa de um certa esquerda saudosa dos tempos em que o estalinismo era poder na URSS e noutros países satelizados por ela e também de uma certa direita apaziguadora e negocista mais interessada em proteger os seus interesses económicos mesmo que à custa do sacrifício e do sangue de milhões de civis dos seus próprios países - isto é, desviarem a atenção das pessoas e sobretudo criarem nelas a ideia de que o terrorismo islâmico é uma inevitabilidade e que teremos que lidar com ele durante décadas. Dizer uma tal coisa a Churchill ou mesmo a Roosevelt seria uma grave imprudência pois o mais certo seria saírem ridicularizados. Mas o mais grave aqui e agora é que quem o diz são os Solanas, os Soares, os Angelos Correias e os Vitorinos e com eles um côro enormíssimo de jovens acabados de chegar às redacções dos grandes órgãos de comunicação social. Falando obviamente pela voz dos seus chefes, alguns tendo passado pelas "movimentações de Maio de 68", pela "luta anti-fascista contra Salazar e Caetano", porém agora convertidos e jurando fidelidade a um totalitarismo ainda mais reaccionário e obscurantista.
Não somos islamófobos e se gostamos de ter a cabeça no respectivo lugar é porque entendemos que é lá que deve permanecer. Por outro lado não cedemos nos valores que defendemos, não nos acobardamos, não negociamos a alma com um qualquer Mefistófeles só porque este brande um sabre ou desata a explodir as bombas que traz à cintura porque a família dele vai ser subsidiada pelo petróleo iraniano ou saudita. Tal como sucedeu com a inquisição dos fanáticos católicos, também não cedemos às exigências dos fanáticos islâmicos no sentido de acreditar que a Terra não gira em volta do Sol mas em torno de Allá. Era o que faltava!.
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