Blog dedicado a Theo Van Gogh, cidadão e cineasta holandês, bisneto do famoso pintor, assassinado numa rua de Amsterdam por um fascista islâmico. O avanço do islamo-fascismo na Europa e no Mundo é uma ameaça aos direitos fundamentais dos cidadãos. De todos, seja qual fôr a sua filosofia, religião ou crença. ɉ uma realidade, não uma fobia, como alguns afirmam na esperança de que esqueçamos qual a sua verdadeira essência e os seus objectivos.

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O Islamismo na Europa - Eurabia

O avanço do islamismo na Europa e no Mundo é uma ameaça aos direitos fundamentais dos cidadãos. De todos, seja qual fôr a sua filosofia, religião ou crença. Não se trata de qualquer preocupação islamófoba. O único "medo" que temos (medo-pânico, talvez), é que a decadência dos povos árabes se mantenha e perpetue. E há sempre quem tire o maior proveito do obscurantismo...O deles (árabes) e o nosso...

Sábado, Setembro 30, 2006

A Eurabia e o multiculturalismo

Há quem para condenar o fascismo islâmico ataque simultaneamente o multiculturalismo. Isso é um erro grave, uma asneira total. O multiculturalismo nada tem de negativo desde que existam regras elementares concernentes à emigração, as quais sejam muito claras e justas, quer para os cidadãos que recebem, quer para os cidadãos que emigram.
O multiculturalismo contudo (e nisso têm razão alguns dos seus opositores), tem servido para ocultar os verdadeiros interesses das grandes corporações da construção civil, comunicações e outras, isto é, a exploração da mão de obra com salários mais mais baixos e condições de trabalho menos exigentes e também de uma certa esquerda suicidária que vê nesses emigrantes e no seu crescimento exponencial, um potencial contributo de apoio popular nos actos eleitorais.

O problema na Europa não é o do multiculturalismo, já que este, nomeadamente por parte da comunidade islâmica, é quase inexistente. A maioria dos islâmicos não cruza os seus hábitos e cultura com as de outros povos, pelo contrário tenta alargar o seu grupo de fiéis às outras culturas. O islamismo conquistará a Europa pela reprodução, a natural multiplicação dos seres e com a doutrinação que lhe é inerente. Dados os problemas existentes nas sociedades capitalistas e o fim do estalinismo, muitas pessoas têm tendência apra aderir ao Islão porque nele encontram a possibilidade de extravasarem o seu ódio e oposição ao capitalismo ainda dominante. A questão também não é de Bush ou Rumsfeld mas estes servem perfeitamente para que neles se concentre esse ódio, como sucederia com Clinton se este ainda se mantivesse na Casa Branca. O ódio é sobretudo aos americanos e representa uma tentativa hábil de isolamento dos EUA e a sua separação da Europa, o fim da NATO, etc.(1) É este o verdadeiro objectivo numa primeira fase. A Eurabia está apenas ainda na proveta.


Nota:
(1) Mário Soares dizia há algumas semanas no debate do "Prós e Contras" uma coisa absurda e pouco apropriada para alguém que pensa manter ainda a energia intelectual e política de outras épocas - afirmou que foi a ONU que ajudou a combater o estalinismo (dito por eles, comunismo), quando ele próprio sabe que foi a NATO e não a ONU que contribuiu para o final desse regime totalitário. A ONU era então e é ainda uma manta de retalhos em que é possível ver nas comissões de direitos humanos, países como Cuba , Angola e outros. Que autoridade têm estes regimes totalitários para falar em direitos humanos?




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Azazel, Trinca-Fortes - Sábado, Setembro 30, 2006 | link | 0 comments |

Domingo, Setembro 24, 2006

A habilidade política do Papa

Ao contrário do que afirma jnr, no Teoria da Suspiração, a citação papal não foi nenhuma inabilidade política. Foi exactamente o contrário.

Afirma jnr que a citação papal apenas incendiou os integristas islâmicos (forma trés naif muito usada para não chamar fascistas a quem o é e isto sem ser necessário recorrer aos cartazes islâmicos de saudação a Hitler ou à negação do holocausto pelo presidente do Irão). Ora aqueles a quem jnr chama de integristas só não estão queimados pelas palavras do Papa porque são eles que usam os explosivos e são eles que ameaçam o Papa de morte! Se o Papa incendiasse algo seria certamente um fenómeno de combustão expontânea. Acreditamos que não seja nenhum santo mas ao ponto de ser um incendiário, creio que andará muito longe disso.
Ora mesmo que eu diga que o jnr cultiva a violência (é apenas um exemplo), só tem sentido o mesmo ameaçar-me de morte se a minha observação fôr correcta. Caso contrário provar-me-á o oposto com gestos de paz e amizade. (Já não digo com todos os povos mas ao menos comigo).
Ora não foi isso que fizeram os fascistas islâmicos e as suas hordas de fanáticos (durante a Inquisição também houve e vinham para a rua assistir às fogueiras e é por isso que ao condenar essas hordas de fanáticos católicos temos também autoridade para falar de outras inquisições, de outros fascismos!). Os fascistas islâmicos o que fizeram foi matar católicos, destruir ou incendiar igrejas e ameaçar de morte o Papa.

Não creio pois que o jnr tenha razão ao afirmar que houve inabilidade política só porque este Papa (talvez a conselho do anterior que também fez a sua "cruzada" contra o estalinismo e toda a gente percebeu que tinha razão), se decidiu a enfrentar o touro pelos cornos, à falta de gente que no Ocidente o faça com a mesma coragem e determinação já que os chamados líderes europeus e os políticos portugueses em particular até adormecem com os seus próprios discursos, quando não saem do Parlamento antes dos mesmos terminarem, tarefa que, apesar de inverosímil, exercem com algum à vontade, tal a disposição dos eleitores para lhes retribuir a "generosidade" em votos!.

Também até estaríamos de acordo com o jnr quando diz "Isto é algo que qualquer cidadão com um mínimo de bom senso entende", a propósito do que denomina, (tal como muitos outros comentadores), de "rua" muçulmana exaltada, se a "rua" islâmica exaltada não estivesse tanto e não fizesse a mortalidade que anda a fazer. Mas olhe que as "ruas" exaltadas dos nazis fizeram os estragos que se sabe. Se para vencer o fascismo alemão bastasse o bom senso...

De qualquer forma e mesmo discordando de alguns pontos, parabéns pelos textos no "Teoria da Suspiração".


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Azazel, Trinca-Fortes - Domingo, Setembro 24, 2006 | link | 0 comments |

O Islão conquistará o Mundo...se o deixarmos

Para aqueles que ainda tenham dúvidas ou queiram negociar, apenas um pedaço do documentário "Obsession":



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Azazel, Trinca-Fortes - Domingo, Setembro 24, 2006 | link | 0 comments |

A "morte" de Bin Laden



Apesar dos serviços secretos sauditas andarem a espalhar que Bin Laden morreu de febre tifóide (o que nao espantaria ninguém pois quem já dormiu em grutas ou em caves, sabe o dolo que isso causa à orgânica humana), Bin Laden não morrerá nos anos mais próximos. Isto é, mesmo que o seu cadáver seja exibido públicamente, a Al Qaeda continuará sob a sua liderança. Não sabemos como isso é possível mas há múmias (incluindo a de Lenine ou Estaline), que continuam por aí a mandar nas consciências de milhões de homens. A de Estaline particularmente até vai regularmente às reuniões dos vários comités centrais. Até o Che continua a gerir milhões de cabeças que não conhecem sequer o que é o pensamento próprio. E vai aos concertos de jovens. Nas T-shirts mas não só.
Bin Laden continuará pois e vivo na memória dos seus discípulos que são milhões e pior do que isso, são fanáticos, dispostos a matar para honrar o seu mártir.

Não importa pois se Bin Laden morreu ou não, de febre tifóide ou contemplando o ódio que sente por nós num pequeno espelho oferecido por um feirante numa qualquer aldeia paquistanesa. O que importa é que o combate contra o fascismo islâmico se mantenha activo e corajoso, seja qual for o chefe que este tiver.

Talvez à Arábia Saudita lhe interesse "enterrar" um dos seus súbditos outrora um dos mais queridos, mas nós é que não podemos ir na conversa.




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Azazel, Trinca-Fortes - Domingo, Setembro 24, 2006 | link | 0 comments |

A decisão do Papa foi acertada

A decisão do Papa Bento XVI foi acertada. Apesar de alguns de nós podermos pensar que poderia ter ido mais longe, elevando a sua voz ainda mais alto, na condenação ao islamismo dito fundamentalista (o fascismo islâmico), a decisão do Papa deve considerar-se no contexto da Igreja a que pertence e no quadro de relações em que se movimenta.

Se o Papa é também (e deve sê-lo) um ideólogo e um político, ficou a saber o que nem todos nós sabemos ou sequer queremos saber - quem é na Igreja Católica que está disposto a defender o Papa Ratzinger e quem, nos vários países e estados ditos católicos ou de influência evidentemente católica, está disposto a defendê-lo, incondicionalmente, isto é, sem os habituais "mas" e hesitações semelhantes. E ficou a saber certamente um pouco mais do que nós. Houve padres em Portugal que o condenaram (nomeadamente os chamados "católicos progressistas", o que já era de esperar eles que esperam eleger um dia uma espécie de Chavez ou Evo Morales para Papa), houve quem nos países europeus o criticasse por ter agudizado as tensões com a comunidade islâmica (como se esta não estivesse dominada, ela própria, por indivíduos que têm na Jihad o "método" ideal para derrotar e vencer os infiéis). Até a polícia inglesa, aquela que até matou um cidadão brasileiro só porque estava demasiado nervosa, achou que o Papa veio complicar as coisas com a "comunidade islâmica". Pode não ser agradável ouvir isto mas o Papa (tal como Bush e até o próprio Bin Laden, Nassarah e outros chefes), querem saber antecipadamente com o que contam. Bush disse que as WMD estavam no Iraque e na realidade estiveram na altura em que o disse. Mas mais do saber se o que dizia era errado ou não ficou a saber com que países e "aliados" podia contar. Se Zapatero, por exemplo, já estivesse no Poder em Espanha Bush saberia que não podia contar com ele e vice-versa. Mas tal como dizíamos atrás também Bin Laden lança as provocações e ameaças que entende adequadas e fica à espera dos resultados e das estatísticas, quantos países e estados islâmicos aderiram, quantos hesitaram, quantos se colocaram do lado dos "infiéis". Nassarah também julgou assim. Mas em vez de ter dito "o rapto de soldados israelitas é legítimo e qualquer dia vou lá à fronteira deles raptá-los" e esperar a reacção de Israel, fez o contrário, isto é, o pior, raptou-os mesmo! Agora vai estar vários anos distribuindo bolsas e subsídios por todo o sul do Líbano e nos bairros da periferia de Beirute, com vista à reparação dos danos e perdas. Foi uma contabilidade completamente desastrada pois os israelitas (e bem) fizeram o que tinham a fazer e que outros estados incluindo o americano e o inglês não fazem - esmagaram o Hesbolah, deram-lhe trabalho que fazer durante anos e provávelmente, se as partes se entenderem no futuro, até os vão ajudar na reconstrução.
Ora se Bin Laden mede o pulso à comunidade islâmica, para saber onde estão os seus amigos e aliados, porque não esperar que o Papa, Bush, Blair e até o "nosso" Durão Barroso (1) não façam o mesmo?

O Papa Bento XVI agiu pois sábiamente. Como monge guerreiro que é precisa de saber com quem conta e quem na comunidade islâmica e também na católica, é capaz de o acompanhar nas suas observações sobre os perigos de uma interpretação agressiva e belicista do Corão. Ficámos (com a ajuda dele) a saber mais acerca disso. E ainda vamos ficar a saber mais. Alguns ainda não se pronunciaram pois estão à espera de ver para onde oscila o pêndulo. Mário Soares já teria dito algo? E Freitas o Católico, antigo delfim do ditador Caetano?

E o Papa agiu tão sábiamente que a comunidade islâmica mais radical decidiu calar-se. O Papa não pediu desculpas (era o que faltava!) e contudo grande parte da comunidade islâmica decidiu guardar as bombas para um outro evento qualquer. Se fossem cartoonistas...
E porque é que a comunidade islâmica se calou e não fez o mesmo que fez em reacção às caricaturas dinamarquesas sobre Maomé? Simplesmente porque Bin Laden, a Al Qaeda lhes disse para se calarem. Para se conterem. Bin Laden é um fascista mas tem com ele a cartilha de Maquiavel, tal como a têm os políticos burgueses e tecnocratas do Ocidente, tal como a tem a CIA, o Pentágono, o KGB, Putin, Chirac, até o próprio lambe-botas de Fidel, o Chavez, têm e lêem essa mesma cartilha. E manda a cartilha ser prudente numa altura em que um atentado ao Papa ou mesmo uma reacção semelhante à dos protestos contra os cartoonistas do Jyllands Posten, seria um desastre total para os islâmicos não só no Vaticano mas também em toda a Europa e nos EUA. Nem mesmo o Chavez ou o Evo Morales da Bolívia ou mesmo as várias sedes do SOS Racismo evitariam as mesquitas incendiadas, os islâmicos fiscalizados a pente fino e muitos expulsos dos países onde estão e que contudo atacam a seu bel prazer. Bin Laden agiu pois com inteligência política e mandou-os calar. Foi só por isso que os protestos se reduziram e não foram tão longe.
Os cartoonistas dinamarqueses é que não tiveram a mesma sorte. Provávelmente ninguém os vai empregar em lado algum depois de tudo aquilo que se passou. E tal como Salman Rushdie não têm carros à prova de balas.

Notas:
(1) Durão Barroso também seguiu o exemplo do Papa Bento XVI, de Blair, Bush e até do próprio Bin Laden: quis saber de que lado estavam, que força e que determinação têm os "líderes" europeus para defender o que resta da Cristandade? Ora Durão Barroso, como Presidente da CE ficou a saber o que todos nós já sabíamos: que a Cristandade não existe, só os nossos avós ou pais a conservam ainda e em muitos casos só para levar à missa ao Domingo ou nem isso. Mais forte do que a Cristandade é o Islão e ainda por cima usa crianças com bombas à cintura o que é algo que assusta os políticos dos estados "católicos". Ora uma "criança" com uma bomba à cintura, não é um anjo é um demónio, não é uma criança é um soldado perigosíssimo e ainda por cima desleal, é um monstro a abater e os terroristas são os primeiros a saber isso quando a enviam para matar civis inocentes e outras crianças e pagam à família aumentando-lhes a conta bancária. Imagine-se se Hitler se tem lembrado de pôr as juventudes nazis com bombas à cintura? Seria por isso que os soldados americanos e a resistência teriam deixado de disparar?
Durão Barroso sabe agora com o que conta, isto é, com quase nada. Bin Laden tem mais força do que ele.



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Azazel, Trinca-Fortes - Domingo, Setembro 24, 2006 | link | 0 comments |

Sexta-feira, Setembro 22, 2006

Apesar de irmãos...





Temos por aqui a tendência, nós portugueses e também os irmãos brasileiros, angolanos, moçambicanos, guineenses e muitos irmãos, todos da mesma talha, apesar e felizmente, também das diferenças, por vezes imensas, que nos distinguem, temos a tendência todos nós, dizia eu, de falar para os "nossos" esquecendo por vezes que a nossa língua (pelo menos essa), é comum e que os temas tratados podem interessar também a todos que a têm por nascimento ou por vocação.

O que sucede porém, não sei se curiosamente ou não, é que são em maioria os visitantes brasileiros, em muito maior número do que os portugueses. Será devido à Floribela ou ao facto de estarem apenas meia dúzia de deputados na abertura do Parlamento português, depois das férias (a maioria preferiu continuar em Cancun ou nas Shycheles)?
Talvez afinal estranhamente porque os portugueses estão na Europa e apesar de não serem o alvo preferencial dos islâmicos mais fanáticos, são europeus e portanto fazem parte da mesma estratégia de assimilação e conquista aclamada pelo fascismo islâmico e pela Al Qaeda, a cabeça da hidra islâmica. Ou talvez não tão estranhamente porque os portugueses têm também a tendência para pensar que as grandes guerras são sempre para lá dos Pirinéus. Há também a tendência (essa sim estranhíssima), para os portugueses conviverem com as ditaduras durante décadas (sempre mais de 4). Alguns portugueses (uma minoria), corre e rema contra tudo isso mas está em desvantagem. O "25 de Abril Sempre" serviu para filmes, para a propaganda esquerdista e para as canções "revolucionárias" (as do José Afonso incluídas), mas foi uma peça rara, uma antiguidade, básicamente e quase por acaso porque uma súbita lucidez teria atravessado o espírito de alguns jovens capitães. Depois também depressa se apagou. Ou foi a sociedade civil que a apagou. Nunca se saberá.

Os portugueses, continuando ainda no meu país, esquecem depressa as agruras do passado e passam adiante como se nada se tivesse passado. Será assim com outros povos? Cremos que não mas também que autoridade temos para o afirmar? Os jornais falam de uma injustiça e no dia seguinte largam-na como se a mesma tivesse sido resolvida. Os islamistas são maus, são terroristas, pois bem mas ainda não vieram pôr aqui bombas. Os islamistas passam por aqui para comprar bombas e explodi-las noutros países? Não tem problema, não explodiram no Rossio à hora de ponta. Tudo se passa como se o perigo islâmico, a bomba nuclear iraniana, fosse algo que só tem a ver com a política do Bush, do Rumsfeld, com os arrufos da Administração Americana.
Razão (pensarão eles assim?) mais do que suficiente para que façam como o famoso grupo de macacos - tapam os olhos mas também os ouvidos e a boca. Neste caso particular, significa que vêm aqui menos vezes. Receiam também confrontar-se com o destino amargo dos seus filhos e netos - uma Europa onde terão (segundo os políticos em que votam), de viver de mãos dadas com o terrorismo - "temos de nos habituar a viver com ele", diz-nos António Vitorino ou Ângelo Correia. E assim descansam-nos a alma enquanto nos encomendam já o funeral. A morte anunciada. Esta sim, não é ficção. Tratam o terrorismo como "ele, o que vem para ficar", pessoalizam-no, dão-lhe uma identidade e impôem-nos o destino que mais desejam - uma sociedade onde possam sair descansados do condomínio mas onde o povo seja revistado e preso para "averiguações", sem emitir espanto ou o mínimo terror.

E os brasileiros que nos visitam? Que razão têm os nossos irmãos brasileiros para nos visitar? Terá o Brasil mais temor à penetração do islamismo radical nas suas terras já em grande parte tomadas por um outro tipo de terrorismo, o da criminalidade urbana ou é apenas mera curiosidade sobre um tema que lhes parece apesar de tudo distante?
Pode pois perguntar-se: porquê os brasileiros se preocupam com o fenómeno do islamismo radical? Eles que têm o Carnaval para se divertir mas também e em boa parte para alienar a comunidade - a de dentro e a do exterior, e uma corrupção de encher diáriamente as primeiras páginas dos principais diários, eles que parecem tão distantes da agressão islamo-fascista (Hitler teria alguma vez pensado em conquistar o Brasil, o que faria com os guaranis ele que tinha um bigode ridículo e a cabeça absolutamente contrária ao formato ariano), que pensarão os brasileiros dos islamistas fanáticos? Será que os vêem avançar pelo Atlântico dentro, partidos das Docas em Alcântara ou das costas galegas, depois de conquistada a Ibéria? Ou será porque há na América Latina suficientes aliados do islamismo fanático (Chavez, o recentemente eleito presidente boliviano Evo Morales, e outros que virão, tal a progressão da idiotia política e do políticamente correcto de esquerda), para que os brasileiros temam a vinda dos islamistas bombistas muito mais cedo do que seria "razoável" esperar?

É claro que os brasileiros que assim pensam, isto é, os que não se regem pela batuta da criminosa indiferença, interessam-se de facto pelo fenómeno do terrorismo islamista simplesmente porque sabem que o dito não tardará a chegar ao seu território. Talvez não como no World Trade Center em que foram assassinadas quase 3.000 pessoas em cerca de 30 minutos, ou como em Londres ou Madrid onde foram cobardemente assassinadas mais de 200 pessoas. Mas o terrorismo islâmico chegará ao Brasil como chegou Mengele (também conhecido como Todesengel, "O Anjo da Morte", o exterminador nazi que só não morreu na cama devido à Mossad, a polícia secreta de Israel). O Brasil (não o seu povo), é aliás (ou era há anos atrás), também fértil em receber ditadores e o país é ele próprio um alforge de ditadores (os que não são geralmente costumam dançar, cantar ou fazem poesia mesmo que nas horas mais livres, portanto a maioria esmagadora que vive nesse grande país).
Os brasileiros habituados a pensar lúcidamente não se convencem com a questão das distâncias geográficas e sabem que um dia, se nada se fizer, também eles terão o seu Carnaval proibido, as suas garotas de Ipanema terão o rosto encoberto por um véu, a suas orações não serão ao Espírito Santo que há-de vir ou ao Cristo do Corcovado, mas a Maomé, o pedófilo (e dizemos pedófilo na assunção, errada ou não mas terrívelmente actual, de que quem vai para a cama com uma menina de 9 anos, não tem outra classificação - lá amigo de meninas ele era, nós acreditamos claramente nisso, "9 anos não são 14 caramba, a miúda com quem casaste não sabia sequer o que queria!"). Os brasileiros mais lúcidos sabem que teriam de se virar para Meca (longíssimo e de orientação complicada, é verdade), e rezar, rezar várias vezes por dia, em vez de namoriscar, romancear e deitar-se sem pensar na multiplicação, como gostam e bem de fazer. E de cu para o ar, coisa que nos brasileiros só sucede com uma imensa minoria, respeitável diga-se.

Por último e especialmente para os brasileiros que residem em Lisboa ou arredores e preferem a música de qualidade que vem do seu país, recomendamos ouçam a Rádio Marginal frequencia 98.1 ou 98.2, não sabemos bem pois há uma outra bem medíocre a comer-lhes a frequência), e especialmente a rubrica "Os cariocas na Marginal" pelas 12h00, todos os Sábados.
Óbviamente não temos quaisquer ligações com a referida estação e vice-versa. Nem pessoal nem comercialmente. Simplesmente nos agrada ouvir as vozes dos que cantam o amor e a amizade, a alegria e a vida e não o ódio e a morte. Por lá passam regularmente Nat King Cole, Frank Sinatra, Barry White, Sting, Chico Buarque, Ney Matogrosso, Sónia Braga, Gainsbourg, Moustaki e muitos, muitos outros.
Além de que rádios como esta são já uma pérola no deserto radiofónico português.
E depois de calarem a Rádio Luna do Montijo, a areia aumentou e a vegetação ficou reduzida a umas poucas plantas isoladas. A Rádio Marginal é uma delas. Ainda de pé.

E porque será bem difícil para os povos do Brasil aceitarem uma qualquer sujeição a uma alma e a um sentimento que não os próprios, aqui deixo esta voz única:






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Azazel, Trinca-Fortes - Sexta-feira, Setembro 22, 2006 | link | 0 comments |

Quinta-feira, Setembro 21, 2006

Turquia na Europa, nem pensar!



Francamente não seria necessário que alguns fanáticos da Turquia islâmica mais uma vez se enfureçecem e desta vez pedissem a cabeça do Papa (como se este de nome Ratzinger não soubesse já que a cortar cabeças não há quem emparelhe com os islamo-fascistas!), para que nós aqui passássemos a defender o veto à entrada neste país interior e visceralmente totalitário na União Europeia. Não temos porém quaisquer ilusões: a Turquia entrará neste hotel de luxo de Solanas e Ca pois os amigos do islamismo reaccionário e fascista são muito mais do que se pensa. E se no lugar de Solana ou Chirac estivesse Mário Soares ou Freitas do Amaral, a Turquia entraria mesmo sem prazo de transição. Seria já. O pior porém é que há muitos cidadãos livres que não querem. E haverá povos a levantarem-se. Não contra os turcos porque os turcos são cidadãos do Mundo como nós ou os mexicanos ou venezuelanos, que isto fique claro! Haverá povos a levantarem-se porque o problema não é por serem turcos (os turcos devem merecer de nós todo o respeito como quaisquer povos), não é por uma questão de chauvinismo ou de racismo (senão lá vinha o S.O.S respectivo!) - o problema é porque uma eventual entrada da Turquia será aproveitada pelos islâmicos fascistas para inundar a Europa de milhões de fanáticos e penetrar nos órgãos políticos da União! Seria o mesmo que fazer entrar o Furher alemão na reunião de Yalta. Se a Turquia entrar não serão os turcos a entrar mas sim os turcos islamistas fanáticos. Através da Bulgária viajarão depois para Paris e se rebentarem com a Eiffel de nada valerá a nossa indignação. Estaremos todos deitados e a "dormir" para sempre e ainda por cima descalços (ao contrário do Custer depois de ser derrotado pelo Sitting Bull). E só vão parar quando alcançarem o El-Andaluz. Zapatero já lá está e vai recebê-los mandando as virgens e (des)tapando as mais belas com o véu. Jesus Quintero tocará uma balada anti-americana. Disfarçado de cão verde.





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Azazel, Trinca-Fortes - Quinta-feira, Setembro 21, 2006 | link | 0 comments |

Quarta-feira, Setembro 20, 2006

Nós apreciamos os texanos



É verdade, entre os texanos e os islâmicos e a tropa fandanga "norte-americana" e "europeia" que os acompanha cegamente na missão de criar um suposto caos anti-imperialista e anti-capitalista (como se isso fosse possível sem que abandonem os vossos carros, a vossa poluição, as vossas noitadas, os vossos quilómetros de "prazer", as vossas televisões, os vossos telemóveis e computadores!), nós preferimos de longe os primeiros. Não porque ponham os pés em cima das mesas quando estão à espera do ticket para LA, no aeroporto de Dallas, mas porque são bravos e corajosos, porque se expôem e sempre se expuseram de armas na mão contra os tiranos (o Álamo, quem se recorda dele?), e porque não hesitam em arriscar as suas vidas para deterem as tiranias. O mesmo não se passa com aqueles que poêm bombas à cintura e matam crianças e civis inocentes com a promessa de subsídios a fundo perdido do Hesbolah ou do Hamas (na verdade da Comissão Europeia, do Parlamento Europeu e do Solana muito mais íntimamente e claro, do petróleo iraniano). Entre os texanos e os islamo-fascistas não temos a mínima dúvida em saber em que barricada dispararíamos. Entre John Wayne (cuja memória aqui testemunhamos por tudo aquilo que representa), e o barbudo Nassarah que manda os seus jovens e crianças para a morte ou o Presidente iraniano Ahmadinejad, não temos a mais pequena dúvida de que escolheríamos estar ao lado do primeiro e de muito daquilo que ele também significa. James Stewart, James Dean, Rock Hudson, Martin Scorcese, Orson Wells, John Ford e centenas de outros são nomes que nos dizem algo, a começar pela pluralidade da expressão, pelo direito de opinião, pelo modo como se exprimiram e exprimem de forma desigual e independente (a independência é algo que não se pode afirmar no Oriente Médio). Ao contrário dos islamo-fascistas tinham a criatividade e a imaginação como deusas, não investiam na morte senão para a exorcizar.

Entre o Texas (com todos os seus defeitos), e um qualquer califado islâmico, não temos a mais pequena hesitação - escolheríamos sempre viver dentro das vedações de um rancho, ao mesmo tempo que pegávamos num Steinbeck ou num Salman Rushdie e líamo-los até de madrugada. Porque teríamos sempre a liberdade de o fazer. Mesmo que no dia seguinte tivéssemos que acordar de manhã cedo para montar um jovem garanhão.

São gostos, pá.



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Terça-feira, Setembro 19, 2006

A oportunidade para os anti-clericais de esquerda

É sem dúvida uma das melhores alturas para atacar o Papa agora que este teve finalmente a coragem de se expôr para atacar um dos fascismos mais perigosos - o islamita!

Não teremos certamente que esperar muito tempo até que as reacções da "esquerda" democrática e da outra também igualmente muito democrática, até porque faz parte do sistema parlamentarista republicain et laiciste, o burguês agora convertido ao novo-riquismo, se façam notar e em alta voz, com cartazes, proibições, bandeiras e panfletos. Ao lado de Allah. Porque é ao lado dos mais fortes que a esquerda gosta de caminhar lado a lado, já antes o tinha feito com Hitler ao fazer greves ao lado dos fascistas alemães para derrubar os social-democratas no Poder. Num momento em que o Bin Laden é uma espécie de porta-bandeira do anti-americanismo mais primário até hoje visto, não será de espantar que a esquerda também se una contra o Papa e peça mesmo a sua cabeça num qualquer conclave do Vaticano! Talvez até com uma pequena ajuda dos chamados católicos de esquerda, (o que também não sabemos o que é), a coisa fique finalmente composta.

Ora se nós não apreciamos o Vaticano, mais nos emerda o que vem do Oriente. O islâmico, o fascista islâmico, claro.



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Domingo, Setembro 17, 2006

A esquerda marcha agora com as botas do islamo-fascismo

Como refere e bem o Western Defense é "naturalíssimo" que a esquerda saudosa do estalinismo e orfã do marxismo-leninismo, (agora que Fidel está a contas com a Natureza dele, absolvido pela História do seu próprio regime de que foi um dos principais mentores), se vire desta vez para o islamismo radical só porque este se diz anti-imperialista (aliás tal como o furher alemão que também começava por exterminar os judeus para depois partir à conquista da Europa e depois da América, e não propriamente por causa do Sonho desta).

A esquerda estalinista e mesmo alguma do chamado socialismo democrático, não se esqueça, foi também ela apoiante da perseguição anti-semita (na Rússia Soviética o partido estalinista dito comunista apoiou os movimentos anti-judaicos).
Actualmente é quase indisfarçável o anti-semitismo de muitos socialistas europeus (Mário Soares não é certamente o mais famoso já que na "socialista" Noruega, em Inglaterra e em França, tem muitos competidores à sua altura). E apesar de argumentar com o facto de ter sido o porimeiro a reconhecer o estado de Israel, pergunte-se a Mário Soares o que pensam dele os próprios israelitas, ao fazer côro com o estalinista e totalitário Nobel, o medíocre escritor José Saramago que acha que o estado de Israel é comparável ao III Reich.

É preciso notar (como o demonstrou Oriana Fallaci mas também outros cidadãos livres desta Europa que cada vez mais se envergonha e demite do seu passado), que o Islamismo, na sua versão radical e fascista, é uma aberração, uma ofensa corporal e espiritual contra os povos livres de todo o Mundo, incluindo e sobretudo os povos árabes. Se juntarmos ao islamismo a sua Jihad, a tal guerra cuja "santidade" espalham como um vírus pelas vísceras dos inocentes que assassinam diáriamente, então teremos o maior confronto da história, certamente o mais violento e catastrófico. Sobretudo para os próprios povos árabes. Ou as lições do Líbano não foram ainda bem calculadas? Já se esqueceram que o próprio Nassarah afirmou que ao raptar os soldados israelitas não supunha uma tamanha reacção dos israelitas? Os fascistas islâmicos e os seus amigos ocidentais já se esqueceram que Nassarah, o camarada da Hesbolah, disse públicamente que se arrependera de raptar os soldados israelitas e invadir uma parte do território israelita?



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Azazel, Trinca-Fortes - Domingo, Setembro 17, 2006 | link | 0 comments |

Thank you Tristan Murphy

Thank you Tristan (from Western Defence), for having included a link to my blog.

Azazel Trinca Fortes



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Azazel, Trinca-Fortes - Domingo, Setembro 17, 2006 | link | 1 comments |

A mais trágica das ironias - Uma Nefertiti que desaparece!



Agora que partiste Oriana, quem irá erguer a pena por ti contra essa hidra islamista, com uma das cabeças assomando-se já na Europa: dominando parlamentos e até governos!



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Azazel, Trinca-Fortes - Domingo, Setembro 17, 2006 | link | 0 comments |

Morte ao Papa (Death to the Pope)



Pela expressão destes expontâneos moçoilos islamo-fascistas(1), a morte do Papa Bento XVI estará eminente.
Nós não somos católicos, nada de confusões filo-islâmicos! Se o ódio vos acomete, batam uma punheta caso o Corão a isso não os impeça! E oiçam: nós somos ateus e libertários, naturalmente odiosa coisa pois, não só para vós como para todas as outras seitas, as dos católicos e cristãos também, diga-se. Nós não somos daqueles que trocam o Marx por Maomé. Calma aí. Marx, apesar de tudo sabia escrever e não dizia asneiras e tão pouco casou com uma menina de nove anos. Além disso escreveu obras fundamentais que ainda continuam modernas. E não acrescentou à sua escatologia nenhuma ditadura, quem o fez foi Lenine e depois Estaline e Mao, pá.
Mas a verdade é que os fanáticos islâmicos já não conseguem suportar nem mesmo o Papa católico, quando este se decide a considerar a Guerra Santa (mas santa a vossa guerra, em quê idiotas?), como algo incompatível com Deus.

Mas os portugueses, descendentes de saqueadores, eram um povo bárbaro(2), mais tarde perseguidor de judeus e de todos os povos que acrescentavam o engenho à forma fácil de fazer dinheiro, (o que em sociedades como a nossa baseada no crime financeiro, na corrupção e na manhice saloia só para lixar o vizinho(3), era caso para fogueira ou linchamento popular), os portugueses dizíamos nós, misturaram-se a belo prazer com todos os que lhe pareciam superiores, bastava terem um bastão na mão. Para bel prazer sobretudo de outros povos (os franceses que o digam, quem vai às vindimas nos meses de Verão, quem vai?). E sobretudo misturaram-se com todos aqueles que apareciam nas fronteiras ou para aquém destas, de sabre em riste. E os islamistas já o usavam com uma destreza que provoca sobretudo hoje, rasgados elogios e sobretudo abundantes orgasmos em certos historiadores ocidentais pró-islamistas. Até a BBC já o documentou. O sabre, como se sabe é um símbolo fálico. Daí...

D. Afonso Henriques e outros reis católicos fizeram o que puderam para dar alguma dignidade a este povo, cuja existência mal consta das crónicas de antanho, não tivesse sido Estrabão, Tito Lívio e outros a descrevê-los, mas também no tempo do Rei Afonso Henriques e a maioria dos que se lhe seguiram, a geração provávelmente era outra e de outra têmpera(4), já que conduziu séculos mais tarde às tão celebradas Navegações (e não digo Descobertas, porque nós não descobrimos absolutamente nada, os homens e as coisas que descobrimos já lá estavam no seu devido e adequado lugar).

E porque é que estamos a falar dos portugueses a propósito da morte do Papa? Porque já começamos a ouvir alguns "católicos" labregos elogiar o anterior para isolar o actual, o qual está a apenas a fazer a mesmíssima coisa: combater as ditaduras. Encarregado o anterior de tecer a queda do estalinismo através da devoção católica (nos países ex-socialistas a conversão foi ainda maior que nos países do capitalismo ateu), a este Papa só ficava e bem combater de frente o islamismo belicista e arrogante (o tal que disse sem quaisquer hesitações que quer conquistar o Vaticano), pois é de papas-guerreiros que precisamos e não de cobardolas. A fala do islamismo fascista é ela própria belicista e imperial. Esperam que o Papa seja o bebé da Dodot? Mesmo para ateus como nós, é demais esperarem isso.
Zangaram-se uma vez mais os islâmicos reaccionários. Já o tinham feito aquando das caricaturas dinamarquesas (oportuníssimas também). Para indivíduos cujos objectivos são a tomada do Vaticano, a invasão da Europa e a destruição dos EUA, não devemos surpreender-nos. Experimente o leitor dar um simples traque, sózinho no seu quarto, sem ter a namorada ou a mãe por perto (com a possibilidade de fazer broadcasting do dito, claro), e pense no alívio que isso lhe poderia transmitir se comparado com uma qualquer oração de conteúdo religioso (qualquer pá, eu disse qualquer!).
Como o George Sanders na "Aldeia dos Malditos", o leitor prepararia o traque com o devido cuidado e ao fazê-lo afastaria do pensamento qualquer referência ao Islão.
Mesmo assim os islâmicos ofender-se-iam e incendiariam embaixadas.




Notas:
(1) Jovens que certamente seriam recrutados pelo então Mufti da Palestina, Hajj Amin Al Husseini, caso os nazis tivessem conseguido tomar a Europa, o que não puderam fazer devido à "invasão" da dita pelos norte-americanos.
(2) Os embriões portugueses andavam pelos Montes Herminios apenas para saquear os exércitos romanos. Estrabão e Tito Lívio referem-nos mas com muito pouca simpatia. A verdade é que as pontes romanas, mesmo que vandalizadas ainda resistem. Onde páram as pontes feitas pelos bárbaros lusitanos? Ou será que atravessavam os rios saltando sobre as pedras, enquanto obravam entre a folhagem? Bom, a verdade é que também não faz mal algum exercício. Era já uma espécie de Health Club (não é assim que chamam em português?). E ainda por cima para todos! Estatal.
(3) O que os ideólogos da Pide souberam bem aproveitar.
(4) Não era certamente a geração da Floribela ou mesmo da geração que diz que se fosse criança também veria a Floribela, (esquecendo que os valores de há décadas atrás passavam pelo combate a todas as formas de alienação, era o tempo em que o "Simplesmente Maria" agora chamado "Floribela", era severamente criticada!.


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Azazel, Trinca-Fortes - Domingo, Setembro 17, 2006 | link | 0 comments |

Sábado, Setembro 16, 2006

A incomodidade da Razão está na sua força




Oriana Fallaci morreu ontem, durante a madrugada, num hospital de Florença, onde se encontrava hospitalizada há alguns dias. A polémica jornalista italiana, de 77 anos, sofria de cancro da mama. Célebre pela frontalidade com que entrevistava alguns dos nomes mais importantes da história política do século XX, Oriana destacou-se nos últimos anos pela crítica firme e frontal contra o islamismo de inspiração fascista.

Daqui a nossa singela dedicatória a esta mulher de coragem, uma das raras europeias que decidiu afrontar o pior dos fascismos modernos.

OBRIGADO ORIANA!


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Azazel, Trinca-Fortes - Sábado, Setembro 16, 2006 | link | 0 comments |

O "escândalo" das palavras do Papa Bento XVI





Quando se ouvem os prostestos dos muçulmanos contra as recentes declarações do Papa Bento XVI (e mais uma vez não se percebe que haja diferenças substanciais entre os chamados "moderados" e os islamo-fascistas e o seu exército de sombras e destruição), pode ser-se levado a pensar que o Papa disse coisas abomináveis sobre os muçulmanos ou sobre o Islão, que teria mesmo publicado no jornal do Vaticano alguma caricatura considerada ofensiva para os islâmicos.
E antes que de novo sejam assaltadas as embaixadas de maior influência católica ou cristã, vejamos o que disse o Papa Bento XVI:

"O Papa fez um convite a todos os muçulmanos: o de partilharem o diálogo de culturas que parte do princípio que o termo "guerra santa" é impensável aos olhos de Deus. Bento XVI condenou a utilização do nome de Deus para justificar o ódio e o fanatismo e reafirmou que a ciência é incapaz de explicar as origens do Mundo, pondo de parte a influência de Deus." (in Sic Online, edição de 12.9.06)

Ou seja, defender que o termo "guerra santa" é impensável aos olhos de Deus ou condenar a justificação do ódio e o o fanatismo através da invocação do nome de Deus, é um ataque aos muçulmanos e à religião islâmica?.
A Igreja Católica que tem na sua história um passado de perseguição censória e nalguns casos extremamente violenta contra os infiéis, não pode agora condenar aqueles que repetem séculos depois os mesmos erros dos perseguidores católicos de outras épocas?

Ora o Papa, como qualquer outro católico ou membro de organização religiosa , não pode ficar indiferente ao que se passa no Mundo e muito menos quando uma das mais influentes religiões no Mundo está a ser tomada por fanáticos violentos, por fascistas que não olham a meios para alcançarem os seus fins.

Não somos religiosos nesse sentido de pertencermos a uma qualquer corporação religiosa e desconfiamos de todas as religiões (já o dissemos aqui várias vezes), por nos parecerem todas manipulatórias e negadoras da liberdade do Homem. No entanto também achamos natural que os líderes religiosos não sejam indiferentes ao que se passa no Mundo e nas diferentes sociedades e culturas, sobretudo quando está ou pode estar em causa o próprio futuro do planeta e da humanidade (consultem-se as palavras do Presidente iraniano, caso haja ainda dúvidas sobre os verdadeiros objectivos dos fanáticos islâmicos).
A indiferença das várias igrejas, o passar ao lado dos "conflitos" sociais e políticos, tem servido a muitos ditadores, de direita ou de esquerda, para prevalecerem no poder durante décadas, deixando no solo milhares de cadáveres de opositores.

Se os líderes religiosos islâmicos se pronunciam sobre assuntos de natureza política, impondo inclusive o Islão como religião do Estado, porque razão haveria de ficar calado o Papa Bento XVI, representante máximo do Cataolicismo no Mundo?



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Azazel, Trinca-Fortes - Sábado, Setembro 16, 2006 | link | 0 comments |

Quinta-feira, Setembro 14, 2006

Ainda o debate na RTP





Em tempos houve quem criticasse o Professor Agostinho da Silva de ir à televisão para ser "entrevistado" por algumas figuras da comunicação social e de uma suposta literatura portuguesa então muito em voga. Ora o Professor foi acossado, não foi entrevistado. A entrevista de Miguel Esteves Cardoso (hoje que a lucidez felizmente o levou a estar do lado dos verdadeiramente perseguidos, os judeus), foi uma espécie de combate entre Cassius Clay e Sonny Liston. Agostinho foi ao tapete e nunca mais se levantou. Não porque Miguel Esteves Cardoso tivesse razão ou argumentasse melhor mas porque o Professor estava fraco e remetia-se ao razoável, não era um radical, era um conciliador, supunha-se nem sequer pagaria os impostos, o que na altura já era para denúncia pública. Estava pois diminuído quando subiu ao ringue. Eu próprio disse-lhe isso quando me encontrei com ele, poucas semanas antes da sua morte. Há uma carta nesse sentido. Deve estar nos herdeiros.

Com Pacheco Pereira aconteceu quase o mesmo. Embora sorrindo e disfarçando a incomodidade, PP foi derrotado e a maioria maioritariamente pró-islâmica e anti-americana (até a própria moderadora, convenhamos), souberam isolá-lo. E não estavam lá senão para isso, para colocar o PP no seu devido lugar. Acossado.
E se é certo que PP não foi ao tapete, a verdade também é que os portugueses ficaram a saber o mesmo, isto é, que há na sociedade portuguesa (como na espanhola, na francesa, na norte-americana, inglesa, etc.), quem ache perfeitamente natural que passemos todos a viver segundo a Sharia, as mulheres vestindo burkas e executadas à pedrada quando cometem adultério (o que em Portugal sucederia com a maioria esmagadora das "nossas" mulheres pois elas têm aqui e felizmente, a sábia natureza de cornear quem as troca por um jogo de futebol na SportTV).



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As conversões finais

Tal como Dali que se converteu ao catolicismo mais reaccionário depois de assinar na sua juventude manifestos de uma rebeldia libertária quase inexcedível, Mário Soares e outros convertem-se ao Islão mais reaccionário, o da promoção da Jihad, justificando o próprio assassinato de vítimas israelitas ou americanas inocentes, comparando-as com as mortes de civis árabes e islâmicos, muitos dos quais são impelidos pelos terroristas a permanecer em edifícios-alvo das forças militares israelitas ou norte-americanas e aliadas. (1)

Mas Dali era tratado pelos seus antigos companheiros surrealistas como o Avida-Dollars, o que já diz tudo. E Mário Soares quem se lembra do tempo em que metia o socialismo na gaveta e banqueteava com Carlucci?

O mais grave em tudo isto é que Dali mesmo moribundo pedia que Deus não levasse os poetas. E Mário Soares o que é que pede a Deus?

(1) No recente confronto entre Israel e o Hesbolah, há uma cena curiosa (e especialmente trágica), passada por uma das televisões generalistas em que se mostra uma mulher libanesa numa rua repleta de poeira, queixando-se que os próprios vizinhos a tinham deixado para trás, que ninguém a tinha transportado para Beirute porque não tinha dinheiro para pagar o transporte! Numa outra cena há também uma mulher libanesa que vai a entrar numa ambulância quando esta parte rápidamente deixando-a estatelada no chão!. Ora estas mulheres foram deixadas para trás pelos seus próprios "irmãos", ao contrário do que os israelitas fizeram, nem sequer tiveram o apoio dos próprios libaneses.




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Azazel, Trinca-Fortes - Quinta-feira, Setembro 14, 2006 | link | 0 comments |

Islamismo e fascismo - só agora começa o debate em Portugal



Embora tardiamente parece ter finalmente começado em Portugal, o debate sobre o fascismo islâmico e as suas ligações com o terrorismo internacional. E ainda que não se tenha tido a coragem de ir tão longe quanto seria desejável, agarrando o "touro pelos cornos", para seguir uma expressão popular, já é louvável que a RTP tenha levado a cabo um debate sobre o Islão e o terrorismo de natureza fascista que fala em seu nome e pretende expandir-se pela Europa e o Mundo, se possível conquistando-o, como pretendiam os tiranos do Terceiro Reich, aliados aos seus amigos árabes e islâmicos (um deles, o mufti palestiniano Hajj Amin Al Husseinin, o herói e inspirador de Arafat, amigo de Soares e outros da IS, não o esqueçamos).

No debate televisivo já pudemos assistir (finalmente!), a algum equilíbrio nas escolhas de quem fala de um lado e de outro. E se é certo que Pacheco Pereira é membro de um partido e comentador televisivo habitué, tendo pois que manter alguma contenção (ou porque não dizê-lo, mesmo alguma auto-censura?), foi sem dúvida o oponente mais à mão e verticalmente, para fazer face ao anti-americanismo primário e políticamente correcto de Mário Soares (o mesmo indivíduo que esteve no Governo de Portugal durante anos e já se esqueceu que nunca negociou com as FP-25 de Abril, vindo agora defender que se deve negociar com o terrorismo). E contudo, diga-se com toda a franqueza, as FP-25 de Abril ou mesmo qualquer movimento de resistência armada contra o fascismo em Portugal, não tinham qualquer paralelo com os fascistas islâmicos que matam crianças e civis inocentes e que nem mesmo poupam os seus, islâmicos como eles. As FP-25 de Abril visavam os capitalistas (quanto a nós por vias erradas), e nalguns casos indivíduos que punham famílias inteiras na miséria ou mesmo no cemitério, não o esqueçamos - NENHUMA COMPARAÇÃO POSSÍVEL COM A AL-QAEDA que é sobretudo uma organizazão waabita milionária!. Mário Soares também já se esqueceu que trabalhou bem de perto com Carlucci (o mesmo que foi depois para Director da CIA), e que, enquanto Presidente da República nunca promoveu qualquer diálogo com os países árabes, limitando-se a apoiar o amigo próximo (certamente envenenado pelos seus próprios pares), o palestiniano e ele próprio um terrorista, Yasser Arafat.

Tal comno Feitas do Amaral (que sugeriu encontros de futebol com os países árabes quando tais encontros já existem há anos, organizados pela FIFA), Mário Soares encontra-se à beira da mais completa senilidade política mas também moral e psicológica. É um homem que já não se controla. É um incontinente. Podia sê-lo mas sem que disso viesse mal ao Mundo. Mas não, a sua senilidade, a sua incontinência é perigosa porquanto ainda é escutado, exlusivamente porque é uma voz que apoia o diálogo, pior do que isso a negociação com os terroristas islâmicos. Tal como o seu compagnon Zapatero fez com a ETA e gostaria também de fazer com a Al Qaeda.
No meio de tudo isto quem ouve as vítimas? E se fosse um filho de Mário Soares ou de Freitas do Amaral a ficar debaixo das Torres Gémeas, como falariam estes? Ainda continuariam a defender a negociação com a Al Qaeda?

Voltando ao tema do debate e a uma das críticas frontais que fazemos à falta de coragem para abordar o tema de uma forma tão radical pelo menos como faz o outro lado, diríamos que só faltou a Pacheco Pereira definir política e sobretudo ideológicamente o que está por detrás do "fenómeno" do terrorismo islâmico, isto é, faltou a Pacheco Pereira responder nos termos com que o fazem outros comentadores, nomeadamente não ligados aos meios de comunicação controlados por fortes grupos financeiros capitalistas e reaccionários (obviamente interessados nos negócios com o chamado mundo árabe). Ou seja, faltou a Pecheco Pereira dizer aos islamistas presentes e a Mário Soares como apaziguador, o seguinte:

É possível que vocês, os obscurantistas e novos anti-semitas, a pseudo-elite republicana, nacional-socialista e laica, governe alguma vez uma parte do mundo em aliança com os islamo-fascistas; até é possível que alcancem os vossos objectivos de extermínio total dos judeus ao permitirem que o Irão se arme nuclearmente (em primeiro lugar se Israel vos deixar), mas há uma coisa que vocês NUNCA vão conseguir - a Eurabia nunca será uma realidade e serão os povos europeus (talvez até os franceses em primeiro lugar), que irão destronar essa hidra reaccionária chamada Islão na versão waabita, tal como os reis católicos o fizeram com os imperialistas mouros na Idade dita Média.

Chamar aos bois pelos nomes é dizer a estes incontinentes republicanos, pseudo-maçónicos como quem ocupa um andar em ruínas, portanto do menos hermético e tradicional que é possível imaginar, que o Islamismo de dentes afiados, que hoje faz explodir crianças ao lado de simples turistas numa qualquer rua de Bali, de Londres, Madrid ou Istambul (João Soares irá sentar-se um dia numa dessas mesinhas de esplanada), é um islamismo de natureza fascista e extremamente reaccionária, contra o qual devemos lutar como se se tratasse do fascismo de Salazar, de Franco ou Pinochet. Talvez mesmo com mais determinação.
Recordem-se das palavras de PP: "oiçam ou leiam o que diz a Al Qaeda!"
Não se limitem a ler os vossos jornais habituais, leiam os comunicados do Hesbolah, do Hamas, da Jihad Islâmica.
Oicam o que eles têm para nos dizer: Eles não querem negociar, eles querem dar cabo de nós, seus palermas! A nossa cruz não é a deles! Os nossos símbolos, os nossos valores, a nossa arte, a nossa literatura, mesmo os vossos livros de memórias insípidos e mentirosos, não lhes dizem absolutamente nada! A nossa liberdade para eles é uma merda! Eles querem foder as nossas mulheres, foder os nossos filhos, tal como os fascistas de Franco ou de Pinochet o faziam! E depois, e ainda por cima, querem o Paraíso!




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Domingo, Setembro 10, 2006

Separar a Inglaterra dos EUA - parte 2



Quando se pretende separar algo começa-se por atacar o adversário principal. Quando se pretende separar um país de outro, não é à fronteira que se vai. Ataca-se o Rei, o Príncipe Regente ou, neste caso, o Primeiro-Ministro. Maquiavel ensinou isso na sua cartilha miserável. Em pleno século 21 é por ela que os políticos se guiam.
No momento em que falamos, Tony Blair esse bravo gigante anglo-saxónico que um dia será estimado como um Churchill, tal a forma como defende e argumenta as suas posições ao lado do seu principal aliado - os EUA (e porque não, para que servem afinal os amigos e irmãos?), está prestes a ser afastado do seu cargo. Ou seja, o político europeu que maior coragem revelou no seu apoio aos EUA, no seu apoio aos norte-americanos que, lembre-se sempre, ajudaram a libertar a Inglaterra do jugo nazi-fascista, é precisamente o menos estimado de todos os ingleses, deve ter por volta de 20% de apoio ou ainda menos, segundo as previsões "oficiais", ao estilo do antigo sindicalista da UGT, agora convertido à ciência estatística. Ai Inglaterra, com todos os teus defeitos (e não são poucos), onde está a tua bravura? Andas a ver muitas "soaps" e telenovelas? Aqui em Portugal, nós também. Daqui a pouco expulsamos também o Luís Amado.

A queda de Tony Blair não é senão uma pequena parte, (surdamente, como convém), da estratégia da Al Qaeda e dos islamo-fascistas para separar a Ingaterra dos EUA. Um dia os colaboracionistas ingleses também serão pendurados nas árvores mais altas de Londres e Manchester, as botas para cima, mas até lá quanto o povo inglês vai sofrer, quantas mortes irão decorrer até que se aperceba do grande dolo que cometeu ao atacar um dos seus principais filhos-irmãos.


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A lista no top referrers

É evidente para todos os que nos conhecem daqui, que o primeiro lugar na lista do "Top Referrers" (ver mais abaixo), jamais poderia ser ocupado por um blog porno, grosseiro e de muito mau gosto, diga-se!. A verdadeira lista começa pois no 2º lugar, esse sim é o primeiro "referrer", não o extra-caseiras.com.
Entretanto já escrevemos aos administradores do Top-Referrers para que alterem esta situação, impedindo este blog porno de usurpar os verdadeiros objectivos do código (script) feito por aquele site. Não o fazendo retiraremos naturalmente o referido código das nossas páginas.
Não somos moralistas nem temos nada contra o erotismo ou a pornografia que não sujeite as pessoas (mulheres e homens) ao papel de seres objectos, mas a realidade é que este blog nada tem a ver com o extra-caseiras.com e não cremos que nenhum dos seus visitantes regulares tenha qualquer interesse em visitar-nos, bem pelo contrário.


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Voltámos!

Em nova morada, pois a anterior foi estuprada por um bandido no bairro "social" (1) onde residíamos. Fomos ameaçados de morte e a porta práticamente arrombada (a fechadura ainda lá está quase desfeita aos pontapés), perante os olhares atónitos mas expectantes de alguns vizinhos mais acobardados (não fosse o pequeno demónio virar-se igualmente contra as suas casas práticamente coladas umas às outras), e fazer-lhes o mesmo que a nós.

Preferimos "bater em retirada" pois ali os tanques e as automáticas estão nas mãos erradas e nós não temos esse "luxo" de desprezar a vida atando bombas à cintura e matando a torto e a "direito".

Não é fácil contudo dobrarem-nos a coluna e mesmo que usemos apenas o Verbo, como é sabido é ainda a mais mortífera das armas pois permite que os tanques e as automáticas se virem contra os próprios (como sucedeu com o Hesbolah recentemente), como se fosse material num forno de fundição.

Voltámos pois e com a mesma determinação. Continuaremos a dar-lhes trabalho fazendo com que a implantação do crime e do desamor, a coisificação da vida, quer seja motivada pelos que vêm de fora, quer seja a partir dos que já estão há séculos cá dentro mas são feitos da mesma substância maligna, não venha a ser uma realidade no futuro, aceite como se fosse algo com que tivéssemos de viver, como nos dizem já alguns políticos e "comentadores" apaziguadores, na esperança de que acreditemos e nos afundemos a todos num qualquer caos do qual certamente julgam poder sair incólumes.

(1) Em geral os bairros ditos sociais servem para que os burgueses e o novo riquismo reinante, (uma ampla maioria apoiante dos "apaziguadores" e dos "negociadores" face às ameaças do terrorismo marginal e do terrorismo de orientação ideológica), possam propagandear e fingir que a paz social reina por toda a parte. E a harmonia. Sobretudo a harmonia.
No entanto estes bairros "sociais" são o alforge onde já lá estão ou vão parar todos aqueles que não hesitam em auto-flagelar-se (sobretudo para as câmaras de televisão generalistas), e a cumprir um papel de vitimização, a fim de alcançarem alguns ganhos extras e até criminosos, nalguns casos bem superiores aos que detém aqueles que lhes permitem esse estatuto de "marginalidade". Não é por acaso que a GNR chamada a intervir num caso como o nosso, diz que não tem poderes para fazer mais do que identificar o criminoso, deixando-o contudo em liberdade. Felizmente que ainda há guardas republicanos com formação democrática e sobretudo ainda há a PJ.
Tal como os subúrbios de Beirute, os subúrbios de Lisboa e Margem Sul, estão repletos de indíviduos que não se importariam de sacrificar os seus próprios filhos em atentados suicidas, para alcançarem um Paraíso a que nunca chegarão. Basta que alguém lhes entregue um dia "o Corão segundo Bin Laden e outros islamo-fascistas", e lhes prometa uma conta bancária razoávelmente choruda. Do roubo de esticão à promessa de um futuro mais risonho e a fotografia dos filhos ao lado de Alá, certamente não hesitariam já que convivem diáriamente com o crime.



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