O Islamismo na Europa - Eurabia
Sexta-feira, Agosto 11, 2006
Uma ausência quase clandestina - 14h00

Talvez dois ou três dias, ou ainda menos, vamos estar ausentes por razões de segurança.
A todos quantos nos visitarem e caso nos desejem contactar, escrevam-nos para:
anti-eurabia@alternativa2000.org
Um obrigado a todos!
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Não nos ouvirão uma crítica fácil aos governantes

Quando as coisas estão mal (e estão), é muito fácil para portugueses de pensamento comum, deitar toda a culpa para os governantes, quaisquer que sejam. Durante o fascismo alguns de nós andávamos na rua, fugíamos da Pide, entrávamos nos cafés a correr sob as bastonadas dos esbirros do Capitão Maltez, e raras eram as pessoas que nos protegiam, raríssimas as que nos escondiam. Ao contrário a Praça do Comércio enchia-se para ouvir o Salazar.
Depois do 25 de Abril um punhado de bravos capitães e soldados (e não nos venham com a conversa que foram os estalinistas, que foram os clandestinos civis que estavam em Argel!), resolveu sair para a rua e com os tanques e as metralhadoras prontas a disparar, empurrou o regime para o Brasil. Depois o povo apareceu, quando as coisas já estavam nas mãos das "forças democráticas". Dir-se-á que a História das revoluções é mesmo assim mas nós não enfiamos esse barrete - quem derrubou o regime foram esses capitães e esses soldados, não foram os tais que agora se sentam nos gabinetes de marketing, não foram os que fabricam imagens falsas de políticos e comentadores corruptos!
E dizemos isto para que fique claro de que lado estamos - estamos contra todo o tipo de fachos, os da direita (os Le Pens, os Freitas do Amaral, os senhores do PNR e outros), mas também contra os da esquerda dita "radical" e que são ainda mais e mais perigosos do que os anteriores (até porque em muitos casos já estão à beira do poder).
Não estamos contra nenhum democrata sincero, seja ele de direita ou de esquerda, mais ou centro, dentro de um quadrado, de um círculo ou de um rectângulo, pobre, rico ou remediado, da burguesia ou do proletariado. Não estamos contra todos aqueles que, sendo islamicos, africanos, asiáticos, brancos caucasianos ou peles-vermelhas, são homens de bem e querem o bem de todos os outros.
Não estamos contra os governos sejam eles o que forem - em democracia os governos são lá colocados pelo povo. Se este está enganado, desengane-se e corrija a pontaria, não somos nós que mandamos nisso! Há campos de treino para esse efeito. Se a polícia não actua não é só o governo (este ou outro qualquer) que devemos culpar, é a sociedade portuguesa no seu geral não faz quase nada para que os governos melhorem. Se a sociedade não vai ao teatro não pode ser o governo a fazer teatro à borla! Se a sociedade prefere gastar o dinheiro em cervejolas no bar ou a dá-lo ao Benfica ou ao Porto, não é o Governo que lhes tem de dar mais dinheiro, são eles que têm de gastar de acordo com o que ganham, de acordo com o seu trabalho!. Se polícias são assassinados pelas costas, não é o governo que é culpado, são as pessoas que não sacodem dos bairros esses pequenos fascistóides fingidos de irmãos Dalton e que aterrorizam um bairro inteiro. Ao Governo, o que devem fazer é exigir que dê à polícia mais meios de combate e repressão, para que esta possa excercer a prevenção mas também reprimir o crime, o organizado e o menos organizado.
Os governos, o nacional e o local, são aquilo que nós somos, são o espelho da nossa vontade, da nossa firmeza de colhões, mas se formos cobardes e pedinchas, será também um governo de cobardes e de pedinchas que vamos ter e que vai fugir ao primeiro disparo dos bandidos e passar a andar sempre de mão estendida a Bruxelas. Somos nós que temos de dar o exemplo e não os governos! Basta de pôr a cabeça na areia e fingir que nada temos a ver com isso!
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Quinta-feira, Agosto 10, 2006
Make love and fight against hate - 21h05

Não há amor mais forte do que aquele que se conquista contra o ódio. Na família (como em "Zorba, o Grego"), ou na luta pela sobrevivência de um país e de um povo condenados ao ostracismo mundial, aos campos de concentração de nazis e amigos de nazis disfarçados de democratas e "rebeldes". Não são precisos muitos comentários para perceber para que lado dispara o Amor.
O Amor está aqui

ou aqui?

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Proibir o Islão? Claro que não!


O Blog Observatório da Jihad, nosso parceiro no combate contra o fascismo islâmico lança esta questão muito pertinente: Deve o Islão ser proibido?
Creio que os nossos companheiros defendem a proibição. Nós não. Nós defendemos não a proibição das religiões, de qualquer religião, mas a "proibição" em cada indíviduo daquilo que o pode estupidificar e alienar. E nessa afirmação da identidade do indíviduo tudo se resolve e sobretudo cumpre.
Por outro lado como é que se pode proibir uma religião que é como um sentimento? Nós somos profundamente contra as religiões porque TODAS, repetimos TODAS, são alienatórias e estupidificantes, quer a Católica, quer a Islâmica, quer a Judaica, quer as das antigas tribos índias. Estamo-nos nas tintas para qualquer religião. Mas do mesmo modo que somos contra todas as religiões, somos também contra a proibição e a censura, seja qual fôr a forma que esta assuma, anti-religiosa, anti-ideológica, anti-cultural.
Embora consideremos que o Sr. Louçã e o Sr. Portas (os dois, ao lado do Sr. Rosas), são fascistas que ainda não tiveram oportunidade de exercerem o Poder e por isso ainda podem enganar alguns incautos (como aquele doido da pasta de dentes da famosa anedota), continuamos a achar que o Sr. Rosas e mais os seus dois primos bloquistas, devem ter todo o direito para discursarem sobre a História e a Política como a vêem e não vêem. São três "terroristas" (por enquanto apenas verbalistas mas só porque ainda não ascenderam ao Poder), são três amigos de terroristas e que gozam de toda a impunidade, subsídios e despesas de representação pagos pelos contribuintes, aplaudem os crimes racistas quando são praticados por africanos ou ciganos mas não se comovem minimamente quando agentes desarmados são mortos pelas costas. Depois, hipocritamente, são capazes de votar na Assembleia da República, uma pequena pensão para a família das vítimas. Fascistas!.
O Islão não deve ser proibido porque seria uma forma também de lhe trazer adeptos sem esforço. As pessoas gostam do proibitivo. As esquerdas sobretudo adoram ser proibidas. Se não houvesse proibições as esquerdas tão pouco tinham qualquer espaço de manobra. Teriam mesmo pouca razão de existir. Mas as proibições que as esquerdas amigas do ambiente mas inimigas do homem, preferem acima de tudo são as proibições que se viram contra a barbárie ou as proibições que visam proteger a sociedade humana do caos e da desordem tão típicas dos primeiros tempos em que o Homem, esse ser tão racional e superior, começava o dia batendo com um tronco de árvore na cabeça do seu vizinho ou jantava as partes mais tenras do próprio filho, quando a fome mais o apertava.
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Separar a Inglaterra dos EUA - 14h19

Um dos grandes objectivos dos islamo-fascistas e dos seus aliados no Ocidente (nos media, nalguns partidos de esquerda, nalguma direita liberal), é conseguir separar política e ideológicamente, a Inglaterra e os países que integram a Grã-Bretanha, dos EUA e da política externa norte-americana. Não porque o governo de Blair esteja ao lado de Bush ou vic-versa, em relação ao fundamental da política externa, nomeadamente quanto à luta contra o terrorismo inbternacional. A razão principal não é essa. É sobretudo porque ao separar a Inglaterra dos EUA, independentemente de quem esteja na Casa Branca, enfraquece os dois aliados, tal como tentou Hitler na II Guerra Mundial. Felizmente os ingleses dessa época perceberam isso e quando Churchill lhes falou francamente do projecto diabólico de Hitler e dos seus bandidos de botas cardadas e braço estendido, os ingleses não se puseram a discutir questões de lana caprina ou se Churchill estaria a seguir os passos de Roosevelt ou apenas os seus, não se dividiram e apoiaram o maior dirigente político dos tempos modernos, talvez o maior do século XX. E os nazis foram derrotados por essa união de esforços entre os governos e os povos de Inglaterra e dos EUA, com a colaboração dos resistentes da esquerda consequente e dos libertários de todos os países, franceses, holandeses, dinamarqueses, finlandeses, suecos, belgas, polacos, checos e muitos outros.
A actual conspiração islamo-fascista no sentido de fazer explodir aviões intercontinentais sobre o território dos EUA e de Inglaterra, não pode ser novidade para ninguém e muito menos para nós que estamos a alertar para essa eventualidade quase diáriamente. Os islamo-fascistas vêm o cerco a apertar-se mesmo na Europa, começam a ver leis sobre a emigração cada mais rígidas e em que os seus passos são cada vez mais vigiados. Por isso têm pressa, têm pressa de actuar. A pressa leva-os também a cometer pequenos erros que são detectáveis pelas forças de segurança naturalmente atentas aos passos de alguns membros terroristas, cujos passos poderão estar a ser detectados e acompanhados por essas forças há longos meses ou mesmo anos, por forma a que seja possível apnhar a rede terrorista e não apenas alguns dos seus "executivos" suicidas.
A esquerda pró-islâmica e contra as restrições sobre a emigração em massa (emigração que tem de ser limitada drásticamente), não irá passar muito tempo sem se fazer ouvir, procurando mobilizar as pessoas menos prevenidas para a limitação de algumas liberdades de circulação e até de privacidade, com o único objectivo de desvalorizar e injustificar as acções das autoridades ou "explicar" mesmo, nalguns casos, esta reacção dos terroristas islamo-fascitas, pelo facto de Israel estar em guerra com o Hesbolah, bombardeando muitas das posições desta milícia terrorista e civis inocentes. No momento em que o bloco islamo-fascista está a receber profundos golpes (toda a gente pode imaginar o que significará para a Al-Qaeda e as suas ligações em todos os continentes, a perda por parte do Hesbolah, do Hamas e da Jihad islâmica dos territórios junto à fronteira com Israel, incluindo o sul do Líbano e parte da Faixa de Gaza), é importante para a Al Qaeda actuar o mais rápidamente possível, fazendo do lado ocidental o maior número de vítimas, para provar ao Mundo que têm força suficiente para o tornar refém das suas intenções, sempre que o entenderem. A perda de controlo desses territórios e a sua passagem para uma força multinacional armada e pronta a intervir militarmente contra qualquer força agressiva na região, será o fim, por largos séculos, entenda-se, da influência dos movimentos islamo-fascistas (do chamado erradamente "fundamentalismo islâmico"), na região do Médio Oriente e nos vários continentes.
Por outro lado a perda do poder nessas regiões por parte das organizações terroristas, levará igualmente ao enfranquecimento do papel da Síria e do Irão e possívelmente a revoluções internas democráticas e anti-fundamentalistas nesses dois países com a consequente destruição dos seus arsenais de mísseis de longo alcance (capazes por exemplo de atingir alguns países europeus e não apenas Israel), e da central de enriquecimento de urâniio do Irão. É esta perspectiva bem previsível de perderem a possibilidade de controlo nessas regiões por parte dos seus grupos armados (Hesbolah, Hamas e outros), e a destruição dos seus arsenais de mísseis e da sua central de enriquecimento do urânio no Irão, que leva a Al-Qaeda e outros grupos terroristas islâmicos a apressarem-se, a não adiarem por muito tempo, os seus objectivos de destruição e criação do caos e da desordem nos países ocidentais.
A ameaça que pesa sobre os nossos ombros não é sequer comparável àquela que enfrentaram os nossos avós na II Guerra Mundial. É muito mais grave e se queremos preservar o futuro dos nossos filhos e netos, não podemos ficar de braços cruzados. O que está em jogo hoje não é uma invasão por terra, um combate frente a frente nas principais trincheiras de uma guerra ainda convencional e com meios convencionais. O que está em causa é um combate contra alguém que não hesita sequer em usar crianças e fazer-se explodir com elas se isso significar a morte de milhares ou mesmo milhões de pessoas contra as quais se opôem apenas porque vivem de um modo diferente e têm valores diferentes.
É preciso apoiar os esforços das autoridades dos diversos países realmente empenhados na luta contra esta potência do Mal que tão pouco tem a coragem de se revelar no próprio campo de batalha. É um inimigo fácilmente reconhecível mas que se mistura com cidadãos honestos (milhões de árabes, africanos, asiáticos, etc.), pessoas cujo único propósito é o de procurarem melhores condições de vida fora dos seus países.
Os islamo-fascistas ao actuarem da forma cobarde como o fazem, colocam também em causa os direitos de milhões destes cidadãos árabes e islâmicos honestos, razão porque é necessário que também estes se manifestem abertamente contra estes agentes do Mal, denunciando-os às autoridades democráticas e combatendo-os ideológica mas também de armas na mão se tal vier a ser necessário.
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Quarta-feira, Agosto 09, 2006
Fomos forçados a sair
O bairro está de tal forma "problemático" (se dissermos pior que isto, acusam-nos certamente de ser racistas), que já a própria GNR se recusa a subir aos apartamentos, em muitos casos sendo forçada a chamar a polícia de intervenção. Aqueles que estão com o caos e com a desordem (nihilistas fachos são o que são, para lá das aparências de "pequenos" criminosos de esticão), e que em muitos caos ignoram a tragédia quotidiana alheia, são os mesmos que trabalham confortávelmente nos seus gabinetes de luxo (políticos situaicionistas e comentadores de carreira), e residem em condomínios fechados com garagens que se abrem por comando remoto.
Venham para cá viver, galinholas! Se fôr uma força de autoridade que ataca um criminoso e o mata, cai logo o Carmo e a Trindade. Mas se os tiros são feitos à queima roupa ou pelas costas contra guardas que estão a cumprir o seu dever como agentes de autoridade, são de imediato acusados de actos racistas! Isto tem de acabar meus senhores!
Vivam das vossas quotizações (da meia dúzia de militantes que têm), e depois digam-nos onde vão buscar o dinheiro para tanto cartaz em defesa dos pobres e oprimidos marginais e drogaditos! Coitados! E as vítimas, por acaso já pensaram nelas?
(1) Caros senhores do SOS-Racismo e de outros organismos congéneres suportados pelos dinheiros dos contribuintes portugueses: não nos ouvirão uma única palavra contra os emigrantes mas na verdade este bairro tem vindo a piorar e a ficar cada vez mais violento desde que vieram emigrantes nomeadamente de países islâmicos e islamizados e de países africanos, ESTA é uma dura realidade que têm de perceber! O nosso racismo é equivalente ao vosso, se fôr necessário e mesmo com os poucos recursos que temos alugaremos os serviços de um africano fortalhaço para nos defender físicamente meus cabeças de merda!. Porque o perigo para nós ainda não passou, pequeno-burguesotes de chacha! A vossa "mamã dá" de certeza mas a nossa tem uma porcaria de pensão e mal nos pode ajudar, ouviram?
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Segunda-feira, Agosto 07, 2006
Têm curiosidade de abrir a caixa, querem saber o que contém?
Os comentadores falam muito dela nos media e citam o conflito no Médio Oriente como podendo encerrar a verdadeira Caixa. E se é verdade que muitos países árabes sabem o que significa a sua Caixa de Pandora, até pelas guerras civis em que se têm confrontado e ainda confrontam (entre sunistas e xiitas, no Iraque por exemplo), é provável que alguns islâmicos mais fanáticos tenham ainda dúvidas sobre o significado da abertura da dita caixa, a que encerra os maiores riscos para os violadores, a Arca da Aliança.
Israel já sabe o que significa abrir a Caixa. Os Nazis de Hitler abriram só uma parte mas foram devorados pelos acontecimentos. Será que esses fanáticos islâmicos têm uma curiosidade a tal ponto infantil que querem ver o que lá está dentro?
Ou será que já a abriram no Líbano e só agora estão a perceber o verdadeiro significado?
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Bravíssimos Mr. Olmert e Mr. Nethanyau!
Enquanto os políticos ocidentais (ingleses e sobretudo franceses, belgas, holandeses, e outros), hesitam e batem cobardemente em retirada perante os avanços do islamo-fascista, Israel e uma boa parte dos norte-americanos, para além de muitos dos países do leste europeu que sabem o que significa e como sufoca viver em constante ameaça durante décadas, faz aquilo que é preciso fazer - dizer directamente aos terroristas de todos os quadrantes, sejam eles regionalistas, nacionalistas brancos ou azuis, africanos, irlandeses, asiáticos ou islâmicos, que o objectivo final é o da sua derrota definitiva. Não são os libaneses, não são os palestinianos que se procura destruir. Não nos atirem areia para os nossos olhos de ocidentais assustados e medrosos, o que os israelitas perseguem e querem esmagar são os terroristas islâmicos, os fascistas islâmicos, velhos aliados dos nazi-fascistas de Hitler (não esqueçamos isto, leiam o se que passou durante o III Reich, vejam as fotos do Mufti da Palestina, um dos heróis de Arafat, em sorrrisinhos com o ditador nazi, ao acordar o envio de uma força islâmica para lutar ao lado do tirano que nem sequer tinha um bigode de jeito, leiam a História por favor!).
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Brad Plot dá a cara pelos terroristas!
No filme com o Brad Plot, digo Bradd Pitt, Harrison Ford até tem pena do foragido do IRA. O final é comovente. Brad, o Pittbul acaba por morrer dizendo que o personagem de Harrison é um bom homem. Mas tinha já levado um tiro e acaba por falecer. Tudo very sad. O que terminava antes com um beijo à "cinema" no final, termina neste filme com uma pálida tristeza porque um terrorista ignóbil e sanguinário, um marginal disfarçado de rebelde (ira)niano acaba de perder a vida. Que pena!
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Domingo, Agosto 06, 2006
Apesar da estarmos praticamente barricados e ameaçados de morte - 17h33
Fica-nos ainda a vontade e o sôpro (será o último, não sabemos), para lembrar aqui a importância de uma visita, práticamente obrigatória, ao blog Relações Internacionais.
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Voluntariado para Israel - 17h02

Uma imagem vale mais do que mil palavras.
Embora as circunstâncias sejam diferentes (felizmente hoje os judeus estão melhor armados e são também uma potência militar na região e a dôr de cabeça dos anti-semitas vem precisamente desse facto), toda a solidariedade e voluntariado em defesa do povo de Israel (e obviamente também do Líbano democrático e anti-fascista), é urgente. Os Galloways e outros Goebels em voga e toda a côrte de Dhimmis europeus e americanos, que não hesitam em considerar um grupo como o Hesbolah fora da lista do terrorismo, têm de ser combatidos com toda a firmeza e também com toda a coragem.
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Reuter admite grave erro de manipulação de fotografia

Hoje de manhã, nós próprios enviámos à Reuters um protesto pela manipulação comprovadíssima da foto acima. No quadro a vermelho da foto abaixo (a que foi enviada pela Reuters para toda a imprensa), podemos ver como a imagem dos edificios em baixo é repetida mais atrás, a fim de mostrar que os bombardeamentos são sobre as áreas residenciais de uma forma indiscriminada para atingir não as infraestruturas do Hesbolah mas apenas zonas residenciais.
A Reuters contudo acaba há pouco de admitir o erro e suspender o jornalista autor desta manipulação, conforme se pode ler na notícia aqui publicada:
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REUTER ADMITS ALTERING BEIRUT PHOTO
Reuters' head of PR says in response, Reuters has suspended photographer until investigations are completed into changes made to photograph.'
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Nenhuma paz é possível com o Hesbolah - 15h58 (ainda barricado em casa)
Ora o que é realmente problemático para os inimigos da liberdade e da democracia é que nós NÃO NOS RENDEREMOS NUNCA!
Mesmo que o mundo ocidental seja uma boa merda, mesmo que ainda haja exploradores e explorados (e nós próprios estamos certamente neste último grupo), mesmo que haja uma sociedade de classes, os exércitos de salvação, os condomínios fechados ou os dormitórios para os sem abrigo, as misericórdias, a Teresa de Calcutá ou o Gato Stevens, NÓS QUEREMOS FALAR EM LIBERDADE, NÃO QUEREMOS QUE EXPLOREM E USEM AS NOSSAS MULHERES, NÃO QUEREMOS AS VOSSAS LEIS DE MERDA, NÃO QUEREMOS QUE NOS CORTEM A CABEÇA SÓ PORQUE SOMOS HOMOSSEXUAIS OU TRANSEXUAIS, PUTAS OU ENGENHEIROS QUALIFICADOS!
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A Estupidez e o Infinito

Não há senão duas coisas infinitas, o Universo e a estupidez humana...mas em relação ao Universo, não tenho contudo uma certeza absoluta".
ALBERT EINSTEIN
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Fomos atacados! (we were attacked!)
No passado dia 3 de Agosto, tivemos um ataque brutal ao nosso apartamento, com tentativa de arrombamento e agressão a um dos nossos membros, cujo nome, por razões de segurança, não o referimos aqui. O agressor não é islâmico e tão pouco neste momento podemos assegurar que o ataque possa estar relacionado com a nossa actividade na denúncia do avanço do islamo-fascismo na Europa e no Mundo. É um facto que se trata de um bairro dos subúrbios de Lisboa (semelhante certamente aos subúrbios de Paris ou de Beirute), considerado pelas próprias autoridades como "problemático" e que tem vindo recentemente a ser "visitado" por emigrantes vindos da Bósnia e de outros países de influência islâmica. Há mesmo uma loja de telemóveis com o nome de Muhamed, de onde saiem por vezes indíviduos de aspecto violento e por vezes embrigados, que passam pelas esplanadas e ameaçam as pessoas de morte, sem haver por parte de nenhum dos clientes ali sentados, a mínima provocação.
Nós próprios já fomos individualmente ameaçados de morte, ainda que aparentemente não conhecessem qualquer das nossas actividades já que mantemos uma posição de cortesia e polidez com todos os habitantes do bairro.
O agressor é um sujeito muito violento e que fala sobretudo com os punhos e com a maior violência mal conseguindo articular uma palavra sem ofender o interlocutor.
Durante essa noite e nas noites seguintes, quer eu quer a minha esposa temos estado praticamente barricados, saindo apenas quase clandestinamente. Na noite anterior a minha esposa foi mesmo forçada a dormir fora de casa, ficando eu barricado na mesma e com algumas armas domésticas (portanto legais) por perto, facas, vários ácidos, etc.
O agressor é visto no meio (familiar e local), não como um sujeito perigoso mas como alguém (tal como os terroristas do Hesbolah no Líbano), que defende as suas mulheres, os seus filhos, as suas populações, etc. A provocação que me dirigiu pessoalmente foi montada no sentido de fazer crer que estaria a defender apenas a honra de sua esposa, "se queres dirigir-te à minha mulher, fala comigo ouviste?", sem que eu tivesse sequer visto a sua esposa ou alguma vez falado com ela a não ser os habituais "Bom dia, boa tarde", fez com que familiares e outros vizinhos ocorressem rapidamente e tomassem imediatamente o seu lado, sem sequer tentarem deter o agressor mesmo quando este tentou entrar em casa, quer pela porta (que ainda conserva sinais de arrombamento), quer pela janela que julgou poder quebrar (o vidro não cedeu mas ainda assim ainda tentou agredir-me com um pau espetado para dentro de casa). Tais investidas foram gravadas em video.
Chamadas as autoridades (Comando-Geral da GNR e GNR local), vieram primeiramente dois agentes do piquete de emergência da GNR mas nem sequer subiram ao nosso apartamento voltando simplesmente para trás sem sequer nos telefonarem de seguida para explicar o motivo. Face à recusa dos agentes em virem ao local, interviemos rapidamente junto do piquete de emergência da Polícia Judciária que muito amávelmente atendeu a minha esposa (uma das visadas pelas ameaças de morte e possível violação) e de imediato contactou o Comando Geral da GNR. Este Comando-Geral deverá ter contactado seguidamente o posto da GNR local (não mencionamos aqui a localização do posto também por razões de segurança, já que estamos convictos haver uma presumível ligação ou simples negligência com a deliquência no bairro). Só após várias insistências (quer nossas directamente, quer através de amigos poetas e escritores e de membros da nossa família), é que finalmente surgiram junto ao nosso apartamento dois guardas da PSP, os quais foram de uma enorme descortesia, parecendo querer intimidar-nos a nós vítimas de violência e assalto e tomar o lado do agressor e dos seus familiares, recusando-se a falar conosco e a defender a nossa integridade física ameaçada e dirigindo-se ao invés para junto do agressor, dizendo-nos depois que não havia ameaças, não viam sinais dessa ameaça de que nos queixávamos. Em seguida desapareceram do local.
Voltámos de seguida a contactar a Policia Judiciária (piquete) queixando-nos de que a GNR local não estava a tomar qusiquer precauções apra nos defender das ameaças que persistiam. O agressor ficou mesmo no exterior (numa espécie de varanda pública), mantendo um ar ameaçador e provocador. Voltarem mais tarde dois agentes (os mesmos) insistindo uma vez mais para que saíssemos de dentro da casa para falarmos com eles, o que nos recusámos legítimamente a fazer pois o agressor tinha dito bem alto que nos matava e matava também os próprios guardas. Apesar disso contudo continuaram a afirmar, com alguns gracejos provocatórios, que não havia quaisquer ameaças no local e que o mesmo até estava deserto (na altura estava porque o agressor tem no local várias casas de família e de vizinhos, possívelmente seus cúmplices, recorrendo aos mesmos para se ocultar temporáriamente). Finalmente conseguimos acordar com os dois guardas que minha esposa seria escoltada até à esquadra local, ficando eu barricado em casa para defender os nossos haveres daquilo que conserávamos um ataque e tentativa de assalto e de assassinato contra mim e minha esposa.
De seguida os dois guardas escoltaram a minha esposa até à esquadra tendo esta feito uma queixa contra o agressor, queixa que está neste momento em execução. Já na esquadra e em contraste com os primeiros guardas, minha esposa foi muito bem atendida, tendo inclusive ouvido atentamente o seu depoimento e aconselhado o melhor procedimento a seguir.
Os dias que temos vivido tem sido dramáticos e perturbadores. Minha esposa aprsenta sinais de grande angústia e nervosismo, estando a ser medicada com tranquilizantes
e tendo que dormir fora de casa, sempre que à noite, o agressor se encontra mesmo postado junto ao nosso apartamento (é nosso vizinho, ocupando o apartamente ao lado do nosso).
Apesar das ameaças de morte e a tentativa de arrombamento da casa, o agressor encontra-se em liberdade, tendo-nos sido informados pela polícia local de que só poderiam actuar caso o agressor voltasse a atacar-nos!!!
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Quinta-feira, Agosto 03, 2006
Uma vez mais a Europa de joelhos... - 11h30

Sempre que a Europa se sente ameaçada (quando não foi ela própria imperialista e ameaçou os outros), em vez de combater ajoelha-se peratne os seus inimigos.
Toda a documetnação dos islâmicos racicais, dos fascistas islâmicos do Hesbolah, do Hamas, da al Qaeda e outros grupos com esta última conectados, revela à evidência quais os propósitos do chamado "fundamentalismo" islâmico: a destruição do mundo ocidental e a implantação do Islão como religão oficial dos diversos estados conquistados. Infelizmente isto é uma ameaça real e não uma opinião isolada. Está inclusa em toda a documentação de carácter estratégico destes movimentos.
A primeira fase implica aquilo a que chamam a "resistência" contra a "ocupação" mesmo quando Israel ou os Estados Unidos não estão no seu território desde há anos. Mas se conseguissem desarmar Israel ou impôr pela força os seus argumentos em toda a região (incluindo nalguns países árabes menos agressivos em relação ao Ocidente), partiriam imediatamente para outras batalhas porque a sua guerra não terminaria com a destruição de Israel (como pede públicamente o Presidente Iraniano), mas sim aquilo a que chamam o Império do Mal, os Estados Unidos da América e os seus aliados no Ocidente.
Perante esta ameaça como reagem os políticos e os media ocidentais? Nalguns casos ingoram-na e noutros vão ainda mais longe - em vez de apoiarem os esforços dos seus dirigentes eleitos democráticamente no sentido de encontrar soluções no campo político-militar que ponham cobro às ameaças do islamismo radical, atacam-nos e enfraquecem-nos. Por detrás desta genuflexão dos europeus face aos perigos de islamização (ben concretos e nao fruto de uma qualquer teoria da conspiração), estão organização de todo o tipo, todas elas com vinculações aos islâmicos, todas elas considerando os terroristas como "guerrilheiros" ou "resistentes" islâmicos. Na base desta genuflexão está algo a que todos nós chamamos de medo, cobardia. Foi este mesmo medo, esta mesma cobardia que levou a que Hitler não tivesse hesitado um minuto que fosse em invadir a Polónia e outros países vizinhos e mais tarde a própria França, cujo sul se dobrou completamente aos seus intentos, colocando-se ao lado dos invasores.
Ora o inimigo de hoje não é melhor do que o inimigo actual - os fascistas de Hitler não eram mais perigosos do que os islamo-fascistas. O seu propósito é o mesmo. Não se trata de uma questão religiosa, mas sim ideológica. Tal como o estalinismo, a pretensão é clara: conquistar o Mundo para o Islão, reconquistar todos os territórios perdidos na Idade Média nas batalhas que então lhes foram movidas pelos reis cristãos.
Ao contrário porém do estalinismo cujos meios não passavam pela eliminação de civis inocentes e em que a luta ideológica não era suportada por acções terroristas contra as populações (uma coisa são os combates contra civis armados em Praga ou em Budapeste e outra diferente é fazer explodir crianças armadas com explosivos junto a esplanadas carregadas de civis, muitas delas crianças). O estalinismo lutou pelas armas mas não da forma cobarde e terrorista com que o faz o islamismo de inspiração fascista. Uma coisa é a resistência e outra é o terror.
O Presidente Iranaiano acaba de anunciar algo que já sabíamos e em primeiro lugar os israelitas: "Para acabar com a crise no Médio Oriente só há um meio: a destruição de Israel". Ora é precisamente esta ameaça que stá em jogo desde há anos - os islâmicos radicais não querem a paz com Israel mesmo que este cumpra as decisões do Conselho de Segurança, que retire dos territórios ocupados durante as anteriores guerras, querem a destruição de Israel!.
Não é possível que a Europa fique de braços cruzados enquanto um megámolo, uma espécie de Hitler, faz ameaças de destruir Israel. A Europa tem de perceber que a destruição de Israel, mesmo que isso fosse possível para os terroristas que estão no poder no Irão (não os persas iranianos entenda-se!), é apenas um passo para um objectivo mais avançado e já nem sequer disfarçado - a implantação da Eurabia, a islamização da Europa!.
Os Solanas, os Villepins, os Chiracs, os Freitas do Amaral, os Soares (independentemente do papel que estes últimos representaram no passado em defesa da democracia portuguesa), a sua hesitação, os seus dilemas metafísicos sobre uma possível catástrofe para a humanidade em caso de uma guerra contra o islamo-fascismo, acabam por contribuir precisamente para o oposto daquilo que dizem pretender, em vez de uma paz duradoura com o mundo islâmico, teremos necessáriamente uma guerra de enormes proporções, talvez bem pior para as populações europeias se se houvesse optado por uma posição menos receosa e menos hesitante. Se os Chamberlains e os Daladier tivessem desde cedo agido contra Hitler não teríamos certamente este a invadir a Polónia e a maior parte do continente europeu.
islâmico, também ele em vésperas de realizar a bomba nuclear
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Quarta-feira, Agosto 02, 2006
A carne tenra das crianças libanesas - 19h29


O Hesbolah e em geral todos os grupos fascistas islâmicos adoram a carne fresca das crianças (diz-se mesmo que o profeta Maomé seria hoje considerado um perigoso pedófilo)(1). Não é ofensa ao Islão porquanto um bando de idiotas islâmicos, pretensamente no "alto", é capaz de ter direito a deitar-se com raparigas menores, muitas vezes contra a sua vontade.
O Hesbolah, o Hamas e muitos outros grupos preferem utilizar as crianças para outros fins. Adoram utilizar os pequenos para lhes meter as bombas à cintura e de preferência (porque desde pequenos já são destinados a isso, as famílias fazem os possíveis por reproduzi-los a contento), fazê-los explodir junto a um grupo de crianças israelitas, crianças como elas, de tenra idade. Desde pequenos que são ensinados a odiar Israel, tal como os meninos que como eu foram ensinados pelos mestres fascistas de Salazar, a temer os comunistas. Anda alguém pela noite de breu à procura?
Os califas, os imans, os mullahs, os próprios ayatolahs, sempre adoraram os pequenos. Cortejam-nos, concedem prendinhas às famílias e depois, com um cinismo que faria inveja ao ocidental Machiavelli, servem-nos à sobremesa, como carne para canhão. Actuam com o comando à distância. Explodem-nos.
Os pais e as mães deles são os principais responsáveis porque permitem a manipulação, a venda dos meninos para a liturgia islâmica feita de sacrifício sangrento e inócuo, exactamente ao mesmo nível que em certos bairros considerados "marginais", um chulo é uma espécie de divindade, um sofredor, uma vítima da sociedade, não um carrasco e um bandido explorador de mulheres e de crianças-mulheres.
(1) Não concordamos obviamente com esta acusação e Maomé tinha razão neste ponto (ele que "nos" deixou um legado profundamente reaccionário), já que uma "rapariga" pode ser já, uma mulher se os seus genes o reclamam, antes que a Moral (a islâmica, a burguesa, a estalinista), se imponha aos ditos.
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E enquanto os intelectuais no Ocidente lutam por prémios...

Os prémios são de facto apetecíveis (até o Miguel Cintra acabou por receber um dos mais "dispendiosos"), os prémios são quase sempre incontornáveis. A poesia lado a lado com o dinheiro, a indústria, as instituições do poder.
As corporações (e o Estado nos países de orientação socialista), dão prémios com a maior margem de liberdade e até de impunidade (isso já nem sequer desespera os "artistas", os intelectuais e sobretudo os da esquerda que era suposto serem SEMPRE contra), o dinheiro não lhes pertence, é dos contribuintes e dos consumidores dos seus produtos.
"Imperdoável" não é que a justiça seja feita ou que haja um poder de compra como o da Dinamarca, mas que um qualquer intelectual ou artista pequeno-burguês e esquerdista não seja premiado. Não há artista ou intelectual pequeno-burguês que não justifique os prémios, sobretudo os seus, mesmo quando ao lado se contam por milhares as mortes de companheiros (como Desnos, Lorca e muitos outros), que puseram o pincel ou a pena no lugar para se dedicarem à luta pela dignidade e liberdade do homem. Os artistas não pintam ou escrevem por pintar ou escrever, os artistas são criadores e não apenas mandaretes de qualquer poder, são-no independentemente dos livros que possam publicar ou dos quadros que possam realizar e muito menos dos prémios que possam ou nao obter e sobretudo receber de bom grado. Sartre foi um dos raros que não aceitaram o Nobel. Não foi por isso que este pró-maoísta e anti-"imperialista" alcançou a razão e a verdade. Mas Sartre foi pelo menos coerente e honesto (quando falamos de Fidel e apesar de todos os seus erros falamos da mesma têmpera de pessoas, a dos que não é possível associar aos mandaretes, aos servants Eduardo dos Santos, Mobutus ou Kabilas. Não é possível estar com os dois lados ao mesmo tempo, como fazem muitos dos intelectuais das "esquerdas" unidas e em especial a maioria dos políticos "apaziguadores" europeus - os Solanas, os Zapateros, os Villepins, os Shroeders, os Freitas de Amaral, os Soares. Por um lado estão com a Democracia e a Liberdade dos com a democracia dos cocktails e das viagens e o direito de voto do povo trazido em cima de camionetas camarárias, e por outro, ao lado dos criminosos islâmicos(1) e dos seus milhares de pseudo-emigrantes "exilados", a maioria não para mudar de vida mas para trazer a violência e o terror ao modelo de civilização ocidental, concorde-se ou não com o mesmo.
(1) Os islâmicos são um pouco como os vitimizados "marginais" das sociedades capitalistas industrializadas, uns coitados que se confundem com as suas próprias vítimas, e que "lutam" à faca contra uma sociedade que dizem hostil mas que os engrandece e os alimenta, tiveram uma infância infeliz os pobres!). Ninguém já parece preocupar-se com as vítimas destes bandidos, vão direitas e deitadas directamente para o médico-legista, enquanto os outros, os criminosos dão entrevistas na RTP, na SIC, e sobretudo na inenarrável TVI.
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O nosso perfil - o do combate contra a opressão!
Ontem mesmo dois energúmenos de recorte fascistóide (provávelmente teriam sido recrutados pela Pide se não tivessem anscido depois de 74), ameaçaram-nos de morte e gozaram à brava a própria GNR quando a chamámos pelo 112. Devem ter percebido (como?) que filmávamos algo (nós que somos subscritores da Nasa, filmamos o que nos apetece por cima de nós, não a trampa que nos rodeia socialmente, já que para esta haverá cineastas muito mais habilitados).
Há dois meses atrás um casal de islâmicos alugou um "flat" aqui perto. Tudo normal. Pacíficos, como sempre. Mas agora volvidos alguns meses, somos nós que estamos a ser ameaçados por alguns vizinhos, petit criminels ou na verdade mouros (como nos chamam deselengantemente os nortenhos), amigos do islamismo radical que a pouco e pouco se vai implantando nos bairros populares para daí estender a sua influência para as grandes cidades, tal como sucede já em Paris?
A minha mulher é actriz há mais de 20 anos e hoje faz espectáculos sobretudo para crianças (de todas as condições, incluindo as dos bairrros pobres), e custar-me-ia muito que o seu rosto fosse retalhado por um desses "marginais" fascistas!. O que diriam as crianças se a vissem com o rosto cortado pelas facas desta corja de imbecis e bandidos?
Deixo-vos pois aqui o alerta. Isto está a acontecer em Portugal, algures num bairro periférico de Lisboa. Não temos qualquer ilusão, a maioria dos intelectuais portugueses nomeadamente os mais mediáticos ou premiados (ah! os intelectuais, como são tão distraídos!)(1), nada farâo ao nosso lado, e ainda por cima anónimos, (se fôssemos ao menos o Gastão Cruz, o Júdice, o próprio Pulido Valente que tanto prezamos!), porque isso iria pôr em causa a sua consciência e sobretudo a sua estabilidade sofá pequeno-burguês com a telenovela à hora do jantar. É como vivem (e gozam assim) e nem sequer olham para nós, já com metade dos pés envoltos em grilhetas.
Mesmo assim não nos calamos.
(1) Já no filme de Polansky "Por favor não me morda o pescoço", o Professor Abronsius (Jack MacGhoran) dá o flanco às forças do Mal, e inadvertidamente conduz as suas sementes para além da Transilvânia, para dentro dos mais desatentos.
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Terça-feira, Agosto 01, 2006
Condi Rice, uma senhora "com a pele colorida de negro"! - CNN - 18h09

E é verdade, Condi Rice é negra. E crime dos crimes, elegante e bem parecida. Mas o que alguns da esquerda amiga do ambiente mas também amiga do islamo-fascismo provávelmente não sabiam (estavam distraídos a preparar uma nova manifestação anti-imperialista, com os dinheiros dos contribuintes portugueses), é que os media ligados ao Presidente da Autoridade Palestiniana Mahmoud Abbas, acabam de tratar a actual Secretária de Estado Norte-Americano, em termos racistas. "Colored dark skin lady", foi como escreveram. Imagine-se o que seria se fosse a imprensa americana a tratar assim um qualquer dirigente árabe?
O artigo completo pode ser lido no WorldNetDaily.
O Observatório da Jihad reproduz também esta notícia num dos seus postings recentes.
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Solana exige um cessar-fogo imediato - CNN - 17h30


Como porta-voz da UE, Javier Solana é uma espécie de Stallone sem músculos. Não assusta ninguém e muito menos aqueles a quem se dirige. Óbvio que o que pretende é o cessar-fogo de Israel para permitir que o Hesbolah continue activo e a disparar rockets sempre e quando lhe apetecer sobre as populações israelitas desarmadas.
Israel responderá convenientemente a mais este tiro no pé do Senhor UN.
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A Comunidade Islâmica na WEB - uma ameaça aos valores do Ocidente! - 17h00
Mas o que não podemos concordar é que a troco dos erros e fracassos desta civilização nos venham impôr uma coisa bem pior e que se chama islamismo.
O Islão não nos interessa para nada, não queremos a vossa religião, não queremos NENHUMA. Já nos libertámos da Católica há vários séculos!
Não queremos portanto as vossas burkas, não queremos a vossa Charia, não queremos os vossos califados e repugna-nos que persigam a mulher como um ser diabólico, que façam dela vossa escrava e concedam contra a sua vontade, as vossas filhas de tenra idade a um qualquer califa adúltero e polígamo (o nosso D. Juan também o era mas não à custa dos contribuintes, era um sedutor!). Adúlteras ou não, deixem que as vossas mulheres falem e façam o que sentem, não as matem à pedrada!
Ora o que pretende a Comunidade Islâmica na Web? Esclarecer o que é o Islão? Converter os infiéis residentes nesta parte da Ibéria? Pacificar-nos o espírito, colocar-nos em permanente estado de psicose como fizeram ao americano Gato Stevens (o mesmo "Peace Train" que há alguns anos pedia a cabeça de Salman Rushdie?). Libertar-nos dos horrores do capitalismo e da sociedade burguesa? Pois sim.
Recentemente e à falta de melhor terreno para sustentarem as suas ideias, viraram-se contra o Observatório da Jihad um blog português cujo crime é o de denunciar quase diáriamente, tal como nós aqui o fazemos, os avanços imperialistas do islamismo fanático e agressivo, o Islamo-Fascismo, na Europa e no Mundo.
Não contestamos obviamente o direito da Comunidade Islâmica em responder com toda a liberdade contra as posições tomadas por aqueles que já perceberam o que significam os intentos dos islamistas ditos radicais. Mas o que não podemos aceitar são as ameaças e as pressões no sentido de silenciar aqueles que, no seu pais de origem (Portugal e em especial depois do 25 de Abril), exercem um direito fundamental que não existe na maioria esmagadora dos países árabes e islâmicos - o direito de opinião, a liberdade de expressão. e tão pouco devemos essa liberdade ao PGR que muito acertadamente (e era o que faltava que não o fizesse), devolverá ao remetente a carta indignada da excelência islamita.
Quem se dirige a um blog sobre o islamismo terrorista em termos como "na Internet ninguém é anónimo"(1), não só revela as suas intenções agressivas como contradiz os próprios princípios de "harmonia e paz com todos", que diz defender. O que é que pretende o Sr. Tayeb Habib? O que pretende também com a sua carta à PGR? Fazer com que o Estado português, a reboque dos fundamentalistas islâmicos, repreenda ou mande prender o responsável pelo Observatório da Jihad?
O que o Sr. Tayeb Habib deve compreender é que nós temos o direito de defender as nossas ideias, nós temos o direito de defender a nossa liberdade, os nossos valores, conquistados através de revoluções e profundas reformas, algumas delas alcançadas com sangue, pelos nossos antepassados. Recorda-se de um cavaleiro de barba rija, não era um Jeff Koons ou um Geofe Meade e muito menos um Solana ou um Vitorino, era um tal D. Afonso, que veio do Norte e por aí abaixo demolindo a nossa dependência dos axaxins?
Não temos de pedir licença e muito menos ajoelhar perante o Sr. Tayeb Habib para nos podermos exprimir. Nem mesmo ao PGR que é, numa democracia representativa, apenas um membro do aparelho de Estado, nomeado por responsáveis políticos eleitos pelos cidadãos e não impostos por um qualquer ayatolah ou iman.
Dizemos claramente ao Sr. Tayeb Habib: pare de ameaçar, pare de nos tentar amendrontar, nós não estamos nem na Arábia Saudita nem no Irão!
Nota: Para participar no Forum da Comunidade Islâmica na WEB, tem de dirigir o seu browser para o endereço http://www.myciw.org/, e em seguida subscrever-se. Olhe que vale a pena! É a sugestão plural que aqui deixamos.
(1) Não estamos anónimos na Internet tal como não está o Sr. Tayeb Habib. A nossa morada é um bairro bem duro, Sr. Tayeb, não é em nenhum condomínio. Estamos amassados pela vida. Dura também a nossa infância por colégios que nos corrigiram mas também testaram a nossa resistência até ao tutano. Claro que somos anónimos, não temos o estatuto de um Pulido Valente ou de um Pacheco Pereira (que a esses ocorreria de imediato alguma imprensa corajosa para os defender e ainda bem que assim), era o que faltava que soubesse o nosso apelido, o nosso BI, a nossa licença de condução...
Mas isso não invalida, caro Sr. Habib que tanto o senhor como nós, não tenhamos o direito de nos exprimir com toda a liberdade e segurança.
A não ser que já tenha a bomba na mão... A ser assim dê-nos ao menos três ou quatro segundos, depois já pode rebentar!
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As coisas clarificam-se . A Síria também deseja "defender-se"!
(16h30)

Tal como se esperava, Israel, ainda que em legítima defesa, tudo fez porém para despertar a cólera dos fanáticos islâmicos (não nos referimos, entenda-se, aos que professam a religião islâmica), que, deste modo, pela força da luz e da espada (e é o único meio que na verdade entendem), decidiram sair das caves e mostrar o jogo. Depois da "comunidade internacional" (ONU, Liga Árabe, CNN, BBC, SKYNEWS, franceses e ingleses anti-semitas, etc,), tudo ter feito para condenar e isolar Israel, tudo indica que os islamo-fascistas tenham uma vez mais perdido a cabeça, isto é, pensado que já era tempo de avançarem. A Síria já colocou as suas forças em estado de "alerta". Talvez o Irão o faça também.
Tudo boas razões para pensar que o arsenal pró-nuclear do Irão será mesmo destruído por Israel, o único estado e o único povo com coragem de o fazer, para segurança de todos os europeus incluindo os apaziguadores franceses, Chiracs, Villepins e Lourenços incluídos.
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