Blog dedicado a Theo Van Gogh, cidadão e cineasta holandês, bisneto do famoso pintor, assassinado numa rua de Amsterdam por um fascista islâmico. O avanço do islamo-fascismo na Europa e no Mundo é uma ameaça aos direitos fundamentais dos cidadãos. De todos, seja qual fôr a sua filosofia, religião ou crença. ɉ uma realidade, não uma fobia, como alguns afirmam na esperança de que esqueçamos qual a sua verdadeira essência e os seus objectivos.

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O Islamismo na Europa - Eurabia

O avanço do islamismo na Europa e no Mundo é uma ameaça aos direitos fundamentais dos cidadãos. De todos, seja qual fôr a sua filosofia, religião ou crença. Não se trata de qualquer preocupação islamófoba. O único "medo" que temos (medo-pânico, talvez), é que a decadência dos povos árabes se mantenha e perpetue. E há sempre quem tire o maior proveito do obscurantismo...O deles (árabes) e o nosso...

Segunda-feira, Julho 31, 2006

Miguel Portas e Theo Van Gogh - 18h50

Se Miguel Portas, português e europeu das "esquerdas" unidas, fiel amigo e intérprete de fanáticos islâmicos, tivesse alguma vez encontrado na rua Theo Van Gogh, bisneto do irmão do famoso pintor, assasinado em plena luz do dia numa rua de Amsterdam (a mesma Amsterdam que cantava J. Brell), por um dos reaccionários islâmicos agora tão sustentados por Portas, o que lhe teria dito?

Não somos o Jorge Rodrigues do "Ritornelo" da RDP (jornalista de estimáveis recursos mas um vaidosão que goza os dinheiros que os contribuintes lhe deixam no IRC e no IRS, para viajar pelo Mundo quase gratuitamente), e por isso deixemo-nos de chapeladas: o que teria feito caro Sr. Miguel Portas? Teria cumprimentado Theo Van Gogh como um lutador e um resistente contra o fanatismo islâmico ou correria a denunciá-lo aos seus amigos islamo-fascistas na agremiação pró-corânica mais próxima (e que agora crescem como parasitas em todas cidades europeias)?




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Azazel, Trinca-Fortes - Segunda-feira, Julho 31, 2006 | link | 1 comments |

Democrata iraniano morre durante guerra da fome! - 18h18

Especialmente a pensar naqueles que no Ocidente gozam da liberdade e dos apoios do Estado burguês e capitalista (esperteza saloia ou oportunismo?), para sustentarem as suas ideias políticas (Portas, Louçã e outros da "esquerda"), enquanto grande parte do povo português vive na mais profunda pobreza (e eles são os revolucionários, os trozkistas, os amanhãs que cantam, os tranformadores da sociedade!), aqui vos deixo esta notícia sobre a morte de Akbar Mohammadi (1), um estudante iraniano nas prisões iranianas, simplesmente por lutar pela democracia. Democracia, algo que é aproveitado por sujeitos como Miguel Portas e Francisco Louçã para atacar o próprio regime político que os sustenta. Hipócritas.

(1) Akbar Mohammadi foi preso por tomar parte numa manifestação pró-democracia em 1999 (como muitas em que Portas, Louçã e outros que, tal como nós, participaram antes da queda do regime fascista em 1974).

O artigo sobre o assassinato de Akbar Mohammadi, pode ser lido aqui.






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Azazel, Trinca-Fortes - Segunda-feira, Julho 31, 2006 | link | 0 comments |

Israel deve continuar até ao fim para desarmar o Hesbolah! - 17h58

Israel deve proporcionar por todos os meios ao seu alcance toda a ajuda ao povo libanês (mesmo a todos aqueles que são anti-semitas e são simpatizantes do Hesbolah), mas não deve parar a sua ofensiva contra esse grupo de bárbaros modernos, essa nova forma de fascismo que se esconde por detrás do Corão, o Hesbolah, o Hamas e os seus sponsors, o Irão dos Ayatolahs, esse cancro que se prepara para se armar nuclearmente. Tal como os vírus (o HIV, o vírus da Hepatite B, mas também os vírus informáticos, o spyware, os hijackers), ataca o sistema imunitário do Ocidente, começando por patrocinar as CNNs e outras redes de comunicação, a BBC, a Sky News e outras, só aparentemente independentes.

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Valente Olmert! - 17h35 CNN

Não cedas irmão. Os Rosa-Cruz estão e estarão sempre contigo. Os Cavaleiros do Templo, os da Távola Redonda, os de Malta, todos estaremos contigo. Irmãos de Heliopólis, seja qual for a vossa condição, levantai-vos contra o Grande Dragão.





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Estes cavalheiros garbosos vão atacar-nos!

Estes cavalheiros não hesitarão em bombardear-nos com armas nucleares logo que o Ocidente lhes permita o "cessar-fogo" que tanto requerem!
São os garbosos membros do Clube dos Guardas Revolucionários Iranianos. Tal como as SS do Belo Ariano, o Chefe do III Reich, prometem calcar aos pés a "bandeira" da civilização ocidental, (a mesma que levou os Templários a lutar para defender a cristandade contra a barbárie islamista), e enterrar em vala comum os nossos valores de liberdade e democracia.



(Ver artigo completo aqui.)

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Email enviado ao Presidente Bush - 17h16

"Innocent civilians" is a concept not accepted by islam-fascists, only by civilized people in the western civilization. Hesbolah, Hamas, Bin Laden, ETA and many others do not argue with civilized means. They use weapons to promote its ideology of terror and anihilation. They need to be exterminated. Make love with terrorists and they blow up your bed.


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O Hesbolah não ataca em zonas residenciais!

Mas as fotos seguintes mostram exactamente o contrário. As fotos foram tiradas por um jornalista do Sunday Herald Sun australiano. De assinalar que se trata de milicianos do Hesbolah vestidos à civil que se encontram junto ao canhão montado dentro de um camião, por forma a fugirem do local caso seja necessário. Em caso de ameaça de bombardeamento por parte da força aérea israelita o camião desloca-se facilmente para fora do local deixando que sejam as populações a sofrer as consequências dos bombardeamentos. Mais tarde os civis mortos são mostrados à comunicação social (CNN, BBC, etc.), naturalmente ávida por mostrar em "breaking news", as atrocidades cometidas pelos israelitas.






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O Hesbolah não se esconde em edificios com civis inocentes!

O filme abaixo mostra-nos contudo o oposto. E outra coisa mão seria de esperar de forças que se dizem "rebeldes" e "resistentes" e que armam crianças contra os seus inimigos considerando as crianças árabes mortas pelos rockets lançados sobre Israel (e que Kofi Annan prefere silenciar), como "mártires" da causa palestiniana. Pasme-se com o desaforo islamo-fascista!



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Domingo, Julho 30, 2006

Dan Guillerman diz o que a ONU não quer ouvir! - 17h08



Dan Guillerman, embaixador de Israel na ONU denuncia neste momento as acções criminosas do Hesbolah e a forma como conduz o conflito por forma a que seja Israel a ser condenado pela "comunidade internacional" e não o Hesbolah que é um grupo de terroristas. Dan Guillerman afirma que Israel tem em seu poder provas que evidenciam claramente a utilização pelo Hesbolah de casas de civis que são usadas para esconder mísseis e outro material militar.
Guillerman pediu ainda aos membros do Conselho de Segurança para reflectirem sobre a satisfação que neste momento terão Damasco e Teerão ao verem a "comunidade internacional" desviar a sua atenção dos problemas fulcrais e que conduziram ao presente conflito - a violação pelo Hesbolah do território israelita, o rapto e morte de soldados israelitas e sobretudo o facto da "comunidade internacfional" estar a discutir a guerra no Líbano em vez de discutir os perigos para a região e para toda a Europa, da nuclearização do Irão.



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Será pedir demais à ONU que seja imparcial? - 16h34

Será pedir demais à ONU que seja imparcial e condene o Governo Libanês por não ter cumprido a resolução 1559 que ordenava o desarmamento do Hesbolah?

Será pedir demais à ONU que aceite enviar uma força multinacional com poderes de intervenção militar (como o fez no Afeganistão e noutras partes do Mundo) e que impeça o Hesbolah de controlar o Sul do Líbano e de atacar Israel e as populações israelitas?

Será pedir demais à ONU que impeça o Hesbolah de controlar o governo libanês ao serviço dos seus mentores e patrocinadores, o Irão e a Síria?


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Mr. Charles Rizk, ouça com atenção! - 16h24

O Ministro da Justiça Libanesa, Mr. Charles Rizk acaba de dizer a Wolf Blitzer da CNN que numa guerra convencional as principais vítimas são os combatentes, não as populações civis. Esqueceu-se porém de mencionar quantos combatentes (militares) israelitas é que os rockets do Hesbolah atingiram em Haifa e outras cidades e vilas israelitas?

Wolf Blitzer preferiu não o questionar sobre isso.

A verdade porém é que o exército israelita não se esconde atrás das populações civis. Todos os podemos ver na frente de combate, não autorizam sequer que civis ou mesmo jornalistas se aproximem dos locais de combate. Se o Hesbolah quer combater o exército israelita sem causar vítimas incoentes do lado libanês porque não evacua as populações libaneses que diz defender e vai para a frente de combate combater os militares israelitas? Porque é que foge e se esconde entre a população civil libanesa?


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Mais de 100 rockets sobre Israel! - 16h04

A CNN ("Certamente Não Notícias", como alguns lhe chamam), continua a ignorar as centenas de rockets que caiem sobre a população civil israelita sem qualquer preocupação em atingir alvos militares, atiram simplesmente sobre populações civis, ao acaso!.
No entanto e apesar de tudo isto estar a acontecer a CNN continua a esconder as vítimas do lado israelita, a morte de civis inocentes, deliberadamente atingidos pelos rockets dos terroristas islamo-fascistas!. Limita-se a falar do assunto mas sem o ênfase que dá às vítimas do lado libanês, para as quais o próprio governo israelita já pediu oficialmente desculpas, o que não aconteceu até ao momento com o Hesbolah.





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O Líbano é "defendido" por este fascista - 16h03



O Líbano é, desde há vários anos, aprisionado e "defendido" por este fanático islamo-fascista, apenas um entre outros que de Ocidente a Oriente, querem perseguir os judeus até ao seu extermínio total (1).

E na verdade quem é que fala neste momento da nuclearização militar do Irão? Bom golpe Hesbolah! Basta-vos raptar e matar alguns soldados israelitas para que Israel seja atacado pelos media ocidentais e assim conseguir desviar as atenções da "comunidade internacional" do problema nuclear iraniano. Medalha de ouro para o Presidente Mahmud Ahmadinejad!

(1) Extermínio quase alcançado por Hitler e os seus aliados fascistas e nacionalistas, entre os quais se contavam muitos dos actuais países e regimes árabes que agora combatem o Ocidente.



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O Governo Libanês está com o Hesbolah

As exigências do Governo Libanês quanto a um cessar-fogo incondicional são inaceitáveis. Para um governo que tem no seu seio representantes de um grupo terrorista é realmente pedir demais. Seria o mesmo que Hitler e os seus aliados viessem exigir a Inglaterra e aos EUA um cessar-fogo depois de terem invadido a Polónia e outros países europeus e depois se vissem obrigados a recuar para reforçar militarmente as suas posições.

O grande erro do Ocidente está em colaborar com um governo (o do PM libanês Mr. Siniora), que se encontra prisioneiro do Hesbolah mas que, ao invés de pedir uma intervenção militar contra aqueles que o mantêm prisioneiro, pede essa intervenção contra aqueles que combatem aqueles que o aprisionam. Será por serem judeus?

O que o PM libanês deve exigir é o imediato desarmamento do grupo terrorista que o mantém prisioneiro há anos e incapaz de governar de uma forma soberana e independente. Aqueles que no Ocidente ou do lado árabe estão muito preocupados com a morte de civis inocentes não devem esquecer os civis inocentes assassinados na guerra civil entre facções distintas do Líbano há dezenas de anos atrás, nomeadamente entre os cristãos libaneses e os islâmicos do Hesbolah (1). Onde estão os cristãos burgueses do Líbano, para que lado se viram agora, em que esplanada ou terraço se sentam para assistir à destruição do seu país pelos fanáticos islamistas? Também estão dispostos a ficar de braços cruzados perante o avanço do Hesbolah ou vão apenas reagir quando este grupo de bárbaros tomar Beirute por completo, violando e assassinando os seus filhos?

(1) E sobretudo não esquecer quem é que assassina quem no Iraque. Os sunitas estão a matar os xiitas de uma forma cobarde, através de ataques suicidas matando sobretudo civis inocentes, atacando escolas, mesquitas, casas, cafés, TUDO. Parem com a hipocrisia! Deixem que Israel faça o trabalho que os ocidentais aburguesados e cobardes não conseguem fazer - acabar com o terrorismo islamo-fascista!







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O cinismo do Hesbolah e dos seus aliados no Ocidente



Quando as crianças israelitas morrem assasssinadas por bombistas islâmicos suicidas, alguns com apenas 13 anos de idade, os media ocidentais práticamente ignoram esses eventos considerando-os pouco "mediáticos", já que se tornaram práticamente rotineiros. A morte de israelitas e particularmente de crianças não é vista como actos bárbaros mas sim como actos de resistência e tão pouco são condenados pela ONU ou por quaisquer enviados especiais, dos que chegam agora diáriamente ao Líbano para objectivamente interferir na ofensiva de Israel contra o grupo terrorista mais bem armado do Mundo.

Os acontecimentos dramáticos em Qana (Líbano), não podem ser vistos senão com tristeza e lamento. Mas a nossa revolta (e a revolta do povo libanês), deve ser dirigida em primeiro lugar contra aqueles que utilizam as crianças como escudos humanos para evitar que o exército isrealita ataque as suas posições. São demasiadas as evidências de que o Hesbolah (tal como o Hamas), usam regularmente e como estratégia de combate, as populações civis e particularmente as crianças como escudos humanos, em casas, escolas, colégios, hospitais, para daí instalarem não apenas os seus lança-rockets como inclusive explosivos. Porquê então esperar por tragédias como esta em que morreram mais de 20 crianças em Qana, para denunciar os que usam as crianças como escudos humanos? Porque é que a ONU, atacada por um grupo de fanáticos do Hesbolah, não protesta contra este ataque deliberado às suas instalações mas quando se trata de um bombardeamento acidental de Israel já vem protestar publicamente?

Dois pesos e duas medidas, os anti-semitas espalhados por todos os continentes, negam a Israel o direito de se defender de um inimigo que pretende "simplesmente" exterminá-los enquanto toleram ao Hesbolah a utilização de crianças como escudos humanos.
Quando é que veremos a Sky News, a BBC ou a CNN a irem às casas de civis inocentes libaneses para ver o que e quem lá se esconde?




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Sábado, Julho 29, 2006

Nós queremos a paz! - gritam os pacifistas

E enquanto o fazem e como a foto abaixo nos mostra, atacam tudo quanto lhes pareça inadequado aos seus "princípios" e "valores" "pacifistas", isto é, com uma violência que criticam aos poderes instituídos, ao capitalismo e ao imperialismo. À falta de um líder que lhes corresponda no Ocidente viram-se agora para o chefe dos fanáticos algures escondido numa cave do Oriente.


Foto tirada hoje em Perth, durante uma manifestação de protesto contra Israel. O carro atingido pela fúria "pacífica" dos manifestantes é do primeiro-ministro australiano, John Howard.



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O profeta da paz e da harmonia

 

Algumas semanas atrás, o profeta Maomé andou pela Europa e por outras partes do Mundo onde foi visto a semear a paz e a harmonia. A tal ponto que os corações de todos exultaram de alegria.
E foi ao ver esta aparição que os islâmicos de todo o Mundo resolveram vir para as ruas mostrar o quanto prezam a paz e a harmonia entre os homens. Um jornal dinamarquês publicou algumas caricaturas do profeta (tal como muitos dos adversários do cristianismo o fazem com Cristo). O resultado foi o que as fotografias mostram.

Serão os isllâmicos todos fanáticos? Claro que não mas conviria que os que não são se manifestassem um pouco já que não é fácil encontrar quem do lado do Islão esteja manifesta e firmemente contra estes bárbaros modernos que usam o Islão como uma nova ideologia de terror contra o Ocidente, os seus valores e modo de vida.







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Mulher iraniana condenada à morte por adultério

De acordo com a Amnistia Internacional, Ashraf Kolhari, de 37 anos e mãe de quatro filhos, está em risco eminente de ser morta por apedrejamento após a acusação de adultério. Ashraf Kolhari encontra-se detida há 5 anos na conhecida prisão de Evin e a ordem de execução está marcada para o final de Julho, segundo aquele organismo internacional para a defesa dos direitos humanos.

Kolhari mantinha uma relação extra-conjugal após o seu pedido de divórcio ter sido rejeitado pelo tribunal, decisão baseada no facto de ser mãe, tendo sido forçada a viver com o marido contra a sua vontade.

As acusações contra Ashraf Kolhari foram duas: uma por ter participado mo assassinato do seu marido, tendo sido sentenciada a 15 anos de prisão; a outra foi por ter cometido adultério, tendo neste caso sido sentenciada com a pena de morte por apedrejamento. O artigo 83º do Código Penmal Iraniano estipula que a pena por adultério por uma mulher casada é a execução por apedrejamento.

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Pode ler o artigo por inteiro, aqui.

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Azazel, Trinca-Fortes - Sábado, Julho 29, 2006 | link | 0 comments |

Se estivesse ao nosso alcance premiar...


Pela sua coragem e imparcialidade nos trabalhos de reportagem sobre o conflito (o que já vai sendo cada vez mais difícil nos media ocidentais, quase todos dominados e até "patrocinados" por países árabes, a própria Sky News, cujo Sky Weather é "suportado" pela Qatar Airlines), seria certamente Emma Hurd, repórter da Sky News. Nos tempos que correm, uma repórter como ela que vai para o terreno, arrisca a sua própria vida e relata o que se passa com a independência possível, é algo para aplaudir e sublinhar. Há algum Oscar para este tipo de talentos?


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O cessar fogo imediato visa ajudar o Hesbolah

Imagine-se que a UN pediria um cessar fogo com os nazis do III Reich ou com o nacionalistas e fascistas do Japão? Que sucederia então? Teríamos Hitler a recuar quanto às suas ambições de dominar a Europa e o Mundo com a ajuda dos seus aliados, japoneses, italianos, países árabes e islâmicos?

Será que um cessar fogo imediato (1) beneficiaria os dois povos, o israelita e o libanês? Não cremos. Enquanto isso o Hesbolah aproveitaria para reforçar as suas posições o que provocaria um prolongamento da guerra por um período muito mais vasto, talvez meses ou mesmo anos. Os "humanitaristas" da UN fingem uma preocupação pelo povo libanês mas nunca foram suficientemente firmes com o governo libanês quando se tratava de cumprir a resolução 1559 que exigia o desarme das milícias do Hesbolah. A UN e os seus responsáveis, é também responsável pelo agravamento do conflito, tomando claramente partido por uma das partes, o Hesbolah e tentando travar o combate de Israel contra um dos grupos terroristas mais fortemente armados.

O cessar-fogo deve ser instalado a partir do momento em que o Hesbolah ou as suas infraestruturas organizativas sejam significamente destruídas.Só com a destruição ou desmantelamento do Hesbolah será possível alcançar a paz entre os dois povos, o povo libanês e o povo israelita ambos ameaçados pela presença agressiva e desestabilizadora do Hesbolah.
A derrota do Hesbolah representará uma importante vitória no combate internacional contra o islamo-fascista e o seu propósito de "colocar Israel fora do mapa" como ameaçou já o presidente iraniano. Mas não apenas isso, representará também uma vitória a favor da Europa já que impedirá o avanço do islamismo reaccionário e totalitário em terras de Diderot, Mozart, Hegel, Shakespeare ou Teixeira de Pascoaes.

(1) O único cessar-fogo aceitável seria a declaração oficial do Hesbolah quanto ao reconhecimento definitivo do Estado de Israel e o desarme das suas milícias, desde que este desarme pudesse ser controlado pelo exército libanês e por uma força multinacional com poder de intervenção militar.
Esperamos ver a UN a exigir firmemente ao Hesbolah que não utilize as casas de cidadãos libaneses inocentes para daí atacar os militares israelitas ou nelas guardar material militar, como tem vindo a fazer, colocando as populações sob o risco eminente de serem atingidas pelo fogo cruzado. Se a UN o fizesse daria certamente um passo importante na resolução do conflito. Não o fazendo, apenas com o fim de fornecer aos media as imagens de sofrimento e dôr do povo libanês (ocultando o que se passa com o povo israelita desde 1948), está objectivamente a servir os interesses do Hesbolah e a dificultar um cessar-fogo duradouro e que leve de facto a paz aos dois povos.



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Sexta-feira, Julho 28, 2006

Ambulância da UN ajuda terroristas

Reuters, 27 Julho, 2006



Gravação pela Reuters, ambulância das Nações Unidas transporta terroristas após um ataque em Israel, datada de 11 de Maio de 2004. Video enviado por Erik Sass.





Não é a primeira vez que vimos filmes como este sobre terroristas que usam as ambulancias apra cobrirem as suas acções. Vale a pena relemebrar porém estes factos agora que Israel é acusada de deter ou parar ambulâncias nos postos de controlo militares.

Actualização: Michelle Malkin tem algo mais sobre as ligações entre a ONU e o o terrorismo.





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Quarta-feira, Julho 26, 2006

Força multinacional precisa-se para o Sul do Líbano

Após a liquidação de parte significativa da estrutura militar do Hesbolah é fundamental que uma força multinacional (preferencialmente da Nato embora com mandato da ONU) se interponha entre a zona controlada a norte pelo exército libanês e a fronteira com Israel. Importa contudo que esta força tenha poderes de intervenção militar e não se limite (como sucedeu com a UNIFIL) a ficar de braços cruzados permitindo que o Hesbolah impusesse a sua presença na região e daí atacasse os postos fronteiriços de Israel.

A não ser assim o conflito que actualmente opôe Israel ao Hesbolah irá eternizar-se uma vez que não é crível que Israel permaneça passivo à espera que o Hesbolah invada uma vez mais o seu território raptando e matando militares israelitas.



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May Chidiac chegou ao Líbano



Em 12 de Julho, May Chidiac chegou de novo ao Líbano.
Mas quem é May Chidiac?

May Chidiac é uma jornalista cristã libanesa que foi gravemente ferida em 25 de Setembro de 2005, num atentado à bomba em Jounieh, Lebanon.

Chidiac trabalha para a Televisão Libanesa. Ela foi e é ainda uma das principais vozes críticas contra a Síria que só em Abril de 2005 retirou as suas tropas do Líbano. No dia em que quase perdeu a vida, May Chidiac tinha realizado um talk-show no qual se fez eco dos receios de uma escalada de violência após o relatório da ONU sobre a morte de Rafiq Hariri.

A bomba que quase a matou tinha quase uma tonelada e foi detonada quando ela entrava no carro. A sua perna esquerda abaixo do joelho foi expelida pela explosão do carro e os seus cabelos e roupas incendiaram-se. O atentado surgiu na sequência de uma série de atentados semelhantes no Líbano tendo como alvo cristãos libaneses e críticos da Síria, nos quais foram assassinados o conhecido jornalista Samir Kassir e vários políticos anti-sírios incluindo George Hawi e Gebran Tueni, editor do jronal diário, An-Nahar.

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A vitimização como instrumento de propaganda do islamo-fascismo

A vitimização é o meio. A imprensa ocidental encarrega-se de a espalhar pela opinião pública. Os islamistas fascistas fornecem as vítimas.

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Terça-feira, Julho 25, 2006

Revolução no Líbano, precisa-se

Revolução ou golpe de estado democrático precisa-se no Líbano.
As forças democráticas, ao lado das forças armadas libanesas devem erguer-se contra as forças islamo-fascistas que controlam grande parte do território libanês ameaçando a soberania e segurança interna do Líbano. Tal como em Portugal foram as forças armadas que tomaram nas suas mãos o derrube do regime, também as forças armadas libanesas, com o apoio das forças democráticas libanesas e anti-fundamentalistas devem tomar o poder e libertar o país da ameaça terrorista islâmica, tornando o Líbano num país efectivamente independente e não controlado pelo Irão e pela Síria.

Só através da intervenção das forças democráticas internas do Líbano será possível derrubar o Hesbolah, expulsando-o para o Irão e a Síria, países que são os seus financiadores e manipuladores. Só através da derrota do Hesbolah pela intervenção conjunta de Israel, do exército e do povo libanês (os islâmicos moderados, os cristãos e outras comunidades não religiosas), será possível construir uma paz duradoura e um Líbano efectivamente democrático e independente.



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Segunda-feira, Julho 24, 2006

Se não fossem judeus...


Fotos do atentado de 11/3 em Madrid



Imagine-se que um país como Portugal sustentaria e até permitiria que uma milícia armada apoiada pelo Irão e pela Síria, controlasse uma parte do seu território (no Algarve ou no Alentejo, por exemplo), e tivesse mesmo membros desta milícia no seu governo.
Imagine-se seguidamente que esta milícia tinha um problema de fronteira por resolver com Espanha, a questão de Olivença por exemplo.
Imagine-se que o Governo português teria já sido objecto de uma resolução da ONU para desarmar esta milícia.
Seguidamente imagine-se que esta milícia atravessava a fronteira com Espanha, raptava dois soldados espanhóis e matava outros oito. Imagine-se que simultaneamente a esta operação terrorista e absolutamente injustificável, a mesma actuasse em território português com o objectivo de riscar do mapa a grande nação espanhola.

O que pensariam os portugueses e a "comunidade internacional" se a Espanha decidisse bombardear Lisboa, a capital do país e responsável pela manutenção dessa milícia? O que pensariam os portugueses e a "comunidade internacional" se a Espanha decidisse invadir o sul do país onde essa milícia concentraria grande parte das suas estruturas terroristas?

Algumas possíveis conclusões:
1 - Iriam a correr pedir a ajuda da ONU para resolver o conflito ou tratariam de eliminar esse cancro terrorista e sanguinário que minava as relações com o país vizinho?
2 - Punham-se a lamentar a morte de cidadãos portugueses inocentes (há sempre em todas as guerras, mesmo as mais "justas" ou "revolucionárias"), ou tratavam preferencialmente de eliminar essa milícia pondo assim fim ao conflito?
3 - Armavam-se contra Espanha para defender a milícia terrorista armada ou tratavam de derrubar o governo, provocando (como sucedeu com o 25 de Abril), uma mudança radical de um regime identificado e com ligações a um movimento terrorista com raízes internacionais?

Não creio que seja preciso pedir muito para que todos os portugueses (ou brasileiros, angolanos, etc.), façam um esforço de imaginação e se coloquem nessa situação. O que fariam perante uma situação dessas? Culpariam a Espanha? Ou a culpa cai sobre Israel porque ainda não conseguimos dominar os nossos sentimentos anti-semitas nem mesmo depois do holocausto (aliás negado pelos terroriustas islâmicos, facto que tyamb´m já não nos surpreende pois muitos dos movimentos islamistas estiveram ao lado de Hitler)?

"A comunidade internacional", nalguns casos um grupo de países (1) que só tem olhos e ouvidos sempre que as vítimas não são judeus, olha com enorme preocupação o que se passa no Líbano. Olha e com razão mas é preciso não se ser judeu para que o mundo olhe para o massacre de inocentes? Já nos esquecemos dos massacres nos autocarros cheios de trabalhadores e civis inocentes, com dezenas e dezenas de mortos? Já nos equecemos do ataque terrorista ao mercado de Haifa que matou dexzenas de civis inocentes, pessoas que estavam simplesmente a fazer as suas compras diárias? Já nos esquecemos que foi o próprio Hesbolah que fez explodir toneladas de explosivos matando centenas de soldados americanos estacionados no sul do Líbano e integrados numa força multilateral? Já nos esquecemos que a Síria só abandonou o território do Líbano há cerca de um ano, tendo Israel saído em 2000, não havendo portanto qualquer justificação apra os recentes raptos e mortes de soldados israelitas que se encontravam no seu próprio território?

É indiscutível que qualquer guerra, todas as guerras provocam vítimas inocentes. Mais ainda, todas as revoluções populares provocam sobretudo vítimas inocentes, não são apenas os detentores do poder que morrem mas os soldados e a população civil. As guerras só podem terminar quando todos os soldados, todas as milícias ou grupos seja qual fôr a sua ideologia ou causa, deixarem de contar com membros para sacrificarem nessas carnificinas que servem fundamentalmente os diversos estados e poderes. Não tenhamos porém ilusões, se o mundo ocidental vier a desarmar perante os grupos terroristas, se os media e os políticos "apaziguadores" conseguirem (como a larga maioria tenta desesperadamente), desmoralizar e levar à confusão e divisão dos estados e das instituições civis e militares, os grupos e milícias do movimento islamo-fascista que hoje pôe o Mundo em chamas(2).

Ainda hoje, 24 de Julho, vimos na Sky News o líder dos liberais ingleses apelar para o boicote de venda de armas a Israel. Não se espera que este líder faça alguma coisa para impedir que as armas cheguem às mãos do Hesbolah. Porém, um dia que estas armas nas mãos do Hesbolah possam alcançar Paris ou mesmo Londres, talvez já seja tarde para que o Ocidente democrático finalmente reaja. Tal como sucedeu com o III Reich. Foi depois necessário que viessem os americanos e invadissem a Europa pela Normandia.

Notas:
(1) Pouco antes da invasão da Polónia, este mesmo grupo de países limitava-se a afirmar que Hitler não tinha intenções de invadir a Polónia. Milhares de polacos foram mortos e na sua esmagadora maioria eram civis inocentes. Os "apaziguadores" ocidentais contudo dedicavam-se a escrever na imprensa que Hitler iria cumprir a sua promessa de não invadir a Polónia. Mais tarde, estes mesmos apaziguadores não mexeram um único dedo para defender as vítimas inocentes dos campos de concentração. Porque se tratava de judeus.
(2) E não apenas no Médio Oriente. Note-se que são eles que estão espalhados por toda a parte - Israel não está na Indonésia, não está no Afeganistão, não está sequer no Iraque, são os reaccionários da Al Qaeda que lá estão e da forma mais agressiva e violenta que todos sabemos e sabem-no principalmente os familiares das vítimas das suas atrocidades.







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Azazel, Trinca-Fortes - Segunda-feira, Julho 24, 2006 | link | 0 comments |

Sábado, Julho 22, 2006

E os cristãos libaneses, de que lado estão?

Transcrevemos do Mundo Digital a seguinte notícia datada de ontem, dia 21 de Julho, 2006 e relativa à posição da Fundação Libanesa para a Paz, face ao presente conflito:

Minuto Digital: 21.07.2006

Texto da carta enviada pela Fundação Libanesa para a Paz, enviada ao Primeiro-Ministro de Israel, Ehud Olmert.

Obrigado Israel

Estamos contigo ao golpeá-los duramente e a destruir a sua infraestrutura terrorista. Não é apenas Israel que está cansada desta situação mas também a maioria silenciosa dos libaneses, farta do Hesbolah mas também incapz de fazer algo por medo das represálias por parte dos terroristas.

Em nome de milhares de libaneses, pedimos-te que abras as portas do Aeroporto Internacional Ben Gurión em Telavive aos milahres de voluntários da diáspora que estão dispostos a pegar em armas e libertar o seu país do fundamentalismo islâmico.

Pedimos-te apoio, facilidades e logística para ganhar esta batalha e alcançar juntos os mesmos objectivos: a paz e a segurança para o Líbano, para Osrael e para as gerações futuras.

Aqueles que eram outrora predominantes entre a população libanesa, aqueles que brindavam à Paris do Médio Oriente, como era o Líbano conhecido, foram assassinados, massacrados, expulsos dos seus locais e dispersos pelo Mundo, enquanto o Islão radical declarava a guerra santa e tomava o controlo do país, nos anos 70. Os cristãos libaneses manifestam a opinião de que eles e Israel aprenderam por si o que agora descobre o resto do Mundo.


Enquanto o Mundo protegia a OLP que se retirava do Líbano em 1983, com Israel pisando-lhe os calos, nascia outra organização com uma ideologia mais volátil e religiosa: o Hesbolah, "o Partido de Alá", fundado pelo ayataloh Komeini e financiado pelo Irão. Foi Hesbolah que fez explodir as casernas dos marines americanos no Líbano, em Outubro de 1983, matando 241 americanos e 67 paraquedistas franceses. O Presidente Reagan ordenou em Fevereiro de 1984 a retirada das unidades da Força Multilateral dos EUA e voltou uma página sobre a matança dos marines como sobre a intervanção norte-americana no Líbano.

O mundo civilizado, que errroneamente vilipendiou então os cristãos e Israel e que continua a condenar Israel, não prestou atenção aos acontecimentos. Enquanto os Estados Unidos e o resto do Mundo andavam preocupados pelo conflito Israel-OLP, os regimes da Síria e do Irão alimentaram o fundamentalismo islâmico no Líbano e em todo o planeta.

Os extremistas chiitas do Hesbolah começaram a reproduzir-se como coelhos, afastando cristãos e sunitas moderados. Vinte e cinco anos depois, produziram o sufuciente número de gente para se candidatarem e elegerem 24 representantes no Parlamento Libanês. Desde a retirada de Israel, no ano 2000, o Líbano converteu-se numa base terrorista gerida e controlada pela Síria, com o seu presidente local, Lahoud e o "estado dentro do estado" de Hesbolah.

O exército libanês dispôe de menos de 10.000 efectivos. O Hesbolah conta com mais de 4.000 milicianos bem treinados e no sul do Líbano e no Vale de Bekaa existem cerca de 700 membros da Guarda Revolucionária Iraniana. Porquê é que o exército não resolve esta situação? Porque uma maioria de libaneses muçulmanos supôe que se dividirá e que uma parte se unirá com as forças islâmicas, tal como ocorreu em 1976, no início da guerra civil libanesa.

Tudo se resume a uma guerra jihadista contra o o ocidentalismo judaico-cristão. Os muçulmanos, que hoje são maioritários no Líbano, apoiam o Hesbolah porque formam parte da Umma, a nação islâmica. Está aqui o tabu que todo mundo pretende passar por alto.

Os recentes ataques contra Israel foram orquestrados pela Síria e pelo Irão, ainda que ambos os países tenham interesses distintos. Damasco considera o Líbano parte da "Grande Síria". O jovem presidente sírio, Bachar Asad, e os seus lugar-tenentes da Inteligência Militar baazista (do partido socialista Baaz), servem-se deste último conflito para demonstrar aos libaneses que eles necessitam da presença síria para se proteger da agressão isaelita e estabilizar o país. O Irão utiliza assim o seu exército de marionetas, o Hesbolah, para distrair a atenção dos dirigentes mundiais na cimeira do G-8 quanto às suas intenções de se armar nuclearmente. O apocalítpico presidente iraniano, Mahmud Ahmadineyad, e os mulahs de Teerão pretendem alcançar o domínio hegemónico do mundo islâmico sob o estandarte demencial do xiismo mahdista. . Ahmadineyad quer consolidar a sua posição como principal jihadista de Alá cumprindo com a sua promessa de "retirar Israel do mapa".

Por muito que se pretenda evitar fazer frente à realidade que é o extremismo islâmico no Médio Oriente. o Ocidente não pode ocultar que o Hamas e o Hesbolah, contra os quais luta Israel, partilham a mesma ideologia islâmica radical que fomentou o terrorismo contra o qual lutam a a América e o Mundo. É o mesmo Hesbolah com que o Irão ameaçava a América sob a forma de atentados suicidas se esta o impedisse de desenvolver armamento nuclear. O Hamas, por outro lado, conta com a maior insfraestrutura terrorista em solo americano. Isto é o que realmente se passa quando fechas os olhos perante o mal durante décadas com a esperança que esse mal desapareça.

O Cheik Nassarah, líder do Hesbolah é um agente iraniano. Não é um actor independente nesta pantomina sangrenta. Há mais de 25 anos que está implicado no terrorismo. O Irão, com a sua visão islâmica de um Médio Oriente dominado pelo xiismo, tem agentes, tropas e dinheiro em Gaza, nos territórios palestinianos, no Líbano, na Siria e no Iraque. Por detrás de tudo isto encontra-se uma concepção que motiva o presidente iraniano que acredita ser "o instrumento e o catalizador" de Alá para pôr fim ao Mundo tal como o conhecemos e abrir assim caminho à era do Mahdi. Ahmadineyad tem uma fé cega (e messiânica) na tradição xhiita do duedécimo, o "oculto", o salvador islâmnico que se elevará de um poço da cidade sagrada de Qum (Irão), após o caos, após as catástrofes e as matanças globais e estabelecerá a era da justiça Islâmica e a paz duradoura.

O presidente Ahmadineyad declinou responder às propostas apresentadas pelos EUA, UE, Rusia e China no Conselho de Segurança das Nações Unidas, para que o Irão pusesse fim ao seu programa de ermamento e enriquecimento de uranio até ao dia 22 de Agosto. Porquê esta data? Porque 22 de Agosto coincide com o 28 de Rajab do calendário islâmico, o dia em que o Grande Saladino conquistou Jerusalem.

Existe uma grande preocupação nos serviços de Inteligência relativamente ao Armagedão que poderia desencadear a ideologia extremista de Ahmadinejad.

O mundo civilizado deve unir-se na luta contra aqueles que levam o terrorismo a Isreal e ao Mundo. Temos que deixar de analisar o que distingue o Hamas sunita do Hebolah chiita e começar a pôr o enfase no que os une na sua luta contra nós: o islão radical.





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Azazel, Trinca-Fortes - Sábado, Julho 22, 2006 | link | 0 comments |

Brincando com o fogo

O que se assiste na Sky News e noutras televisões assemelha-se a um jogo, um jogo muito perigoso. Pretende-se estar ao lado das vítimas, ir para o campo das "vítimas" e de repente cai-se no que pretendem os terroristas islâmicos - alinhar com os objectivos prioritários destes últimos, ou seja, criar as condições para que Israel ataque e depois aproveitar essa situação a seu favor, representando-se como vítimas e não como os agressores não só do povo israelita mas também dos próprios povos árabes e islâmicos.

Os repórteres da Sky News são hábeis na manipulação e numa altura em que domina o políticamente correcto ("as vítimas são os terroristas, os agressores são os israelitas"), tudo fazem para que essa mensagem passe para os seus espectadores espalhados por todos os continentes. Chegam a colocar-se nas zonas bombardeadas pelos israelitas enquanto vão reportando a fuga dos locais, na esperança (cínica) de que os espectadores concluam que os israelitas não têm qualquer hesitação em atingir jornalistas.
Uma ideia espalhada pelos jornalistas da Sky News é que não é possível desmantelar o Hesbolah simplesmente porque a maioria da população libanesa, nomeadamente na parte sul do país, é favorável ao Hesbolah e continuará a sê-lo independentemente do resultado desta guerra. Trata-se obviamente de uma conclusão precipitada e históricamente não provada. Os grupos terroristas e em geral todos os movimentos totalitários e opressores confrontam-se geralmente com a fúria dos cidadãos quando são derrotados e finalmente desmantelados. Todos se recordam do que se dizia de Sadham Hussein, que os iraquianos não estavam preparados para a democracia e depois foi visível a alegria (apesar de todas as dôres e sofrimetnos posteriores) com que as estátuas e os palácios de Sadham foram sendo destruídas ou ocupados pelos próprios iraquianos. Chegou-se ao ponto de dizer (Mário Soares, Freitas do Amaral entre outros), que o ataque dos americanos iria incendiar toda a região e que seria uma enorme tragédia para o Mundo. Como se apenas os europeus e os americanos pudessem aceder a uma democracia e a estes povos a mesma estivesse vedada por "não estarem devidamente preparados". O velho argumento de todos os totalitários e de
alguns democratas apaziguadores.

Os cidadãos libaneses terão certamente uma recordação amarga desta guerra. Isso é indubitável. Como a terão os cidadãos israelitas, principalmente nas cidades que têm vindo a ser agredidas indiscriminadamente pelos rockets da Hesbolah. No entanto e se esta ofensiva contra o terrorismo islâmico fôr bem sucedida serão em primeiro lugar as populações do Líbano a beneficiar do desmantelamento do Hesbolah, podendo finalmente viver libertos de organizações terroristas cujo único objectivo é a extinção do estado de Israel (facto que não escondem nos seus próprios manuais).




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Azazel, Trinca-Fortes - Sábado, Julho 22, 2006 | link | 0 comments |

Invasão israelita ou combate internacional contra o islamo-fascismo?


O que se passa no Líbano, ainda que tenhamos todos que lamentar a morte de crianças e outras pessoas incoentes, é uma fase da ofensiva internacional contra o islamo-fascismo. É verdade que não é assim que é entendida talvez pela maioria dos cidadãos dos países ocidentais e em especial dos seus media, a maioria também ao lado dos "vitimizados" (curiosamente isso não sucedeu com os judeus quando foram perseguidos pelos nazis de Hitler), mas até ao momento não houve nenhuma guerra que tivesse vítimas inocentes que fosse entendida quanto aos seus objectivos principais. Mesmo quando Churchill, Roosevelt e Estaline ordenaram o bombardeamento de cidades alemãs inteiras, se a Sky News ou a CNN pudessem então reportar o que se passava no terreno e tivessem perguntado a um qualquer cidadão alemão se achava que os bombardeamentos eram "justos", certamente que nenhum cidadão alemão diria que sim e que eram benvindos. Se lhe perguntassem se estavam com Hitler ou com os americanos ou ingleses que os bombardeavam, responderia certamente que estava contrea os que o bombardeavam. Nao há guerras justas ou injustas. Há guerras.

A presente guerra é uma guerra contra o terrorismo internacional e os cidadãos e povos que querem a liberdade e não que lhes venham no futuro a impôr uma qualquer religião ou culto que não é o seu ou que rejeitam categóricamente, irá certamente compreender o que está a ser feito pelos israelitas e com o apoio do governo americano e do governo inglês (e mais uma vez estes), por forma a desmantelar radicalmente as estruturas do grupo terrorista Hesbolah, acabando com a sua presença em território libanês e permitindo que o Líbano venha a ser um país livre e democrático.
Se não é admissível que em Espanha a ETA controle uma parte do seu território aterrorizando os seus cidadãos, se não é admissível que os talibans aterrorizem os cidadãos afegãos impondo-lhes uma visão do islamismo que nunca foi o seu e que pôe em causa a sua própria consciencia como cidadãos islâmicos pacíficos, também não é admissível que no Líbano permaneça uma força paramilitar apoiada pela Síria e pelo Irão e que é práticamente um estado dentro do estado libanês, como aliás confessou o próprio primeiro ministro do Líbano, em entrevista ao jornal italiano "Corriere de la Sierra".

Todas as mortes de civis inocentes e até de militares libaneses é uma tragédia, tal como são as mortes do lado de civis israelitas que ao longo de anos têm sido vítimas dos atentados e ataques quer do Hamas, da Jihad islâmica e do Hesbolah, dentro de território israelita.
De uma forma cobarde terroristas (muitos deles jovens, quase crianças), cujas famílias são subsidiadas com os fundos "oferecidos" pelo Irão, pela Síria e por outros países árabes, são levados para dentro do território israelita e fazem-se explodir junto de cidadãos civis de Israel, matando também cidadãos árabes que ali vivem e trabalham diáriamente.
É uma situação intolerável para qualquer país. Nenhuma comapração é possível com o que se passa em países europeus. Ainda ontem um espectador inglês escrevia para a Sky News comparando a acção de Israel com um eventual ataque inglês em território irlandês por cada rapto de um soldado inglês por parte do IRA, mas esquecia-se esse espectador de mencionar que os ingleses estavam em território irlandês o que não é o caso de Israel que já abandonou há 6 anos o Líbano, sem que a Síria o tivesse feito então. Por outro lado o IRA esforçava-se por não provocar vítimas entre os civis ingleses e a maioria dos seus ataques em Inglaterra eram contra alvos militares, o que não sucede com o Hesbolah que só muito raramente ataca instalações ou alvos militares israelitas. O próprio presidente do Hesbolah justificava há dias a morte de crainças árabes do lado israelita dizendo que eram mártires da causa palestiniana. Mártires? Será que as crianças mortas pelos rockets do Hesbolah desejavam sê-lo?



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Azazel, Trinca-Fortes - Sábado, Julho 22, 2006 | link | 0 comments |

Sexta-feira, Julho 21, 2006

Cessar fogo, como? Com quem?

Os apelos ao cessar fogo na guerra que Israel move contra o Hesbolah, um grupo terrorista apoiado pela Síria, representam uma manifestação de total ignorância sobre o que realmente se passa na região. Quem atacou quem? Israel? Ou pelo contrário, o Hesbolah ao raptar soldados israelitas que se encontravam no território de Israel. Não há nenhuma força ocupante no Líbano a não ser o Hesbolah e a Síria através deste grupo terrorista.

Razão têm os os EUA e Israel para não considerar o cessar-fogo a não ser após o desmantelamento da Hesbolah no Sul do Líbano. Israel não está apenas a defender os interesses do povo israelita, a sua soberania e sobrevivência mas também a de outros povos, nomeadamente o europeu. Sem dúvida que o cessar-fogo é fundamental mas não a qualquer preço. É preciso assegurar de uma vez por todas, se isto é possível, que a paz na região seja duradoura e não apenas temporária. Nenhum povo, mais do que o judeu que tem sofrido perseguições e massacres ao longo se séculos, precisa mais de paz do que o povo israelita. Os povo árabe, o povo palestiniano, sem dúvida que a sua maioria também o deseja, mas não esqueçamos o apoio que os governos e estados árabes deram ao invasor nazi, ao III Reich. Aqueles que ora acusam Israel e o sionismo de ser totalitário devem ter já esquecido quem foram os principais perseguidos ao longo dos tempos.
Tal como no passado, o povo judeu sofre hoje mais um desafio à sua sobrevivência. E como no passado saberá vencer mais esta guerra.



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Azazel, Trinca-Fortes - Sexta-feira, Julho 21, 2006 | link | 0 comments |

Domingo, Julho 16, 2006

A ofensiva israelita contra o terrorismo islâmico

Para quem como nós acompanha a situação no Médio Oriente há dezenas de anos (fomos inclusive à região, escutando ali e acolá os diferentes pontos de vista, palestinianos e israelitas), não nos limitando apenas a escutar o que dizem os magafones da larga maioria dos meios mediáticos ocidentais e islâmicos, sabe perfeitamente o que é que justificou a presente ofensiva de Israel contra o terrorismo, quer do Hesbolah quer do Hamas e de outros grupos terroristas islâmicos.

Poderá defender-se, como hipócritamente alguns afirmam, que Israel devia sujeitar-se a pequenas retaliações militares, ou como disse Putin, a uma resposta violenta mas equilibrada, ou seja, o Hamas atirava dois rockets e matava 5 cidadãos israelitas e Israel responderia liquidando cinco cidadãos palestinianos.
Nada mais errado: Israel nem nenhum país pode deixar de responder com a maior firmeza aos constantes ataques terroristas vindos quer do Sul do Líbano, quer dos territórios controlados pela Autoridade Palestiniana. Se Portugal, por hipótese ainda que remota, aceitasse a permanência junto à sua fronteira de Espanha de um grupo terrorista que passasse o tempo a atirar rockets para o lado de Espanha (por exemplo, por considerar que Olivença deveria ser devolvida aos portugueses), e nada fizesse para impedir as actividades do mesmo, não poderia esperar de Espanha senão o bombardeamento da capital onde se encontra instalado o poder político português. Ora isto é exactamente o que sucede com o Líbano. Existe mesmo uma resolução da ONU(1) no sentido do Líbano desarmar o Hesbolah e o Governo Libanês nunca o fez, não sendo capaz ou não tendo qualquer vontade política de o fazer. É precisamente o que Israel está a fazer ao atacar o Líbano - obrigar a que o Governo Libanês ponha fim às actividades desse grupo, desmantelando-o definitivamente e impedindo que este permaneça junto à fronteira com Israel e atacando soldados ou cidadãos israelitas.

No entanto esta ofensiva não tem apenas esse objectivo - trata-se também de dar um golpe profundo no terrorismo naquela região, visando não apenas os referidos grupos mas também os seus "sponsors" políticos e financeiros, em particular a Síria e o Irão (2).
É preciso não esquecer que tais grupos são suportados por esses dois países e nem sequer o escondem da opinião pública (infelizmente sujeita a um processo de manipulação massiva que visa escamotear as verdadeiras causas do problema - a intenção dos regimes e grupos fundamentalistas islâmicos de pôr Israel "fora do mapa"). Os mísseis lançados pelo Hamas com a marca da Síria, se fossem necessários mais elementos probatórios, são a prova de que isso acontece e de que esses países estão inclusive por detrás dos presentes raptos de soldados israelitas e dos contantes ataques de rockets lançados pelo Hamas e o Hesbolah (3) contra cidades e vilas israelitas.
Quer o Irão, quer a Síria têm regimes que apoiam o terrorismo internacional e portanto ameaçam a paz na região e no Mundo. O Irão prepara-se mesmo para ter um arsenal nuclear capaz de fazer desaparecer Israel do mapa da região, intenção já confessada pelo seu Primeiro-Ministro. Esse arsenakl seria mesmo capaz de atingir alguns países ocidentais, ameaçando a segurança de milhões de cidadãos europeus. Isto é intolerável!
Israel não pode abdicar dos seus direitos quanto à sua soberania e até a sua sobrevivência e a sobrevivência do seu povo e se a comunidade internacional não consegue travar o Irão, a Síria e os grupos terroristas islâmicos, é a Israel que cabe e caberá essa tarefa (4). Tarefa que custará vidas entre os seus soldados e entre os seus cidadãos, mas também salvará as vidas de milhares e milhões de cidadãos europeus já que uma vitória contra esses regimes, significará certamente o fim de uma ameaça permanente contra a segurança dos povos da região e até da própria Europa.

Quanto a Portugal não podemos esquecer que quer à esquerda, quer à direita, as palavras são inócuas e nada têm a ver com um conhecimetno do que realmente se passa na região e no Mundo. A esquerda pensa como os comunistas estalinistas e maoistas - para atingir o ocidente capitalista todos os meios são justificáveis, inclusive a acção terrorista contra civis inocentes desde que o socialismo ou o comunismo prevaleçam. A direita é também hesitante, hipócrita e feita de políticos burgueses e novos-ricos, maioritáriamente cobardolas e que não têm a coragem de exigir o fim dos ataques terroristas islâmicos mas depois vêm pedir negociações numa altura em que os conflitos se desencadeiam e que Israel decide ripostar.


Nota 1- Resolução 1559 do Conselho de Segurança da ONU.

Nota 2: Ainda há minutos uma porta-voz do Governo Sírio afirmava que o Hesbolah está legítimamente a defender os interesses dos povos islâmicos, sendo portanto legítimas as acções terroristas que desencadeia contra os civis israelitas, em território israelita (não se esqueça que o Estado de Israel foi criado no âmbito de uma decisão da Sociedade das Nações, da ONU portanto). O propósito, segundo esta porta-voz síria, seria a de combater a ocupação israelita. Porém os israelitas já abandonaram o Líbano há anos, na base de um compromisso com o Governo Libanês, compromisso no qual o governo libanês acordava em ilegalizar o Hesbolah, pondo finalmente fim às suas acções contra Israel no sul do território libanês. Porque então continuar o Governo Libanês a permitir dentro das suas fronteiras a existência de um grupo terrorista que sistemáticament ataca cidadãos e militares israelitas dentro do território de Israel?

Nota 3- As ameaças por parte do dirigente máximo da Hesbolah e constantemente repetidas pelos dirigentes do Hamas, da possível utilização de armas ainda mais potentes, mostram claramente que há armas de destruição massiva na posse destes grupos terroristas, as quais podem ser utilizadas contra as cidadãos de Israel. ao contrário dos políticos "esquerdistas" e políticamente correctos do Ocidente, os israelitas felizmente para todos nós, levam bem a sério estas ameaças. Se uma qualquer destas armas atingir Israel, será obviamente de esperar uma escalada do conflito que opôe os israelitas aos terroristas e fascistas islâmicos, a qual poderá conduzir em definitivo à destruição das centrais nucleares do Irão e numa fase ulterior à derrota do regime islâmico e à implantação de uma repíblica democrática e parlamentar naquele país.
Nota 4- Há um blog que cita um outro blog associado com o Ministro dos Negócios Estrangeiros de um país árabe, no qual leitores árabes alertam para a necessidade de Israel levar a cabo até ao fim o esmagamento do Hesbolah já que os extremistas islâmicos só reconhecem o argumento da força, não o da fraqueza ou das negociações.


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