Blog dedicado a Theo Van Gogh, cidadão e cineasta holandês, bisneto do famoso pintor, assassinado numa rua de Amsterdam por um fascista islâmico. O avanço do islamo-fascismo na Europa e no Mundo é uma ameaça aos direitos fundamentais dos cidadãos. De todos, seja qual fôr a sua filosofia, religião ou crença. ɉ uma realidade, não uma fobia, como alguns afirmam na esperança de que esqueçamos qual a sua verdadeira essência e os seus objectivos.

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O Islamismo na Europa - Eurabia

O avanço do islamismo na Europa e no Mundo é uma ameaça aos direitos fundamentais dos cidadãos. De todos, seja qual fôr a sua filosofia, religião ou crença. Não se trata de qualquer preocupação islamófoba. O único "medo" que temos (medo-pânico, talvez), é que a decadência dos povos árabes se mantenha e perpetue. E há sempre quem tire o maior proveito do obscurantismo...O deles (árabes) e o nosso...

Terça-feira, Abril 18, 2006

Mr. Yusuf cante lá mais uma canção de paz!



Depois de ver estas imagens que são promovidas em nome do Islão em que acredita, diga lá Mr. Yusuf, ainda lhe dá vontade de cantar?
Azazel, Trinca-Fortes - Terça-feira, Abril 18, 2006 | link | 0 comments |

Yusuf Islam, a sombra lunar





Yusuf Islam é o Cat Stevens convertido ao Islão. As pessoas e os americanos em particular, são livres de aderir à "Coisa" que melhor se lhes adapta. Há individuos (americanos e não só), que gostam de se disfarçar de porcos, outros engordam até aos 400 kgs e vão a concurso. Há pessoas que aderem aos "shopings centers" e lá ficam durante anos, há pessoas que aderem ao catolicismo e ficam por lá durante milénios, há pessoas que aderem ao sniper Maomé e ficam ali ajoelhados e acobardados aos pés do dito, há pessoas que adoram ossos, outros que adoram os seus melhores apreciadores, outros ainda que têm cobras em casa e muitos outros que têm pintassilgos em casa e nos tempos livres adoram a Virgem Maria. A de papel, porque a outra não visita os supermercados nem as igrejinhas da Católica Apostólica Romana. A maior das vezes é vista no Intendente. Onde aliás também vão os budistas (como na velha canção do Luis Cília).

"Moonshadow" é o próprio Gato Stevens já convertido em Yusuf Islam. Pode pensar-se que um gato não é tão mutável mas com o Cat Stevens passou-se exactamente o contrário. Estávamos nós nos anos 60 a ouvir-lhe as canções quando de repente o tipo passou-se e converteu-se em Yusuf. Se notarem a pronúncia de Yusuf, assemelha-se a um traque envergonhado, quase em surdina, algo que mal se consegue capturar nos "Sound Editor" de excelência, é uma espécie de ar, de gaz, como diria o personagem de "Starman", no filme de John Carpenter.

Este Yusuf é o mesmo que condenou os "Versículos Satânicos" de Salman Rushdie e justificou as ameaças de assassinato deste autor a mando dos Yatolahs do Irão. Este mesmo Yusuf assina agora um web site com o antigo nome (o tal, mais profano) de Cat Stevens. E segundo se diz no web site, promete voltar, com canções a lembrar o "Peace Train" e o "Morning Has Broken". Lindo de se escutar assim, um islâmico amigo de corta-cabeças, a cantar para as democracias burguesas ocidentais curvadas sobre si próprias e com o cu virado a Meca. Ameixoeira da Cagação ou Caganeira de Anciães?
Azazel, Trinca-Fortes - Terça-feira, Abril 18, 2006 | link | 0 comments |

Matai, matai, matai



Faz parte da "filosofia" de vida segundo o Corão e não há meio dos "moderados" islâmicos contornarem tanto pacifismo. Não é preciso ler mais do que duas ou três passagens para descobrir a paz e o amor que se desprendem como pétalas em flor daquela obra a que só lhe falta o selo do Divino Mestre.

Eis uma delas (transcrita, com a devida vénia do Letras com Garfos:

9:5
Mas quando os meses sagrados houverem transcorrido, matai os idólatras, onde quer que os acheis; capturai-os, acossai-os e espreitai-os; porém, caso se arrependam, observem a oração e paguem o zakat, abri-lhes o caminho. Sabei que Deus é Indulgente, Misericordiosíssimo.


Isto não é obra de um religioso mas de um mafiosi. O sujeito escreveu um manual destinado aos marginais mais perigosos, não uma obra religiosa!

Quer dizer, assim que pagarem o zakat, Deus passa a ser indulgente e misericordioso? Melhor do que isto só a lotaria da Santa Casa da Misericórdia.

Ao atentado de Telavive, um mais entre centenas, onde estão as reacções de Freitas do Amaral, de Soares e outros republicanos e laicos? Onde está a reacção de Saramago? Ou também para eles, tal como para o Hamas, tratou-se apenas de um acto de auto-defesa?
Azazel, Trinca-Fortes - Terça-feira, Abril 18, 2006 | link | 1 comments |

Segunda-feira, Abril 17, 2006

Maomé deitado







O Letras com Garfos, sempre oportuníssimo na denúncia do "políticamente correcto", onde quer que este último se manifeste, publicou hoje uma foto do ministro dos negócios estranhos, Freitas do Amaral, exactamente de cabeça para baixo (aliás creio que o coloca sempre assim e certamente lhe fará mais jeito a Orlando, o seu autor, talvez porque seja a posição em que o vê ou o visado costuma andar), com uma pergunta dirigida ao citado ministro: "O que dirá o Freitas disto".
E o "disto" de Orlando, não era senão a publicação por um jornal belga, o The Brussels Journal, de duas fotos representando uma escultura em madeira do artista Mattheus van Beveren. Esta peça de arte está na igreja da Nossa Senhora, em Dendermonde, Flandres (Belgica) e representa a figura de Maomé (assim se crê), deitado sob os pés de um anjo, isto é, figurando a vitória da Cristandade sobre o Islão.

Duas conclusões a tirar: a primeira é que não houve nenhum muçulmano até hoje que tivesse levantado um único dedo contra esta escultura ou incendiado o que quer que fosse. Está bem, não era dinamarquês (o país em que o poder de compra é o maior a nível mundial), mas era belga, portanto ocidental. O problema é que o "Jyllands-Posten" é da direita "xenófoba" e "racista", classificações que são geralmente atribuídas a quem não segue a linha do "políticamente correcto" e denuncia os perigos da invasão islâmica sem se preocupar se isso é de bom tom ou não dentro do jet-set democrático, laico e republicano; a segunda conclusão é esta. Apesar de não sermos religiosos naquele sentido em que todas as religiões lhe dão, consideramos que a escultura em si, tal como hoje os cartoons dinarmqueses (salvaguardadas as diferenças estéticas e de qualidade, entre as duas obras), é um facto que o islamismo foi derrotado na Europa quando já tinha entrado pela Gália de espada sempre em riste, cortando cabeças a direito. Foi necessário que os povos europeus e os respectivos exércitos se levantassem contra os sarracenos e os expulsassem do continente europeu.
E é natural que os artistas também o quisessem representar colocando um anjo a "subordinar" a figura do profeta corta-cabeças segurando o Corão.

E que dizer das inúmeras caricaturas dos islâmicos sobre figuras do Ocidente? Porque não se revoltam os Freitas, os Soares e outros, contra esses "desmandos" estéticos, essas libertinagens islamistas? Porventura também não terão eles islâmicos o direito de nos caracterizar como bem entendem? Claro que sim. Aliás nem sequer precisam de o fazer pois no Ocidente, os artistas sempre foram livres (com mais ou menos censura e uma ou outra perseguição)(1), em exprimir o que pensavam quer do Islão, quer do Catolicismo e do próprio Cristianismo.
E isso, pese embora a todas as religiões e em especial à islâmica e à católica (hoje porém indiscutívelmente mais tolerante e aberta - D. Januário e outros, estão a léguas dos antigos inquisidores católicos), é uma qualidade da própria liberdade de expressão e do próprio direito comum.

Notas:
(1) Apesar de tudo os artistas no Ocidente foram sempre mais livres do que no Islão. Em terras do Islão, José Saramago (e apenas para nos servirmos de um português, escritor, enfim Nobel e tudo....), jamais poderia escrever o "O Corão segundo...", e se alguma vez ousasse dizer que a religião islâmica é semelhante à proibição da punheta em casa de pobres, seria certamente riscado do mapa da vida, como desejam agora para os isrealitas. Aliás o Saramago é muito revolucionário e todo "mãe-coragem" quando se trata de Israel porque sabe que se trata de um país que não o ameaça de morte, e pode dormir descansado em Tenerife com os milhões que ganhou com o petróleo norueguês, ele que escreve sem o menor fulgor poético (está bem, nós sabemos que o romance é diferente, leva mais tempo, precisa de recolhimento, inspiração, etc.). Mas nunca ergueu a voz a favor de Salman Rushdie ou dos cartoonistas dinamarqueses.
Punhê-te-las pois...
Azazel, Trinca-Fortes - Segunda-feira, Abril 17, 2006 | link | 0 comments |

Domingo, Abril 16, 2006

A estinção do Estado de Israel e não só



A imagem acima mostra-nos a área onde o Irão está a enriquecer o urânio necessário para a fabricação da bomba nuclear.
Esta foto foi tirada pelo satélite russo "Cosmos". Outras imagens e mais detalhadas, podem ser encontradas no site da Global Security.

Daqui sairá a bomba que, segundo o presidente iraniano Mahmud Ahmadinejad, irá retirar Israel do mapa-mundi. Assim o tem dito repetidamente e não há qualquer razão para não o levar a sério, apesar dos políticos europeus, os apaziguadores (idênticos aos que atribuíram a Hitler as melhores das intenções), se terem preocupado muito mais com alguns "cartoons" anti-islânicos, publicados por um jornal dinamarquês, o Jyllands-Posten, se todos ainda se recordam.

Sobre isso e apesar de alguma parcialidade na reportagem, foi interessante ver na televisão um repórter português presente em Teerão (na SIC?, na TVI? na RTP-1?, sinceramente vêmo-las tão pouco que não recordamos já), entrevistar alguns comerciantes e cidadãos iranianos a propósito da reacção internacional contra os intentos belicistas do presidente iraniano e dos que o comandam do "alto", os chefes islâmicos fiéis à doutrina mais ortodoxa e reaccionária do Islão.
Um deles foi ao ponto de declarar que embora não visse negativamente a construção de uma central nuclear no seu país, temia ao mesmo tempo que um projecto desses caísse nas mãos de lunáticos. À pergunta do repórter se isso poderia vir a suceder, respondeu de seguida: "já está a contecer, os russos e os chineses que se cuidem".
De notar que os russos e chineses nesta questão são os que têm condescendido mais.

Sendo o Irão um país muito longe de ser uma democracia (apesar de haver eleições os opositores têm sempre muita dificuldade para realizarem o seu trabalho e nalguns casos são mesmo ameaçados ou presos), pode imaginar-se fácilmente como se exprimiriam os milhões de iranianos se pudessem falar livremente contra os "ayatolahs" e os seus projectos criminosos.

Os intentos do presidente iraniano só merecem uma resposta da comunidade internacional - o desmantelamento da referida central através de um ataque militar contra as referidas instalações. Aqueles que hesitam nessa medida só estão a dizer ao Irão que são fracos e que não têm sequer coragem para impedir um projecto tão criminoso quanto esse, o de pretender eliminar um estado do mapa, seja ele judeu ou católico, hindu ou budista.
Todos sabemos que haverá riscos e haverá vítimas, haverá certamente uma guerra prolongada com essa parte do mundo que se serve da religião islâmica para oprimir o seu próprio povo (não há país com um estado islâmico onde a riqueza não esteja largamente concentrada num punhado de ayatolahs e imans e nas suas marionetas). Mas essa guerra, não podemos ignorá-lo, já existe e desde há décadas, desde que começaram os primerios atentados contra civis inocentes, em nome do Islão. Desde que os resistentes islâmicos trocaram a luta política e militar pelo terrorismo.

Será pois necessário tentar todas as vias para que a população iraniana não sofra as consequências trágicas dos actos praticados pelos seus governantes, será necesário mesmo alertá-la desde já para essas consequências, mas não é possível hesitar entre tomar as medidas adequadas - o ataque militar o mais imediatmente quanto possível, ou a resignação, a desistência e portanto a concessão ao Irão do "direito" de realizar a bomba. As consequências serão bem piores se houver fabricação da bomba e mais tarde um ataque contra Israel. E não falamos apenas de consequências para o lado israelita já que este está obviamente e de há muito preparado para retaliar a um tal ataque e decerto com um poder maior de destruição.

Que se levantem pois povos do Irão! Derrubem os irresponsáveis do vosso governo, derrubem os ayatolahs!!!.
Contestem o Ocidente, contestem os vossos adversários israelitas, americanos ou europeus, não sigam os nossos modelos de vida nem os nossos valores, mas não apoiem os fascistas que vos governam e pretendem conduzir-vos para a desgraça mais total.
Azazel, Trinca-Fortes - Domingo, Abril 16, 2006 | link | 0 comments |

Sábado, Abril 15, 2006

O monstro iraniano vai ao Mundial de Futebol!



O monstro iraniano será benvindo no Mundial de Futebol da Alemanha. E não fosse o futebol um elemento de unidade, assim o crêem os organizadores alemães.
Perguntarão certamente os alemãos ligados ao futebol (?), essa nobre arte de unir os povos através de "verylights" lançados para a bancada "inimiga":
"Um anti-semita assumido, certamente um ariano de selecção, basta olhar-lhe a nuca, medir-lhe o cortex, se nós albergámos uma das células da Al-Qaeda antes do 11 de Setembro, porque não o Mahmud Ahmadinejad?".

Para todos aqueles que se recordam do filme de Sérgio Leone, "O Bom, o Mau e o Vilão", Ismail Haniyeh, palestiniano, primeiro-ministro da AP (não, por acaso não é ainda e de todo a Associated Press!), é o vilão do filme, enquanto Ahmadinejad, o presidente iraniano é o mauzão.
Entre eles, o que distingue um do outro é a fanfarronada, o vilão morde o cigarro para impressionar o Eastwood, e julgamos que vai apertar o gatilho a todo o momento. Mas não, o que ele mais deseja são os subsídios, o dinheiro. E sabe esperar, os cofres palestinianos precisam da ajuda do Eastwood. O outro, o mauzão, o mais forte entre mil, nem sequer fuma, detesta o fumo e as mulheres (a estas tapa-lhes os olhos e arrasta-as pelos cabelos quando cometem adultério), concentra-se apenas no que é essencial, matar tudo o que está à sua volta, primeiro os israelitas, depois os cobardolas dos europeus!.

A Alemanha que já havia recusado a proposta dos suiços (há um anúncio excelente sobre isso, ainda ontem passou na TV), para que as meninas alemãs aproveitassem o mundial para "cornear" os maridos com alguns suiços de "selecção" (alpinistas, barmans, estilistas, etc.), preferiu a proposta iraniana de fazer a guarda de honra ao sinistro, também ele bigodaças e duvidoso da existência de um holocausto nazi, o mestre, rápido e mortal, o presidente do Irão, Ahmadinejad.

Benvindo ao Mundial 2006, já traz a bomba consigo Mein Fuhrer?
Azazel, Trinca-Fortes - Sábado, Abril 15, 2006 | link | 0 comments |

A actual vaga anti-semita

A onda de sangue que envolveu a Europa com a ascensão do III Reich nazi-fascista foi suportada pela maior vaga de anti-semitismo até então surgida no Mundo.

Essa vaga nazi só é comparável à actual vaga anti-semita sustentada e propagandeada pelos islamistas reaccionários, os islamo-fascistas, termo que se aplica muito crrectamente a este grupo também chamado de fundamentlaistas islâmicos (mas cuja terminologia reporta para a necessidade de ir aos fundamentos do Islão, o que não é verdade dado que não há fundamentos de ordem religiosa, no Islão ou em qualquer outra religião, que possam de alguma forma suportar e justificar a violência organizada contra cidadãos inocentes incluindo os da mesma fé religiosa).

A questão não é ser a favor ou contra Israel, ser ou não judeu ou anti-judeu, ser ou não islâmico ou anti-islâmico, ser-se de esquerda ou ser-se de direita, a questão é de ordem política e de ordem ética. Ou queremos defender os valores que apesar de tudo são nossos e que nos permitem viver em liberdade (mesmo que esta não seja ainda a NOSSA LIBERDADE TODA), ou queremos viver sob um califado qualquer, dirigido autoritáriamente e sem qualquer acesso às liberdades fundamentais e direitos fundamentais do homem (conquistados pela Revolução Burguesa de 1789, nunca o esqueçamos!).

É preciso isolar o Hamas, uma organização de malfeitores armados ditos militantes da Causa Palestiniana (e que ao fim e ao cabo a vão pôr em causa isso sim, como aliás sempre fizeram).(1) É preciso isolar a Al-Qaeda, combatê-la firmemente no terreno e em todos os sectores, não lhe dando quaisquer tréguas. É preciso também não ter quaisquer hesitações (deixem as hesitações para os russos e para os chineses), face à pretensão do Irão em vir a ter a bomba nuclear, é preciso destruir as suas instalações de enriquecimento do urânio destinado à produção da bomba.
Façam-no o mais rápidamente possível e em consonância, sempre que tal fôr possível, com o Conselho de Segurnaça da ONU. Mas não se hesite!

Seria extremamente perigoso e não apenas para Israel (e uma vez mais para os judeus), que as hesitações dos políticos ocidentais e de alguns dos seus aliados, dessem o tempo necessário ao Irão para produzir energia nuclear destinada à produção da bomba. Isso sim seria catastrófico (2).

Que não haja qualquer ilusão - o objectivo "prioritário" é Israel mas o que se pretende atingir é a Europa e mais tarde os EUA! Não foi por acaso que Jacques Chirac, ele próprio um "apaziguador" e um político hesitante, tivesse sido "forçado" a ameaçar o Irão com um ataque nuclear caso a França fosse atacada. E são "amigos". O que seria se não fossem...


Notas:
(1) O Hamas ganhou as eleições e isso é um facto indesmentível. Mas em democracia não se trata apenas de ganhar eleições, trata-se de, ao ganhá-las, não se pôr em causa precisamente o sistema que lhes permitiu formar governo. Hitler também ganhou eleições, o SIS na Argélia também ganhou eleições. E não teria sido bem melhor para a humanidade que, ao declararem o fim do sistema parlamentar que os elegeu, a Europa se tivesse unido e os desapossasse do poder? Quantas vidas e quanta dôr não teriam sido poupados? Ou preferiu-se o contrário porque ao fim e ao cabo se tratava de extinguir alguns milhões de judeus? No caso argelino quantas vidas não foram poupadas ao impedir-se a ascensão ao poder do SIS que ameaçava impôr a lei islâmica e fundar um estado islâmico na Argélia? Ou os políticos que agora tanto contestam os americanos se esqueceram já que não levantaram qualquer protesto (e muito correctamente), contra o golpe de estado militar que impediu o SIS de alcançar o poder mesmo tendo ganho as eleições?

(2) Opostamente ao que alguns afirmaram (Mário Soares, Feitas do Amaral e outros), sobre a invasão do Iraque. Hoje, após os vários processos eleitorais, têm dificuldade em voltar a invocar a palavra "catástrofe" para definir os actuais problemas (ainda graves contudo), que se vivem no Iraque (como se na Alemanha nazi ou no Japão imperial e fascista, não tivessem existido resistentes nas ruas a lutar contra os americanos e que tudo fosse para estes últimos e para os seus aliados, os soviéticos, uma caminhada sem riscos e sem sacrifícios).
Azazel, Trinca-Fortes - Sábado, Abril 15, 2006 | link | 0 comments |

Sexta-feira, Abril 14, 2006

Se Israel fosse retirada do mapa...

Se Israel fosse retirada do mapa como pretende o actual presidente iraniano, seria mais fácil atingir o coração da Europa. Hitler também começou pelos polacos afirmando cínicamente que não tinha quaisquer intenções de invadir ou atacar a França e a Inglaterra. Depois, foi a tragédia que se viu. Com a cumplicidade dos políticos europeus de então, que se estiveram absolutamente nas tintas para os judeus, os doentes, os inadaptados, os comunistas e outros perseguidos pelos nazi-fascistas alemães.

Que se espera agora para unir as forças vivas do planeta e deter militarmente esse monstro chamado Mahmud Ahmadinejad, o presidente iraniano?

Não se iludam aqueles que pensam que a questão é apenas com os judeus, com os israelitas. Depressa perceberão que o objectivo é a tomada da Europa onde os islamistas já são milhões e as suas células terroristas já mostraram (em Nova York, Madrid e Londres), do que são capazes para convencer os democratas indecisos!

Olho por olho...
Azazel, Trinca-Fortes - Sexta-feira, Abril 14, 2006 | link | 0 comments |