O Islamismo na Europa - Eurabia
O avanço do islamismo na Europa e no Mundo é uma ameaça aos direitos fundamentais dos cidadãos.
De todos, seja qual fôr a sua filosofia, religião ou crença. Não se trata de qualquer preocupação islamófoba. O único "medo" que temos (medo-pânico, talvez), é que a decadência dos povos árabes se mantenha e perpetue.
E há sempre quem tire o maior proveito do obscurantismo...O deles (árabes) e o nosso...
Sábado, Dezembro 30, 2006
Estratégias na luta contra o fascismo islâmico
O combate contra o fascismo islâmico deve desenvolver-se em várias frentes - na frente política, ideológica, militar mas também social e cultural.
No plano político a luta deve incorporar também elementos de crítica e autocrítica, em particular daqueles que defendem um processo de intervenção militar nos países que apoiam claramente o terrorismo (Irão, Síria e outros) mas que não se conformam com os erros e atitudes dos dirigentes políticos e dos Estados responsáveis por essas intervenções.
O caso de Abu Graib é um exemplo, bem como muitas das técticas usadas na guerra contra os grupos extremistas que actuam no Iraque. E mais recentemente a execução de Sadham. Combater e denunciar estas atitudes deve fazer parte do combate contra o fascismo islâmico na medida em que favorecem o mesmo e em vez de separarem os movimentos moderados dos movimentos radicais, contribuem para a sua união ou pelo menos para uma certa cumplicidade entre ambos.
Além do mais o combate contra o fascismo islâmico deve ser igualmente um combate contra as corporações que dominam os aparelhos partidários dos diversos países ocidentais (e também árabes), pois são elas, em grande parte que determinam as estratégias a seguir (nomeadamente a partir dos meios de comunicação que dominam). Quando porém as corporações e os partidos que apoiam falham nas estratégias há sempre um bode expiatório (Rumsfeld, John Bolton, etc.), mas a responsabilidade dos seus erros deve ser imputada em primeiro lugar àqueles que determinam fundamentalmente essas políticas.
Por outro lado a luta contra o fascismo islâmico não é nem deve ser um exclusivo deste ou daquele país ou estado (no caso dos EUA, por exemplo), mas sim alargar-se a toda a sociedade cívica, tal como sucedeu no passado com a luta contra os diversos fascismos europeus. Quando se fala na Resistência anti-fascista não se fala em primeiro lugar na intervenção dos estados mas sim na intervenção directa dos cidadãos pois são eles em primeiro lugar que sofrem as consequências de viver sob o jugo de um qualquer reegime fascista. Conceder que sejam os EUA e a Inglaterra e os seus aparelhos político-militares a desenvolver exclusivamente esse combate e quase exlusivamente no plano militar, é um erro grave que se virará contra os próprios cidadãos do mundo ocidental e também dos países árabes e islâmicos.
Referimos pois: o combate contra o fascismo e o terrorismo islâmico deve ser principalmente dos cidadãos e das suas organizações. Aos estados cabe garantir a segurança dos seus cidadãos, quer no plano militar, quer policial, não lhes cabe substituir a luta dos cidadãos por uma socieade melhor e também mais segura. Neste quadro uma intervenção militar pode ser positiva dado que pode fazer integrante de um conjunto de acções a desencadear contra o fascismo islâmico num determinado país. Mas deixar que sejam os políticos e os estados a encabeçar esse combate é um erro grave e as consequências disso estão à vista de todos. Não é pelo facto da Casa Branca ser presidida por Bush, um republicano, que esse combate tem falhado em vários aspectos enquanto o movimento fascista islâmico tem vindo a crescer em toda a Europa e no Mundo (ainda recentemente foi tomada a Somália). Se estivesse um democrata na Casa Branca os resultados seriam sensivelmente os mesmos ou pior ainda. O principal erro reside no facto de serem os estados (e dominantemente o estado americano), a conduzir essa luta, arrastando inevitavelmente com o ónus dos erros cometidos e contribuindo para o isolamento do seu próprio país, nomeadamente em relação à Europa e também para o enfraquecimento da luta contra o fascismo islâmico.
No plano político a luta deve incorporar também elementos de crítica e autocrítica, em particular daqueles que defendem um processo de intervenção militar nos países que apoiam claramente o terrorismo (Irão, Síria e outros) mas que não se conformam com os erros e atitudes dos dirigentes políticos e dos Estados responsáveis por essas intervenções.
O caso de Abu Graib é um exemplo, bem como muitas das técticas usadas na guerra contra os grupos extremistas que actuam no Iraque. E mais recentemente a execução de Sadham. Combater e denunciar estas atitudes deve fazer parte do combate contra o fascismo islâmico na medida em que favorecem o mesmo e em vez de separarem os movimentos moderados dos movimentos radicais, contribuem para a sua união ou pelo menos para uma certa cumplicidade entre ambos.
Além do mais o combate contra o fascismo islâmico deve ser igualmente um combate contra as corporações que dominam os aparelhos partidários dos diversos países ocidentais (e também árabes), pois são elas, em grande parte que determinam as estratégias a seguir (nomeadamente a partir dos meios de comunicação que dominam). Quando porém as corporações e os partidos que apoiam falham nas estratégias há sempre um bode expiatório (Rumsfeld, John Bolton, etc.), mas a responsabilidade dos seus erros deve ser imputada em primeiro lugar àqueles que determinam fundamentalmente essas políticas.
Por outro lado a luta contra o fascismo islâmico não é nem deve ser um exclusivo deste ou daquele país ou estado (no caso dos EUA, por exemplo), mas sim alargar-se a toda a sociedade cívica, tal como sucedeu no passado com a luta contra os diversos fascismos europeus. Quando se fala na Resistência anti-fascista não se fala em primeiro lugar na intervenção dos estados mas sim na intervenção directa dos cidadãos pois são eles em primeiro lugar que sofrem as consequências de viver sob o jugo de um qualquer reegime fascista. Conceder que sejam os EUA e a Inglaterra e os seus aparelhos político-militares a desenvolver exclusivamente esse combate e quase exlusivamente no plano militar, é um erro grave que se virará contra os próprios cidadãos do mundo ocidental e também dos países árabes e islâmicos.
Referimos pois: o combate contra o fascismo e o terrorismo islâmico deve ser principalmente dos cidadãos e das suas organizações. Aos estados cabe garantir a segurança dos seus cidadãos, quer no plano militar, quer policial, não lhes cabe substituir a luta dos cidadãos por uma socieade melhor e também mais segura. Neste quadro uma intervenção militar pode ser positiva dado que pode fazer integrante de um conjunto de acções a desencadear contra o fascismo islâmico num determinado país. Mas deixar que sejam os políticos e os estados a encabeçar esse combate é um erro grave e as consequências disso estão à vista de todos. Não é pelo facto da Casa Branca ser presidida por Bush, um republicano, que esse combate tem falhado em vários aspectos enquanto o movimento fascista islâmico tem vindo a crescer em toda a Europa e no Mundo (ainda recentemente foi tomada a Somália). Se estivesse um democrata na Casa Branca os resultados seriam sensivelmente os mesmos ou pior ainda. O principal erro reside no facto de serem os estados (e dominantemente o estado americano), a conduzir essa luta, arrastando inevitavelmente com o ónus dos erros cometidos e contribuindo para o isolamento do seu próprio país, nomeadamente em relação à Europa e também para o enfraquecimento da luta contra o fascismo islâmico.
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Azazel, Trinca-Fortes - Sábado, Dezembro 30, 2006















