O Islamismo na Europa - Eurabia
O avanço do islamismo na Europa e no Mundo é uma ameaça aos direitos fundamentais dos cidadãos.
De todos, seja qual fôr a sua filosofia, religião ou crença. Não se trata de qualquer preocupação islamófoba. O único "medo" que temos (medo-pânico, talvez), é que a decadência dos povos árabes se mantenha e perpetue.
E há sempre quem tire o maior proveito do obscurantismo...O deles (árabes) e o nosso...
Sábado, Setembro 30, 2006
A Eurabia e o multiculturalismo
Há quem para condenar o fascismo islâmico ataque simultaneamente o multiculturalismo. Isso é um erro grave, uma asneira total. O multiculturalismo nada tem de negativo desde que existam regras elementares concernentes à emigração, as quais sejam muito claras e justas, quer para os cidadãos que recebem, quer para os cidadãos que emigram.
O multiculturalismo contudo (e nisso têm razão alguns dos seus opositores), tem servido para ocultar os verdadeiros interesses das grandes corporações da construção civil, comunicações e outras, isto é, a exploração da mão de obra com salários mais mais baixos e condições de trabalho menos exigentes e também de uma certa esquerda suicidária que vê nesses emigrantes e no seu crescimento exponencial, um potencial contributo de apoio popular nos actos eleitorais.
O problema na Europa não é o do multiculturalismo, já que este, nomeadamente por parte da comunidade islâmica, é quase inexistente. A maioria dos islâmicos não cruza os seus hábitos e cultura com as de outros povos, pelo contrário tenta alargar o seu grupo de fiéis às outras culturas. O islamismo conquistará a Europa pela reprodução, a natural multiplicação dos seres e com a doutrinação que lhe é inerente. Dados os problemas existentes nas sociedades capitalistas e o fim do estalinismo, muitas pessoas têm tendência apra aderir ao Islão porque nele encontram a possibilidade de extravasarem o seu ódio e oposição ao capitalismo ainda dominante. A questão também não é de Bush ou Rumsfeld mas estes servem perfeitamente para que neles se concentre esse ódio, como sucederia com Clinton se este ainda se mantivesse na Casa Branca. O ódio é sobretudo aos americanos e representa uma tentativa hábil de isolamento dos EUA e a sua separação da Europa, o fim da NATO, etc.(1) É este o verdadeiro objectivo numa primeira fase. A Eurabia está apenas ainda na proveta.
Nota:
(1) Mário Soares dizia há algumas semanas no debate do "Prós e Contras" uma coisa absurda e pouco apropriada para alguém que pensa manter ainda a energia intelectual e política de outras épocas - afirmou que foi a ONU que ajudou a combater o estalinismo (dito por eles, comunismo), quando ele próprio sabe que foi a NATO e não a ONU que contribuiu para o final desse regime totalitário. A ONU era então e é ainda uma manta de retalhos em que é possível ver nas comissões de direitos humanos, países como Cuba , Angola e outros. Que autoridade têm estes regimes totalitários para falar em direitos humanos?
O multiculturalismo contudo (e nisso têm razão alguns dos seus opositores), tem servido para ocultar os verdadeiros interesses das grandes corporações da construção civil, comunicações e outras, isto é, a exploração da mão de obra com salários mais mais baixos e condições de trabalho menos exigentes e também de uma certa esquerda suicidária que vê nesses emigrantes e no seu crescimento exponencial, um potencial contributo de apoio popular nos actos eleitorais.
O problema na Europa não é o do multiculturalismo, já que este, nomeadamente por parte da comunidade islâmica, é quase inexistente. A maioria dos islâmicos não cruza os seus hábitos e cultura com as de outros povos, pelo contrário tenta alargar o seu grupo de fiéis às outras culturas. O islamismo conquistará a Europa pela reprodução, a natural multiplicação dos seres e com a doutrinação que lhe é inerente. Dados os problemas existentes nas sociedades capitalistas e o fim do estalinismo, muitas pessoas têm tendência apra aderir ao Islão porque nele encontram a possibilidade de extravasarem o seu ódio e oposição ao capitalismo ainda dominante. A questão também não é de Bush ou Rumsfeld mas estes servem perfeitamente para que neles se concentre esse ódio, como sucederia com Clinton se este ainda se mantivesse na Casa Branca. O ódio é sobretudo aos americanos e representa uma tentativa hábil de isolamento dos EUA e a sua separação da Europa, o fim da NATO, etc.(1) É este o verdadeiro objectivo numa primeira fase. A Eurabia está apenas ainda na proveta.
Nota:
(1) Mário Soares dizia há algumas semanas no debate do "Prós e Contras" uma coisa absurda e pouco apropriada para alguém que pensa manter ainda a energia intelectual e política de outras épocas - afirmou que foi a ONU que ajudou a combater o estalinismo (dito por eles, comunismo), quando ele próprio sabe que foi a NATO e não a ONU que contribuiu para o final desse regime totalitário. A ONU era então e é ainda uma manta de retalhos em que é possível ver nas comissões de direitos humanos, países como Cuba , Angola e outros. Que autoridade têm estes regimes totalitários para falar em direitos humanos?
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Azazel, Trinca-Fortes - Sábado, Setembro 30, 2006















