O Islamismo na Europa - Eurabia
O avanço do islamismo na Europa e no Mundo é uma ameaça aos direitos fundamentais dos cidadãos.
De todos, seja qual fôr a sua filosofia, religião ou crença. Não se trata de qualquer preocupação islamófoba. O único "medo" que temos (medo-pânico, talvez), é que a decadência dos povos árabes se mantenha e perpetue.
E há sempre quem tire o maior proveito do obscurantismo...O deles (árabes) e o nosso...
Domingo, Setembro 24, 2006
A decisão do Papa foi acertada
A decisão do Papa Bento XVI foi acertada. Apesar de alguns de nós podermos pensar que poderia ter ido mais longe, elevando a sua voz ainda mais alto, na condenação ao islamismo dito fundamentalista (o fascismo islâmico), a decisão do Papa deve considerar-se no contexto da Igreja a que pertence e no quadro de relações em que se movimenta.
Se o Papa é também (e deve sê-lo) um ideólogo e um político, ficou a saber o que nem todos nós sabemos ou sequer queremos saber - quem é na Igreja Católica que está disposto a defender o Papa Ratzinger e quem, nos vários países e estados ditos católicos ou de influência evidentemente católica, está disposto a defendê-lo, incondicionalmente, isto é, sem os habituais "mas" e hesitações semelhantes. E ficou a saber certamente um pouco mais do que nós. Houve padres em Portugal que o condenaram (nomeadamente os chamados "católicos progressistas", o que já era de esperar eles que esperam eleger um dia uma espécie de Chavez ou Evo Morales para Papa), houve quem nos países europeus o criticasse por ter agudizado as tensões com a comunidade islâmica (como se esta não estivesse dominada, ela própria, por indivíduos que têm na Jihad o "método" ideal para derrotar e vencer os infiéis). Até a polícia inglesa, aquela que até matou um cidadão brasileiro só porque estava demasiado nervosa, achou que o Papa veio complicar as coisas com a "comunidade islâmica". Pode não ser agradável ouvir isto mas o Papa (tal como Bush e até o próprio Bin Laden, Nassarah e outros chefes), querem saber antecipadamente com o que contam. Bush disse que as WMD estavam no Iraque e na realidade estiveram na altura em que o disse. Mas mais do saber se o que dizia era errado ou não ficou a saber com que países e "aliados" podia contar. Se Zapatero, por exemplo, já estivesse no Poder em Espanha Bush saberia que não podia contar com ele e vice-versa. Mas tal como dizíamos atrás também Bin Laden lança as provocações e ameaças que entende adequadas e fica à espera dos resultados e das estatísticas, quantos países e estados islâmicos aderiram, quantos hesitaram, quantos se colocaram do lado dos "infiéis". Nassarah também julgou assim. Mas em vez de ter dito "o rapto de soldados israelitas é legítimo e qualquer dia vou lá à fronteira deles raptá-los" e esperar a reacção de Israel, fez o contrário, isto é, o pior, raptou-os mesmo! Agora vai estar vários anos distribuindo bolsas e subsídios por todo o sul do Líbano e nos bairros da periferia de Beirute, com vista à reparação dos danos e perdas. Foi uma contabilidade completamente desastrada pois os israelitas (e bem) fizeram o que tinham a fazer e que outros estados incluindo o americano e o inglês não fazem - esmagaram o Hesbolah, deram-lhe trabalho que fazer durante anos e provávelmente, se as partes se entenderem no futuro, até os vão ajudar na reconstrução.
Ora se Bin Laden mede o pulso à comunidade islâmica, para saber onde estão os seus amigos e aliados, porque não esperar que o Papa, Bush, Blair e até o "nosso" Durão Barroso (1) não façam o mesmo?
O Papa Bento XVI agiu pois sábiamente. Como monge guerreiro que é precisa de saber com quem conta e quem na comunidade islâmica e também na católica, é capaz de o acompanhar nas suas observações sobre os perigos de uma interpretação agressiva e belicista do Corão. Ficámos (com a ajuda dele) a saber mais acerca disso. E ainda vamos ficar a saber mais. Alguns ainda não se pronunciaram pois estão à espera de ver para onde oscila o pêndulo. Mário Soares já teria dito algo? E Freitas o Católico, antigo delfim do ditador Caetano?
E o Papa agiu tão sábiamente que a comunidade islâmica mais radical decidiu calar-se. O Papa não pediu desculpas (era o que faltava!) e contudo grande parte da comunidade islâmica decidiu guardar as bombas para um outro evento qualquer. Se fossem cartoonistas...
E porque é que a comunidade islâmica se calou e não fez o mesmo que fez em reacção às caricaturas dinamarquesas sobre Maomé? Simplesmente porque Bin Laden, a Al Qaeda lhes disse para se calarem. Para se conterem. Bin Laden é um fascista mas tem com ele a cartilha de Maquiavel, tal como a têm os políticos burgueses e tecnocratas do Ocidente, tal como a tem a CIA, o Pentágono, o KGB, Putin, Chirac, até o próprio lambe-botas de Fidel, o Chavez, têm e lêem essa mesma cartilha. E manda a cartilha ser prudente numa altura em que um atentado ao Papa ou mesmo uma reacção semelhante à dos protestos contra os cartoonistas do Jyllands Posten, seria um desastre total para os islâmicos não só no Vaticano mas também em toda a Europa e nos EUA. Nem mesmo o Chavez ou o Evo Morales da Bolívia ou mesmo as várias sedes do SOS Racismo evitariam as mesquitas incendiadas, os islâmicos fiscalizados a pente fino e muitos expulsos dos países onde estão e que contudo atacam a seu bel prazer. Bin Laden agiu pois com inteligência política e mandou-os calar. Foi só por isso que os protestos se reduziram e não foram tão longe.
Os cartoonistas dinamarqueses é que não tiveram a mesma sorte. Provávelmente ninguém os vai empregar em lado algum depois de tudo aquilo que se passou. E tal como Salman Rushdie não têm carros à prova de balas.
Notas:
(1) Durão Barroso também seguiu o exemplo do Papa Bento XVI, de Blair, Bush e até do próprio Bin Laden: quis saber de que lado estavam, que força e que determinação têm os "líderes" europeus para defender o que resta da Cristandade? Ora Durão Barroso, como Presidente da CE ficou a saber o que todos nós já sabíamos: que a Cristandade não existe, só os nossos avós ou pais a conservam ainda e em muitos casos só para levar à missa ao Domingo ou nem isso. Mais forte do que a Cristandade é o Islão e ainda por cima usa crianças com bombas à cintura o que é algo que assusta os políticos dos estados "católicos". Ora uma "criança" com uma bomba à cintura, não é um anjo é um demónio, não é uma criança é um soldado perigosíssimo e ainda por cima desleal, é um monstro a abater e os terroristas são os primeiros a saber isso quando a enviam para matar civis inocentes e outras crianças e pagam à família aumentando-lhes a conta bancária. Imagine-se se Hitler se tem lembrado de pôr as juventudes nazis com bombas à cintura? Seria por isso que os soldados americanos e a resistência teriam deixado de disparar?
Durão Barroso sabe agora com o que conta, isto é, com quase nada. Bin Laden tem mais força do que ele.
Se o Papa é também (e deve sê-lo) um ideólogo e um político, ficou a saber o que nem todos nós sabemos ou sequer queremos saber - quem é na Igreja Católica que está disposto a defender o Papa Ratzinger e quem, nos vários países e estados ditos católicos ou de influência evidentemente católica, está disposto a defendê-lo, incondicionalmente, isto é, sem os habituais "mas" e hesitações semelhantes. E ficou a saber certamente um pouco mais do que nós. Houve padres em Portugal que o condenaram (nomeadamente os chamados "católicos progressistas", o que já era de esperar eles que esperam eleger um dia uma espécie de Chavez ou Evo Morales para Papa), houve quem nos países europeus o criticasse por ter agudizado as tensões com a comunidade islâmica (como se esta não estivesse dominada, ela própria, por indivíduos que têm na Jihad o "método" ideal para derrotar e vencer os infiéis). Até a polícia inglesa, aquela que até matou um cidadão brasileiro só porque estava demasiado nervosa, achou que o Papa veio complicar as coisas com a "comunidade islâmica". Pode não ser agradável ouvir isto mas o Papa (tal como Bush e até o próprio Bin Laden, Nassarah e outros chefes), querem saber antecipadamente com o que contam. Bush disse que as WMD estavam no Iraque e na realidade estiveram na altura em que o disse. Mas mais do saber se o que dizia era errado ou não ficou a saber com que países e "aliados" podia contar. Se Zapatero, por exemplo, já estivesse no Poder em Espanha Bush saberia que não podia contar com ele e vice-versa. Mas tal como dizíamos atrás também Bin Laden lança as provocações e ameaças que entende adequadas e fica à espera dos resultados e das estatísticas, quantos países e estados islâmicos aderiram, quantos hesitaram, quantos se colocaram do lado dos "infiéis". Nassarah também julgou assim. Mas em vez de ter dito "o rapto de soldados israelitas é legítimo e qualquer dia vou lá à fronteira deles raptá-los" e esperar a reacção de Israel, fez o contrário, isto é, o pior, raptou-os mesmo! Agora vai estar vários anos distribuindo bolsas e subsídios por todo o sul do Líbano e nos bairros da periferia de Beirute, com vista à reparação dos danos e perdas. Foi uma contabilidade completamente desastrada pois os israelitas (e bem) fizeram o que tinham a fazer e que outros estados incluindo o americano e o inglês não fazem - esmagaram o Hesbolah, deram-lhe trabalho que fazer durante anos e provávelmente, se as partes se entenderem no futuro, até os vão ajudar na reconstrução.
Ora se Bin Laden mede o pulso à comunidade islâmica, para saber onde estão os seus amigos e aliados, porque não esperar que o Papa, Bush, Blair e até o "nosso" Durão Barroso (1) não façam o mesmo?
O Papa Bento XVI agiu pois sábiamente. Como monge guerreiro que é precisa de saber com quem conta e quem na comunidade islâmica e também na católica, é capaz de o acompanhar nas suas observações sobre os perigos de uma interpretação agressiva e belicista do Corão. Ficámos (com a ajuda dele) a saber mais acerca disso. E ainda vamos ficar a saber mais. Alguns ainda não se pronunciaram pois estão à espera de ver para onde oscila o pêndulo. Mário Soares já teria dito algo? E Freitas o Católico, antigo delfim do ditador Caetano?
E o Papa agiu tão sábiamente que a comunidade islâmica mais radical decidiu calar-se. O Papa não pediu desculpas (era o que faltava!) e contudo grande parte da comunidade islâmica decidiu guardar as bombas para um outro evento qualquer. Se fossem cartoonistas...
E porque é que a comunidade islâmica se calou e não fez o mesmo que fez em reacção às caricaturas dinamarquesas sobre Maomé? Simplesmente porque Bin Laden, a Al Qaeda lhes disse para se calarem. Para se conterem. Bin Laden é um fascista mas tem com ele a cartilha de Maquiavel, tal como a têm os políticos burgueses e tecnocratas do Ocidente, tal como a tem a CIA, o Pentágono, o KGB, Putin, Chirac, até o próprio lambe-botas de Fidel, o Chavez, têm e lêem essa mesma cartilha. E manda a cartilha ser prudente numa altura em que um atentado ao Papa ou mesmo uma reacção semelhante à dos protestos contra os cartoonistas do Jyllands Posten, seria um desastre total para os islâmicos não só no Vaticano mas também em toda a Europa e nos EUA. Nem mesmo o Chavez ou o Evo Morales da Bolívia ou mesmo as várias sedes do SOS Racismo evitariam as mesquitas incendiadas, os islâmicos fiscalizados a pente fino e muitos expulsos dos países onde estão e que contudo atacam a seu bel prazer. Bin Laden agiu pois com inteligência política e mandou-os calar. Foi só por isso que os protestos se reduziram e não foram tão longe.
Os cartoonistas dinamarqueses é que não tiveram a mesma sorte. Provávelmente ninguém os vai empregar em lado algum depois de tudo aquilo que se passou. E tal como Salman Rushdie não têm carros à prova de balas.
Notas:
(1) Durão Barroso também seguiu o exemplo do Papa Bento XVI, de Blair, Bush e até do próprio Bin Laden: quis saber de que lado estavam, que força e que determinação têm os "líderes" europeus para defender o que resta da Cristandade? Ora Durão Barroso, como Presidente da CE ficou a saber o que todos nós já sabíamos: que a Cristandade não existe, só os nossos avós ou pais a conservam ainda e em muitos casos só para levar à missa ao Domingo ou nem isso. Mais forte do que a Cristandade é o Islão e ainda por cima usa crianças com bombas à cintura o que é algo que assusta os políticos dos estados "católicos". Ora uma "criança" com uma bomba à cintura, não é um anjo é um demónio, não é uma criança é um soldado perigosíssimo e ainda por cima desleal, é um monstro a abater e os terroristas são os primeiros a saber isso quando a enviam para matar civis inocentes e outras crianças e pagam à família aumentando-lhes a conta bancária. Imagine-se se Hitler se tem lembrado de pôr as juventudes nazis com bombas à cintura? Seria por isso que os soldados americanos e a resistência teriam deixado de disparar?
Durão Barroso sabe agora com o que conta, isto é, com quase nada. Bin Laden tem mais força do que ele.
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Azazel, Trinca-Fortes - Domingo, Setembro 24, 2006















