O Islamismo na Europa - Eurabia
O avanço do islamismo na Europa e no Mundo é uma ameaça aos direitos fundamentais dos cidadãos.
De todos, seja qual fôr a sua filosofia, religião ou crença. Não se trata de qualquer preocupação islamófoba. O único "medo" que temos (medo-pânico, talvez), é que a decadência dos povos árabes se mantenha e perpetue.
E há sempre quem tire o maior proveito do obscurantismo...O deles (árabes) e o nosso...
Sábado, Junho 03, 2006
Escudos humanos e "ajuda humanitária"
Quando os americanos "lançavam" sobre a Europa e outras partes do Mundo, nomeadamente nos países subdesenvolvidos, hordas (1) de múltiplas organizações de características religiosas ou de ajuda humanitária ("Exército de Salvação", "Meninos de Deus", e outras), os partidos de esquerda não se coibiam de atacar aquilo que consideravam serem organizações comandadas pela CIA, e visando estabelecer a influência dos EUA nessas regiões.
E se nalguns casos podiam de facto ter razão, não se compreende porque não emitem qualquer juizo de valor igualmente crítico, agora que existe um verdadeiro exército de organizações europeias, as quais enchem os "palcos" dos vários conflitos internacionais, como no caso do Afeganistão, do Iraque, e de vários países africanos, e outros, muitas delas tendo como objectivo o de produzir uma opinião permanentemente contrária aos EUA, isto é fazendo propaganda anti-americana, muitas vezes primária e colaborante com os inimigos das democracias ocidentais. Algumas delas não se coibem mesmo de ser os porta-vozes desse "descontentamento", nunca se pronunciando porém sempre que são revelados os crimes praticados pelas ditadoras anteriormente no poder (como no caso dos crimes dos Talibans e do regime de Sadham).
A cada "revelação" de actos de tortura ou "massacre" perpretados pelas forças de ocupação americana (antes na prisão de Abu Graib e recentemente am Hatidha), todas essas organizações desde logo e sem esperar qualquer apuramento dos factos (nalguns casos muitas dessas acusações revelaram-se inautênticas), desatam a atacar as forças americanas ou inglesas, num esforço para dar cobertura àquilo que consideram ser a resistência iraquiana ou afegã.
Não temos qualquer dúvida que há actos injustificáveis, por parte das forças de ocupação (como houve certamente na II Guerra Mundial, contra os alemães e os fascistas italianos). Consideramos mesmo que não se podem justificar estes actos com o facto dos terroristas os praticarem ou as populações lançarem bombas apra os veículos militares. Massacre é massacre, tortura é tortura. No combate entre as forças americanas e a chamada resistência iraquiana ou afegã é inevitável que hajam vítimas de um lado e do outro. Todos sabemos quais os métodos usados pelos fascistas islâmicos, muitos dos quais se servem de crianças e jovens apra despoletar explosivos juntos dos soldados, fazendo-se explodir com eles. Mas isso são os métodos deles, não devem ser os nossos se é que temos alguns valores civilizacionais a defender.
A reacção à resistência ou assim dita, deve ser além de militar, também a da persuação pacífica nomeadamente dos seus sectores menos fanatizados. As razões da resistência iraquiana ou afegã não são as mesmas em todos os seus membros, há pessoas que estão na resistência porque tiveram familiares mortos, porque a vida no Iraque piorou para muitos deles (como piora em todas as guerras, não há nenhuma guerra que seja vantajosa a não ser para os produtores de material bélico e similares), ou porque simplesmente nas suas regiões é a Al-Qaeda que influencia e domina, sendo pois difícil para as famílias locais não tomar partido ao seu lado. Em Hadhita, por exemplo, onde se relata ter havido um massacre por parte de marines norte-americanos, há crianças que testemunham o que se passou mas também se contradizem nos testemunhos apresentados, revelando nalguns casos que sabiam previamente da colocação de explosivos contra os soldados americanos. Se fossem as forças americanas ou inglesas a usar crianças como elementos de apoio para acções militares, o que se diria de Bush e de Rumsfeld? No entanto sempre que crianças são usadas como elementos de apoio por parte dos "resistentes" iraquianos ou afegãos, nenhuma das organizações ditas humanitárias nem nenhum órgão de comunicação, levanta a sua voz contra esse abuso evidente dos direitos fundamentais das crianças.
Todos se recordam dos famosos "escudos humanos" de solidariedade com o povo iraquiano que foram inclusive mal recebidas pelas próprias autoridades do regime de Sadham que tiverem de expulsar muitos desses elementos de instalações consideradas de alta segurança. Por outro lado muitos desses "escudos humanos" revelaram-se não só como escudos esburacados como em muitos casos absolutamente inócuos e até contraproducentes, muitas vezes fugindo logo que os EUA começaram a atingir as instalações consderadas de interesse estratégico.
Também a "ajuda humanitária" é muitas vezes constituída por amigos do fundamentalismo islâmico e que se infiltram nas zonas de conflito para criar problemas e impedir o avanço dos norte-americanos e de outras forças de ocupação. É de todos já sabido o quanto a Al-Qaeda considerou essas organizações ocidentais como peças importantes na sua esteraégica de isolamento dos EUA e seus aliados.
Tal como em Timor, onde grande parte dessa ajuda foi canalizada para essas organizações e para os delegados da ONU presentes na região, mantendo-se a população sem os recursos básicos apesar dos milhões de dólares que entram práticamente todos os meses em Timor, também no Iraque ou no Afeganistão, na Palestina (e em África, não o esqueçamos!), a ajuda humanitária consubstancia-se em apoio aos grupos "rebeldes" inimigos do ocidente democrático e fiéis depositários da mensagem do terrorismo islâmico propagandeado pela Al-Qaeda. Não há que dar a volta à questão. Na maioria dos casos, desde os "Médicos Sem Fronteiras" a outras organizações, o propósito, muitas vezes claro, é o de criar um clima de suspeição e contribuir para o isolamento das forças que ocuparam o Iraque e o Afeganistão para desalojar os ditadores que lá estavam.
Quando no Iraque e no Afeganistão dominavam os grupos terroristas ou regimes de ditadura que massacravam e torturavam os seus opositores, essas organizações estavam silenciosas e raramente e nunca se assistiam a manifestações da esquerda contra esses regimes e os massacres perpretados. As ruas estavam então vazias e não havia slogans contra os Talibans nem contra Sadham.
Nota (1): E outro nome não nos ocorre pois como não somos nem pró-americanos nem pró-o-que-quer-que-seja-que-não-seja-a-Liberdade-Toda, entendemos que era (e é) de hordas que se trata. A única diferença com os anti-americanos primários (e que são todos muito pacifistas, "humanitaristas" e eco), é que nós não temos preconceitos anti-americanos ou anti-o-que-quer-que-seja, etc. As hordas agora podem ter à cabeça pessoas tão "católicas" como Guterres, a Irmã Soares, o Jorge Sampaio, o Freitas do Amaral, a Ana Gomes, o Villepin, o Zapatero e até o mais pacifista de todos, o Bin Lá Déne.
E se nalguns casos podiam de facto ter razão, não se compreende porque não emitem qualquer juizo de valor igualmente crítico, agora que existe um verdadeiro exército de organizações europeias, as quais enchem os "palcos" dos vários conflitos internacionais, como no caso do Afeganistão, do Iraque, e de vários países africanos, e outros, muitas delas tendo como objectivo o de produzir uma opinião permanentemente contrária aos EUA, isto é fazendo propaganda anti-americana, muitas vezes primária e colaborante com os inimigos das democracias ocidentais. Algumas delas não se coibem mesmo de ser os porta-vozes desse "descontentamento", nunca se pronunciando porém sempre que são revelados os crimes praticados pelas ditadoras anteriormente no poder (como no caso dos crimes dos Talibans e do regime de Sadham).
A cada "revelação" de actos de tortura ou "massacre" perpretados pelas forças de ocupação americana (antes na prisão de Abu Graib e recentemente am Hatidha), todas essas organizações desde logo e sem esperar qualquer apuramento dos factos (nalguns casos muitas dessas acusações revelaram-se inautênticas), desatam a atacar as forças americanas ou inglesas, num esforço para dar cobertura àquilo que consideram ser a resistência iraquiana ou afegã.
Não temos qualquer dúvida que há actos injustificáveis, por parte das forças de ocupação (como houve certamente na II Guerra Mundial, contra os alemães e os fascistas italianos). Consideramos mesmo que não se podem justificar estes actos com o facto dos terroristas os praticarem ou as populações lançarem bombas apra os veículos militares. Massacre é massacre, tortura é tortura. No combate entre as forças americanas e a chamada resistência iraquiana ou afegã é inevitável que hajam vítimas de um lado e do outro. Todos sabemos quais os métodos usados pelos fascistas islâmicos, muitos dos quais se servem de crianças e jovens apra despoletar explosivos juntos dos soldados, fazendo-se explodir com eles. Mas isso são os métodos deles, não devem ser os nossos se é que temos alguns valores civilizacionais a defender.
A reacção à resistência ou assim dita, deve ser além de militar, também a da persuação pacífica nomeadamente dos seus sectores menos fanatizados. As razões da resistência iraquiana ou afegã não são as mesmas em todos os seus membros, há pessoas que estão na resistência porque tiveram familiares mortos, porque a vida no Iraque piorou para muitos deles (como piora em todas as guerras, não há nenhuma guerra que seja vantajosa a não ser para os produtores de material bélico e similares), ou porque simplesmente nas suas regiões é a Al-Qaeda que influencia e domina, sendo pois difícil para as famílias locais não tomar partido ao seu lado. Em Hadhita, por exemplo, onde se relata ter havido um massacre por parte de marines norte-americanos, há crianças que testemunham o que se passou mas também se contradizem nos testemunhos apresentados, revelando nalguns casos que sabiam previamente da colocação de explosivos contra os soldados americanos. Se fossem as forças americanas ou inglesas a usar crianças como elementos de apoio para acções militares, o que se diria de Bush e de Rumsfeld? No entanto sempre que crianças são usadas como elementos de apoio por parte dos "resistentes" iraquianos ou afegãos, nenhuma das organizações ditas humanitárias nem nenhum órgão de comunicação, levanta a sua voz contra esse abuso evidente dos direitos fundamentais das crianças.
Todos se recordam dos famosos "escudos humanos" de solidariedade com o povo iraquiano que foram inclusive mal recebidas pelas próprias autoridades do regime de Sadham que tiverem de expulsar muitos desses elementos de instalações consideradas de alta segurança. Por outro lado muitos desses "escudos humanos" revelaram-se não só como escudos esburacados como em muitos casos absolutamente inócuos e até contraproducentes, muitas vezes fugindo logo que os EUA começaram a atingir as instalações consderadas de interesse estratégico.
Também a "ajuda humanitária" é muitas vezes constituída por amigos do fundamentalismo islâmico e que se infiltram nas zonas de conflito para criar problemas e impedir o avanço dos norte-americanos e de outras forças de ocupação. É de todos já sabido o quanto a Al-Qaeda considerou essas organizações ocidentais como peças importantes na sua esteraégica de isolamento dos EUA e seus aliados.
Tal como em Timor, onde grande parte dessa ajuda foi canalizada para essas organizações e para os delegados da ONU presentes na região, mantendo-se a população sem os recursos básicos apesar dos milhões de dólares que entram práticamente todos os meses em Timor, também no Iraque ou no Afeganistão, na Palestina (e em África, não o esqueçamos!), a ajuda humanitária consubstancia-se em apoio aos grupos "rebeldes" inimigos do ocidente democrático e fiéis depositários da mensagem do terrorismo islâmico propagandeado pela Al-Qaeda. Não há que dar a volta à questão. Na maioria dos casos, desde os "Médicos Sem Fronteiras" a outras organizações, o propósito, muitas vezes claro, é o de criar um clima de suspeição e contribuir para o isolamento das forças que ocuparam o Iraque e o Afeganistão para desalojar os ditadores que lá estavam.
Quando no Iraque e no Afeganistão dominavam os grupos terroristas ou regimes de ditadura que massacravam e torturavam os seus opositores, essas organizações estavam silenciosas e raramente e nunca se assistiam a manifestações da esquerda contra esses regimes e os massacres perpretados. As ruas estavam então vazias e não havia slogans contra os Talibans nem contra Sadham.
Nota (1): E outro nome não nos ocorre pois como não somos nem pró-americanos nem pró-o-que-quer-que-seja-que-não-seja-a-Liberdade-Toda, entendemos que era (e é) de hordas que se trata. A única diferença com os anti-americanos primários (e que são todos muito pacifistas, "humanitaristas" e eco), é que nós não temos preconceitos anti-americanos ou anti-o-que-quer-que-seja, etc. As hordas agora podem ter à cabeça pessoas tão "católicas" como Guterres, a Irmã Soares, o Jorge Sampaio, o Freitas do Amaral, a Ana Gomes, o Villepin, o Zapatero e até o mais pacifista de todos, o Bin Lá Déne.
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Azazel, Trinca-Fortes - Sábado, Junho 03, 2006















