Blog dedicado a Theo Van Gogh, cidadão e cineasta holandês, bisneto do famoso pintor, assassinado numa rua de Amsterdam por um fascista islâmico. O avanço do islamo-fascismo na Europa e no Mundo é uma ameaça aos direitos fundamentais dos cidadãos. De todos, seja qual fôr a sua filosofia, religião ou crença. ɉ uma realidade, não uma fobia, como alguns afirmam na esperança de que esqueçamos qual a sua verdadeira essência e os seus objectivos.

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O Islamismo na Europa - Eurabia

O avanço do islamismo na Europa e no Mundo é uma ameaça aos direitos fundamentais dos cidadãos. De todos, seja qual fôr a sua filosofia, religião ou crença. Não se trata de qualquer preocupação islamófoba. O único "medo" que temos (medo-pânico, talvez), é que a decadência dos povos árabes se mantenha e perpetue. E há sempre quem tire o maior proveito do obscurantismo...O deles (árabes) e o nosso...

Segunda-feira, Abril 17, 2006

Maomé deitado







O Letras com Garfos, sempre oportuníssimo na denúncia do "políticamente correcto", onde quer que este último se manifeste, publicou hoje uma foto do ministro dos negócios estranhos, Freitas do Amaral, exactamente de cabeça para baixo (aliás creio que o coloca sempre assim e certamente lhe fará mais jeito a Orlando, o seu autor, talvez porque seja a posição em que o vê ou o visado costuma andar), com uma pergunta dirigida ao citado ministro: "O que dirá o Freitas disto".
E o "disto" de Orlando, não era senão a publicação por um jornal belga, o The Brussels Journal, de duas fotos representando uma escultura em madeira do artista Mattheus van Beveren. Esta peça de arte está na igreja da Nossa Senhora, em Dendermonde, Flandres (Belgica) e representa a figura de Maomé (assim se crê), deitado sob os pés de um anjo, isto é, figurando a vitória da Cristandade sobre o Islão.

Duas conclusões a tirar: a primeira é que não houve nenhum muçulmano até hoje que tivesse levantado um único dedo contra esta escultura ou incendiado o que quer que fosse. Está bem, não era dinamarquês (o país em que o poder de compra é o maior a nível mundial), mas era belga, portanto ocidental. O problema é que o "Jyllands-Posten" é da direita "xenófoba" e "racista", classificações que são geralmente atribuídas a quem não segue a linha do "políticamente correcto" e denuncia os perigos da invasão islâmica sem se preocupar se isso é de bom tom ou não dentro do jet-set democrático, laico e republicano; a segunda conclusão é esta. Apesar de não sermos religiosos naquele sentido em que todas as religiões lhe dão, consideramos que a escultura em si, tal como hoje os cartoons dinarmqueses (salvaguardadas as diferenças estéticas e de qualidade, entre as duas obras), é um facto que o islamismo foi derrotado na Europa quando já tinha entrado pela Gália de espada sempre em riste, cortando cabeças a direito. Foi necessário que os povos europeus e os respectivos exércitos se levantassem contra os sarracenos e os expulsassem do continente europeu.
E é natural que os artistas também o quisessem representar colocando um anjo a "subordinar" a figura do profeta corta-cabeças segurando o Corão.

E que dizer das inúmeras caricaturas dos islâmicos sobre figuras do Ocidente? Porque não se revoltam os Freitas, os Soares e outros, contra esses "desmandos" estéticos, essas libertinagens islamistas? Porventura também não terão eles islâmicos o direito de nos caracterizar como bem entendem? Claro que sim. Aliás nem sequer precisam de o fazer pois no Ocidente, os artistas sempre foram livres (com mais ou menos censura e uma ou outra perseguição)(1), em exprimir o que pensavam quer do Islão, quer do Catolicismo e do próprio Cristianismo.
E isso, pese embora a todas as religiões e em especial à islâmica e à católica (hoje porém indiscutívelmente mais tolerante e aberta - D. Januário e outros, estão a léguas dos antigos inquisidores católicos), é uma qualidade da própria liberdade de expressão e do próprio direito comum.

Notas:
(1) Apesar de tudo os artistas no Ocidente foram sempre mais livres do que no Islão. Em terras do Islão, José Saramago (e apenas para nos servirmos de um português, escritor, enfim Nobel e tudo....), jamais poderia escrever o "O Corão segundo...", e se alguma vez ousasse dizer que a religião islâmica é semelhante à proibição da punheta em casa de pobres, seria certamente riscado do mapa da vida, como desejam agora para os isrealitas. Aliás o Saramago é muito revolucionário e todo "mãe-coragem" quando se trata de Israel porque sabe que se trata de um país que não o ameaça de morte, e pode dormir descansado em Tenerife com os milhões que ganhou com o petróleo norueguês, ele que escreve sem o menor fulgor poético (está bem, nós sabemos que o romance é diferente, leva mais tempo, precisa de recolhimento, inspiração, etc.). Mas nunca ergueu a voz a favor de Salman Rushdie ou dos cartoonistas dinamarqueses.
Punhê-te-las pois...
Azazel, Trinca-Fortes - Segunda-feira, Abril 17, 2006

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