O Islamismo na Europa - Eurabia
O avanço do islamismo na Europa e no Mundo é uma ameaça aos direitos fundamentais dos cidadãos.
De todos, seja qual fôr a sua filosofia, religião ou crença. Não se trata de qualquer preocupação islamófoba. O único "medo" que temos (medo-pânico, talvez), é que a decadência dos povos árabes se mantenha e perpetue.
E há sempre quem tire o maior proveito do obscurantismo...O deles (árabes) e o nosso...
Sábado, Abril 15, 2006
A actual vaga anti-semita
A onda de sangue que envolveu a Europa com a ascensão do III Reich nazi-fascista foi suportada pela maior vaga de anti-semitismo até então surgida no Mundo.
Essa vaga nazi só é comparável à actual vaga anti-semita sustentada e propagandeada pelos islamistas reaccionários, os islamo-fascistas, termo que se aplica muito crrectamente a este grupo também chamado de fundamentlaistas islâmicos (mas cuja terminologia reporta para a necessidade de ir aos fundamentos do Islão, o que não é verdade dado que não há fundamentos de ordem religiosa, no Islão ou em qualquer outra religião, que possam de alguma forma suportar e justificar a violência organizada contra cidadãos inocentes incluindo os da mesma fé religiosa).
A questão não é ser a favor ou contra Israel, ser ou não judeu ou anti-judeu, ser ou não islâmico ou anti-islâmico, ser-se de esquerda ou ser-se de direita, a questão é de ordem política e de ordem ética. Ou queremos defender os valores que apesar de tudo são nossos e que nos permitem viver em liberdade (mesmo que esta não seja ainda a NOSSA LIBERDADE TODA), ou queremos viver sob um califado qualquer, dirigido autoritáriamente e sem qualquer acesso às liberdades fundamentais e direitos fundamentais do homem (conquistados pela Revolução Burguesa de 1789, nunca o esqueçamos!).
É preciso isolar o Hamas, uma organização de malfeitores armados ditos militantes da Causa Palestiniana (e que ao fim e ao cabo a vão pôr em causa isso sim, como aliás sempre fizeram).(1) É preciso isolar a Al-Qaeda, combatê-la firmemente no terreno e em todos os sectores, não lhe dando quaisquer tréguas. É preciso também não ter quaisquer hesitações (deixem as hesitações para os russos e para os chineses), face à pretensão do Irão em vir a ter a bomba nuclear, é preciso destruir as suas instalações de enriquecimento do urânio destinado à produção da bomba.
Façam-no o mais rápidamente possível e em consonância, sempre que tal fôr possível, com o Conselho de Segurnaça da ONU. Mas não se hesite!
Seria extremamente perigoso e não apenas para Israel (e uma vez mais para os judeus), que as hesitações dos políticos ocidentais e de alguns dos seus aliados, dessem o tempo necessário ao Irão para produzir energia nuclear destinada à produção da bomba. Isso sim seria catastrófico (2).
Que não haja qualquer ilusão - o objectivo "prioritário" é Israel mas o que se pretende atingir é a Europa e mais tarde os EUA! Não foi por acaso que Jacques Chirac, ele próprio um "apaziguador" e um político hesitante, tivesse sido "forçado" a ameaçar o Irão com um ataque nuclear caso a França fosse atacada. E são "amigos". O que seria se não fossem...
Notas:
(1) O Hamas ganhou as eleições e isso é um facto indesmentível. Mas em democracia não se trata apenas de ganhar eleições, trata-se de, ao ganhá-las, não se pôr em causa precisamente o sistema que lhes permitiu formar governo. Hitler também ganhou eleições, o SIS na Argélia também ganhou eleições. E não teria sido bem melhor para a humanidade que, ao declararem o fim do sistema parlamentar que os elegeu, a Europa se tivesse unido e os desapossasse do poder? Quantas vidas e quanta dôr não teriam sido poupados? Ou preferiu-se o contrário porque ao fim e ao cabo se tratava de extinguir alguns milhões de judeus? No caso argelino quantas vidas não foram poupadas ao impedir-se a ascensão ao poder do SIS que ameaçava impôr a lei islâmica e fundar um estado islâmico na Argélia? Ou os políticos que agora tanto contestam os americanos se esqueceram já que não levantaram qualquer protesto (e muito correctamente), contra o golpe de estado militar que impediu o SIS de alcançar o poder mesmo tendo ganho as eleições?
(2) Opostamente ao que alguns afirmaram (Mário Soares, Feitas do Amaral e outros), sobre a invasão do Iraque. Hoje, após os vários processos eleitorais, têm dificuldade em voltar a invocar a palavra "catástrofe" para definir os actuais problemas (ainda graves contudo), que se vivem no Iraque (como se na Alemanha nazi ou no Japão imperial e fascista, não tivessem existido resistentes nas ruas a lutar contra os americanos e que tudo fosse para estes últimos e para os seus aliados, os soviéticos, uma caminhada sem riscos e sem sacrifícios).
Essa vaga nazi só é comparável à actual vaga anti-semita sustentada e propagandeada pelos islamistas reaccionários, os islamo-fascistas, termo que se aplica muito crrectamente a este grupo também chamado de fundamentlaistas islâmicos (mas cuja terminologia reporta para a necessidade de ir aos fundamentos do Islão, o que não é verdade dado que não há fundamentos de ordem religiosa, no Islão ou em qualquer outra religião, que possam de alguma forma suportar e justificar a violência organizada contra cidadãos inocentes incluindo os da mesma fé religiosa).
A questão não é ser a favor ou contra Israel, ser ou não judeu ou anti-judeu, ser ou não islâmico ou anti-islâmico, ser-se de esquerda ou ser-se de direita, a questão é de ordem política e de ordem ética. Ou queremos defender os valores que apesar de tudo são nossos e que nos permitem viver em liberdade (mesmo que esta não seja ainda a NOSSA LIBERDADE TODA), ou queremos viver sob um califado qualquer, dirigido autoritáriamente e sem qualquer acesso às liberdades fundamentais e direitos fundamentais do homem (conquistados pela Revolução Burguesa de 1789, nunca o esqueçamos!).
É preciso isolar o Hamas, uma organização de malfeitores armados ditos militantes da Causa Palestiniana (e que ao fim e ao cabo a vão pôr em causa isso sim, como aliás sempre fizeram).(1) É preciso isolar a Al-Qaeda, combatê-la firmemente no terreno e em todos os sectores, não lhe dando quaisquer tréguas. É preciso também não ter quaisquer hesitações (deixem as hesitações para os russos e para os chineses), face à pretensão do Irão em vir a ter a bomba nuclear, é preciso destruir as suas instalações de enriquecimento do urânio destinado à produção da bomba.
Façam-no o mais rápidamente possível e em consonância, sempre que tal fôr possível, com o Conselho de Segurnaça da ONU. Mas não se hesite!
Seria extremamente perigoso e não apenas para Israel (e uma vez mais para os judeus), que as hesitações dos políticos ocidentais e de alguns dos seus aliados, dessem o tempo necessário ao Irão para produzir energia nuclear destinada à produção da bomba. Isso sim seria catastrófico (2).
Que não haja qualquer ilusão - o objectivo "prioritário" é Israel mas o que se pretende atingir é a Europa e mais tarde os EUA! Não foi por acaso que Jacques Chirac, ele próprio um "apaziguador" e um político hesitante, tivesse sido "forçado" a ameaçar o Irão com um ataque nuclear caso a França fosse atacada. E são "amigos". O que seria se não fossem...
Notas:
(1) O Hamas ganhou as eleições e isso é um facto indesmentível. Mas em democracia não se trata apenas de ganhar eleições, trata-se de, ao ganhá-las, não se pôr em causa precisamente o sistema que lhes permitiu formar governo. Hitler também ganhou eleições, o SIS na Argélia também ganhou eleições. E não teria sido bem melhor para a humanidade que, ao declararem o fim do sistema parlamentar que os elegeu, a Europa se tivesse unido e os desapossasse do poder? Quantas vidas e quanta dôr não teriam sido poupados? Ou preferiu-se o contrário porque ao fim e ao cabo se tratava de extinguir alguns milhões de judeus? No caso argelino quantas vidas não foram poupadas ao impedir-se a ascensão ao poder do SIS que ameaçava impôr a lei islâmica e fundar um estado islâmico na Argélia? Ou os políticos que agora tanto contestam os americanos se esqueceram já que não levantaram qualquer protesto (e muito correctamente), contra o golpe de estado militar que impediu o SIS de alcançar o poder mesmo tendo ganho as eleições?
(2) Opostamente ao que alguns afirmaram (Mário Soares, Feitas do Amaral e outros), sobre a invasão do Iraque. Hoje, após os vários processos eleitorais, têm dificuldade em voltar a invocar a palavra "catástrofe" para definir os actuais problemas (ainda graves contudo), que se vivem no Iraque (como se na Alemanha nazi ou no Japão imperial e fascista, não tivessem existido resistentes nas ruas a lutar contra os americanos e que tudo fosse para estes últimos e para os seus aliados, os soviéticos, uma caminhada sem riscos e sem sacrifícios).
Azazel, Trinca-Fortes - Sábado, Abril 15, 2006















