A COMUNIDADE ISLÂMICA EM PORTUGAL ANDA ANGUSTIADA. E AS VÍTIMAS DO TERROR ISLÂMICO, COMO É QUE ANDAM?
Transcrevemos abaixo a notícia publicada pelo "DIÁRIO ECONÓMICO", edição online de 30 de Março, bem como a nossa resposta:
"Portugal
Angústia da comunidade islâmica
A comunidade islâmica em Portugal, cerca de 35.000 pessoas, metade das quais imigrantes, vive actualmente angustiada com os olhares desconfiados de que é por vezes alvo na sequência dos atentados de Madrid, reivindicados pela Al-Qaeda, considera Yoissuf Adamgy, director da Al-Furqán, uma revista portuguesa de divulgação do islamismo.
Ontem, um islâmico cliente da Caixa Geral de Depósitos ausentou-se da instituição, em Lisboa, deixando por sugestão de uma funcionária seis sacos no recinto, quando regressou descobriu que era uma «ameaça terrorista» e tinha à sua espera um aparato policial com pelo menos 50 agentes."
A NOSSA RESPOSTA
E o que teria sucedido às dezenas de clientes da CGD se não houvesse aparato policial e os sacos ali abandonados contivessem de facto explosivos? O que é que se escreveria depois em relação à falta de segurança no nosso país?
Outra pergunta: se o cliente islâmico tivesse pedido à funcionária para avisar os clientes de que se tratava de pacíficos sacos de um pacífico islâmico cliente da CGD, não teria sido possível evitar esse aparato?
Pergunta final: de quem é afinal a culpa sobre o medo-pânico que se está a instalar - das eventuais vítimas do terror ou dos terroristas islâmicos?
Carlos Torres P.S. Angustiados estamos nós e não é para menos! Em Espanha mataram 200 cidadãos inocentes em segundos! Com sacos como esses, abandonados no local.