A vitória dos extemistas islâmicos é evidente. Não porque tenham tomado o Poder nalgum país ocidental ou sequer tenham já a capacidade militar para o fazer. As vitórias do Islão reaccionário e extremista não se medem no entanto pelos mesmos padrões e conceitos democráticos do Ocidente. Quando os nazis conseguiam, através da propaganda, paralisar a reacção das chancelarias europeias aos seus avanços militares, isso já era então uma vitória dos fascistas alemães. Só precisavam então de entrar no terreno e bater as forças armadas dos países ocidentais, o que aliás fizeram. E teriam ido muito mais longe, não fossem os americanos e os ingleses!.
A propaganda dos nazis, a sua vitória, foi então alcançada graças à propaganda junto dos ocidentais e burgueses moles que então se encontravam no poder na Europa (Daladiers, Chamberlains, os quais não estavam tão distantes dos Soares, Solanas e Zapateros de hoje). Fizeram-se reuniões, meetings secretos, enviaram-se delegaçõs a Berlim e Hitler recebia sempre muito bem essas diligências dos políticos europeus. Estes vinham de Berlim "animados" com as promessas de Hitler, com os seus gestos de boa vontade.
Estamos a exagerar? Leiam então o que está escrito nesse período! Depois, o resultado foi o que vimos. O maior extermínio em massa de judeus!. Precisamente os que agora consideramos como os inimigos principais! Irónico, não?.
Hoje, a vitória dos terroristas não é tanto a de haverem já conquistado o poder (embora isso não tarde a suceder e provávelmente pela via que mais louvamos - a eleitoral, nas urnas!). Hoje, a vitória dos terroristas é a vitória alcançada pela sua propaganda junto dos políticos moles do Ocidente.Tal como os fascistas alemães, os extremistas islâmicos conseguiram esta proeza extraordinária (em grande parte através de uma das suas armas principais, a religião), que é o facto de poderem contar no Ocidente com os seus maiores aliados e defensores, além de uma quinta coluna formada pelos milhões de "emigrantes" que conseguiram espalhar estratégicamente pelos diversos países europeus e principalmente pelos países-chave, como a França, a Alemanha, a Inglaterra e a Itália. E com a ajuda dos "pacifistas" e os SOS-antisemitas. Não precisam de tanques nem precisam de aviões de combate. Basta-lhes usar o Corão com uma mão e as bombas do terror na outra.
Os maiores propagandistas do Islão extremista não são os próprios mas sim os "negociadores" do Ocidente, os Soares, os Solanas, os Zapateros, os Galloway, os Nader, os Shroeder, são estes que lhe abrem as portas com o argumento de que devemos compreender "os seus problemas" e portanto "as suas causas". Por cada mentira organizada da Comunicação Social, por cada desculpabilização pelos ataques terroristas contra civis israelitas inocentes, por cada vez que lhes chamamos "resistentes" em vez de terroristas, estamos a contribuir para a sua propaganda. E pior do que isso, estamos a contribuir para o recrudescimento do anti-semitismo no Mundo. Estamos de novo a dar fôlego a um nova ameaça totalitária, desta vez acompanhada de um fundo religioso totalizante e aglutinador. Ao contrário de Hitler que não pôde recorrer à religião, os islâmicos têm no Corão um instrumento de propaganda muito forte, o qual convence e paralisa a lucidez de muitos ocidentais convencidos que o problema actual é fundamentalmente religioso e não político e sobretudo ideológico. O poder de atraccção do Corão sobre muitos ocidentais desencantados com a queda do Comunismo no Leste e insatisfeitos com as religiões oficiais do Ocidente (a conversão islamita de Cat Stevens, cantor dos anos 60, é muito significativa), constitue assim um dos elementos fundamentais da estratégia de propaganda islâmica no Ocidente (já que no Oriente já nem precisam de o fazer!).
Ora a causa dos extremistas é nenhuma, isto é, em termos ocidentais, não é possível negociar com alguém cujo objectivo central é a nossa própria destruição. Tal como com Israel, os extremistas islâmicos querem a destruição de todo o Ocidente. Não fazem por menos!. Os extremistas islâmicos não querem negociar, querem destruir-nos com explosivos, com químicos e com o nuclear!
É evidente que teremos de "negociar" no dia em que nos puserem também a nós agarrados a bombas. No dia em que os "negociadores" lhes abrirem o flanco em vez de os combaterem fontalmente com as armas que os terroristas conhecem melhor - a guerra e a violência! (lembram-se, foi assim que o Ocidente combateu os nazis!). Nesse dia, não nos restará senão "negociar". Mas nem mesmo com as bombas pregadas à nossa cintura e controladas por comandos à distância, estaremos mais livres da extinção porque os chantagistas islâmicos apenas consideram isso um passo apenas na nossa destruição final.
Caro leitor: desafiamo-lo daqui a ver se temos razão ou não, em relação a estas advertências.
Leia o que dizem sistemáticamente os "negociadores" - os Soares, os Zapateros, os Solanas e outros, (a sua "bondade" contagia), e leia simultâneamente os documentos produzidos pelos extremistas islâmicos. Confronte-os e veja como os extremistas islâmicos reagem a essa fraqueza dos políticos ocidentais. Leia atentamente o que dizem e depois venha aqui criticar-nos se não tivermos razão ou tenha a coragem de vir declarar frontalmente que a temos!
Não somos nós que chamamos fracos aos políticos ocidentais, são os próprios terroristas islâmicos, é a própria Al-Qaeda que se serve dessa fraqueza para alcançar os seus objectivos. Não fomos nós que ficámos satisfeitos com a vitória de Zapatero (e nós somos libertários independentes, não somos da direita) - foram os terroristas islâmicos!.
A vitória dos terroristas islâmicos reside precisamente no facto de nós ocidentais moles, considerarmos maioritáriamente que Bush ou Sharon é que são o inimigo principal, não os terroristas! Está no facto de deixarmos os nossos jornais e televisões ignorar as mortes de civis inocentes do lado israelita enquanto exaltam a "resistência" dos terroristas e as suas acções ditas revolucionárias. O nosso "pacifismo" é pois o nossso maior sinal de fraqueza, o nosso próprio suicídio enquanto civilização. Tal como dizia Lincoln "não podemos derrotar os fortes, tornando-nos fracos". Mas é isso que querem os "negociadores". Enfraquecer-nos!.
A chamada "demonização" dos islâmicos (agitada pelas comunidades islâmicas no Ocidente), é culpa em primeiro lugar dos próprios e não das populações ocidentais que não consta andem a emigrar para os países árabes para aí colocar bombas contra os civis inocentes. Os islâmicos e nomeadamente os chamados moderados têm de deixar de proteger os seus "irmãos" extremistas, acusando o Ocidente de "marginalizar" e "perseguir" as suas comunidades. Após o 11 de Setembro é compreensível que a liberdade de circulação não seja mais vista com a mesma ligeireza com que era antes encarada (para mal das populações locais). Aliás os "negociadores" que erguem o fantasma "securitário", não se importam nada de ter os seus condomínios fechados e com segurança própria e muito menos se preocupam com as câmaras que estão instaladas no Metro para vigiar precisamente os movimentos das populações ocidentais. Mesmo antes do 11 de Setembro já lá estavam e esses políticos burgueses já tinham os seus condomínios e os seus edifícios guardados com segurança própria!. Nada pois de extraordinário que os estados se defendam dos seus inimigos islâmicos, tal como se fez em relação aos soviéticos e estes o fizeram com os americanos!. A "demonização" dos islâmicos, a desconfiança em relação aos próprios deve-se exclusivamente ao facto das suas comunidades moderadas permitirem que os extremistas conquistem as suas mesquitas e as transformem em minaretes para a propaganda anti-ocidental. Isso nunca seria permitido num país árabe. Imagine o leitor que lhe apetecia instalar uma catedral gótica no Yémen ou na Arábia Saudita! Imagine o leitor que lhe apetecia fazer um jornal anti-Sadham em pleno Iraque de Sadham! Imagine o leitor que lhe apetecia ir para a Líbia e aí fundar uma comunidade católica cujos padres usassem o púlpito para fazer propaganda contra Kadhafi!
O que é que lhe acontecia querido leitor? Seria bem recebido pelas comunidades locais, não seria (e com razão) também marginalizado?
É claro que os islâmicos moderados (acobertados com os "pacifistas" e SOSanti-semitas), recorrem sistemáticamente aos fantasmas da "demonização", "marginalização", "racismo" e outros qualificativos, mas o seu objectivo é claro - obrigar a que as autoridades ocidentais recuem em relação às medidas de controle para evitar a proliferação das células terroristas. E neste ponto têm razão - é preciso falar em marginalização dos extemistas, é preciso pôr à margem esses grupos e impedi-los de actuar contra as populações civis inocentes. Porque a liguagem da firmeza é também a única linguagem que entendem! Parafraseando Steven Fault (in "Pacifismo: Uma receita para o suicídio"), nós diríamos à comunidade islâmica o seguinte "se querem estabilidade, se querem viver em paz nos países que escolheram, se não querem medidas de segurança que os afectem, deixem de abrigar os terroristas nas vossas mesquitas, deixem de proteger os extremistas que atentam contra as nossas vidas!. Não nos peçam a nós que abandonemos o flanco a esses fanáticos e façam alguma coisa para os impedir de subir aos vossos púlpitos e minaretes!".