COMBATA A DESINFORMAÇÃO DOS MEDIA PORTUGUESES - SEJA UM REPÓRTER IMPARCIAL
Caro Leitor:
Se compartilha das mesmas ou idênticas preocupações em relação a este tema, escolha um meio de comunicação nacional (jornal, revista, televisão ou rádio), e envie-nos a sua reportagem dando exemplos concretos de informação deformada ou tendenciosa acerca da guerra que opôe o Ocidente ao terrorismo islâmico e sobre o conflito israelo-palestiniano.
Envie-nos um email e diga-nos qual o meio de comunicação que pretende reportar regularmente. Faça-se colaborador da nossa secção "A desinformação nos media portugueses".
Sendo certo que alguns órgãos de comunicação social deturpam a realidade dos factos sem qualquer intenção de o fazer (limitando-se em muitos casos, a reproduzir aquilo que as agências noticiosas relatam), há outros porém que o fazem deliberada e intencionalmente numa estranha e perigosa cumplicidade com os movimentos terroristas. Em qualquer dos casos, toda a colaboração no combate e denúncia críticas dessa desinformação, é absolutamente necessária e urgente. Quando não há qualquer intenção de desinformar, é muitas vezes, o próprio jonral, televisão ou rádio, a alterar os seus procedimentos e mesmo a emendar a mão, em relação a determinada notícia ou tratamento noticioso. Isso tem acontecido regularmente, por vezes com os órgãos de comunicação social a apresentarem desculpas aos seus leitores.
Também quando dizemos "cumplicidade" não queremos afirmar (na linha do que fazem determinados seguidores da teoria da conspiração), que tal cumplicidade seja activa ou militante, isto é, que determinado órgão de comunicação social que deforma ou distorce os factos, é porque colabora directamente com os terroristas islâmicos. Porém quando se dá cobertura sistemática aos "amigos" dos extremistas islâmicos e ao mesmo tempo se censura ou silencia as organizações e indivíduos que militam contra o terrorismo, então podemos falar de cumplicidade directa ou mesmo de colaboração activa com os terroristas.
O combate crítico e firme contra essa política de desinformação é um combate também contra o terror islâmico pois este "alimenta-se" e "cresce" como um vírus, a partir dessa desinformação já que sem esses aliados a operar no campo inimigo seria difícil afirmar-se e fazer multiplicar as suas células. O terrorismo age como um vírus que se infiltra em células saudáveis para, a partir delas, contaminar todos os órgãos de um corpo. Se o fizesse com as células "doentes" não teria tantas hipóeteses de crescimento devido à reacção dos anti-corpos. O terrorismo islâmico precisa dos meios de comunicação social ocidentais para se poder afirmar, tal como os estalinistas precisaram dos "pacifistas" dos anos 60 para conseguirem instalar-se no Vietname. Os EUA saíram do Vietname mas nem por isso este país conheceu o desenvolvimento e a paz - a herança deixada pelo estalinismo foi mais fome, menos liberdade e ainda mais guerras.
Contudo a batalha do Vietname foi ganha na imprensa americana. Foram os "pacifistas" da CS americana que entregaram o Vietname aos estalinistas.
Caro Leitor:
Os meios de comunicação social são também aquilo que os seus leitores quiserem. Apesar do seu poder económico e da sua influência social e política, os meios de comunicação social não são indiscutíveis, não detêm toda a verdade. Criticar e combater a política de desinformação seguida por alguns, não é pôr em causa a sua própria linha editorial, a sua independência e muito menos a sua liberdade de expressão. Tal como lutar pela defesa dos direitos do consumidor não é necessáriamente pôr em causa o livre comércio, a livre iniciativa ou a propriedade privada.
Quanto mais criticarmos a soberba e o poder "indiscutível" de alguns órgãos de comunicação social, melhor informação teremos e portanto mais liberdade e mais democracia.
Denuncie aqui a desinformação dos media portugueses. Seja um repórter imparcial no nosso site!!!