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Terça-feira, Junho 15

Transcrevemos em seguida uma notícia recente do Jerusalém Post. Quem duvidar das intenções ou veracidade da mesma, basta permanecer atento aos próximos desenvolvimentos do conflito que opôe Israel aos jihadistas palestinianos.
"As Brigadas dos Mártires de Aksa acabam de ameaçar a ruptura com a Al Fatah (de Arafat), acusando os líderes desta última, incluindo o próprio Arafat, de interromperem o financiamento das suas milícias armadas. No passado sábado, o líder da Autoridade Palestininana havia pedido aos militantes armados da Fatah para se juntarem às forças de segurança da AP. Fontes palestinianas afirmaram que a iniciativa surge como parte de um reforço de reforma da segurança interna e como antecipação à esperada retirada de Israel da Faixa de Gaza. Contudo, as Brigadas dos Mártires de Aksa rejeitaram o apelo de Arafat no sentido de se juntarem às forças de segurança palestinianas. Num panfleto recentemente editado, o grupo afirmou: "se juntar as Brigadas às forças da AP visa silenciar a voz da verdade e da honra palestiniana, então o sangue dos nossos mártires clamará por nós e pela nossa responsabilidade".
A notícia descreve em seguida a origem deste grupo palestiniano armado. Poucos comentários há a fazer à mesma, senão o de assinalar àqueles menos atentos, que a pouco a pouco se vão desmontando os verdadeiros propósitos dos chamados grupos de "resistência" palestiniana, os quais a única resistência que vêm fazendo desde há décadas, é ao próprio progresso do seu povo e à libertação efectiva do mesmo, através da autonomia e do desenvolvimento das suas populações. Mantendo sempre acesa a chama do conflito, é sempre possível acusar os israelitas e judeus de todos os "pecados", inclusive da sua própria miséria social, do seu subdesenvolvimento. Os financiamentos (quer dos países árabes, quer da própria UE), têm servido substancialmente para encher os bolsos dos responsáveis palestinianos, em vez de seguirem direitinhos para a construção de hospitais, centros de cultura, estabelecimetnos de ensino, etc.
Com a derrota da Jihad no Iraque (e não haja qualquer dúvida que a Jihad será derrotada no Iraque, pesem embora os atentados e os erros, as falhas e asneiras cometidas pela Administração Bush), os palestinianos de Arafat sabem que não lhes resta outro caminho senão o de depôrem finalmente as armas ou virarem estas contra os seus mais perigosos inimigos, as próprias Brigadas de Aksa, a Jihad Islâmica e o Hamas). Com a derrota do tirano Sadham (tal como sucedeu com a queda do estalinismo na URSS que deixou Cuba sem os subsídios "internacionalistas"), já não há mais fundos para o terrorismo palestiniano. A Autoridade Palestiniana (AP) não tem outro caminho senão o do pragmatismo político - deixar de encarar Israel como o inimigo central e passar a condenar o terrorismo firmemente, desarmando sem hesitações, todos os grupos armados que operam no seu território. Kafir Carlos Torres
Carlos Torres 11:35 AM
Quinta-feira, Maio 27

Temos vindo desde há meses a reclamar a prisão e extradição deste fascista islâmico a residir há muito em Londres, o qual tem vindo sistemáticamente a usar o direito de liberdade de expressão e de organização, para atentar contra os próprios interesses da Grâ-Bretanha, nomeadamente ao propagandear e justificar os objectivos da Al-Qaeda e da Jihad em geral, apoiando inclusive os atentatdos terroristas contra interesses ocidentais. É um personagem sinistro que inclusive chega a justificar a morte de civis inocentes, nomeadamente de crianças. Só devido à passividade das autoridades inglesas e à falta de legislação que extradite este tipo de criminosos, os quais se aproveitam de uma das melhores legislações sobre asilo político (a inglesa) para atentar contra a vida de cidadãos de um país que aceitaram o seu exílio (Abu Hamsa é inclusive procurado pelo Yémen por actos terroristas). ABU HAMSA acaba de ser preso ao abrigo da nova legislação sobre emigração recentemente aprovada. Esperamos que outros países sigam o exemplo dos ingleses e recentemente da Noruega, prendendo, julgando e extraditando todos aqueles que beneficiam de um suposto asilo político mas que apenas usam essa faculdade e os direitos a ela inerentes, para atentar contra a própria soberania dos estados que os abrigam. Kafir Carlos Torres
Carlos Torres 10:34 AM
Segunda-feira, Maio 24
Embora a greve seja um direito legítimo dos trabalhadores (só nas democracias ocidentais já que nos regimes totalitários onde o estalinismo e o islamismo vigoram ou vigoravam, são e eram proibidas), a greve nas forças de segurança, "cozinhada" para ser executada durante o período do Euro 2004, não pode deixar de levantar sérias e firmes objecções por parte de quem, à esquerda ou à direita, se questiona sobre os direitos fundamentais dos cidadãos. Se é verdade que a greve é um direito legítimo muito mais o é, o direito à vida e à segurança das pessoas. Um direito (o da greve) não pode sobrepôr-se a outro muito mais fundamental e que tem a ver com a segurança física dos cidadãos (e não só daqueles que estarão no Euro2004 mas também daqueles que, como nós, não têm qualquer intenção de assistir a esse evento).
É sabido que, para alguns socialistas e em geral para todos os estalinistas (de espírito ou do coração), o direito é vida é algo negociável, subjectivo, tudo depende dos objectivos a alcançar e do "interesse" colectivo. O apoio (mal disfarçado), ao terrorismo internacional não é senão uma das facetas deste "pacifismo" rosa-vermelho, que já antes escolhia o lado dos mísseis "bons" (os da antiga URSS), para se manifestar contra o lado dos mísseis maus (os dos EUA pricipalmente). O "direito à vida" e o "pacifismo" de certos socialistas democratas manifestou-se também, muito concretamente aquando do acidente de Entre-os-Rios. Qualquer cidadão com um mínimo de conhecimento do que é ou deve ser um estado de direito não teria outra escolha senão exigir na altura e na rua, não apenas a demissão dos políticos responsáveis mas também o seu julgamento. Por muito menos do que isso Vale de Azevedo, dirigentes de clubes, Carlos Cruz e outros arguidos do processo CP, estão presos. Por muito menos do isso, repetimos. Foram dezenas de mortos, caramba!
Não é o Primeiro Ministro que faz lembrar os tempos do antigo regime (e nós não somos fiéis do PSD ou do PP, somos pessoas independentes que apostam nessa independência como a melhor maneira de se estar na política e em tudo), é o PCP e a reacção de Carlos Carvalhas que fazem lembrar o tempo da "resistência anti-fascista" (nós também a fizemos CC mas não somos míopes, nem queremos o Poder!!!). Para o Sr. Carlos Carvalhas lembrar a irresponsabilidade política de se apoiar uma greve durante o Euro é um delito de opinião tão grave como se estivéssemos numa ditadura estalinista. Mas o Sr. CC esquece que não estamos. E embora lhe agrade recordar esses tempos, como se o tempo mesmo tivesse parado, a verdade é que tal como se pode fazer greves também se pode criticá-las e mesmo chamar a atenção para a sua irresponsabilidade nos casos em que a mesma exista. E na verdade, se houver algum incidente grave durante o Euro 2004 (a Al Qaeda não deixará de aproveitar de bandeja esta dádiva do "coração", por parte dos estalinistas e seus aliados), a quem imputar responsabilidades (até de ordem criminal, diga-se sem hesitações!), senão aos grevistas e àqueles que os apoiam? A quem é que se devem imputar então responsabilidades? Às vítimas? Ao Governo? Àqueles que nas próprias forças de segurança decidirem não fazer a greve?
É claro que o Governo e os seus apoiantes deram um péssimo exemplo ao favorecer a violação do direito , nomeadamente no caso dos toiros de morte. Mas isso não desculpa os estalinistas no caso de uma eventual greve nas forças de segurança durante o Euro 2004. Um caso não conduz à absolvição do outro.
Oportunamente (hoje mesmo) denunciámos já ao nível internacional e junto de outras forças anti-jihadistas, sobre o que se prepara para o Euro 2004 ao nível do enfranquecimento das medidas de segurança em resultado de uma eventual greve no sector, com o apoio do PC e seus aliados. Juntamos o texto que enviámos há momentos para o Forum Internacional Anti-Jihad:
A strike on security forces is prepared during the Euro 2004 with the support of Communist Party and other left wing forces in Portugal (Bloco de Esquerda mainly). The government (centre-right) that is supporting USA against Sadham and also on the struggle against International Terrorist Coalition (Al Qhaeda, other terrorist organizations and their allies in the West), already denounced publicly (yesterday on television), this complot against the Euro and claimed energically to the PC to not contribute for acts of terrorism during that event. Contrarly what one could expects left wing forces are preparing a strike precisely for the period of Euro 2004 in order to weaken security measures that are being implemented for that occasion. Kafir Carlos Torres Anti-Jihad Portugal
Carlos Torres 12:39 PM
Agradecemos a referência feita ao nosso blog pelo PAU PRA TODA A OBRA, cuja leitura também recomendamos vivamente, já que é ainda um dos poucos blogs em português, a tratar de alguns aspectos relacionados com a política de sistemática desinformação em relação a Israel e EUA, a qual não só favorece como estimula o crescente anti-semitismo a que se assiste nomeadamente na Europa e nos próprios EUA. Um abraço Carlos Torres Kafir
Carlos Torres 11:41 AM
Quinta-feira, Maio 20
Por vezes só a seta ou a espada conseguem demover os opressores e invasores. Chamamos aqui a atenção para a oportunidade do blog GLADIUS e nomeadamente dos seus artigos sobre os avanços do islamismo e do fundamentalismo islâmico, na Europa e no mundo, com os quais não apenas concordamos como aconselhamos vivamente a sua leitura, independentemente de alguns dos seus artigos nos parecer poderem fácilmente cair no campo pantanoso de um certo segregacionismo já ultrapassado mesmo no país (caso dos EUA), onde o mesmo conduziu a uma das maiores guerras civis de que há memória (caso do artigo sobre os ciganos e do artigo sobre Manuel Monteiro e concretamente sobre a imigração africana).
A nossa perspectiva em relação ao islamismo e principalemente ao islamismo radical ou terrorismo islâmico, não assenta em pressupostos raciais mas fundamentalmente políticos, ideológicos e culturais. Não é porque não haja (pelo contrário há e sobretudo houve), árabes ilustres e figuras de plano entre a comunidade dos povos árabes, não é porque os árabes estejam num degrau inferior do desenvolvimento integral (embora de facto estejam e em grande parte por culpa própria), mas sim porque o fundamentalismo islâmico é fascista e totalitário e pretende subordinar-nos pela força, aos "valores" do Islão. É por este motivo e porque não desejamos que os nossos filhos sejam obrigados a curvarem-se perante seja qual fôr a ideologia ou religião, que nos batemos e bateremos contra o islamismo radical e reaccionário, como antes nos batemos contra a Inquisição católica e os seus torcionários brancos.
Pouco nos importa que à esquerda ou à direita este combate não agrade pela aspereza de alguns dos sesu contornos (a falta de coragem e a frontalidade não são propriamente um valor das esquerdas ou das direitas políticas). Não nos importa que a nossa voz fique isolada num contexto em que a maioria das vozes se "levanta" contra o amigo americano, para abraçar o barbudo sequestrador e degolador. Também não é verdade que Hitler não foi considerado um perigo maior por parte das chancelarias burguesas, inglesa, francesa e em geral europeias, tendo sido necessário uma vez mais chamar o tal amigo americano (agora de novo transformado no "mau da fita"), quando mais de metade do continente europeu estava nas mãos do torcionário da Ordem de Thule? Kafir Carlos Torres
Carlos Torres 2:43 PM
Sexta-feira, Abril 30

O "Amor e Ócio", publica as fotos e denuncia (aliás muito oportunamente), as atrocidades cometidas numa prisão iraquiana à guarda de soldados americanos e onde estão presos alguns jihadistas ou supostos jihadistas. Como anti-jihadistas, já o dissemos aqui e repetimo-lo, somos anti-fascistas, seja qual fôr a "representação" desse fascismo, iraquiano, palestiniano, alemão ou americano. Não somos é daqueles que entendem que o fascismo islâmico deva ser desculpado por ser mais "pobre".
Para nós e a serem verdadeiras as referidas imagens (e parece que são), esses bárbaros merecem uma punição severa. E terão a dita. Em contraste com o que fazem os fascistas de Al-Sadr que em lugar da punição glorificam os seus bárbaros, há no Ocidente quem diga não a esta soldadesca bárbara. Em guerra ou não, com muçulmanos ou americanos, ISTO é indesculpável.
Os americanos no entanto têm a CBS para denunciar isto, e o que fez a Al-Jazeera dos islâmicos, para denunciar as atrocidades de Fallujah. Condenou-as? Denunciou-as? Não, pelo contrário glorificou-as passando-as dezenas de vezes nas suas emissões, para que todos vissem como devem ser tratados os "invasores americanos". Observem-se as diferenças...
Nós não nos calamos, sejam de quem fôrem os actos fascistas. kafir Carlos Torres
Carlos Torres 8:59 PM

Perante as dificuldades da luta contra o fascismo islâmico há muita gente do lado ocidental (sobretudo pseudo-pacifistas e pseudo-moderados), que vacila e pior do que isso passa-se para o lado posto. Trata-se de um passo dado ao longo da história por muita gente, por vezes ilustre ou dita ilustrada. Churchill que foi um dos que sempre desconfiou dos fascistas alemães, não hesitou e devemos-lhe a ele essa "desconfiança", caso contrário hoje estaríamos a viver sob a garra desses vampiros. Nós gostamos do Wagner mas deixem-nos também ouvir o Mozart (aliás estamos a ouvi-lo neste preciso momento), o Haendel, o John Phillip de Sousa, o Bernstein, e claro, o sempre eterno, Henry Purcell.
As "resistências" (por assim dizer), para essa gente, têm sempre limites. São os democratas relativos. Não é por acaso que houve regimes fascistas no Ocidente (e o caso português e espanhol são uma dramática ilustração disso), que duraram décadas.
Custa pois a resistir. Além disso é arriscado.
O que se passa actualmente em Fallujah e Najav (no Iraque), não é senão uma etapa nessa luta que ainda vai deparar com muitas dificuldades e provávelmente muito mais sacrifícios de vidas humanas, nomeadamente a dos próprios militares que lutam no terreno contra esse Gólgota Islamita, enquanto Chiracs e Zapateros, Solanas e Prodis discutem o que fazer com a nossa segurança, isto é coisíssima nenhuma.
Há falhas e há erros, nomeadamente quando alguém morre inocente. Ninguém, salvo os islamitas reacionários, fica indiferente à morte de civis inocentes. Mas com a derrota dos nazis também houve falhas, erros, sacrifício de vítimas inocentes. Teria sido muito mais benéfico para toda a humanidade se o Terceiro Reich tivesse capitulado, em vez de se suicidar nos bunkers de Berlim, levando consigo milhares de cidadãos alemães inocentes. Houve quem o avisasse a tempo da derrota mas o Nosferatu da Ordem de Thule não quis saber. Mandou enforcar os "derrotistas". O filho de Karl Haushofer (este um dos seus principais "inspiradores" e também ele membro da mesma Ordem), foi um deles. Será também melhor se os fascistas islâmicos comandados pelo pirata Al-Sadr e outros assassinos, entregaram as armas em vez de as disparar a partir das mesquitas.
As dificuldades e os erros vão continuar na exacta proporção em que os inimigos da democracia e da própria Vida (porque infelizmente não se trata apenas de defender a democracia, mas de afirmarmos o próprio direito a existirmos), continuarem a utilizar a estratégia do Terror, aniquilando cidadãos civis inocentes, sem sequer lhes dar a possibilidade de se defenderem.
Aqueles que falam em "resistência islâmica" deviam conceder que também a nós, cidadãos que vivemos no Ocidente, nos cabe o direito de resistir. Tal como se atribuem a si mesmos o direito de resistirem às "ocupações" e "agressões" do "imperialismo" ocidental (gostávamos de saber por exemplo a quem venderiam o petróleo caso não fôssemos nós a consumi-lo!, como é que vocês árabes corruptos enriqueceriam?), também nós temos o direito e até a obrigação de nos defendermos contra os vossos actos bárbaros e cruéis. Infelizmente não é isso que fazem. Quando nos atacam nas esplanadas em Jerusalém ou nas estações de comboio de Madrid, não nos dão a possibilidade sequer de nos armarmos contra o vosso fascismo. Pelo contrário atacam-nos cobardemente. Nem o Hitler foi a esse ponto. O Hitler nunca se "refinou" ao ponto de explodir os seus homens nas esplanadas cheias de civis. Vocês, não nos concedem sequer o direito de levarmos as nossas armas para as nossas igrejas e a partir delas apontemos certeiro ao vosso coração de monstros. E matam as nossas crianças sem que nos permitam que as defendamos de armas na mão.
Quando lutam agora em Najav ou em Fallujah, os americanos atacam-vos quando estão armados, não quando estão a rezar a Allah ou a lavar os lencóis no pátio das casas miseráveis que o vosso governo totalitário e despótico "concedeu" às vossas populações pobres. Atacam-vos quando vocês estão armados. E vocês fascistas islâmicos, têm a liberdade e o direito de se defenderem. Nós damos-vos esse direito, coisa que vocês não nos permitem. Matam as nossas crianças nas escolas, nos hospitais, nas ruas, nas estações, nos autocarros escolares, sem que nos dêem a possbilidade de as defendermos.
Por isso quando falam em "resistência" deviam falar de terrorismo pois o que fazem não é resistir mas matar, desmembrar, calcinar, urinar para cima, cuspir sobre civis inocentes, ocidentais e até de milhares de "irmãos" vossos. Se querem resistir, se acham que devem resistir, se existe uma ameaça real à vossa "civilização" (e ainda não percebemos onde está a vossa civilização pois os vossos regimes são totalitários, as vossas populações morrem de doença e de fome, não sabem o que é a liberdade, não sabem o que significa as vossas mulheres um dia respirarem finalmente livres), resistam então, peguem nas vossas armas francesas, e resistam contra os exércitos que vos "invadem" para vos (e nos) libertar de tiranos. Mas não usem o terrorismo.
kafir Carlos Torres
Carlos Torres 2:01 PM
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